Manuel Pinho: Foi importante ser ministro, mas agora estou a adorar viver em Nova Iorque
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11 Comentários
Um pano enharcado na cara, ainda era pouco…
Eu também adorava viver em Nova Iorque…
Outro embusteiro. As eólicas, a energia das ondas (“The future starts today!”), a Qimonda, a campanha ALLGARVE, a competitividade proporcionada pelos baixos salários, o Portugal tecnológico, os parlamentares cornos, a equipa de marketing de luxo, a papa Maizena, etc., etc. A lista dos dislates é inesgotável.
1) Não votei nestes sujeitos.
2) Mas está a dar aulas na Universidade colocada em oitavo lugar no ranking mundial, e por experiência pessoal os responsáveis da mesma não fazem favores ou dão um jeitinho. Tem de ter valor para dar lá aulas.
3) A minha costela americana leva-me a aconselhar que correctamente ataquem as acções do homem político, mas cuidado o homem em si pode ter algum valor para estar onde está.
Este bronco precisava de uma espera para levar um enxerto de porrada.
Não salvou qualquer posto de trabalho, mas arranjou um para ele. Mais um artista!
O que é que o gajo faz lá em Nova Iorque?
“O que é que o gajo faz lá em Nova Iorque?”
Lecciona uma cadeira numa universidade – imagino que sobre eólicas e ondas – patrocinada pela EDP.
Sócrates a “falar inglês” na Universidade de Columbia… Inqualificável, ainda por cima enaltecendo que “a pedido de MPinho”…
MPinho sempre foi uma espécie de “paquete” na política e na finança.
Será que o Manuel Pinho – se não tivesse feito cornichos ao PCP – ainda estava no governo a aturar o Sócas?
> por experiência pessoal os responsáveis da mesma não fazem favores ou dão um jeitinho
A corrupção, nos Estados Unidos, é feita com mais “finesse”, e até transparência. Uma doação de uns milhões a uma boa universidade compra práticamente qualquer acto não demasiado implausível ou estapafúrdio. E nos EUA ninguém sabia quem era aquele tipo, de modo que não há escândalo *lá*.
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