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Ajuda à força

18 Novembro, 2011

O Governo disponibilizou ajuda pública para a recapitalização da banca. Os banqueiros tentam (ou pelo menos fingem) resistir ao uso dessa ajuda pública, por medo da intervenção directa do Estado na sua administração que a ajuda implicaria, sugerindo algumas alternativas (como o Governo pagar-lhes o que o Estado e dezenas de empresas públicas lhes devem). Percebe-se o dilema da banca: por um lado, o regulador obriga-os a reforçar os capitais próprios. A falta de capitais deve-se, em parte não despicienda, à crise das dívidas soberanas – incluindo a portuguesa – , que se transformaram em activos tóxicos nos balanços. Ao mesmo tempo, a cotação bolsista é tão má que o reforço de capitais próprios através de aumentos de capital teria de ser feito a valores de emissão tão baixos que diluiriam a posição dos actuais accionistas de referência, situação agravada pela possibilidade de interferência do Estado.

Como qualquer empresa, os bancos correram riscos e é justo que respondam pelas consequências das decisões que tomaram no passado. Também me parece aceitável que o Estado, se for chamado a investir na banca privada dinheiro dos contribuintes (ou dinheiro emprestado – que os contribuintes terão de pagar – o que vai dar ao mesmo), tenha uma palavra a dizer na administração ou imponha certas condições. O que já me parece mais difícil de aceitar é o que o Banco de Portugal (que ainda há dias deu um valente pontapé numa das alternativas de reforço dos activos da banca) vem agora propor: que a ajuda pública (e respectivas consequências) seja imposta aos bancos mesmo que eles não queiram. Que a lei (ou o regulador) imponham aos bancos o cumprimento de determinadas regras (designadamente de rácios de capital), percebe-se. Que o incumprimento dessas regras determine a aplicação de sanções, também. Mas fará algum sentido colocar no catálogo dessas sanções a injecção forçada de dinheiro dos contribuintes em empresas privadas que não o querem?

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37 Comentários leave one →
  1. anti-comuna permalink
    18 Novembro, 2011 17:53

    Nesse aspecto o Gov. tem razão. Se a banca assumisse os prejuízos, fechava as portas. Ora, para evitar um colapso bancário, o governo tem mesmo que os obrigar a aceitar a ajuda ou fechar as portas.
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    O Ulrich devia ter vergonha das declarações desta semana. Se hoje os accionistas estão a perder balúrdias, foi por causa da sua incompetência, não apenas por ter “sido obrigado” a financiar o Estado português.
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    Aqui não há dúvidas nenhumas, caro CL. Ou os bancos assumem os prejuízos e fecham as portas. Ou se não querem evitar fechar as portas, têm que injectar capital. Se ninguém está disposto a injectar capital, O Estado tem o dever de o fazer, obrigando a banca a comer e calar.
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    O Ulrich devia pedir a reforma e dar lugar a outros. Tinha uma estrégia boa para fugir à crise, eliminado o risco e foi-se meter na dívida dos da Grécia e da Itália, pensando que mamar o spread não eliminava o risco? Devia-se demitir, que até é uma vergonha que algueém aconselhou os accionistas a não vende rnuma OPA e poucos meses depois vendeu as acções dele 40% mais baratas que o preço oferecido na OPA e, para cúmulo, andou a pedir dinheiro aos accionistas e ele não meteu lá um tostão, daquilo que vendeu antes.
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    Está na altura de ele fazer o que propõe aos políticos: demitir os incompetentes. Neste caso, demitir-se ele mesmo.

  2. afédoshomens permalink
    18 Novembro, 2011 17:58

    o gord do post infra e do supra tem amanhã mais um jantar!!!
    o fdp ainda quer engordar mais! uma vez eleito deputado quer que não falte ração na mangedoura!

  3. afédoshomens permalink
    18 Novembro, 2011 18:04

    o duque ao dn d´hoje:
    «Admito que sim, mas acho que este conceito de serviço público deve ser definido mesmo em momentos de abundância de meios e recursos financeiros. Deixe-me dar-lhe um exemplo: quantas padarias é que o Estado tem? E no entanto o pão nosso de cada dia é das coisas mais sagradas que temos. Vamos lá ver se nos entendemos. Podia perfeitamente surgir um movimento na sociedade portuguesa que defendesse que o Estado devia ter padarias e mais padarias e mais padarias. Ou não. As padarias não são um negócio que interesse ao Estado.»
    que sumidade digo eu que não sou economista…

  4. afédoshomens permalink
    18 Novembro, 2011 18:06

    eu também já pensei que o estado podia investir em ordenhas….com tantas vacas por aí…

  5. Gasel permalink
    18 Novembro, 2011 19:43

    .. (como o Governo pagar-lhes o que o Estado e dezenas de empresas públicas lhes devem)…

    mas pq? Não foram empréstimos/créditos livremente acordados??? não estão a pagar conforme estipulado??? ou o estado e empresas publicas estão em incumprimento??

    ou dessa forma podia dizer o mesmo das empresas privadas e das familias: tb podiam pagar já à banca tudo o que “lhe” devem… e tudo se resolveria!!

  6. Pedrinho permalink
    18 Novembro, 2011 19:45

    ….Mas fará algum sentido colocar no catálogo dessas sanções a injecção forçada de dinheiro dos contribuintes em empresas privadas que não o querem?….

    Errado, meu caro. O regulador establece a necessidade de recapitalizacao, so se os bancos nao o conseguirem por si proprios é que o estado intervem. E nao poderia ser de outro modo. Se os bancos nao se recapitalizarem a solucao ou recapitalizacao pelo estado ou liquidacao.

  7. Borges permalink
    18 Novembro, 2011 20:20

    Diz o post:
    “Mas fará algum sentido colocar no catálogo dessas sanções a injecção forçada de dinheiro dos contribuintes em empresas privadas que não o querem?”
    Ora, os bancos são diferentes de outras empresas privadas. O dinheiro investem é maioritariamente dos depositantes (muito mais do que dos accionistas). A sustentabilodade de um banco depende muito da confiança que inspira nos depositantes. Se estes desconfiam da solidez doe um banco, pode dar-se um “bank run”, o que afunda um banco e depois pode levar, por um efeito dominó, a probelmas noutros bancos.
    É isto que as autoridades pretendem prevenir. E felizmente que isto é tomado a sério pelo BCE e o EBA – talvez as únicas instituições europeias que têm actuado com uma visão realemnete pan-europeia (obviamente resultante da interconexão entre os bancos europeus). É isto que nos tem salvado, em Portugal, da insolvência.

  8. Zebedeu Flautista permalink
    18 Novembro, 2011 20:35

    Gasel é um pouco mais complicado… Basicamente antes da vinda da troika foram “obrigados” a comprar divida para não entrarmos em incumprimento. Claro que também o faziam porque já nessa altura se o Estado entra em bancarrota ficavam com ZERO. Antes das compras forçadas já estavam mais que entalados.Também tem sido obrigados a ficar com dividas das empresas publicas que vão vencendo de bancos estrangeiros ou pelo menos dizem eles isso.
    .
    Seja como for quando o BCE emprestava a tripa forra era só ir la buscar $ a X e vender ao Estado a X+1 ou X+2. Ai ninguém olhava para PIBs e crescimentos e dividas. Para mim ou eles arranjam o capital necessário para cumprir os rácios ou então o estado entra ao preço de mercado das acções tendo eles direito de preferência de compra na data que acordem se quiserem e puderem.
    .
    Não me parece descabido de todo mesmo com a injecção de capital que não possam vir a falir alguns bancos na mesma. Então o contribuinte tem de também poder lucrar caso a economia recupere bem e daqui a uns anos as acções valham mais.Uma espécie de payback das PPP. Chegou a vez do contribuinte mamar um pouco :)

  9. JCA permalink
    18 Novembro, 2011 21:24

    .
    Há as ‘causas’ externas mas também há as internas. A desvalorização do imobiliário (versus penhores de imoveis e andares hipotecados) deu um coice valente para aparecerem em default no papel. Mas a ignição da inflação automaticamente mete a papelada dos balanços em no-default sem lá meter um tostão, chega só ‘papel e caneta’
    .
    Engenharias de guarda-livros ….
    .

  10. lucklucky permalink
    18 Novembro, 2011 22:00

    Foram os Bancos que andaram de mãos dadas com soci@lismo. É bem possível que em parte tenha sido para proteger o investimento. Se não tivessem ido atrás teriam campanhas nos jornais com os slogans habituais: “não emprestam ou emprestam a juros muito altos, traidores, ou bla bla bla… , ”
    Mas há um limite para ir atrás da loucura dos políticos e os banqueiros nem os mínimos cumpriram*.
    Eles viram a Dívida Publica subir de 60 para 70% de 70% para 80% de 80% para 90% e 90% para 100%. Não deram sinal de alarme nenhum a não ser já tarde bem demais. E falta o que emprestaram para Câmaras Municipais e Empresas Publicas.
    Isto é o resultado de quem se junta ao soci@lismo de esquerda e direita.
    .
    *Não me refiro aos pequenos bancos.

  11. JCA permalink
    18 Novembro, 2011 22:24

    (cont 21.24H)
    .
    A inflação está a bater com força à porta para entrar (BCE a imprimir e a espalhar ‘helicopter money’).
    Sugere que é um sonho de Verão ou uma fantasia académica acreditar que não.
    .
    Inflation
    .
    Sarkozy had backed down over the role the ECB should play in fire-fighting, acknowledging Germany’s inter-war experience of inflation, to help obtain the Oct. 27 accord among European leaders. The Frankfurt-based ECB has also resisted calls to provide more support. Draghi said Nov. 3 that backstopping government borrowing lies outside the ECB’s remit.
    .
    “Printing money at the end of the day means inflation,” Michael Fuchs, the economy spokesman for Merkel’s Christian Democratic Union party, said in an interview with BBC Radio 4’s “Today” show. “Every German is very much scared about inflation.”
    .
    The clash is intensifying as France, Europe’s second-biggest economy and the second-largest backer of the European Financial Stability Facility after Germany, is dragged more deeply into the crisis that in the past week led to the ousting of Italy’s Silvio Berlusconi and George Papandreou of Greece.
    .
    In her speech, Merkel reached out to the U.K. on the eve of Prime Minister David Cameron’s visit to Berlin today, praising his effort to cut government spending and saying that “we want a Europe with Great Britain” that doesn’t exclude any member country from the euro area.
    .

  12. 19 Novembro, 2011 00:10

    lucklucky
    O soci@lismo de certa “esquerda e direita,”têm tendências para as artes turvas da “pesca do robalo”:

  13. Arlindo da Costa permalink
    19 Novembro, 2011 00:11

    O ilustre Sr. Professor Doutor CAA anda apresenta a «reforma» do Poder Local, mas não permite contraditório.
    Mais um «livro verde» inspirado nos ensinamentos maçónicos e judaizantes!

  14. Manuel Joaquim permalink
    19 Novembro, 2011 01:36

  15. tric permalink
    19 Novembro, 2011 02:40

  16. Nuno permalink
    19 Novembro, 2011 03:10

    No poste: «Mas fará algum sentido colocar no catálogo dessas sanções a injecção forçada de dinheiro dos contribuintes em empresas privadas que não o querem?»
    Não, não faz sentido.

  17. tric permalink
    19 Novembro, 2011 03:40

    injectar dinheiro na Banca, só se for com nova moeda nacional !!! caso contrário…era só o que faltava o Estado estar agora a pagar as dividas dos Bancos Privados!!!?? Já não basta, o Estado ter ficado já com os activos tóxicos da Banca ( Fundos de Pensões )…A Caixa Geral de Depositos, que é o Banco do Estado, mas que as Grandes Empresas Nacionais tomaram de assalto, para garantirem o seu próprio financiamento neste tempo de miséria de crédito…deixando as PME´s, que são a estrutura económica de Portugal, sem uma gotita de crédito e motivando o processo de destruição massiça das PME´s…Portugal que continue a respirar ao ritmo da Europa…Quando é que Portugal sai do Euro!!??? Portugal vai mesmo ter que se fechar! Parece que a estratégia deste Governo Liberal Judaico-Bancario é o assassineo das PME´s, para salvar as Grandes Empresas Nacionais ( que actualmente sugam todo o crédito bancário da CGD )…FUCK OFF !! esta estratégia só irá levar os potugueses para a fome e dizer que o desemprego não vai passar dos 20%, só pode vir de mentes ingenuas…aliás, aqui ao lado a Espanha vai explodir e Portugal nessa altura ira ser bastante influenciado pelo ventos espanhois…a Peninsula Ibérica irá ficar a ferro e fogo… a grande questão é saber se Portugal vai alinhar com a ideia judaica-maçonica do Iberismo que até pretende ter uma moeda própria!!?? já não falta muito…tempos interessantes se aproximam da Peninsula Ibérica…

  18. tric permalink
    19 Novembro, 2011 03:44

  19. tric permalink
    19 Novembro, 2011 04:12

    30% de desemprego na Andaluzia!!!! Bummmm….já falta pouco!

  20. tric permalink
    19 Novembro, 2011 04:31

    long waiting…pela unica coisa boa, que poderia acontecer…e é apenas uma condição necessária mas não suficiente…

  21. JCA permalink
    19 Novembro, 2011 08:04

    .
    outros pontos de vista,
    .
    All Right, I’ll Admit It — I’m Getting Sick Of Occupy Wall Street
    .
    Yes, the bank bailouts were odious. Yes, bankers make boatloads of money. Yes, income inequality in the countries have hit a level that is wholly nhas not been seen since the 1920s. Yes, the unemployment rate is still shockingly high. Yes, corporate profits are at an all-time high.
    .
    But as much as its cool and popular to hate on bankers and corporations, the fact that they’re loaded and making huge profits actually isn’t their fault. The bankers and corporations are just aggressively trying to beat their competitors and grow their businesses, which is what bankers and corporations in a free-market economy try to do. For the most part, they’re playing by the rules set for them by…Politics.
    .
    If Politics decision-making has been corrupted by Banks, then its Plotics fault. If the lobbying rules that Politics has written make it impossible for Politics not to be corrupted by Banks, then that’s still Politic’s fault.
    .
    And until Politics grows enough of a backbone to write rules that appeal to folks who don’t make their livings from banks and/or corporations (a small percentage of the country, actually), you can’t blame the banks and corporations for playing by those rules.
    .

    http://www.businessinsider.com/all-right-ill-admit-it-im-getting-sick-of-occupy-wall-street-2011-11#ixzz1e8B0pb4e

    ,

  22. JCA permalink
    19 Novembro, 2011 08:52

    .
    Em vez do ‘deste é que bom’ ou ‘aqueles é que são os malandros’ vamos lá aos numerozinhos, aos tira-teimas comparativos de Portugal dos maiores devedores da União europeia e comparação com os EUA e Japão (sabe-se que a China tem divida Europeia mas não há numeros confiaveis):
    .
    =DIVIDA DE PORTUAL = 251% do PIB
    .
    da Italia = 163% – da Irlanda = 1093 % – da Grecia = 252 % – do JAPÃO = 50 % – da Alemanha = 176% – da Espanha = 284 % – da França = 235 % – dos EUA = 101 % – da Inglaterra = 436 %
    .
    .
    =DIVIDA DO GOVERNO PORTUGUÊS = 106% do PIB~
    .
    da Italia = 121 % – da Irlanda = 109 % – da Grecia = 166 % – do JAPÃO = 233 % – da Alemanha = 83 % – da Espanha = 67 % – da França = 87 % – dos EUA = 100% – Inglaterra = 81%
    .
    .
    =DIVIDA DE PORTUGAL A BANCOS ESTRANGEIROS = 137,1 biliões
    (2,8 a Italia, 26,6 a Alemanha, 18,9 a Inglaterra, 3,9 aos EUA, 19,1 a França, 65,7 a Espanha)
    .
    da Italia = 546 – Irlanda = 265,5 – Grecia = 83,2 % – JAPÃO = 496,8 – Alemanha = 832,3 – Espanha = 430,2 – França = 670 – EUA = 2.694,9 – Inglaterra = 1.702,6
    .
    .
    =TOTAL DA DIVIDA DE PORTUGAL = 0,4 triliões
    .
    da Italia = 2 – da Irlanda = 1,7 – da Grecia = 0,4 – do JAPAO = 2 – da Alemanha = 4,2 – da Espanha = 1,9 – da França = 4,2 – dos EUA = 10,9 – de Inglaterra = 7,3
    .
    .
    =DIVIDA PER CAPITA EM PORTUGAL = 38.081
    .
    na Italia = 32.875 – na Irlanda = 390.969 – na Grecia = 38.073 – no JAPAO = 15.934 – na Alemanha = 50.659 – na Espanha = 41.336 – na França = 66.508 – nos EUA = 35.156 – na Inglaterra = 117.580
    .
    .
    FONTES: Bank of International Settlements + FMI (PIBs completos de 2010, Dividas Externas de 2010) + Banco Mundial + Divisão de População das Nações Unidas.
    .
    .
    Os numeros ridiculos de Portugal e da Grecia (casos diferentes) comparados com todos os outros nem de longe explicam ou sustentam que sejam os responsaveis pela Crise em curso ou as imposições, austeridades, empobrecimentos, a instalação de Governos não eleitos etc pela França e pela Alemanha bem como pelos Programas combinados com a Troica (BCE, FMI, UE).
    .
    Naturalmente que globalmente já todos os Paises viram que Portugal e a Grécia estão a ser usados como ‘bodes expiatórios’.
    .

    .

  23. JCA permalink
    19 Novembro, 2011 09:06

    .
    Em “=DIVIDA DE PORTUGAL A BANCOS ESTRANGEIROS” onde se lê “Grécia = 83,2 %” deve ler-se só “Grecia = 83,2″
    .
    Post Scriptum:
    Os numeros comparativos acima divulgados (os mais atualizados neste momento em todo o Mundo) sugerem que os catastrofismos e as manipuaçõs para fabricar ambientes de depressão coletiva dos Cidadãos divulgados por certos meios politico-partidários e por certa Comunicação Social surgem maldosas, de má fé, sem sentido e inaceitáveis.
    .

  24. JCA permalink
    19 Novembro, 2011 09:11

    .
    Nunca nada disto foi ouvido antes em qualquer dos òrgãos da União Europeia ou do Euro,
    .
    Farage:
    WHAT GIVES YOU THE RIGHT TO DICTATE TO THE GREEK AND ITALIAN PEOPLE ???
    .

    .

  25. anti-comuna permalink
    19 Novembro, 2011 12:46

    As lições do Japão. Ou como a Europa está a querer evitar os mesmos erros do Japão.
    .
    .

    http://janelanaweb.com/novidades/lessons-from-the-japanese-long-recession/

    .
    .
    Não basta começar a cortar estruturalmente os défices orçamentais, é preciso limpar a banca europeia e reforçar os seus capitais. A banca europeia está cheia de “lixo tóxico”, está alavancada e com dificuldades de acesso a capitais. ora, por muito que custe aos banqueiros (em Portugal eles não foram obrigados a comprar dívida da Grécia e da Itália, por exemplo), eles têm de reconhecer as perdas. Se o fizerem, ou ficam descapitalizados ou vão mesmo à falência. A solução passa por aumentos de capital. Ou fazem-no com recurso a capitais privados ou têm que gramar com nacionalizações. É claro que vão perder balúrdios com a entrada do Estado, mas é a única solução deles.
    .
    .
    A Europa tem um plano e é claro: a banca terá que assumir perdas (deixar de contabilizar estes activos tóxicos pelo valor nominal mas real, mesmo que pró-ciclico), terá que aumentar o capital e deixar-se de actividades especulativas e fazer o seu tradicional papel de financiar os consumidores e a actividade produtiva. Embora eu pense que estas medidas não cheguem (deviam era separar as actividades bancárias, pois foi essa falta de separação que os levou ao buraco em que se encontram), no entanto é o primeiro passo para resolver a crise europeia.
    .
    .
    O caso japonês ensinou-nos várias coisas. Primeiro, o QE não funciona para tirar o país da crise. Segundo, políticas expansionistas também não funcionam. Terceiro, não limpar os balanços é atrasar a resolução dos problemas e afectar a credibilidade da própria banca e do sistema, logo menos confiança dos agentes económicos, que não investem e não consomem. (Espetam com a massa no exterior à procura de maiores rentabilidades ou compram dívida pública, anulando por completo qualquer tentativa de estimular a procura interna de um modo artificial.)
    .
    .
    A Europa é o único bloco que está a resolver os problemas estruturais. Está a tentar limpar a banca, reforçá-la com capitais, resolver os problemas estruturais do Estado (que gastam muito e mal) e tentar fazer reformas económicas. No curto prazo parece mau, mas esta é a cura. Graças a deus temos uma Alemanha que passou pelo mesmo no passado e sabe o caminho que deve ser seguido e não cede aos facilitismos. Vai ser a sorte da Europa.

  26. 19 Novembro, 2011 13:36

    O que os banqueiros querem é multiplicar os BPN e os BPP e os BCP. Querem o nosos dinheiro e rédea solta.
    M1 diminui 21% no 2º e 3º trimestres deste ano. E não foi em malas que as notas foram para o estrangeiro.
    A tralha dos banqueiros sabe-o bem

  27. JCA permalink
    19 Novembro, 2011 19:06

    .
    Embora outros critérios ou até os mesmos pudessem selecionar outros Países, aceitemos como facto incontroverso que a ALEMANHA é a ÚNICA e BOA referência para os demais Países da União Europeia e da Zona Euro (Bn=Biliões)
    .
    =INDICADORES DE REFERENCIA ALEMÃES:
    .
    Divida Total = 176 % do PIB – DIVIDA DO GOVERNO = 83 % do PIB – Total da Divida = 4,2 Bn
    .
    Divida Alemã a Bancos doutros Países = 832,3 (em Bn):
    .
    202,7 aoa ITALIANOS que lhe devem 120 – 141,1 aos INGLESES que lhe devem 54,7 – 174,4 aos Americanos que lhe devem 414,5 – 205,8 aos Franceses que lhe devem 123,5 – 108,3 aos Japoneses que lhe devem 42,5
    .
    .
    Emoções e gostos politico-partidários de fora, comparemos doutro ângulo os numerozinhos destes Indicadores Alemães (A) com os Portugueses (P):
    ,
    .
    = DIVIDA TOTAL – P = 251 % do PIB – A= 176 % do PIB
    ,
    A = 42,6 % INFERIOR a P, ou seja, P= 1,42 vezes MAIS que A
    .
    ,
    =DIVIDAS DO GOVERNO – P = 106 % do PIB – A= 83% do PIB
    .
    A= 21,7 % INFERIOR a P, ou seja, P= 1,27 vezes MAIS que A

    Eeste é o único ponto fraco de Portugal, ou seja esta divida tem de baixar de 106 % do PIB para os cerca de 80 % do PIB, isto, tem de baixar cerca de 26%, ou seja suavemente 2.6% anuais durante 10 anos.
    O resto aceite e combinado com a Troica é palha. Um critério que não vale nem mais nem menos que outro qualquer, salvo se a intenção fosse fabricar artificialmente Portugal para ‘bode-expiatório” na Comunicação Social Mundial.
    .
    .
    Senão vejamos o resto dos numerozinhos:
    .
    =DIVIDA TOTAL BANCOS DOUTROS PAISES (dados mais atuais de 2011 em Bn) – P= 137,1 – A= 832,3
    .
    A deve MAIS 507 % que P, ou seja, 6,07 vezes MAIS que P
    .
    .
    =TOTAL DA DIVIDA (em Bn) – P= 0,4 – A= 4,2
    .
    A devem mais 950 % que P, ou seja, 10,5 vezes mais que P
    .
    .
    =DIVIDA PER CAPITA – P= 38.081 – A= 50.659
    .
    cada ALEMÃO deve MAIS 33% que cada PORTUGUÊS, ouseja, cada Alemão deve 1,33 vezes MAIS que cada Português.
    .
    .
    Perguntas finais:
    .
    São estes númerozecos de Portugal que justificam que a Troika esteja a pôr Portugal e os Portugueses ‘a pão e àgua’ ???
    .
    São estes numerozecos de Portugal que responsavelmente sustentam que Portugal e os Portugueses sejam perseguidos e colocados internacionalmente como os GRANDES CULPADOS DA CRISE DA UNIÃO EUROPEIA e da ZONA EURO ???
    .

  28. JCA permalink
    19 Novembro, 2011 20:03

    .
    Para não se continuar PROPOSITADAMENTE a confundir a àrvore com a floresta perante o silêncio passivo dos atores no palco da governança Portuguesa,
    .
    os numeros IRRISORIOS de Portugal e dos Portugueses também podem ser comparados com os dos principais devedores na cena Europeia e do Euro, Italia, Irlanda, Espanha, França ou mais globalmente com EUA, Japão e Inglaterra (com a China não há ‘compreensive numbers’ no FMI, Banco Mundial, Bank of International Setlements etc)
    .
    Nenhuma delas sustenta responsavelmente que face À GIGANTESCA DIVIDA dos outros Países relativamente a Portugal,
    .
    a Troika ou algum eixo franco-alemão estejam a ‘ajudar à força’ para porem Portugal e os Portugueses ‘a pão e àgua’, atirando-o para a Recessão / Desemprego / Miséria pelo menos até 2020/ 2025,
    .
    e tudo sugere a nivel mundial que estão a perseguir injustificadamente e a colocar ridiculamente Portugal e os Portugueses internacionalmente como os GRANDES CULPADOS DA CRISE DA UNIÃO EUROPEIA e da ZONA EURO.
    .
    Tem de se regressar à normalidade com bom senso, na justa e exata dimensão dos numeros em jogo. Em prejuizo de paixões, especulações gratuitas e abusos da força de ‘ajudadores’ radicais e extremistas ao estilo de fundamentalistas que mais parecem talibãs das Finanças Publicas e Privadas, arrasando a Economia e os Tecido Produtivo que criam a Riqueza coletiva.
    .
    A união Europeia e o Euro têm de sobreviver e nunca uma eventual ameaça unilateral de saída da Alemanha seja afinal uma rejeição da Alemanha na Europa pelos restantes Europeus.
    .

  29. JCA permalink
    19 Novembro, 2011 20:41

    .
    outras ondas,
    .
    MF Global: Was It A Hit?
    Commodities inflation has been persistent and is breaking out everywhere. Your prediction that inflation “is contained” and is a “temporary phenomena” are beginning to look absurd. What do you do?
    .
    Simple. Hint that QE3, the primary drive of inflation, is coming…

    http://www.zerohedge.com/news/guest-post-mf-global-was-it-hit

    .

  30. JCA permalink
    19 Novembro, 2011 21:22

    .
    AC 12.46H + Doria 13.36. É.
    .
    Até a insuspeita Times diz
    .
    Regime Change in Europe: Do Greece and Italy Amount to a Bankers’ Coup?

    http://www.time.com/time/world/article/0,8599,2099350,00.html#ixzz1dkdYVtby

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  31. JCA permalink
    20 Novembro, 2011 03:41

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    Substituir ‘Ajuda à força’ por ‘AJUDARMOS-NOS À FORÇA COM HABILIDADE PARA VENCERMOS JÁ’. Repito o programa e a agenda:
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    (publicado em 2008).
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    Com 3 anos de atraso estas medidas fundamentais começam agora a ser reconhecidas e aplicadas até internacionalmente.
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    Mantém-se que não há outra alternativa séria que reacenda rapidamente o DESENVOLVIMENTO SUSTENTADO e a criação de Riqueza e Emprego. Em vez de provocar a RECESSÃO INSUSTENTADA e criação de Pobreza e Desemprego com a atual agenda combinada com a Troica que arrasará o Tecido Produtivo Português como já em marcha.
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    As 9 REFORMAS pacificamente revolucionárias’ MAIS 3 ADICIONAIS para instaurar o LIBERALISMO AVANÇADO com sustentação dos DIREITOS CIVILIZACIONAIS IRREVERSÍVEIS DOS PORTUGUESES (universalidade da Educação, Saúde, Pensões, Idade de Reforma razoável e Solidariedade com os Desempregados) e RESOLVER PORTUGAL:
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    Isto é um Programa do CAPITALISMO, embora pareça Marxista na acanhada Democracia Portuguesa confusa e desorientada.
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    -APROVAÇÃO PELA AR e EVENTUAL INCLUSÃO POSTERIOR NA CONSTITUIÇÃO (embora não necessária):
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    1) RACIO máximo PIB/Carga Fiscal.
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    2) RACIO máximo PIB/Despesas do Estado (*)
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    (*) Provocadora da Reforma séria da estrutura de Governança, da Burocracia Publica e do Orçamento Geral do Estado. A ultrapassagem destes racios só viabilizada por 2/3 ou 3/ 4 de votos da AR.
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    -BANCA EM PORTUGAL e GARANTIA DOS DINHEIRO DOS DEPOSITANTES:
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    3) SEPARAÇÂO ABSOLUTA da Banca Comercial de quaisquer actividades especulativas nomeadamente Sociedades de Investimentos Financeiros ou Hedge Funds, para protecção absoluta das Poupanças e Dinheiro dos Depositantes para regresso da confiança nos Bancos.
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    4) TAXA PARA GARANTIAS BANCÁRIAS calculada sobre todos os negócios e receitas da Banca robustecendo financeiramente o Fundo de Garantias Bancárias para devolver a qualquer momento os Depósitos dos Cidadãos, Empresas e Entidades Publicas que confiaram no Banco que ficou inviabilizado, faliu ou fechou.
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    -IMPOSTOS E FISCALIDADE:
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    5) ABOLIÇÃO de todos os Impostos substituindo-os por um único: INU – Imposto Nacional Único colectado sobre tudo o comprado e facturado dentro de Portugal (**)
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    (**) Pagamento dos Ordenados Brutos aos Empregados pelas Entidades Patronais.
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    6) AMNISTIA Fiscal para estancar o estado de falência do Tecido Económico Nacional e a insolvência dos Cidadãos, já praticado antes e depois do 25 de Abril.
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    -SEGURANÇA SOCIAL:
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    7) ABOLIÇÃO dos Descontos mensais de Empregadores e Empregados substituindo-os pelo IUSS – Imposto Único de Segurança Social colectado sobre tudo o comprado e facturado dentro de Portugal (***)
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    (***) Pagamento dos Ordenado Brutos a todos os Empregados pelas Entidades Patronais.
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    8) Instauração da PENSAO NACIONAL UNICA, igual a 2 ou 3 vezes o SMN-Salario Mínimo Nacional, universal e igual para todos os Reformados Portugueses (****)
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    9) Criação do Fundo Nacional de REFORÇO DA PENSÃO NACIONAL UNICA, gerido pelo Estado, para quem queira depositar mensalmente um valor incerto a qualquer momento para assegurar um reforço publico do valor mensal da Pensão Nacional Única atingida a idade de reforma até ao falecimento (****)
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    (****) Na transição do velho para o novo Sistema, passariam para o Fundo de Reforço da Pensão Única, os valores já descontados por Empregados e Empregadores correspondentes à diferença entre o valor da Pensão Única e a Pensão em vigor no momento da Inscrição na Segurança Social
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    -MEDIDAS ADICIONAIS PARA REFORÇO DA SUSTENTAÇÂO DOS DIREITOS CIVILIZACIONAIS IRREVERSIVEIS DOS PORTUGUESES na Civilização Europeia avançada no Mundo:
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    a) Idade de reforma cerca dos 55 anos para desempastelar POSTOS DE TRABALHO PARA OS JOVENS, NOVOS LICENCEADOSe DESEMPREGADOS: admissão obrigatória de jovens ou desempregados até ao limite do ordenado que o reformado auferia.
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    b) Libertar os Encarregados de EDUCAÇÃO -cheque-educação: cada um endossa o Cheque-Educação à Escola que LIVREMENTE escolhe para os filhos seja publica ou privada ou cooperativa.
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    c) SAÚDE, reactivação de todos os Postos de Saúde e Equipamentos abandonados, recrutamento médicos estrangeiros com novo contrato de trabalho diferente dos actuais, receituário obrigatório por principio activo, e se necessário eventual reactivação dos Laboratórios Farmacêuticos do Estado (exº antigos Laboratorios Militares), acabar com modelos de ‘capitalismo selvagem’ que ocasionalmente existam na carreira profissional publica da saúde ou compras hospitalares.
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  32. Anonimo permalink
    20 Novembro, 2011 16:05

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    Um intervalo de humor àcido, assim uma ironia ‘queirosiana’ porque de antemão já se sabe que a rapaziada do costume foge do que ESCLARECI preto no branco como o diabo da cruz. Usualmente os principiantes e os mais velhotes de ‘aviàrio’ sofrem daquele mal ‘quem tem orificio tem medo’. E é um sarilho quando os emolduram em Poder:
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    O PSD/CDS e o PS discutem o OE 2012 amarrados à logica da Troika.
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    O problema é que a Troika não tem lógica nenhuma para Portugal e para os Portugueses, futuro próximo e distante,
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    donde os atuais PSD (o CDS calado à boleia) e o PS perderam a lógica para RESOLVEREM Portugal, sair já da Recessão, do Desemprego e da Miséria para onde essa lógica enfiaria Portugal pelo menos até 2020/2025.
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    Impossivel salvo se o grande projeto forem guerras civis por essa Europa fora como estratégia para a União Europeia e o Euro não acabarem J
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    Em Portugal é uma governação muito cómoda ‘à Luis XVI’, muito gira, muito politicamente correta, muito bem comportadinha ‘de fatinho bem engomadinho para não fazeres má figura diz a mamã e se puderes vai de armani para mostrares que não és menos que outros, muito respeitosamente de gatas de mãos estendidas ajoalehada aos pés ‘dessa gente grande’ das Oropas que goza conosco que “nem pretos”,
    .
    um bocado ao estilo vaidoso embasbacado de principiantes ‘paizinho fui à Europa ou a minha carreira já está até na Oropa, tenho as fotografias e tudo, queres ver como sou muita bom ?”, mas
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    totalmente errada e rejeitada.
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    Há sempre um grande MAS nestas barracadas academico-intelecto-principiantes-provincianas pirosas, estilo ufano de ir ao estrangeiro quando foi a Badajoz comprar caramelos. Tão longe de quem tem experiència de se confrontar com os oropeus de igual para igual sem papas na lingua como eles são, gostam e respeitam
    ,
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    Pois é, experiências politico aventureiras de principiantes tugas para e com tugas embasbacados com os ‘oropeus’ lá das oropas além pirineus até às terras geladas onde o sol às vezes nem se põe. Que confusão do caraças ……
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    Isto é só humor e ironia àcida. Nada mais.
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  33. JCA permalink
    20 Novembro, 2011 16:14

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    É, é asim. Complementado a pseudo-elite academico do provincianismo tuga, diz-lhe a mamã ‘filho vais-te te ajoelhar aos pés dos Oropeus mas vai muito arranjadinho, olha o fatinho armani, a camisinha de algodão e arranja uma gravatinha bonitinha e porta-te bem, para fazeres boa figura”.
    .
    Os oropeus c*ag*am-s* a rir com os tugas. Nem luta dão …… Isto de pôr tugas principiantes a ‘morder o mundo’ é o gozo internacional. Falam as p*t*s batidas a negociar com os oropeus que lhes dão luta ….
    .

  34. JCA permalink
    20 Novembro, 2011 16:39

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    E a ou o ‘consorte’ na revista final antes de embarcar na 1ª classe para parecer ‘gente grande’ em vista a uma ‘carreirazinha que nos ajude a termos uma casita com piscina e um carrão para os invejosos dos vizinhos saberem o que valemos’ dá-lhe a mensagem final da alma: ‘estás muito bem, não vais fazer má figura quando ajoelhares aos pés dos oropeus mas tem cuidado não sujes a calça que foi cara e tem cuidado com o que dizes para ver se eles te arrnjam por lá um lugarzinho para seres um tuga ‘gente grande’.
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    Isto é um gozo. Nem é Politica, nem Economia, nem Finanças, nem Partidos, nem Ideologia, nem projeto Português, nem Governança. Pois é. É assim.
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    Mas a rua, não o Poder, sabe-a de cor e salteado por isso dá a volta na maior seja Funcionário Publico, Empregado ou Empregador. É outra disciplina, outra ordem, outra organização. Não é alemã nem nordica. Eles não comprendem. Nós comperendemos a deles e sabemos que a nossa também é disciplina, ordem e organização tão válida como a deles. Porque funciona mesmo quando eles dizem que com a deles estão enrascados.
    .
    É isto que a União Europeia e o Euro têm de absorver, ser capaz que convivam. Senão adeus minhas vindimas.
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  35. JCA permalink
    21 Novembro, 2011 18:45

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    (cont 03.41)
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    SOBRE O IMPOSTO NACIONAL UNICO SÓ SOBRE O CONSUMO = imposto médio de cerca de 16,1 %
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    eliminação o IRS, IRC, IVA, Uso e Porte de Armas, Sucessões e Doações, ISP, IS, imposto Rodoviário, IUC, Impostos de Lotarias, Selo, Jogo, Bebidas, Tabaco,
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    calculado partir duma amostragem das receitas de todos estes Impostos nos anos de 2006, 2007 e 2008.
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    A exportação ficava automaticamente alavancada sem perdas de receitas para o Estado, o investimento externo não era enxotado, o tecido economico ficava enxuto de confusão/burocracia/perca de tempo aplicando o tempo e a capacidadepara o que deve (produzir) etc,
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    além de se acabar com o triste espetáculo desta monumental trapalhada embrulhada num labirinto incontrolado de regras, normas e papeladas, quase esquizofrenica, autêntica perseguições de ‘gato e rato, uma vezes o rato é o gato, outras o rato é o gato’ que para tentar resolver se opta por mais trapalhada, burocracia e confusão
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    A questão dos mais pobres e da injustiça social nos tempos que correm resolve-se pela via dos subsidios sociais, não deve ter nada a ver com processamento fiscal e arrecadação de Impostos.
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    No lavar dos cestos o Estado até arrecadaria mais, muito mais facilmente, porque ia apanhar no Consumo a eventual fuga através de Corrupção e todo o cortejo que alimenta o espetaculo atual.
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    “A simplificação é o maximo da sofisticação e da capacidade de pensamento humano”, Leonardo da Vinci dixit.
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    Para Segurança Social o mecanismo é o mesmo, toda a gente contribui incluindo reformados, pensionistas, turistas etc, libertam-se as Empresas das trapalhadas do ‘pagou e não pagou à S Social’, a taxa baixa fortemente e a sustentação da Seg Social passa a ‘eterna’ em vez dos que descontam atualmente nem saberem se irá haver dinheiro na altura de se reformarem.
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    Há que meter mãos à obra rapidamente e REFORMAR EM FORÇA MAS COM BOM SENTIDO.
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  36. JCA permalink
    21 Novembro, 2011 18:46

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    Para eliminação do IMI e IMT a média acima sobe ligeiramente.
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  37. JCA permalink
    21 Novembro, 2011 22:42

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    Comparação dum País pobre com um Portugal rico.
    Tema Social, Reformas e Pensões,
    .
    na Suiça probetanas com máximo de 1700€ e um Portugal ricaço
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