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Sharia

28 Março, 2012

War On Words: NYC Dept. Of Education Wants 50 ‘Forbidden’ Words Banned From Standardized Tests 

‘Dinosaur,’ ‘Birthday,’ ‘Halloween,’ ‘Poverty,’ ‘Divorce’ Among Those Suggested

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26 Comentários leave one →
  1. 28 Março, 2012 19:49

    Helena, veja este video do paraiso cubano

  2. 28 Março, 2012 20:21

    É a loucura bem pensante, supostamente bem pensante.
    A discussão do sexo dos anjos, continua.
    Com os bárbaros a entrar.
    As burocracias vencerão.

  3. 28 Março, 2012 20:48

    a américa q se lixe mais o seu imbecilamente correcto. Mas as “américas” são outro mundo que nada tem que ver c a europa. Só me admira que a “gayzada” britânica – q rtb são um mundo à parte lá com a sua quase metade de asiáticos e jihadistas – não façam o mesmo.

  4. 28 Março, 2012 20:52

    ha! mas fizeram! É proibido o uso de crucifixos pessoais, ou seja, as crianças não podem usar aqueles fiozinhos c as cruzinhas ou o/as santinhos/as! É o imbecilamente correcto no seu explendor! A Inglaterra devia sair da UE – ou ser empurrada – para que essa doença não crie contágio na europa continental.

  5. 28 Março, 2012 20:53

    claro que a Escócia quer a independência e Wales vai pelo mesmo caminho…

  6. 28 Março, 2012 21:29

    O próximo que me vier atirar à cara com a Inquisição leva um murro nos XXXXXs.

  7. Portela Menos 1 hiperligação permanente
    28 Março, 2012 21:42

    eis aqui algumas palavras malditas da língua de Camões…
    desemprego
    falência
    estado
    social
    subsídio
    natal
    férias
    impostos
    rendas
    jornalista
    chiado
    infiltrados
    stress
    policial
    inquérito

  8. 28 Março, 2012 21:54

    Era uma vez a América…

  9. Luís Ferreira hiperligação permanente
    28 Março, 2012 22:02

    «By destroying the words themselves,
    the state would be able to destroy the
    concepts they represented.»
    George Orwell, “1984″

    O Acordo Ortográfico está na mesma linha. O objectivo final é o mesmo: destruir uma cultura (neste caso a portuguesa, europeia, portanto) destruindo-lhe a língua.

  10. 28 Março, 2012 22:32

    Vale a pena ler a lista completa. Ah! Não é obrigatório, é apenas uma sugestão, diz um. Não deixa de ser chocante. Querem as crianças assépticas.

  11. Luís Ferreira hiperligação permanente
    28 Março, 2012 22:36

    Não é só as crianças. As crianças de hoje serão os homens de amanhã.

  12. 29 Março, 2012 00:08

    “As crianças de hoje serão os homens de amanhã.”

    Parece-me antes que os homens de hoje se comportam como crianças ao quererem que as crianças se comportem como homens.

  13. Joaquim Amado Lopes hiperligação permanente
    29 Março, 2012 01:52

    Simplesmente inacreditável. E ninguém despede o imbecil?

  14. Luís Ferreira hiperligação permanente
    29 Março, 2012 06:15

    Alguém despediu estes?
    http://blasfemias.net/2012/03/02/e-facil-e-barato-e-rende-noticias-que-se-farta-acusar-alguem-de-racismo/
    É tudo mais do mesmo, não é?

  15. 29 Março, 2012 06:37

    A Escócia e o País de Gales querem desapartar-se da pérfida Inglaterra.
    País Basco, Galiza, Catalinha, Canárias, Flandres, Córsega, Lombardia, Bretanha, Ilhas Faroe, etc.
    Os Azores too…:
    http://www.azoresforever.blogspot.com
    Isto vai ficar bonito!

  16. 29 Março, 2012 07:25

    Acho muito bem.
    Não se pode traumatizar crianças que quando crescida se transformam em “serial killers”.
    Os testes devem ser uma folha em branco e sugerir (nunca ordenar) às crianças que escrevam o nome quem não souber escrever coloca a impressão digital.

  17. Luís Ferreira hiperligação permanente
    29 Março, 2012 08:05

    Nem é tanto isso, Fado Alexandrino, é bem pior. É acabar com conceitos e com pensamento, pura e simplesmente. Há umas semanas atrás estive à conversa com alguém que se dedica ao estudo da Filosofia e esse meu conhecido disse-me, e eu acreditei à primeira, que a Crítica da Razão Pura do Kant se torna ilegível se for vertido para o Acordo. Se acrescentarmos a isso uma colecção de palavras malditas, muita da Literatura, dos escritos de Filosofia, de Religião e de Política, por exemplo, ficam simplesmente ilegíveis. O que está a fazer é a caminhar para uma lavagem ao cérebro à escala planetária. Esta tentativa não me surpreende, o que me surpreende é a forma passiva como pessoas que eu pensava cultas e inteligentes, mesmo não concordando com elas, estão dispostas a aceitar o facto como bom. O que me surpreende é ver cultos políticos opostos a esforçarem-se no mesmo sentido, porque, provavelmente, o resultado é relevante para uns e para os outros: a estupidificação dos povos.

    Devagar, devagarinho, isto está a acontecer. E onde estão os homens e mulheres de cultura? Os nossos jornalistas? Alguns levantam-se e falam uma vez ou outra no assunto mas logo se calam envergonhados, porque a moda, o que é politicamente correcto, é estar de acordo com as alterações de fundo que estão a acontecer e depois de falar uma vez ou outra ficam com as consciências descansadas e lavam as mãos como Pilatos. O ocidente está na miséria económica e vai ficar na miséria intelectual. Há maior miséria do que essa? Qual é, afinal, a condição singular do Homem? Não é o pensamento? Sem palavras, sem vocabulário, sem estruturas gramaticais sofisticadas, como se pensa? Como se transporta esse pensamento para a escrita? Temos, alguns de nós, de voltar ao latim?

    É por estas e por outras que eu sou radicalmente contra tudo o que possa limitar a capacidade de pensar e, no caso português, o que nos afecta muito e para já, o dito Acordo Ortográfico. É por estas e por outras que eu, para além, de ter assinado a ILC – http://ilcao.cedilha.net/ – me tornei uma espécie de voluntário a recolher assinaturas, seguro de estar a contribuir para a sobrevivência de uma língua, em que já foram escritas poesia e prosa da mais elevada qualidade.

  18. 29 Março, 2012 08:34

    Quem leu o “1984″ de Orwell, sabe que as sucessivas revisões do Newspech implicavam exactamente a paulatina redução dos vocábulos, de modo a que não houvesse palavras para verbalizar certas ideias.
    Se a palavra não existe, a ideia a que se refere deixa de ser pensável e a realidade subjacente esfuma-se.
    Só existe aquilo que pode ser pensado e só pode ser pensado aquilo que pode ser verbalizado.

    Estamos a caminho.
    Orwell avisou…

  19. 29 Março, 2012 14:34

    Luís Ferreira,
    Mas as pessoas protestam, e bastante, contra o denominado «acordo» ortográfico, um crime de uma dimensão staliniana. A questão é que a «democracia» portuguesa é um pouco mais do que um ritual sem grande significado.
    Teremos de recorrer a um tribunal internacional para denunciar este crime absurdo?

  20. 30 Março, 2012 00:00

    Não sei porque os jovens comentaristas estão tão revoltados com os US of A .
    Farto-me de ver (ouvir) nos filmes a “F word” (fuck para os licenciados) traduzida (e bem) para português por:
    Bolas
    Porr*
    Poça
    Livra
    E nunca vi (ouvi) ninguém a queixar-se à televisão (etc) pela má tradução (que é boa).
    Até agora não foi isso que nos impediu a nossa cultura de avançar.

  21. 30 Março, 2012 00:01

    Quem diz cultura diz o resto.

  22. 30 Março, 2012 12:03

    …só pode ser pensado aquilo que pode ser verbalizado.” – José
    Acha mesmo que os mudos não pensam?

  23. 30 Março, 2012 22:21

    Piquetes informativos esclarecem as massas trabalhadoras em Madrid e por aí fora: http://www.libertaddigital.com/multimedia/galerias/piquetes-huelga-general/#violencia-barcelona2.jpg

  24. 4 Junho, 2012 01:37

    .
    O “trill” ou está, como muitos outros aqui, mal informado ou é tontinho.
    .

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  1. Quando a realidade entra no domínio da ficção | Total Blog
  2. «Sharia» [Luís Ferreira, blog "Blasfémias"] - ILC contra o Acordo Ortográfico

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