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Os reforços do Rui Tavares não vão nem pagam!

1 Julho, 2015

O contribuinte europeu já deu o que tinha a dar

O contribuinte europeu já deu o que tinha a dar

um par de escroques

1 Julho, 2015
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O primeiro-ministro grego e o seu adjunto das finanças. Criaram falsas expectativas às pessoas de que lhes dariam o que não estava ao seu alcance poder dar, andaram a gozar com as instituições europeias e com os credores que continuavam dispostos a emprestar-lhes dinheiro, abandonaram negociações e atiraram com as culpas para aqueles que deixaram a falar sozinhos, lançaram o seu país no caos com bancos fechados e as pessoas sem acesso ao seu dinheiro, marcaram um referendo para se ilibarem de responsabilidades e ainda se atrevem a garantir o que qualquer cego vê que ninguém pode dar como seguro, que os depósitos bancários estão a salvo e que os salários e pensões dos gregos não correm riscos. Se no próximo domingo o povo grego não castigar severamente este par de patifes, a quem a esquerda indígena, do Dr. Costa (é bom não o esquecer…) ao dr. Louçã, continua a tecer os mais encomiásticos elogios, não poderá queixar-se pelo que lhe venha a suceder. A soberania e a democracia popular têm destas coisas. Para o bom e para o mau.

Mandato

1 Julho, 2015

Tsipras, segundo o próprio, tem um mandato para acabar com a austeridade. Convocou um referendo em que defende que esse mandato lhe seja reiterado. Logo, o referendo nunca pode servir para conceder um novo mandato ao governo grego. O governo grego está satisfeito com o mandato que tem. Aliás, se o governo grego tem como mandato acabar com a austeridade e é isso que eles continuam a querer fazer então só têm que o cumprir.

Pagar aos pensionistas em vez de pagar ao FMI

1 Julho, 2015

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Entretanto em França vão a julgamento

30 Junho, 2015

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Os incendiários? Os agressores? Os organizadores dos tumultos contra a Uber?  Não: Uber France et ses deux patrons seront jugés en correctionnelle le 30 septembre, a indiqué le parquet de Paris en début d’après-midi.

O feitiço está a virar-se contra o feiticeiro

30 Junho, 2015

O que está em Bruxelas em discussão não é mais um plano para a Grécia. É sim um plano do Syriza para se salvar  perante as sondagens que dão uma vitória ao Sim. Esta proposta de acordo é o salvo-conduto que p Syriza acredita lhe permitará sobreviver ao referendo.

Tudo normal (II)

30 Junho, 2015

Victor, não me parece que o referendo grego seja uma «capa de democracia», mas sim algo absolutamente necessário:  se a esquerda radical e o seu parceiro foram eleitos com base no pressuposto de não aceitarem mais medidas de austeridade, na eminência de obterem um acordo que implica essa mesma austeridade, lógico será que tenham de dar novamente voz ao povo para que este se pronuncie, de forma a não violarem a delegação de poder democratica que receberam. Mal seria se assim não fosse.

Sobre o eventual objectivo de Tsipras de « rebentar com o bloco europeu», parece-me à partida imagem demasiado simpática vê-lo com um David face a Golias. Tanto mais sabendo que o jovem David após tal feito ascendeu a Rei de Israel, ao passo que me dá a sensação que ainda que Tsipras consiga tal propósito, será certamente em vão, pois que o seu país é que ficará derrubado e em muito maus lençois, ao passo que os membros do «Golias» até provavelmente ficariam melhor sem tal pendura pedincha.

Mas é como eu disse, independentemente do que decida o povo grego, nada obriga os restantes povos a aceitarem ou a terem de se conformar com esse resultado. A democracia é igual para todos e por via parlamentar ou via referendária, também os outros povos poderão legitimamente entender que já chega ou de nada serve mais  empréstimos e perdões.

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