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Mar Verde

30 Setembro, 2014

Uma operação que dava um filme. Uma incursão que acabou a ser discutida nas Nações Unidas. Um resgate de prisioneiros realizado com êxito. A história da Mar Verde confunde-se com a de Alpoim Calvão. Na morte de Alpoim Calvão: Como é que os portugueses (não) souberam da Mar Verde? – Tema do meu texto, hoje, no Observador

Novo líder parlamentar do PS

30 Setembro, 2014
Eduardo Ferro Rodrigues, filho de Eduardo Ferro Rodrigues e pai da apresentadora Ferro Rodrigues, o novo líder parlamentar do Partido Socialista (na imagem, à direita).

Eduardo Ferro Rodrigues, filho de Eduardo Ferro Rodrigues e pai da apresentadora Ferro Rodrigues,
o novo líder parlamentar do Partido Socialista (na imagem, à direita).

O neo-realismo enquanto livro de estilo

30 Setembro, 2014

O JN relata um caso de abusos sexuais a uma criança de 4 anos. O caso é particularmente chocante dado o papel que segundo o mesmo jrnal a mãe desempenhava nesse abusos. E eis como termina o texto do JN: Os alegados abusos sexuais não foram cometidos no âmbito de famílias desestruturadas ou com problemas financeiros fora do comum. A jovem mãe de 23 anos é oriunda de uma família de classe média baixa, a viver na zona de Lisboa.

Vai-se  a ver e actos como os aqui descritos são o resultado da crise económica! O que lerá esta gente?

Mais uma taxa, mais um emprego no munícipio

30 Setembro, 2014

Em 2014 morreram  sete pessoas  em todo o litoral português, na época balnear. Trata-se de uma baixa de quase 60% em relação ao ano de 2013. O número de mortes baixa para números que não sendo bons pq se registam mortos permitem dizer que paulatinamente o úmero de vítmas tem vindo a descer. Pois então de que se lembra a Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores? De mudar o sistema que por sinal está a funcionar: «o presidente da Federação, Alexandre Tadeia, defende que está na hora de alterar uma lei com cinco décadas. “Julgamos que a melhor forma de acabar com estas questões seria modificar o sistema de contratação dos nadadores salvadores em Portugal, que faz com que existam nadadores salvadores apenas onde existem concessões. Achamos que este sistema devia acabar e assim reduzir-se o número de praias não vigiadas”,  sugere Alexandre Tadeia, em declarações à Renascença. A Federação considera que os nadadores-salvadores devem ser contratados pelas autarquias e propõe o pagamento de uma taxa municipal de protecção civil por parte dos comerciantes. “A autarquia contraria nadadores salvadores não só para as praias do seu concelho, mas também para praias fluviais, piscinas, para realizarem acções de segurança aquática nas escolas, formação, etc…”, afirma Alexandre TadeiaPor outras palavras querem engrossar o número de funcionários municipais.  Enfim enquanto está na hora do BE desenterrar o seu projecto de ter vigilância nas praias todo o ano

 

o número dois

29 Setembro, 2014
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Em política ninguém governa sozinho. O percurso de um líder, desde a conquista do poder no seu grupo, até ao poder do estado, é sempre feito a dois, com um “braço direito” que o completa e que é, muitas vezes e em inúmeros assuntos, mais importante do que ele. Frequentemente, quando a parelha se desfaz, o líder passa a fraquejar e quase sempre revela as suas fragilidades e insuficiências. Querem exemplos? Freitas do Amaral e Amaro da Costa (o primeiro nunca se recompôs da morte do segundo), Cavaco Silva e Fernando Nogueira (Eurico de Melo, primeiro), António Guterres e Jorge Coelho, Paulo Portas e Luís Nobre Guedes (António Pires de Lima, depois), Durão Barroso e José Luís Arnaut, Mário Soares e Salgado Zenha (Almeida Santos, mais tarde), José Sócrates e Silva Pereira, Passos Coelho e Miguel Relvas. O número dois, para além do que foi já dito, tem uma outra enorme utilidade: permite compreender quem é verdadeiramente, o que pensa e como age o líder. Em relação a António Costa, antes de qualquer outra questão de relevo, é esta que importa esclarecer: quem será o seu braço direito no PS. Só isso nos permitirá compreender se ele é, ou não, refém do passado. E, curiosamente, Costa não tem ainda um número dois à vista…

Convergência Progressista de Esquerda

29 Setembro, 2014

Da auto-crítica socrática

29 Setembro, 2014

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É com alguma admiração que vejo José Pacheco Pereira parafrasear Weber com “a maioria das acções de um politico tem o efeito exactamente contrário do que era pretendido” e, em simultâneo e no mesmo artigo, revelar ter existido “um encontro secreto entre o secretário-geral da UGT e o primeiro-ministro”.

Se o efeito pretendido por Pacheco Pereira é demonstrar conhecer as entranhas da negociação política, o efeito obtido é precisamente mostrar que, para o autor, o salário mínimo é apenas uma mera conveniência para arremesso político.

Não é necessariamente o socratismo que está de volta: o que está de volta é a disponibilidade do PSD para o socratismo.

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