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Vão ali dar uma voltinha da Buraca à Damaia de Cima

30 Outubro, 2014

e trarão para contar muito mais do que aquilo que se vê neste video

Mas crimes não vejo nenhum. Vejo sim muita falta de educação.

Vale a pena ouvir e ver

30 Outubro, 2014

Esta entrevista de Augusto Santos Silva a Maria João Avillez. Está ali toda uma estratégia para levar o PS ao poder e sobretudo para manter o PS no poder. Pode apoiar-se ou não. Pode ou não desejar-se que seja assim. Mas que há ali uma cabeça a pensar que mete o pobre Ferro Rodrigues  a milhas de distância há

Neo-tradicional hipocrisia revisitada

30 Outubro, 2014
Melilla, 22 de Outubro 2014, José Palazón—Reuters

Melilla, 22 de Outubro 2014, José Palazón—Reuters

A neo-tradicional hipocrisia ocidental, a da “chega de austeridade”, tem a vantagem de purgar sentimentos de culpa por barreiras necessárias à imigração descontrolada. Da mesma maneira que “não se aguenta mais” o corte na pensão do Dr. Bagão Félix, algo manifestado nos media com histórias hiperbolizadas de fome que automaticamente desaparecerão quando o Dr. Costa proceder ao milagre da multiplicação do crescimento, lamenta-se o tratamento desumano que consiste em erguer barreiras que evitam milhares de novos beneficiários do Estado Social, o tal que é declarado morto sempre que o PSD está no governo. Em Espanha é igual.

Na visão mais benignamente humanista-porque-sim-e-parece-sempre-bem, estaríamos dispostos a permitir a entrada de toda a gente oriunda de África que quisesse entrar e, em simultâneo, conseguiríamos manter o discurso do aumento do salário mínimo “pela dignidade”? Certamente que sim: a lógica nunca foi abundante nos auto-consagrados detentores da moral. O que isto demonstra é que este povo retratado pelos media ainda não sabe o que quer: não é possível defender o proteccionismo dos privilégios que já não conseguimos pagar e alargar a base de protecção social a um número crescente de imigrantes em busca do mesmo.

As barreiras são feias mas necessárias. Quem não aguenta a sua presença, se tiver um único neurónio funcional, em segredo agradece ao tipo cujo trabalho é manter essa feiura.

Não

29 Outubro, 2014

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Banqueiros pediram a Maria Luís que injetasse dinheiro da troika no BES. Ministra disse que não

Entretanto, faz-se ciência em Portugal

29 Outubro, 2014

Isto é dito sobre o conteúdo de uma revista científica da Universidade de Lisboa:

O ensaio continha fotografias de graffitis espalhados pela cidade de Lisboa que serviriam, segundo a direção editorial, para refletir “a frustração popular contra o grande capital e as políticas de ‘austeridade’ em vigor na União Europeia”.

Descentralização da despesa: mandem dinheiro

29 Outubro, 2014

Portugal é frequentemente considerado um Estado centralista e não faltam pedidos de descentralização, de regionalização, de reforço do poder local. Curiosamente, tais pedidos vêm frequentemente acompanhados de um outro pedido: mandem dinheiro.

Dois casos esta semana:

O governo dos Açores pede ao Estado Central que autorize uma descida dos impostos nos Açores. Claro que pedem ao mesmo tempo que o Estado Central compense os Açores pela perda de receita. A doutrina é: queremos localismo para baixar impostos e centralismo para vocês nos pagarem as contas.

16 câmeras da Região de Lisboa, lideradas pelo presidente de câmara da cidade de Lisboa (o que não é o Fernando Medina), querem que as autarquias possam definir elas próprias se os seus funcionários podem trabalhar 35 horas. Claro que todas querem que o horário seja de 35 horas. Faz parte da prática comum das autarquias dar prioridade ao bem estar dos funcionários, a principal clientela local, em detrimento dos cidadãos dessas autarquias. Claro que esta insistência nas 35 horas, 12.5% menos que o horário de trabalho de referência em Portugal, sinaliza que as autarquias têm funcionários a mais, mais precisamente, têm pelo menos 12.5% de funcionários em excesso. A questão que se coloca é: porque é que as autarquias não reduzem o número de funcionário e desviam os recursos para o que de facto interessa, servir os cidadãos? Podiam até baixar os impostos locais. Parte da resposta está no facto que grande parte das receitas das autarquias são transferências do Estado Central e da União Europeia. A outra parte está no facto de as autarquias estarem reféns das suas clientelas. Estes dois motivos levam a que as autarquias se comportem como sindicatos dos seus funcionários.

Atentado contra os direitos humanos

29 Outubro, 2014

jihad-aberta

Isto é muito aborrecido. Andam estas pessoas a combater pelo que é belo e justo – um aprazível califado livre de heréticos infiéis -, aparece logo um tipo a colocar em causa a segurança dos meninos, pondo em questão as medidas de segurança, homologação e higiene no trabalho, numa clara violação das normas da igualitária Jihad. Que o governo é notoriamente desprovido de princípios humanistas, isso já sabíamos há muito com as queixas heróicas da Dr. Manuela Ferreira Leite, obrigada a distribuir parte da sua pensão para aqueles pobrezinhos que viram a pensão mínima aumentada; que o governo seja capaz de discutir à porta aberta a situação de portugueses que apenas se deixaram fascinar pelo dever de estupro e mutilação de pessoas que recusam serem tocadas pela bondade do profeta, isso já um verdadeiro atentado aos direitos humanos.

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