Ontem, na Rádio Renascença, com Anabela Góis:
«RR:-E esta carta rogatória da polícia inglesa, fala claramento no nome do primeiro-ministro José Sócrates?»
Cândida Almeida – Isso está também em segredo de justiça, pelo que não poderei pronunciar-me sobre o seu conteúdo nem por nenhum nome» (RR)
Ontem, na RTP, com Judite de Sousa:
Cândida Almeida – «Quando nós, em 2005, numa frase embrionária da investigação, pedimos [dados] à polícia inglesa, aplicámos essa argumentação: há suspeitas de que A, B, C e D estão envolvidos em crimes de corrupção ou tráfico de influências e dissemos os nomes; portanto o que nós solicitamos é que façam essas diligências”.
“Agora a polícia inglesa, utilizando essa nossa carta rogatória – eles até utilizam o termo alegações -, pede-nos as nossas diligências”, precisou a directora do DCIAP.
“Essa expressão, hoje, não seria utilizada. Amanhã não sei, mas hoje não seria utilizada, nem a frase, nem o nome de José Sócrates”.» (RTP)