Há um socialista, António Arnault, que é considerado o “pai do serviço nacional de saúde”. Arnault terá assinado o decreto lei que criou o SNS no final da década de 70. E foi tudo o que fez. Em vez de se comportar como pai a sério, pagando o sustento da criança, Arnault limitou-se a fazê-la. Desde então, a criança tem sido criada pelos contribuintes portugueses. Cresceu, mas não há maneira de sair de casa. Continua a ser sustentada pelos pais adoptivos. Deve andar na droga, ou coisa parecida, porque gasta cada vez mais dinheiro.