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Acabadinho de chegar a presidente do sindicato dos magistrados e desde logo parece padecer dos velhos vícios.
Curioso ver um magistrado «ameaçar» cumprir o seu dever, como seja o de denunciar «pressões» (suponho que ilegítimas, caso contrário, não estaria a fazer perder o nosso tempo, não é?).
Bem melhor e mais saudável numa sociedade aberta, seria dizer logo o que tem a dizer (se é que tem), e deixar-se de octavismosmachadistas, ameaças ou insinuações. Ou acaso espera, com estas declarações, que suceda alguma coisa para não ter de falar? Estaríamos então apenas no não menos nubloso domínio das contrapressões….
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