BLASFÉMIAS

Ai a liberdade empresarial….

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Em nome dos seus interesses, da sua propriedade, do seu negócio, um empresário como Balsemão resolve abdicar de toda a noção de liberdade económica, do principio da concorrência, e apelar ao proteccionismo do Estado que tudo pode. Atendendo ao seu historial é especialmente feio vê-lo adoptar o estilo do empresário tuga tradicional, o da mão estentida ao Estado, ao «proteja-nos senhor».

Se existem ou não condições para um novo canal, não é assunto que diga respeito nem aos concorrentes que seriam afectados pelo aumento da concorrência, nem ao Estado, que de mercado nada percebe e no qual não deve interferir, cabendo-lhe apenas aprovar as condições de concurso e colocar à disposição da sociedade os bens que retêm em seu nome. O mercado é que deve decidir se há ou não condições para novos canais. Tal como para novos cafés, padarias, supermercados ou fábricas de sapatos.

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