BLASFÉMIAS

Tá-se bem!

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os governos tiveram-se a marimbar para isso. E nem sequer preparam a 125“.- declaração de João Cravinho ao DE publicação que a avaliar por esta frase tb não distingue a oralidade da escrita. Mas em boa verdade a frase percebe-se melhor assim. Porque nós não estamos. Nós tamos. Vós tais e eles tão. Fartinhos de não nos podermos marimbar e termos de pagar o que não tinha custo. Como as SCUT. Ou aquilo cujos custos não foram explicados como sucedeu nas negociações com os pilotos em 1999. Momentos em que João Cravinho teve. Era certamente melhor que ele e muitos outros governantes tivesse estado com sentido de estar e de Estado porque agora não taríamos como  tamos e ainda a ter de ouvir coisas como «os governos “também são responsáveis por este tipo de violência que vai ocorrendo no Algarve” da boca de quem, como é o caso de João Cravinho, tem essa extraordinária capacidade de passar entre os pingos da chuva.

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