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Nos últimos dias tenho lido muita gente indignada com as nomeações para a EDP ou para as Águas de Portugal. O que é raro encontrar é uma teoria sobre como essas nomeações devem ser feitas. No país dos indignados falta quem pense. Até vi grandes defensores do domínio da política sobre a economia criticar as nomeações por serem políticas. Estão a pensar dominar a economia sem nomeações políticas?
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