Ministra admite que em Portugal ainda há uma justiça para ricos e uma para pobres Eu sei que dizer estas coisas cai sempre bem mas confesso que não percebo se com este tipo de declarações se pretende que os ricos passem a ter uma justiça comoa d os pobres ou os pobres como a dos ricos tanto mais que a ministra refere como próprio da justiça dos ricos o eternizar dos processos: “Neste momento em Portugal há uma justiça para ricos e uma justiça para pobres a partir do momento em que se alguém tiver meios pode eternizar um processo, indo de recurso em recurso, suscitando uma série de incidentes e quem não tem esses meios não o pode fazer”
Curiosa e sintomaticamente a senhora ministra esquece um outro grupo. Um grupo que não tem os meios dos ricos para pagar a justiça mas que também não é suficientemente pobre para ficar isento do pagamento de custas (seria interessantissimo avaliar-se o aumento das custas nos últimos 4o anos): falo da classe dita média. Da qual de vez em quando se agradecia que os governantes falassem.