Pedro Lains aqui defende que a reestruturação da dívida é inevitável, e que a Economist até lhe dá razão. Neste post já diz que, se fizermos uma reclassificação contabilística, a dívida pública baixa e já não é necessário vender a ANA. E é este o plano: aldrabar a contabilidade para ver se os investidores internacionais se deixam enganar, usar isso como pretexto para não cumprir o acordado com as instituições internacionais, ter património e não o vender, e ainda assim aguardar uma reestruturação benévola da dívida. A isto junta-se a ideia de não vender a TAP, mesmo sendo evidente que a TAP não tem futuro sem accionistas privados. Os posts do Pedro Lains andam à volta disto. E com algumas variações, é isto que a inteligência nacional tem andado a pedir no último ano.
A estratégia do caloteiro
Anúncios
Anúncios