Durante dois anos, o governo dito reformista de Pedro Passos Coelho deixou a escola pública praticamente como a herdou. Um corte aqui, uma redução ali, mas reformas de fundo, que pusessem termo a um sistema de ensino completamente desfasado no tempo, estatizado, centralizado e, para além do mais, financeiramente insustentável para um pequeno país falido … Continue a ler venha o próximo
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