BLASFÉMIAS

O Euro, essa moeda moribunda…

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Euro sobe mais de 1% e aproxima-se de 1,39 dólares

Já foi objecto de múltiplos epitáfios, principalmente por parte de economistas americanos com o Nobel Krugman à cabeça. Certo é que a sua resiliência tem sido notável e o ajustamento não inflaccionário das contas externas feito em moeda forte pelos países sob resgate, está a pôr em causa as teorias tradicionais. Continuamos em recessão e com elevado desemprego? Sem dúvida, mas a economia já inverteu e poderá entrar numa nova fase de crescimento sustentado. E quiçá num patamar superior de especialização, produzindo bens e serviços com maior valor acrescentado, o que nos fará entrar num novo paradigma de competitividade, suportado mais no valor do que no preço.

Daqui a alguns anos veremos se a política do BCE, mais virada para o longo prazo, é ou não preferível ao imediatismo do FED. Assim se mantenha o rumo e não haja asneiras e cedências ao facilitismo por parte da nossa política interna.

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