Em 2014 morreram sete pessoas em todo o litoral português, na época balnear. Trata-se de uma baixa de quase 60% em relação ao ano de 2013. O número de mortes baixa para números que não sendo bons pq se registam mortos permitem dizer que paulatinamente o úmero de vítmas tem vindo a descer. Pois então de que se lembra a Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores? De mudar o sistema que por sinal está a funcionar: «o presidente da Federação, Alexandre Tadeia, defende que está na hora de alterar uma lei com cinco décadas. “Julgamos que a melhor forma de acabar com estas questões seria modificar o sistema de contratação dos nadadores salvadores em Portugal, que faz com que existam nadadores salvadores apenas onde existem concessões. Achamos que este sistema devia acabar e assim reduzir-se o número de praias não vigiadas”, sugere Alexandre Tadeia, em declarações à Renascença. A Federação considera que os nadadores-salvadores devem ser contratados pelas autarquias e propõe o pagamento de uma taxa municipal de protecção civil por parte dos comerciantes. “A autarquia contraria nadadores salvadores não só para as praias do seu concelho, mas também para praias fluviais, piscinas, para realizarem acções de segurança aquática nas escolas, formação, etc…”, afirma Alexandre Tadeia.» Por outras palavras querem engrossar o número de funcionários municipais. Enfim enquanto está na hora do BE desenterrar o seu projecto de ter vigilância nas praias todo o ano