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A falta que Clint Eastwood nos faz para filmar isto

11 Março, 2019

Observador «Manuel Garcia esperou duas horas, sentado num banco à porta da sua casa. Em punho, uma caçadeira carregada com dois cartuchos. Escondido pelo muro da residência, controlou dali, das 19h00 às 21h00, o portão do quintal por onde entraria o genro, António Veríssimo, de 68 anos, quando regressasse do café. Lá dentro tinha deixado a mulher, acamada devido uma doença oncológica.

Assim que António Veríssimo atravessou o portão, Manuel Garcia “levantou-se” e “empunhou a caçadeira”. Não disse uma única palavra ao genro. “Apontou a arma ao seu peito e disparou dois tiros”, lê-se na acusação do Ministério Público. Um atingiu Manuel no punho direito. O outro foi fatal: acertou no lado direito do peito.
A filha de Manuel Garcia tinha morrido há quatro anos. Testemunhas dizem que sofria de violência doméstica e que acabou, por isso, por cometer o suicídio, mas também há quem garanta, como avançaram alguns jornais na altura, que a mulher tinha morrido na sequência de um ataque cardíaco.

Certo é que Manuel culpava o genro, António Veríssimo, por aquela morte e terá querido vingança. Na altura do crime, ele e a mulher, que estava acamada na sequência de uma doença oncológica, viviam naquela casa, na aldeia de Furadouro, com António Veríssimo — que se mudou para lá com o filho de 30 anos, após a morte da companheira. Ali sofreriam, também eles, de violência doméstica por parte do genro.
Manuel Garcia, 89 anos, foi condenado esta segunda-feira a quatro anos e nove meses de prisão efectiva.»

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9 comentários leave one →
  1. Daniel Ferreira permalink
    11 Março, 2019 18:24

    A Família é o último bastião da Civilização, a Família é o Pilar de qualquer Nação.

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  2. EMS permalink
    11 Março, 2019 18:28

    Com uma musiquinha do Sergio Leone a criar tensão dramática até dava um bom filme.

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  3. EMS permalink
    11 Março, 2019 18:37

    Também se podia fazer um filme chamado: “O bom, o mau e o vilão”. Sobre relação entre dois cavalheiros que têm um feitiche por mocas com pregos e um Juiz do estilo Roy Bean que resolve o assunto usando bíblia fazendo com que toda a gente vá em paz para a santidade dos seus lares.

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    • Jornaleco permalink
      11 Março, 2019 19:40

      Imagine o seguinte. o BE e o PCP e o PS descobrem onde você vive e tentam atacar você em casa, atiram tinta sobre o seu carro, e se não o incendiarem, o carro, teve muita sorte. Pintam as paredes, com palavras feias. Se não lhe derem uma sova, é porque conseguiu escapar, por alguma razão.

      Foi o que sucedeu estes dias a uma mulher corajosa, do partido mais inteligente da Alemanha, o único partido inteligente, aliás. O único.

      E não foi a primeira vez, que esses porcos fazem isso. A polícia? Nada quer fazer. Nadinha. Porque a puta em Berlim, a comunista Merkel, gosta muito do que os criminosos fazem.

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      • EMS permalink
        11 Março, 2019 21:03

        Ui! A minha imaginação não chega a tanto. A sorte é que o meu caro tem-na em quantidades mais que suficientes para nós dois.bib

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  4. MJRB permalink
    11 Março, 2019 19:00

    Então…desmobilizem-se as polícias, encerrem-se os tribunais e com guião da HMatos supervisionado “cientificamente” pelo Neto, chame-se o APedro-Vasconcelos para realizar um filme protagonizado pelo “emplastro” do Porto. O Clint virá a Lisboa para a estreia mas sairá a meio da projecção supostamente “para ir ao WC”.
    Os vendedores de armas legais e ilegais agradecem.

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  5. raCSt14CrAmirocarrola@sapo.pt permalink
    11 Março, 2019 19:43

    Não há lugar nas prisões para mais criminosos. Massa para construir novas cadeias o Centeno diz que não há. Todos os dias se cometem, nesta terrinha de grunhos, crimes bárbaros: filhos que matam os pais, pais que trucidam os filhos (não me refiro aos que são mortos na barriga das grunhas), sogros que limpam o sarampo a genros (autores de violência doméstica) e por aí fora…
    Uns safardanas que bolçam mentiras e atoardas nas ‘vendidas’ televisões querem fazer ver ao zé-povinho que, no tempo de antes do 25-A, também havia muitos crimes de sangue, só que não tinham a visibilidade que hoje têm.
    “Jornalistas” trapaceiros. No tempo antes do ’25-A’, muitas cadeias comarcãs hasteavam a bandeira branca, da inexistência de presos. E muitas outras tinham atrás das grades meia dúzia de pilha-galinhas. Sendo que os juízes.e o código penal desse tempo não tinham nada a ver com a pouca vergonha de agora, em que as vítimas são desprezadas, enquanto os criminosos, os corruptos, os marginais e toda essa corja de salafrários incumpridores da ordem e da lei, são apaparicados e beneficiam de inconcebíveis privilégios e apenas vão de cana se o seu cadastro for maior que a légua da Póvoa.

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  6. MJRB permalink
    11 Março, 2019 19:50

    Hoje, o MCThomaz promulgou o diploma para os professores virem a ter direito às suas exigências (metade dos 9 anos ?), já neste ano.

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  7. Arlindo da Costa permalink
    11 Março, 2019 22:54

    No actual estado da «justiça» em Portugal sou muito a favor da justiça pelas próprias mãos. Poupa-se em advogados e custas. O sr. Manuel Açoriano esteve bem. Os meus cumprimentos.

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