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Aquela que pensavas ser tua filha é, na realidade, o teu bisavô

15 Dezembro, 2017

Quando ela deu à luz a filha que é filha da filha, não esperava que filha-mãe se pusesse com tretas de lhe vestir um vestido igualzinho ao do boneco opressor que recebera no McDonalds em vez do G.I. Joe com pénis de polistireno. Quem diria que numa família tão progressista, com a esposa da filha-mãe a jurar eterna identidade de género do tipo fufa-puro, acabaria tudo à molhada com o caso da mãe-pai com um canalizador de identidade de género do tipo bonzo? O que é certo é que a mãe-avó está a braços com o encargo da filha-neta enquanto a filha-filha vai espairecer do choque emocional de ver a esposa-pai a engravidar do bonzo.

Estas histórias, verdadeiros dramas de pungência hollywoodesca pré-violações são corriqueiras na assembleia da república.

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Não há Mães, há barrigas!

15 Dezembro, 2017

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Aguardo agora legislação que autorize Netas a dar à luz a sua própria Avó.

Sobre barrigas, aqui.

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Não sei como explicar isto: as avós não dão à luz os netos mas sim os filhos

15 Dezembro, 2017

Avó vai mesmo dar à luz o neto

suburbanos, parte 2

15 Dezembro, 2017
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Que raio faz o Luke Skywalker nos arrebaldes da Covilhã com a Dra. Paula?

Mudam as Moscas Mas a Porcaria é a Mesma

15 Dezembro, 2017

 

Com o terramoto que rebentou a escala de Ritcher provocado pela Raríssima, começaram a rolar cabeças no governo. Pois é. Parece que além do uso indevido de dinheiros públicos, a política e interesses privados andavam a dormir juntos e pagos com donativos particulares e subsídios do Estado. Gravíssimo sem dúvida mas pergunto-me se não tivesse sido descoberto esta promiscuidade com fotos, o desfecho seria o mesmo.

Porque já todos conhecemos o modus operandi desta gente: assim que estala um escândalo, seja na CGD com favorecimento a futuros administradores, seja em Tancos com furtos mistério, seja na ANPC com a ALTA mortandade nos fogos por falta de assistência, seja na Galp uma empresa de litígio com o Estado a pagar viagens ao fisco, com a legionella no hospital público e tantos outros casos, imediatamente assobia-se para o lado fingindo que não se passa nada! Demissões é coisa que não assiste este governo que se comporta como uma divindade eleita por Deus que não deve qualquer prestação de contas senão a Ele. Estilo Nicolás Maduro, estão a ver? Julgam-se acima de qualquer um, sobretudo do cidadão, a quem respondem com indiferença quando lhes é pedido explicações.

Mas, se o caso for mesmo cabeludo – isto é – tremendamente escandaloso, lá vem uma substituiçãozita. Por alguém com méritos, competência e experiência comprovados? Não. Por alguém da FAMÍLIA. Ao jeito da “Cosa Nostra Siciliana”, vai-se buscar gente da “confiança” destes governantes que possam dar “continuidade” ao “trabalho” já desenvolvido pelos anteriores.

Por isso com a saída do Secretário de Estado Manuel Delgado foram buscar a esposa de Zorrinho que no dia da tomada de posse parecia uma miúda de 10 anos a receber a sua primeira barbie. A opção por esta “ilustre” figura de certeza que teve por base um “trabalho” muito apreciado pelo PS durante a sua Presidência do Conselho Directivo da Administração na ARS do Alentejo onde  foram adquiridos produtos a preços exóticos como 14 módulos de  3 cadeiras em viga e 10 módulos de 2 cadeiras em viga por a módica quantia de  375,6 mil euros. Ainda um armário persiana, duas mesas de computador, três cadeiras com rodízios, braços e costas altas por 97 560 euros. Mas não se fica por aqui. A registar ainda  reparações de duas fotocopiadoras por 45,1 mil euros . Obviamente que por este manifesto “bom trabalho de gestão” era a raposa ideal para tomar conta do galinheiro de Delgado como Secretária de Estado da Saúde. Tudo em família claro.

Eduardo Cabrita aquele que pôs os policias na rua porque incomodavam os cães da sua propriedade que eles vigiavam, foi também uma substituição magnífica para Ministro da Administração interna depois do puxão de orelhas – que forçou a saída de Constança –  do nosso presidente da República ao escândalo de Pedrógão e fogos de 15 Outubro.  Além de ser amigo do peito de Costa e esposo da Ministra do Mar (muito importante no currículo)  desempenha um trabalho notável a dormir. Louvor lhe seja feito porque esta habilidade é um “super poder” que não é para qualquer um. Além disto tem grande mestria em roubo de microfone  onde lhe vimos a arrogância autoritária que só um grande amigo e braço direito do Costa o podia ser.

Ao estilo das máfias em que Costa é o “Padrinho”, esta governação assenta toda ela em laços de consanguinidade e amizade exactamente como nos regimes comunistas/socialistas da Venezuela, da Coreia do Norte e Cuba que transita de pais para filhos, de irmã os para irmãos, de marido para esposa, de amigo de infância para amigo do peito, para se protegerem uns aos outros. Tudo perfeitamente legal porque ao contrário de França, não se legisla para acabar com esta promiscuidade de laços afectivos e familiares na gestão do país.  Uma GRANDE  FAMÍLIA sustentada por nós contribuintes onde a única garantia que nos é dada por eles é ter mais e mais impostos TODOS OS ANOS para os sustentar a troco de  quase NADA. Porque NADA fazem senão orientar a vidinha desta… família e com o que sobra atirar uns trocos ao chão às clientelas para lhes assegurar votos.

Por isso, somos os Nórdicos do SUL do Século XXI ( e não Nórdicos de Século XXI como afirmou o PR) ou seja um produto adulterado do original.

Porque se fossemos efectivamente dos nórdicos, as “moscas” não seriam substituídas. Seriam extintas.

 

Endoidou?

13 Dezembro, 2017

António Costa: “Este ano foi um ano particularmente saboroso para Portugal

Alguém consegue fazer um memorando ao PM explicando-lhe o que foram os incêndios deste Verão?

a queda da cinderela

13 Dezembro, 2017
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img_828x523$2017_12_11_17_06_56_97810Uma jovem suburbana de Loures, de origens alentejanas, detectou um problema social grave e procurou contribuir para a sua solução: a inexistência de instituições escolares que apoiassem e, na medida do possível, instruíssem crianças e jovens com doenças profundas raras.

Aprendeu, infelizmente, à sua conta, porque teve um filho com uma doença terrível, da qual faleceria aos 16 anos de idade. Incentivada por essa fatídica e infeliz circunstância, a jovem suburbana, que entretanto fizera pela vida como manequim e dona de um pequeno quiosque, criou uma instituição para tentar dar resposta a essa necessidade, que é, infelizmente, sentida por tantas famílias portuguesas.

O sucesso começou a fazer-se imediatamente sentir, porque, como é próprio de qualquer empresa que se torna necessária, aquilo que a jovem suburbana fizera respondia a necessidades reais do mercado e, por isso, não poderia deixar de ser procurada e os seus serviços estimados. Em razão do que, o estado, sem capacidade e/ou sem vontade de fazer o que a jovem já estava a fazer bem feito, muito sensatamente, em vez de procurar repetir e imitar a fórmula que ela descobrira, resolveu apoiá-la com transferências de dinheiro e louvores públicos.

Dinheiro que, à medida que crescia a casa crescia também em donativos públicos e privados. A jovem suburbana viu-se, subitamente, uma pessoa importante. Os políticos, os «pais da pátria» e as «madrinhas de Portugal» procuravam-na e queriam associar-se ao empreendimento. Alguns sugeriam-lhe que poderia obter muito mais do que aquilo que já conseguira. Outros, ofereciam-se para lhe angariar subsídios chorudos. Então, a nossa jovem suburbana, entretanto arvorada em senhora doutora e em figura semi-pública, percebeu que o seu empreendimento poderia ser um enorme sucesso. E um fantástico negócio, também.

Para reforçar o projecto, tendo percebido muito bem como funcionam as coisas em Portugal, começou a contratar políticos estrategicamente colocados. Alguns anos na cidade deram-lhe a entender que, em Portugal, «quem tem amigos não morre na prisão». Ou, nas suas próprias palavras, se contratarmos o senhor X, que nos vai sair caro, «o guito há-de aparecer»

Aparecendo o «guito», sempre aparece também quem o saiba gastar. Onde andava um político passaram a estar vários. Onde se pagava uma sinecura, outras se lhe seguiram. Não por acaso, todas estas instituições têm a abrilhantá-las inúmeros servidores do povo. A da nossa jovem, que entretanto já não era suburbana, não foi excepção.

Tamanho sucesso alcançado, com tantas relações com gente importante e tantas distinções e deferências atribuídas, fez mal ao espírito da nossa jovem. Dizem que o brilho da luz cega e que a chama queima. Na nossa presidente logo surgiram os tiques de prepotência, de arrogância, de insolência e até de malvadez para com os mais fracos, que mais não significavam do que um carácter deficientemente educado e gravemente pervertido por um novo-riquismo para que não estava preparada.

Sabendo como o sucesso inebria a alma e os corpos, a senhora presidente entregou-se à volúpia do poder e começou a fazer enormes asneiras: gastou o que não devia ter gasto, com quem não o merecia e que até a renegou, depois de uma linda de história de amor vivida em alcovas secretas de Copacabana.

A coisa estoirou, caiu na comunicação social, e a senhora presidente, qual Cinderela à saída do baile da meia-noite, viu-se desnudada de todas as honrarias e glórias conseguidas pelo seu mérito, e, com a polícia à porta, regressou aos subúrbios donde viera. Aqueles de quem se julgara íntima, a começar pelo seu devaneio carioca, renegaram-na e certamente dirão que nunca a conheceram, a não ser que lhes esfreguem nas faces comprometedoras fotografias. Os outros, que se acolitam noutras coisas parecidas ou iguais, recebendo delas sinecuras variadas, farão deste um «caso exemplar», para que os seus passem despercebidos.

Moral da história: se tiveres um bom negócio não o estragues.