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Paz, amor e concórdia! É possível! Ligue já! Só 9,99€.

27 Julho, 2016

O Islão é uma religião de paz. Desde que não sejam publicados cartoons, se acabe com missas, se fechem as esplanadas, sejam abolidos concertos, acabem com aglomerados de gente no geral e se integrem os estrangeiros no maior respeito multicultural determinado pela interpretação de cada um da Sharia através do extermínio de todos os que nela não se identificam, haverá paz, tranquilidade e amor. A primeira medida do ocidente para a paz deverá ser acabar com o discurso de ódio, deixando que cada comunidade resolva os seus próprios problemas através de inevitáveis homicídios de honra. Mulheres que mostrem o cabelo deverão ser assassinadas em tranquilidade pelo seus pais e irmãos, sem interferências pestilentas e colonizadoras dos países de acolhimento. Humanistas locais deverão providenciar a sua sensibilidade homossexual para homens oriundos dessas culturas, partilhando o amor ecuménico que transforma violações em consentimento, consentimento em gula, gula em SIDA. Senhoras que choram nos jornais poderão fornecer sevícias sexuais que mantenham a sensibilidade cultural e o nível de testosterona bélica controlada, originando alegria a todos, mesmo os que não querem malucos estrangeiros nos seus países, assim como da comunidade de pornógrafos do género “arab male white female”. Pequenos crimes como degolar obsoletos padres deverão ter o destaque que merecem, depois das notícias referentes à selecção nacional de halterofilismo e da nova tendência em tatuagens. Aconteça o que acontecer, não votem em populistas demagogos que propõem soluções, nem que tontas, para o problema. Votar é em patriotas multiculturais que combatem as regras da União Europeia com a mão direita enquanto a esquerda continua estendida para a esmola. Tudo correrá bem, se ouvirmos as pessoas que sempre nos trouxeram à necessidade extrema de ouvir pessoas que nos trazem à necessidade extrema.

Pergunta o Observador

27 Julho, 2016

E se António Costa processar mesmo Bruxelas?
Ora, ora se António Costa processar mesmo Bruxelas nós pagamos o advogado

A monomania terrorista

27 Julho, 2016

A avaliar pelo número de autores de atentados terroristas que são rapidamente apresentados como casos de psiquiatria temos de admitir que vindas não se sabe donde legiões de doentes mentais, enquanto gritam “Allah Akbar” (Alá é grande), desataram a degolar, mutilar, alvejar ou atropelar aqueles que têm o azar de se cruzar com eles. No passado os loucos queriam lavar-nos os vidros do carro na avenida do Brasil, subir ao zimbório da Estrela porque achavam que eram ágeis como os macacos ou mais prosaicamente tinham aquilo que o povo designava com ataques

Eu estava errado, como tantas vezes antes

26 Julho, 2016

A execução orçamental do primeiro semestre é maravilhosa. O governo – que sempre considerei mais perigoso de que uma praga de gafanhotos – demonstra ser de uma sagacidade nunca vista no cargo executivo nacional. Eu estava errado, admito. É mesmo verdade: as vacas voaram e o muro de Berlim foi derrubado. Perante resultados tão avassaladores, é imperativo combatermos as tentativas de derrube desta estrutura a que carinhosamente chamamos de “geringonça”, tudo fazendo para que concluam a legislatura na normalidade democrática que asseguraram aquando da vitória da democracia parlamentar sobre a tradição castradora do bi-partidarismo. A geringonça é prova cabal que o homosocialismo polipartidário gera os afectos que levam a consensos e que elevam o país ao patamar tão almejado de desenvolvimento económico, social e moral. Se, perante o risco de sanções e a inerente desconfiança dos mercados conseguimos este tipo de resultados, para 2017, ao serem confrontadas as instituições com a constatação da mudança, só podemos esperar mais daquilo que nós gostamos e não conseguimos através de anos duros com a austeridade que mata. O cinismo de uma certa direita irresponsável do “quanto pior, melhor” poderá forçar eleições através de hipnose que leve o dr. António Costa a demitir-se sem querer e sem motivo. É importante não permitirmos que estas jogadas palacianas originem resultados.

Viva a geringonça! Viva António Costa! Viva Portugal!

Homem morreu, coitado

25 Julho, 2016

Homem morreu – paz à sua alma – porque a bomba que transportava e fez detonar acabou por explodir, ceifando a vida deste inocente e de outro palerma qualquer que agora não interessa para nada. 

(Via @joaops)

Ainda bem…

25 Julho, 2016

…que foi uma explosão que matou em vez de um assassino vítima de salvamento do afogamento certo num bote no Mediterrâneo. 

São coisas que acontecem

24 Julho, 2016

Calma aí com os julgamentos precipitados. Só porque um senhor sírio aparece de machete na rua não significa que o amor não deva prevalecer perante o ódio. O mais certo é ter sido um senhor sírio refugiado e portador de machete de extrema-direita a comemorar os 5 anos do atentado do norueguês nazi. Até porque ninguém comemora os atentados do Che excepto em t-shirts giras. Se a mulher morta o tivesse amado, poderia ainda ter uma cabeça para nos alertar do perigo de não amar preventivamente. Esta mulher foi vítima do seu próprio preconceito à posteriori. Se calhar nem estava grávida. Talvez tenha sido um senhor sírio refugiado portador de machete que é maluco, como o de ontem e o de segunda-feira. Toda a gente sabe que não faltam malucos à solta. Quais as probabilidades de um maluco ser um refugiado sírio portador de machete? Como diz a Helena Araújo, são só coisas que acontecem.

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