Da propaganda à realidade, paradigma das mentiras constantes deste nosso Primeiro-Ministro, o Irresponsável
No passado 29, o governo liderado pelo Pinócrates encontava-se sob pressão, devido à famosa remodelação governamental. Como já é timbre no nosso Primeiro-Ministro, pantomineiro compulsivo, sempre que ele se encontra em dificuldades, desata a regar muito ou a inventar boas notícias, para enganar os pacóvios deste país. E, desta vez, qual foi a peta que ele espetou? Ele, na inauguração de um call-center da Fujitsu, gabou-se que, pela primeira vez, “Portugal exportou mais tecnologia que a que importou e o seu saldo comercial passou a positivo.” E mais disse este nosso conhecido ficcionista: “isto mostra uma evolução no perfil de Portugal e uma mudança de paradigma”. Ou seja, nestes dois últimos anos, Portugal está a revolucionar em termos tecnológicos as vendas ao estrangeiro. E a boa notícia foi tão aplaudida por alguns espíriios menos rigorosos e mais suceptíveis, que eu li isto escrito por uma bióloga de formação: “Pela primeira vez desde a época das caravelas, as exportações nacionais de tecnologia ultrapassam as importações.” Ou seja, uma pessoa com formação superior não foi capaz de filtrar os dados, mostrando-lhe faltar pensamento crítico para tratar a informação. Isto vindo de uma profissional da área das ciências excatas, devia preocupar qualquer um. Para mais, exponenciou mais a ilusão do sucesso, dizendo, pasme-se, “desde a época dos Descbrimentos”. Tamanha é ingenuidade de quem escreve isto.
Esta notícia agradável do nosso PM tinha como fito conquistar simpatias na opinião pública, de nolde a esta deixar de criticar tanto o desgoverno liderado por este homem. Mas logo na forma como a notícia foi dado, se via que o nosso Primeiro-Ministro tinha metido água, ao querer regar tanto. Porquê? Porque, todo o produto, seja ele qual for, é o resultado de uma tecnologia. Pode é ser de baixa tecnologia, ou de alta, ou até média. Mas todo o produto é uma venda de tecnologia. Sendo assim, como Portugal importa muito mais que exporta, nós temos sempre uma balança comercial deficitária em tecnologia.
Por todo o produto ser o resultado de uma dada tecnologia, ou mesmo ser tecnologia, existem várias metodologias para diferenciar os produtos tecnológicos. Os de baixa, média e alta tecnologia, dependendo da intensidade tecnológica imprimida no produto em si. Mas na área dos investimentos, esta diferenciação não é muito apreciada. É preferível atentar ao famoso valo-acrescentado. Ou seja, a riqueza criada com a venda do produto. É por isso que na área económica dá-se mais valor à venda de um par de calças de ganga de elevado valor acrescentado que à venda de um microchip de baixo valor acrescentado. Enquanto que um par de calças de um conhecida marca reconhecida é tido em alto valor, pelos gestores de investimentos, a venda de chips em elevado número de baixas margens, uma espécie de commodittie de alta tecnologia, pouco apreciada é pelos gestores. Porque a riqueza criada e gerada por um e outro produto são bastante diferentes e prefere-se uma alta eficiência económica pela via de altas margens, ou valor acrescentado, que pela via da venda para o dito “contentor”, mesmo que o produto oriundo do chamado sector de alta tecnologia.
Independentemnte das considerações anteriores, a notícia fabricada pelo nosso Primeiro-Ministro é boa em si? Poderia ser, mas não o é. Por uma simples razão. Ao contrário do que propagandeou o nosso Primeiro-Ficcionista, Portugal está a sentir enomes dificuldades em reestruturar o seu tecido económico. Em especial nos últimos dois anos, em que se abateu sobre o tecido económico uma tragédia: altos custos fiscais, quer sobre a forma de impostos indirectos, quer sobre os custos com os trabalhadores, pela via dos maiores custos com a Segurança Social. E para melhor compreender o fenómeno, nada como ler a notícia seguinte:
“Portugal não conseguiu dar salto tecnológico
Nos últimos dois anos a indústria interrompeu a modernização
No ano passado, apenas 11% das exportações portuguesas de produtos industriais foram de alta tecnologia. As vendas de produtos básicos continuam a representar o grosso da carteira do comércio externo. Estes são dados oficiais, que indicam que a indústria portuguesa está a passar da baixa tecnologia para a média-baixa “qualidade”, mas nos últimos dois anos interrompeu o ímpeto para a modernização dos produtos fabricados.
Desde 2001 que o peso da venda de alta tecnologia – entre os quais figuram produtos farmacêuticos, equipamento de rádio, comunicações – não varia na composição das exportações nacionais. Isto significa que a indústria portuguesa não consegue “dar saltos tecnológicos” de topo. Com um enorme custo para o País. É que no ano passado – dados provisórios, até Outubro – Portugal vendeu sofisticação no valor de 3,33 mil milhões de euros e pela mesma categoria de produtos pagou ao estrangeiro cerca de 6,7 mil milhões de euros, cerca de 4,1% da riqueza gerada em 2007 (PIB).
Nos últimos dois anos, o “Portugal tecnológico” estagnou. Entre 2001 e 2006 as exportações de alta qualidade industrial aumentaram, em média, 4,7%, ligeiramente acima do total das vendas industriais ao exterior (4,2%). Mas, pela primeira vez na década, entre 2006 e 2007 a expansão deste tipo de vendas ficou abaixo do desempenho das exportações, o que deverá encontrar explicação no baixo investimento empresarial.
Para o mesmo período (2001-2006), o peso dos produtos com baixo teor tecnológico baixou de 44,6% para 35,3% do total das exportações (área euro e países terceiros), uma redução anual de quase dois pontos percentuais. Mas de 2006 a 2007 não se assistiu a uma redução significativa desta parcela, o que é mais um dado a confirmar que o tecido industrial português não evoluiu. Muitos economistas portugueses – e o próprio ministro da Economia, Manuel Pinho – defendem que a economia no País poderia galgar degraus tecnológicos e com isso crescer acima dos parceiros europeus. Mas não é isso que, para já, os números demonstram.
É que, se é verdade que está a diminuir a exportação dos produtos básicos, apenas está a crescer de forma significativa o peso da média-baixa tecnologia nas exportações industriais, o degrau imediatamente acima. De 2001 a 2006, o conteúdo desta faixa de produtos nas expedições nacionais aumentou 8,3 pontos percentuais. Mas este foi o único salto tecnológico da indústria portuguesa. Assim, para o patamar tecnológico acima – a faixa média-alta – a estrutura das exportações ficou inalterada. Isto apesar da forte aposta na indústria de componentes automóvel.”
Ora, esta notícia vem desmentir o nosso famoso Pantomineiro-Mor, que sempre que se encontra dificuldades, foge para a mentira. Porquê? Porque o homem é completamente irresponsável, incompetente e apenas um mero propagandista. Como os dados reais mostram que a sua governação está a destruir o país, ele mente cada vez mais. Mente porque é o seu refúgio psicológico. Porque o homem é um doente, que sofre da mentira compulsiva. Está no seu sangue, díriamos nós. Este homem está doente e sofre da falta de empatia social e é compulsivo nas suas mentiras, tal como atestam as várias notícias sobre o seu passado político e profissional.
Repare-se bem neste naco de prosa:
“Nos últimos dois anos, o “Portugal tecnológico” estagnou. Entre 2001 e 2006 as exportações de alta qualidade industrial aumentaram, em média, 4,7%, ligeiramente acima do total das vendas industriais ao exterior (4,2%). Mas, pela primeira vez na década, entre 2006 e 2007 a expansão deste tipo de vendas ficou abaixo do desempenho das exportações, o que deverá encontrar explicação no baixo investimento empresarial.”
Precisamente quando um desgoverno decide apostar no famoso choque tecnológico, mas lança um arrastão fiscal sobre o tecido produtivo, que tem como resultado que as exportações de produtos de alta tecnologia perderam peso relativo no total das exportações nacionais. Mas, estes dados são importantes e mostram a falência completa desta desgovernação do Pinócrates. Mas terá o mesmo destaque noticiioso que a a propaganda mentirsosa do nosso Primeiro-Ministro? Não. Ou seja. A falsa ideia que melhoramo foi criada. Mas na realidade estamos cada vez pior na evolução do tecido produtivo.
O mentiroso do nosso Primeiro-Ministro pretende transformar o nosso deserto num oásis. Ou seja, enquanto que na realidade o país está cada vez pior, em tudo, ele tenta vender-nos a ideia que estamos melhor que nunca. O homem está completamente perdido. Ele já só vive das suas mentiras e ele próprio já começa a viver numa espécie de mundo interior e exterior virtual.
Não me admira nada que o Sarko venha a ser um grande presidente !
Atrás de um grande homem está sempre uma grande mulher! (está bem, eu sei que não é isso,mas na RTP1 no programa da manhã ouvi a Sónia dizer isto a um anão…)
Eu admiro o homem!No dia em que viu a anterior roubou-a a um amigo.Viu esta e roubou-a á música,á moda e aos amantes!
Porra,pá! Este homem tem tudo para ser um grande presidente.
A ministra da justiça é bem mais interessante.Bonita,culta,está naquela idade em que as mulheres são a obra prima do Criador.Tornava a cometer todos os erros que já cometi por mulheres.Loucura instalada,romance,viagens e sofrimento, passadas tres semanas.É que é tão intenso que não aguento mais que tres semanas .
Mas não me arrependo de nenhuma delas!E agora cá estou com os pequenos praseres da vida,o cantinho preferido,os livros,os filmes,os amigos,as viagens,ver o romance do meu filho (o tipo está apaixonado)!
Enfim,a felicidade dos outros parece-nos um bocado rídicula!
PS:Regozijo-me em saber que o CAA percebeu finalmente o significado semantico das ‘tags’, pensava que iria continuar a usar essa preciosa ferramenta para produzir sarcasmo de segunda.
Da propaganda à realidade, paradigma das mentiras constantes deste nosso Primeiro-Ministro, o Irresponsável
No passado 29, o governo liderado pelo Pinócrates encontava-se sob pressão, devido à famosa remodelação governamental. Como já é timbre no nosso Primeiro-Ministro, pantomineiro compulsivo, sempre que ele se encontra em dificuldades, desata a regar muito ou a inventar boas notícias, para enganar os pacóvios deste país. E, desta vez, qual foi a peta que ele espetou? Ele, na inauguração de um call-center da Fujitsu, gabou-se que, pela primeira vez, “Portugal exportou mais tecnologia que a que importou e o seu saldo comercial passou a positivo.” E mais disse este nosso conhecido ficcionista: “isto mostra uma evolução no perfil de Portugal e uma mudança de paradigma”. Ou seja, nestes dois últimos anos, Portugal está a revolucionar em termos tecnológicos as vendas ao estrangeiro. E a boa notícia foi tão aplaudida por alguns espíriios menos rigorosos e mais suceptíveis, que eu li isto escrito por uma bióloga de formação: “Pela primeira vez desde a época das caravelas, as exportações nacionais de tecnologia ultrapassam as importações.” Ou seja, uma pessoa com formação superior não foi capaz de filtrar os dados, mostrando-lhe faltar pensamento crítico para tratar a informação. Isto vindo de uma profissional da área das ciências excatas, devia preocupar qualquer um. Para mais, exponenciou mais a ilusão do sucesso, dizendo, pasme-se, “desde a época dos Descbrimentos”. Tamanha é ingenuidade de quem escreve isto.
Esta notícia agradável do nosso PM tinha como fito conquistar simpatias na opinião pública, de nolde a esta deixar de criticar tanto o desgoverno liderado por este homem. Mas logo na forma como a notícia foi dado, se via que o nosso Primeiro-Ministro tinha metido água, ao querer regar tanto. Porquê? Porque, todo o produto, seja ele qual for, é o resultado de uma tecnologia. Pode é ser de baixa tecnologia, ou de alta, ou até média. Mas todo o produto é uma venda de tecnologia. Sendo assim, como Portugal importa muito mais que exporta, nós temos sempre uma balança comercial deficitária em tecnologia.
Por todo o produto ser o resultado de uma dada tecnologia, ou mesmo ser tecnologia, existem várias metodologias para diferenciar os produtos tecnológicos. Os de baixa, média e alta tecnologia, dependendo da intensidade tecnológica imprimida no produto em si. Mas na área dos investimentos, esta diferenciação não é muito apreciada. É preferível atentar ao famoso valo-acrescentado. Ou seja, a riqueza criada com a venda do produto. É por isso que na área económica dá-se mais valor à venda de um par de calças de ganga de elevado valor acrescentado que à venda de um microchip de baixo valor acrescentado. Enquanto que um par de calças de um conhecida marca reconhecida é tido em alto valor, pelos gestores de investimentos, a venda de chips em elevado número de baixas margens, uma espécie de commodittie de alta tecnologia, pouco apreciada é pelos gestores. Porque a riqueza criada e gerada por um e outro produto são bastante diferentes e prefere-se uma alta eficiência económica pela via de altas margens, ou valor acrescentado, que pela via da venda para o dito “contentor”, mesmo que o produto oriundo do chamado sector de alta tecnologia.
Independentemnte das considerações anteriores, a notícia fabricada pelo nosso Primeiro-Ministro é boa em si? Poderia ser, mas não o é. Por uma simples razão. Ao contrário do que propagandeou o nosso Primeiro-Ficcionista, Portugal está a sentir enomes dificuldades em reestruturar o seu tecido económico. Em especial nos últimos dois anos, em que se abateu sobre o tecido económico uma tragédia: altos custos fiscais, quer sobre a forma de impostos indirectos, quer sobre os custos com os trabalhadores, pela via dos maiores custos com a Segurança Social. E para melhor compreender o fenómeno, nada como ler a notícia seguinte:
“Portugal não conseguiu dar salto tecnológico
Nos últimos dois anos a indústria interrompeu a modernização
No ano passado, apenas 11% das exportações portuguesas de produtos industriais foram de alta tecnologia. As vendas de produtos básicos continuam a representar o grosso da carteira do comércio externo. Estes são dados oficiais, que indicam que a indústria portuguesa está a passar da baixa tecnologia para a média-baixa “qualidade”, mas nos últimos dois anos interrompeu o ímpeto para a modernização dos produtos fabricados.
Desde 2001 que o peso da venda de alta tecnologia – entre os quais figuram produtos farmacêuticos, equipamento de rádio, comunicações – não varia na composição das exportações nacionais. Isto significa que a indústria portuguesa não consegue “dar saltos tecnológicos” de topo. Com um enorme custo para o País. É que no ano passado – dados provisórios, até Outubro – Portugal vendeu sofisticação no valor de 3,33 mil milhões de euros e pela mesma categoria de produtos pagou ao estrangeiro cerca de 6,7 mil milhões de euros, cerca de 4,1% da riqueza gerada em 2007 (PIB).
Nos últimos dois anos, o “Portugal tecnológico” estagnou. Entre 2001 e 2006 as exportações de alta qualidade industrial aumentaram, em média, 4,7%, ligeiramente acima do total das vendas industriais ao exterior (4,2%). Mas, pela primeira vez na década, entre 2006 e 2007 a expansão deste tipo de vendas ficou abaixo do desempenho das exportações, o que deverá encontrar explicação no baixo investimento empresarial.
Para o mesmo período (2001-2006), o peso dos produtos com baixo teor tecnológico baixou de 44,6% para 35,3% do total das exportações (área euro e países terceiros), uma redução anual de quase dois pontos percentuais. Mas de 2006 a 2007 não se assistiu a uma redução significativa desta parcela, o que é mais um dado a confirmar que o tecido industrial português não evoluiu. Muitos economistas portugueses – e o próprio ministro da Economia, Manuel Pinho – defendem que a economia no País poderia galgar degraus tecnológicos e com isso crescer acima dos parceiros europeus. Mas não é isso que, para já, os números demonstram.
É que, se é verdade que está a diminuir a exportação dos produtos básicos, apenas está a crescer de forma significativa o peso da média-baixa tecnologia nas exportações industriais, o degrau imediatamente acima. De 2001 a 2006, o conteúdo desta faixa de produtos nas expedições nacionais aumentou 8,3 pontos percentuais. Mas este foi o único salto tecnológico da indústria portuguesa. Assim, para o patamar tecnológico acima – a faixa média-alta – a estrutura das exportações ficou inalterada. Isto apesar da forte aposta na indústria de componentes automóvel.”
Notícia publicada no DN http://dn.sapo.pt/2008/02/03/economia/portugal_conseguiu_salto_tecnologico.html
Ora, esta notícia vem desmentir o nosso famoso Pantomineiro-Mor, que sempre que se encontra dificuldades, foge para a mentira. Porquê? Porque o homem é completamente irresponsável, incompetente e apenas um mero propagandista. Como os dados reais mostram que a sua governação está a destruir o país, ele mente cada vez mais. Mente porque é o seu refúgio psicológico. Porque o homem é um doente, que sofre da mentira compulsiva. Está no seu sangue, díriamos nós. Este homem está doente e sofre da falta de empatia social e é compulsivo nas suas mentiras, tal como atestam as várias notícias sobre o seu passado político e profissional.
Repare-se bem neste naco de prosa:
“Nos últimos dois anos, o “Portugal tecnológico” estagnou. Entre 2001 e 2006 as exportações de alta qualidade industrial aumentaram, em média, 4,7%, ligeiramente acima do total das vendas industriais ao exterior (4,2%). Mas, pela primeira vez na década, entre 2006 e 2007 a expansão deste tipo de vendas ficou abaixo do desempenho das exportações, o que deverá encontrar explicação no baixo investimento empresarial.”
Precisamente quando um desgoverno decide apostar no famoso choque tecnológico, mas lança um arrastão fiscal sobre o tecido produtivo, que tem como resultado que as exportações de produtos de alta tecnologia perderam peso relativo no total das exportações nacionais. Mas, estes dados são importantes e mostram a falência completa desta desgovernação do Pinócrates. Mas terá o mesmo destaque noticiioso que a a propaganda mentirsosa do nosso Primeiro-Ministro? Não. Ou seja. A falsa ideia que melhoramo foi criada. Mas na realidade estamos cada vez pior na evolução do tecido produtivo.
O mentiroso do nosso Primeiro-Ministro pretende transformar o nosso deserto num oásis. Ou seja, enquanto que na realidade o país está cada vez pior, em tudo, ele tenta vender-nos a ideia que estamos melhor que nunca. O homem está completamente perdido. Ele já só vive das suas mentiras e ele próprio já começa a viver numa espécie de mundo interior e exterior virtual.
Coitados dos portugueses, nas mãos deste cromo…
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Não me admira nada que o Sarko venha a ser um grande presidente !
Atrás de um grande homem está sempre uma grande mulher! (está bem, eu sei que não é isso,mas na RTP1 no programa da manhã ouvi a Sónia dizer isto a um anão…)
Eu admiro o homem!No dia em que viu a anterior roubou-a a um amigo.Viu esta e roubou-a á música,á moda e aos amantes!
Porra,pá! Este homem tem tudo para ser um grande presidente.
Já o Anti-comuna a sofrer como sofre…
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Bem, se a Carla Bruni mandar, Sarco vira à esquerda, mas mesmo à esquerda.
🙂
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Não se pode dizer que tenha mau gosto.Mas lá que é a primeira dama que o mundo conhece melhor é…
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Já o marido ninguém o conhece. Nao foi visto nú.
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Tina
Eu namorava com ela mas não casava!
A ministra da justiça é bem mais interessante.Bonita,culta,está naquela idade em que as mulheres são a obra prima do Criador.Tornava a cometer todos os erros que já cometi por mulheres.Loucura instalada,romance,viagens e sofrimento, passadas tres semanas.É que é tão intenso que não aguento mais que tres semanas .
Mas não me arrependo de nenhuma delas!E agora cá estou com os pequenos praseres da vida,o cantinho preferido,os livros,os filmes,os amigos,as viagens,ver o romance do meu filho (o tipo está apaixonado)!
Enfim,a felicidade dos outros parece-nos um bocado rídicula!
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o eliseu em Paris
em Portugal os campos elíseos do pinóquio
telenovela brasileira:
-de que gosta mais?
-de muié pelada
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pois, nádega
e coxa, é que está
a dar, politicamente,
pername, não essa
de assinatura
em maisons de há vinte anos…
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A moça é mesmo boa!
parabéns Sarko!
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oh, assim
tá bem ser presidente!
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Ela deve pensar que o Sarko é “Le Plus Beau du Quartier”.
http://www.youtube.com/watch?v=dz38b85COb0
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São todos uns invejosos…
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Chiça! Só me dão entrecosto, quando eu me pelo por bife…
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Este caso confirma a teoria de que ter poder significa mais (e melhor) sexo.
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E tu todo roidinho CAA…e so dor de cotovelo…es como o Rui A, sem dentinhos nao se comem nozes…
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PS:Regozijo-me em saber que o CAA percebeu finalmente o significado semantico das ‘tags’, pensava que iria continuar a usar essa preciosa ferramenta para produzir sarcasmo de segunda.
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