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Nota de culpa a Joe Berardo

19 Maio, 2019

Numa imagem, o regime:

OrdensHonoríficas

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A marosca para financiar o PS

18 Maio, 2019

Ora bem: segundo se percebe pela leitura da peça do Observador, no mínimo António Costa permitiu consciente mas tacitamente o financiamento das actividades do PS nacional com fundos da União Europeia. Carlos Zorrinho, actual candidato nas listas às eleições Europeias, foi um operacional nas manobras que envolvem várias centenas de milhares de euros.

Convenientemente os media, comentadores e avençados avulso continuam entretidos com as comendas do Joe e as insígnias de Berardo e sobre este tema nada dizem.

Caso alguém acorde para o assunto, a história passará a contar-se como um caso desvio de euros por parte de um funcionário partidário, coisa – dir-se-à – que pode acontecer nas melhores famílias. A questão política e o envolvimento dos oligarcas será purificado.

Estou certo que o decoro e o respeitinho necessário ao caudilho não deixará de provar que tudo foi feito com a melhor das intenções e no escrupuloso respeito pela regras e pela lei.

Convicto estou que passará ainda o crivo do socialista código de conduta… de esgoto.

Costa_bufa

* P.S. (o acrónimo para post scriptum é especialmente irónico): da leitura da mesna peça jornalística, fiquei a saber que o dinheiro dos contribuintes é usado para financiar viagens ao Parlamento Europeu de convidados pessoais dos eurodeputados. Bondade comovedora.

 

 

As sondagens expressam cada vez mais aquilo que os eleitores acham que devem dizer, não em quem vão votar

18 Maio, 2019

17 de Maio de 2019: Austrália pode fazer pisca à esquerda nas eleições mais renhidas da última década
18 de Maio de 2019: Governo reeleito na Austrália contra todas as expectativas

Mais um episódio na história da máfia que controla o governo…

18 Maio, 2019

Aqui!

Quem sabe, se os ursos ouvissem a TSF até passariam a comer só flores

18 Maio, 2019

A propósito da realização de uma cimeira franco-espanhola sobre os ursos ou mais propriamente sobre os ataques dos ursos aos rebanhos,  concluía Fernando Alves a propósito do urso pardo avistado no Gerês:  “Talvez porque sejamos mais tolerantes e mais acolhedores para com o que nos procuram.  Talvez isso explique que o urso avistado no Gerês tenha procurado o mel das colmeias e não as  ovelhas dos redis.

Joe anda à gosma há 12 anos

17 Maio, 2019

Tem sido notícia esta semana que o José Berardo deve mil milhões à banca portuguesa. A bem dizer, não é sequer notícia, é algo que se sabe há 12 anos. A população desconhecia é que nesses 12 anos nunca ninguém fez nada para receber o dinheiro, nem ninguém penalizou os incompetentes que lhe deram o carcanhol. Tais incompetentes ou coniventes (não há terceira hipótese), na sua esmagadora maioria já foram várias vezes ouvidos na Assembleia, mas portaram-se todos com grande dignidade, afirmando sempre não se lembrar de nada ou que cumpriram a lei. Usaram de muito decoro e nunca foram incomodados pelas senhores deputados, nem pelo ministério público nem pelas polícias apesar de serem responsáveis por um dos maiores roubos do século. Mas o José é que irritou os deputados.

Foi no ano de 2007 que o José pediu esse dinheiro todo, essencialmente para comprar acções do BCP. Ele não, a sua fundação que é uma «instituição particular de solidariedade social» e uma associação a que preside. Nenhum dos banqueiros que analisaram e decidiram tal pedido (ou que o incentivaram a fazer esse pedido segundo o José) se incomodou por uma fundação/associação sem bens solicitar tais montantes, para fins em tudo contrários ao seu objecto social.

Como era natural, passado pouco tempo, a situação financeira era complicada. E, em 2009, foi feito um «um acordo muito favorável na negociação do reforço das garantias do empréstimo de cerca de mil milhões de euros que o investidor fez junto dos bancos para comprar acções do BCP», com 3 bancos (CGD/BCP e BES): Sim, a «Banca salva Berardo da falência».

O tempo passou e nada sucedeu, tudo se mantinha na mesma:  a dívida e a inacção dos bancos em executar as poucas garantias. O cliente José Berardo estava sossegado: nem lhe pediam o dinheiro nem o chateavam. Como aliás refere o actual presidente da associação de bancos (??), só em 2011 conseguiram ter uma ideia do património efectivo de José Berardo. O que diz muito sobre as fracas capacidades profissionais de quem dirige a banca portuguesa.  Mas contabilisticamente aquilo era complicado para os bancos. Foi feita nova negociação em 2012, um Acordo Quadro assinado a 16 de Março de 2012. José continuava seguro e sossegado: só ao final de 6 anos é que teria de pagar 30% da dívida e o restante no 7º ano. Quem não gostaria de ter credores tão simpáticos?

Apenas agora, ao final de 12 anos,  os 3 bancos accionaram o seu cliente devedor.

Atenção às letras pequenas

17 Maio, 2019

Motoristas de matérias perigosas desconvocam greve e anunciam “acordo histórico”. Quanto à redução da idade de reforma, a reivindicação continua em cima da mesa e será alvo de negociações com a ANTRAM, partidos e Governo.

No meio das notícias sobre “o acordo histórico” nem enchem duas linhas as palavras que indicam que daqui a algum tempo, quando já não nos lembrarmos de nada e andarmos distraídos com outra coisa, a reivindicação que “continua em cima da mesa” vai ser satisfeita.