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A ingovernabilidade criada a partir da rua

20 Setembro, 2017

que é eleitoralmente inimputável. Henrique Pereira dos Santos escreve no sobre esta situação que nos tem reféns –  os resultados eleitorais legítimos estão reféns do poder minoritário que pode tornar isto ingovernável: o comando sobre sindicatos cuja representatividade e democraticidade é mais que discutível. Na prática isto significa que os 10% de votos do PC são mais que suficientes para bloquear as soluções legitimamente saídas de eleições gerais, enquanto for possível manter activo um poder sindical que não decorre da representatividade desses sindicatos, mas de regras sociais que livremente estabelecemos e que conferem aos sindicatos um poder claramente desproporcionado em relação à sua representatividade

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Os Géneros em “Extinção”

19 Setembro, 2017

Se é homem ou mulher (esses géneros da idade da pedra) saiba que de acordo com os defensores da ideologia de género, está em “vias de extinção”. Isso mesmo. Isto porque segundo eles a definição do género é uma questão socio-cultural, logo não existe se não na nossa imaginação. Nesta ditadura do pensamento único pouco importa o que está biologicamente comprovado. Seguem uma agenda cega, só deles, onde há lugar  também para mudanças de sexo aos 16 anos sem autorização parental, casas de banho mistas ou homens a engravidar (é só doidos varridos!). Tudo isto porque querem inverter a sociedade. Destruir valores sociais. Vamos aos factos que contradizem estes lunáticos?

Por muito que estas criaturas afirmem o contrário, a natureza humana é clara logo na concepção. Está devidamente provado pela ciência (veja aqui) que nosso espírito é programado às 6/8 semanas após a concepção (que chatice!). À nascença, quer queiramos quer não, estamos pré-instalados como um computador. Ou seja, as opções e preferências sexuais estão pré-estabelecidas. Como? Eu explico:

Quase todos somos formados por 46 cromossomas que representam o nosso bloco de construção genética. Se o vigésimo terceiro da mãe for “X”  e o vigésimo terceiro do pai “X”, vamos ter um “XX”, ou seja, uma menina.  Se o vigésimo terceiro do pai for “Y” temos como resultado “XY” e nasce um rapaz. Assim fica claro que os elementos base do corpo humano e cérebro são femininos! Ou seja,  começamos todos como raparigas daí o facto de os homens terem mamilos (ó diabo, e esta hein? chamem a CIG rápido!). Ás 6/8 semanas após a concepção o feto é mais ou menos assexuado mas dispõe do potencial necessário para formar órgãos genitais masculinos ou femininos. Se for geneticamente rapaz, o feto desenvolverá células que segregam por todo o corpo grandes quantidades de hormonas masculinas para formar os testículos e o cérebro. Vamos imaginar que nesta equação faz falta UMA dose de hormona masculina para formar os genitais masculinos e TRÊS doses para configurar o cérebro, mas ao invés disso recebe, em vez de QUATRO doses (as necessárias), só TRÊS. A primeira vai inevitavelmente para formar os órgãos sexuais masculinos e o cérebro receberá apenas as DUAS restantes. Como resultado o cérebro será principalmente masculino mas com certas capacidades e pensamentos femininos. Se receber só  DUAS doses, a primeira vai inevitavelmente para os testículos e o cérebro recebe apenas UMA dose restante  das TRÊS exigidas. Aqui vamos ter um cérebro essencialmente feminino na estrutura e pensamento num corpo geneticamente masculino. Na puberdade poderá tornar-se homossexual.  Quando o feto é rapariga a presença de hormonas masculinas é praticamente inexistente. Por isso forma órgãos sexuais e cérebro feminino. Mas pode por acidente o feto receber uma dose significativa de hormonas masculinas. Quando assim é, o feto torna-se numa rapariga com cérebro mais ou menos masculino.

Em Israel os kibutz tentaram apagar os estereótipos baseados no sexo encorajando por exemplo rapazes a brincar com bonecas e meninas a subir às árvores para criar uma sociedade sexualmente neutra, onde afirmavam poder demonstrar a reversibilidade dos papeis entre os dois sexos. Porém 90 anos depois, os estudos mostraram que os miúdos dos kibutz continuavam a manifestar comportamentos de rapazes e raparigas comportamentos de raparigas. Ou seja, mesmo contrariada, a biologia encaminhava-os para as respectivas programações cerebrais adquiridas na concepção. Este documentário norueguês aborda este assunto (veja aqui). Não vale a pena contrariar isto. Os cérebros são diferentes (veja aqui).

É por causa de uma escola que não ensina estas questões fundamentais para entendermos a biologia humana ligada ao comportamento, que depois temos seres frustrados, relações fracassadas e desastrosas, abrindo espaço a estas criaturas do marxismo cultural para nos andarem a criar ideias falsas de que os homens e mulheres são iguais e têm as mesmas prioridades, aspirações e desejos.

Assim, é ridículo insistir na normalização de géneros. Tentar nivelar é um acto totalitário contra-natura que traz apenas caos, frustração e infelicidade. Precisamos de uma identidade firme. Precisamos de conhecer bem nosso corpo, desde a concepção até à sua maturidade e aceitá-lo como é. Precisamos de ser integrados na sociedade sem estigmas nem preconceitos pelas diferenças em plena igualdade de direitos humanos. Liberdade para sermos quem e como queremos ser.  E não,  sermos forçados a abdicar da nossa natureza. Não aceitar esta imposição não é homofobia, é biologia. Insultar quem pensa de acordo com a sua natureza, é doutrinação marxista. 

E sem travar esta loucura generalizada, um dia os géneros humanos serão extintos pela quantidade de casais estéreis que a sociedade produziu e que no limite da insanidade da ideologia de género levada ao extremo, terão bebés neutros procriados em laboratórios  aos quais bastará a clonagem para reproduzir. E que ironicamente chamarão a isso, “direitos” à  “igualdade de género”.

Já faltou mais.

 

 

Coisa ainda mais estranha

19 Setembro, 2017

Ninguém faz uma declaração contra a construção anunciada de mais um muro? Vai ter três metros de altura, será à prova de bala e custará 20 milhões de euros.

Vai rodear a Torre Eiffel.

Coisa estranha

19 Setembro, 2017

O silêncio que vai na pátria com a relação Guterres-Trump. A reforma da ONU. os elogios de Tuump a Guterres. Os olhares embevecidos de Guterres com Trump que quer aumentar-lhe o poder…

Género ditadura

19 Setembro, 2017

A Assembleia da República discute um projeto-lei do Bloco de Esquerda que permite a mudança de sexo aos 16 anos e, no caso de os pais se oporem a esta ideia, possibilita que os menores possam intentar judicialmente contra estes.

Acreditar que depois disto aprovado as frenéticas criaturas ficarão quietas e sossegadas é uma ilusão. Para mais perigosa. Em Espanha, onde aquilo que se discure agora em Portugal foi aprovado há anos, o Podemos leva hoje à discussão nas Cortes espanholas a seguinte proposta:

*Mudar de sexo a partir dos 12 anos sem autorização paterna

*Obrigatoriedade dos meios de comunicação de incluirem programação que verse a diversidade familiar LGTBI

*Obrigaroriedade dos programas escolares terem conteúdos sobre a diversidade sexual, de género e familiar e analisarem o  movimento LGTBI na disciplina de História

*Nas escolas e lares as casas de banho podem ser utilizadas de acordo com género que o utilizador entenda ser o seu

Inconstitucional até à próstata

19 Setembro, 2017

Hoje, no parlamento, pessoas sem muito para fazer discutirão uma proposta dos habituais chanfrados para que qualquer pessoa possa mudar de nome sem passar pela casa partida e receber o diagnóstico de lunático. É a “identidade de género”, a tal que nada tem a ver com sexo, só com a insistência do papá em vestir uniforme de criada de filme erótico e responder apenas quando o tratam por Lola. Acho bem.

O problema desta proposta é que colide com a lista oficial de nomes admissíveis, um resquício opressor de uma sociedade hetropatriarcal dada a touradas com a bênção do senhor padre. Senão, vejamos a lista publicada no site do Instituto de Registos e do Notariado: enquanto Ágata é nome permitido para menino e para menina, Catarina é apenas permitido para o “género” feminino; já Consolação é algo que é vedado ao coiso masculino, o que está de acordo com a minha experiência como homem, portanto, está certo; por outro lado, Deusa Bela é vedado quer a jornalistas-activistas, quer a camionistas com mamas mais pequenas, o que me parece um injustiça para um rol de colunistas que citam os seus objectos de desejo sem pudor que as respectivas esposas possam ler; infelizmente, Flor só é permitido para portadoras de vagina, mas, para compensar, não há restrições de genitália ao uso de Florencia (não falta acento circunflexo, procurem na lista que encontrarão).

Deve ser inconstitucional poder mudar de sexo livremente, sem qualquer tipo de diagnóstico, internamento ou electrólise, e, ao mesmo tempo, ser impedido de aceder ao nome Natividade sem ter que provar a existência de vulva. Até porque, como sabemos, nada impede um homem de amamentar, sendo esse o seu desejo.

 

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Um exemplo de abuso que passa por uma bela foto de amamentação: poucas pessoas reparam na bebida gasificada sobre a mesinha-de-cabeceira, uma sinal óbvio de negligência que esta mãe apresenta pela saúde do seu bebé.

Um Memorial, Uma Empresária e os Donos Disto Tudo

18 Setembro, 2017

Há algo neste país que urge mudar. Sempre que alguém diz ser  empresário não falta quem o associe de imediato à ladroagem,  à exploração salarial dos “pobres trabalhadores indefesos” para viverem “à grande e à francesa com contas offshores”. Ser empreendedor em Portugal acaba por ser  um acto muito mais corajoso do que assumir ser homossexual. As empresas são vistas  como  algo nocivo para a sociedade que é preciso castigar e por isso são fortemente penalizadas quer ao nível laboral quer fiscal. Tudo isto graças aos idiotas úteis de sempre  que se deixam manipular e comprar a troco de poder político. Mas cabe na cabeça de alguém que matando galinhas se continua a ter ovos?

Se houver uma insolvência, ainda é pior. Não se questiona as razões que levaram a deixar de poder honrar compromissos. Parte-se de imediato para o enxovalhamento na praça pública sem dó nem piedade.  A este assunto sobre “ser empresário em Portugal”, voltarei noutro artigo porque hoje venho falar de uma empresária em particular, que um dia por ter tido a nobre ideia de erguer um Memorial em honra das vítimas de Pedrógão Grande (faz hoje 3 meses), viu sua vida devastada… outra vez. Porquê? Ora claro está, por ter sido empresária e ter ficado insolvente! Alguém da CS lhe perguntou alguma coisa ou investigou os factos que lhe imputavam? Claro que não. Ir em busca da verdade dá muito trabalho. É preferível pegar em boatos já existentes e transformá-los em verdades mesmo que falaciosas. Sobretudo quando é essa a versão que mais interessa. É o país miserável que temos.

Por conhecer  muito bem o sector empresarial, eu não me deixei contaminar pelo “diz que disse” muito menos fiquei sensibilizada com os vídeos na internet dos “pobres trabalhadores”. Tenho muito calo nisso. Por isso,  tal como em tudo na vida, coloquei de imediato em dúvida e fui em busca da verdade. Estabeleci contacto com a vítima para ouvir em viva voz a sua versão que sem surpresa, não só apresentou um discurso coerente e detalhado, como exibiu prova documental dos factos. E é essa história que hoje vos quero contar.

Isabel Monteiro é uma Mulher empreendedora que, recusando-se a trabalhar no modelo de escravatura implementado até aí no mercado português, dominado por alguns profissionais da área de tradução e legendagem, cria em 1992, a Ideias & Letras, a única empresa de tradução, legendagem, dobragem e locução, com estúdios próprios, que mais tarde daria lugar à Dialectus, após um divórcio pouco “amistoso”. É a primeira e ÚNICA empresa que ensina as técnicas de legendagem, abrindo o mercado.

Foi em 1998, com a Guerra do Kosovo, que foi protagonista de uma  acção solidária, e responsável pela entrega em mão, no Kosovo, de 200 toneladas de comida e mais de 40 mil cobertores (veja aqui).

À frente da empresa líder no sector, em Março de 2008, aceita a proposta da SIC para entrada no capital social de uma das suas empresas, a DIALECTUS, com 90%. Isabel Monteiro era responsável da tradução de Informação desde 06 de Outubro de 1992.  Em 2008 a SIC entra para 15 áreas (alienando todas elas 1 ano depois). A IPLAY, por ex., comprada por 3,5 milhões de € e vendida por 1€, um ano depois (veja aqui). No ano de 2008, a SIC, com 90% da DIALECTUS, desviou para a concorrência centenas de milhares de euros, a pagar o dobro da tabela interna estipulada, como provam cópias de facturas ( Foto nº 6, 7 e 8). Como qualquer sócio minoritário íntegro, esta e outras situações anómalas foram denunciadas (em vários mails existentes) e ignoradas com enorme hostilidade. No início de 2009, das 16 empresas compradas em 2008, poucas restavam. À DIALECTUS a SIC propôs a recompra das quotas com base num contrato de exclusividade por 3 anos, renováveis, com ajustes anuais e uma cláusula penal de 10 mil euros por cada mês de incumprimento. Foi na escritura  que soube de uma dívida de 300 mil euros à banca e 80 mil € de tesouraria negativa.  Para cumprir o contrato a empresa cresceu e passou de 14 empregados a 40. Porém, a SIC nunca cumpriu.

Em Junho de 2011, são notórias manobras de mercado quer entre tradutores, quer entre actores. Um grupo de tradutores, encabeçado por duas das fundadoras da futura empresa SPELL, (Foto nº 1), cria uma mailing list, onde inclui 64 pessoas, das quais 4 empresas concorrentes. Informação priveligiada da DIALECTUS esteve exposta: clientes, preços, prestadores de serviços, contactos.  Os tradutores abordavam os profissionais que chegavam à empresa: denegriam a imagem e incitavam-nos a exigir o valor por eles praticado (30% acima do valor de mercado). Numa manobra orquestrada, cartelizaram o mercado, e impuseram um valor, enquanto freelancers, enquanto muitos deles praticavam uma tabela inferior para outras empresas, fragilizando a competitividade da Dialectus.  A partir de Janeiro de 2012, falharam horários, e entregas atempadas de peças da Informação da SIC, cortando o diálogo com a empresa. Eram freelancers, desde sempre, alguns com duas décadas de tempo de casa. Não eram exclusivos. Trabalhavam para outras empresas junto de quem praticavam valores mais baixos. A SIC, a partir de Setembro de 2011 reduziu em 60% a facturação, e só veio a pagar as últimas facturas, 16 meses mais tarde, com uma Injunção. Quatro dias antes da renovação, a Dialectus é informada pelo telefone, pelo então Director Geral, da não renovação do contrato. E retiraram todo o trabalho. Ficou com 40 empregados, uma estrutura  montada e sem 86% da facturação. Ou seja, nada.

Enquanto se precipitava a destruição concertada, por parte de alguns trabalhadores da Dialectus, a Buggin Media, uma empresa cópia, do ex-chefe dos técnicos (Foto nº 2), e que já tinha  programas no ar assinados entra para o mercado e passa a ser fornecedora da SIC até hoje.   Com uma morada falsa em Mirandela, quando nunca saiu de Oeiras, o dono Bruno Golias e os 13 empregados (todos ex-empregados Dialectus)  têm agora um “Processo por Fraude e Burla agravada ao Estado”, a correr termos no DIAP de Oeiras, procº nº 1059/16.4T9OER, por  terem recebido fundo de desemprego e garantia salarial até Dez de 2013, quando já tinham uma empresa montada e forneciam  a SIC todo o ano de 2013, e em alguns casos, ainda em 2012.

Um sindicato, CENA, foi o rosto da campanha organizada para fechar as portas à Dialectus, e arrastar o seu bom  nome na lama. Um dos arguidos do processo de Oeiras, é  órgão social desse sindicato. Nesta manobra de difamação e calúnia, atribuíram a Isabel Monteiro a falência de 4 empresas que nunca existiram. Colaram a DIALECTUS à falência de empresas de Manuel Forjaz que Isabel Monteiro NUNCA conheceu  sequer.  Propagam a informação na Internet. Isabel Monteiro, que já a 06 Fevereiro 1998 ganhava o primeiro processo por difamação na internet (Foto nº 3), procede agora legalmente, exigindo a prova factual do que é divulgado na net, nomeadamente, a informação que lhe imputa  4 empresas da área insolventes.

Em Junho de 2013, o então advogado da Dialectus, coloca uma ação por incumprimento contratual contra a SIC, Procº nº 3850/13.4TBOER valor: 360.000,00 €. Em Setembro, sai apressadamente da Dialectus, alegando falta de disponibilidade.  Quatro meses depois, em Janeiro de 2014, fecha “acordo” com a SIC, por 27500€, sem dar conhecimento a Isabel  ou à DIALECTUS e  mete o dinheiro ao bolso. (Foto nº 4 e 5).

Em 2013, a RTP dá cobertura a duas manifestações na porta da empresa, cujos vídeos circulam ainda hoje. Nunca abordaram a empresa ou confirmaram a informação que difundiram. Neste vídeo (veja aqui) estão Bruno Golias, que trabalhou na Dialectus 18 meses, dono da Buggin Media, “oficialmente” constituída em Abril de 2013, que já opera em 2012, e passa a fornecedor privilegiado  na área de dobragem a partir do início de 2013 ( ele e 13 ex-empregados Dialectus), respondem agora ao MP de Oeiras e Seg. Social, por recebimento ilícito de fundo de desemprego e fundo salarial até Dez. de 2013, quando trabalharam (e assinaram programas) para o seu único cliente, a SIC, todo o ano de 2013. Processo Nº 1059/16.4T9OER, no DIAP de Oeiras. O 2º vídeo que circula na net (veja aqui) exibe os tradutores da SPELL, concorrentes DIRETOS da DIALECTUS há 18 meses. O contrato com a SIC que teria a primeira renovação a 31 de Março de 2012, é entregue à empresa SPELL constituída para o efeito 3 dias depois, a  4 Abril de 2012 que, tal como a Buggin Media, entra para o mercado e é hoje a fornecedora de Carnaxide: um grupo de tradutores freelancers que durante duas décadas, viram assegurado o volume de trabalho pago acima do valor de mercado e construíram as suas carreiras, tendo aprendido tudo o que sabiam com as várias acções promovidas ora pela Ideias & Letras, ora, mais tarde, pela Dialectus. Com estes tradutores, estão actores que a SIC, de forma inédita, contratou directamente para a segunda temporada da série “O Mundo de Patty”. Nunca em 25 anos contratou actores directamente, e nunca mais voltou a fazê-lo.

Em Março de 2014, a Dialectus, armadilhada pelos empregados e colaboradores, patrocinados pela SIC é, inevitavelmente,  declarada insolvente.   

Decorridos 3 anos, os lobbies instalados no mercado, continuam a perseguir, inclusive, novos profissionais, condicionando-os. Um mercado que movimenta 3 milhões anuais, e que até 1992 pertenceu a lobbies,  durante 22 anos teve uma alternativa independente, onde a formação de novos profissionais, seguia o seu rumo por mérito. Com o fecho da DIALECTUS, o controlo e domínio do mercado volta para as mãos de alguns: retiram do mercado a empresa líder, e entram para o mercado 3 novas empresas.

As histórias, de pessoas ou empresas, contam-se com a verdade com base em factos. Todas as partes devem ser ouvidas, com total isenção. Mas aqui, neste Portugal onde os empresários são SEMPRE os malfeitores e os trabalhadores uns coitadinhos, não é assim.

Com as notícias que dão conta do desmantelamento do império SIC e dívidas de 189 milhões de euros (em parte, aqui, percebe-se porquê), achei que era o “timming” certo para este esclarecimento.

Mais do que informar, o meu texto de hoje pretende reflexão sobre as injustiças que se criam com falsos mitos de que a culpa é sempre dos empresários.

Fica aqui a prova que não é sempre assim.

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FOTO nº 2

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Foto nº 4

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Foto nº 5

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