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Correcção do TPC

24 Setembro, 2017

O Editorial de David Dinis no Público do dia 20 de Setembro é uma pequena maravilha que merece divulgação, em particular se se retirar a fulanização direccionada a André Ventura de forma a que se torne num texto genérico aplicável a todo e qualquer indivíduo que promete coisas que não podem ser realizadas. A título de exercício, vamos substituir “André Ventura” por “António Costa”.

Não é fácil para nós, jornalistas, não cair num erro quando falamos sobre este tipo de candidatos. Porque já caímos em todos eles.

Confere.

O primeiro erro é sempre o mesmo: dar palco a um populista é dar palco a uma polémica; dar palco a uma polémica chega para ganhar audiências.

Confere.

O segundo erro é o inverso: fingir que não existem. É o melhor que lhes podemos fazer, porque ganham mais um inimigo contra quem disparar.

Confere.

O terceiro erro é ignorar quem está do lado de lá. Os populistas não o fazem, usam-nos: se as pessoas se sentem inseguras, porque não arranjar um culpado; se se sentem injustiçadas, porque não dar-lhes uma esperança; se é preciso ganhar votos, porque não dar-lhes um discurso? Ventura António Costa deu-lhes. E nós?

Confere.

Nós, entre erros, só não podemos cair no capital: o da indiferença, o do medo de explicar. Um jornal que não diga quem é Ventura Costa cairá na pior das tentações — o da banalidade do mal. E o que ele é, é simples: um candidato primário, que não mede fronteiras ou consequências. Que acusa ciganos a direita de viver uma vida à conta do Estado Draghi quando os apoios sociais o QE não são eternos é eterno; que promete roubar terras euros ao concelho país vizinho sabendo que nunca as os ganhará; que fala da castração química eutanásia ou da legitimidade do assassinato de terroristas da extrema-esquerda, atropelando séculos de civilização, com a facilidade com que um terrorista decreta a nossa morte. Tudo o que Ventura Costa faz é puxar pelo pior dos homens sem se colocar no lugar do outro, é construir muros, no lugar das pontes que lhe cabia levantar.

E não dá para esquecer o PSD PS. Se Ventura Costa vencer, Passos o PS da Fonte Luminosa vai mesmo cantar essa vitória? E depois, que faria o PSD PS com essa vitória, com este candidato? Seria esse o seu novo programa?

É certo que Passos Costa é odiado por muitos, mas também é um facto que ele ganhou perdeu as últimas eleições. Adivinho porquê: porque muitos lhe reconheciam pelo menos integridade falta de integridade e coerência. Agora, quando o ouvimos defender Ventura os radicais de extrema-esquerda dos seus críticos (“não podemos ter medo dos demagogos e dos populistas da democracia e do Muro de Berlim”), perguntamo-nos se aquela frase batida, “que se lixem as eleições”, era só mais um lema de campanha.

Bem sei: este texto não é Hannah Arendt. Mas também nunca será como Eichmann em Jerusalém.

Na realidade, não é é coisa nenhuma.

 

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um homem leal

23 Setembro, 2017
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thumbs.web.sapo.ioO antigo mordomo do actual presidente da câmara do Porto é, por enquanto, ministro da defesa de Portugal. Como chegou S. Ex.ª a tão elevados cumes de soberania? Galgando-os por mérito próprio? Depende daquilo que entendermos por «mérito próprio». Mas, a verdade, é que parece ter sido um dos objectos trocados na transacção de poder entre Moreira e Costa, entre o surpreendentemente eleito presidente da câmara do Porto e o surpreendentemente não eleito primeiro-ministro de Portugal: Moreira recebia, no executivo camarário, o PS e atribuía pelouros de significado a Pizarro, enquanto que Costa fazia do mordomo da CMP ministro do reino. Dizem, quem anda por perto desses lupanares, que houve júbilo e festa na hora da despedida. Pois bem: devendo a sua actual posição política, onde, aliás, tem maravilhado o país, a Moreira, o que decidiu S. Ex.ª, o ministro da defesa, sobre as eleições no Porto? Apoiar Pizarro, obviamente. E obviamente, porquê? Porque, assim, S. Ex.ª realiza, em pleno, a sua vocação politicamente universalista de apoiar todos os que lhe podem dar alguma coisa em troca: se poder autárquico, apoia Moreira; se poder nacional, apoia Costa. Se poderá até não ser um excelente ministro da defesa, S. Ex.ª é, certamente um excelente ministro a defender-se. Nisto, como é evidente e S. Ex.ª generosamente alertou, não há nenhum oportunismo, nenhum trocatintismo, nenhum cataventismo, mas apenas um apoio genuíno, livre e desinteressado a Manuel Pizarro, a quem chama «um homem leal». Tudo o que S. Ex.ª ambicionaria ser, mas nunca será.

O DN vendeu-se ao heteropatriarcado dos preconceitos de género

23 Setembro, 2017

Os dois últimos anos foram, para mim, um inferno indescritível que em muito supera a visão benigna de parque de diversões como o imaginado por Dante no poema cómico do século XIV. Sim, Lucifer de três cabeças, sendo uma delas preta (ou, em linguagem correcta, “afro-americana”), não passa de uma espécie de simpático Monstro das Bolachas em relação à empregada do McDonalds que, há dois anos, teimou que a minha filha poderia ser do sexo feminino. Bem sabemos que a culpa é da sociedade, nunca das pessoas, que, coitadas, bem tentam ser de esquerda contra tudo e contra todos. Porém, naquela altura, quem me dera ter sido mordido por uma serpente na jugular, ter entrado em combustão espontânea e ter renascido como fénix para a eternidade das chamas do Inferno em vez de ter sido submetido à tortura do preconceito de tratarem a minha benjamim como menina dada a brincadeiras com figuras monárquicas não-eleitas por sufrágio universal, ainda mais com nome de Sofia — que significa “dotada de sabedoria” —, como se fosse possível uma retrógrada princesa ter algum tipo de prudência, erudição e sensatez.

Recentemente, com a ajuda de terapia hormonal e educação para a diversidade de género, consegui vencer o sofrimento pelo trauma com o reconhecimento deste fazer parte de mim como uma cicatriz, como a marca indelével que qualquer vítima de violação carrega até ao fim dos seus dias. Eis que hoje…

relogios-dn

…encontro o DN, o meu jornal refúgio de tudo que é bom e justo no que concerne à identidade de género, à sua volatilidade e à ciência inerente que a institucionalização do capricho transmite às gerações vindouras.

Relógios de senhora? Em cor-de-rosa?

Porque é que há relógios segregados por sexo? Está o DN a tentar vender-me a ideia de que as senhoras operam em fusos diferentes dos senhores? Está o DN a vender preconceito? Está o DN, o meu safe space de pensador sobre infinitas minorias oprimidas, a abrir a chaga das diferenças de género em assuntos horários? Choro ao pensar que pior só se encontrar no McDonalds um brinquedo da Princesa Sofia com um “relógio para senhora” no pulso a ler o DN. É que é assim que a sociedade destrói as nossas crianças.

 

Mudar o Sexo aos 16 Anos é de Loucos

22 Setembro, 2017

Vou ser dura sem poupar nas palavras porque o tema assim o impõe. Começo por perguntar que raio de irresponsabilidade é esta que põe um partido político (não, não são um grupo de doidos varridos acabados de sair do manicómio), que está representado no Parlamento, a querer crianças menores de 16 anos a decidir sozinhas sobre a mudança de sexo com direito a processar os pais caso se oponham? Ficaria surpreendida se esta iniciativa partisse de qualquer outro partido com assento parlamentar, mas do Bloco de Esquerda, não. O BE é o resultado da concentração de vários partidos de extrema-esquerda tais como UDP, PSR, Politica XXI e dissidentes do PCTP-MRPP. Gente capaz de tudo para desconstruir uma sociedade e impor uma agenda de politica ultra-radical  para criar uma nova moral. Debaixo de uma falsa capa de socialismo democrático anticapitalista (ah! ah! ah!) movem-se perigosamente por entre as minorias, não para lhes resolver problemas de igualdade mas sim para os revoltar contra as maiorias que querem eliminar. Ao fazer crescer estas minorias, cresce também o voto. Porque é nas minorias que eles procuram militantes pois doutra forma não têm hipóteses. Simples.

Ora quem tem  ou teve adolescentes em casa sabe o quão absurdo é um decreto desta natureza. Eu que sou mãe de 3 criaturas lindas, que o diga! A minha mais velha a certa altura quis cabelo azul, espetado como uma catatua, correntes, piercings e tatuagens. A do meio luta agora ferozmente por rastas, furar-se como um crivo e tatuar-se como um tapete persa. O outro ainda vamos ver o que me reserva. Na adolescência é assim. A busca pela auto-determinação baralha-os completamente. Querem fazer tudo e nada. Gritam, esperneiam se são reprimidos nas suas vontades de auto-afirmação. Faz parte desse período conturbado. Depois de sobreviver a ele (pais e filhos), são os filhos que vêm depois dizer-nos: “Ena, lembras-te quando quis fazer aquela cena e não deixaste? Ainda bem mãe que foi assim…” Factos.

Ora, deixar que estas pobres criaturas possam decidir sobre a mudança de sexo (sim, porque não se trata de mudar de cor de cabelo ou tatuagens), algo tão sério e irreversível, é criminoso. Como adultos temos o dever de os orientar, de os proteger, de os encaminhar. Deixá-los a decidir sozinhos sobre uma matéria tão delicada é abandono. É negligência. É crueldade. Pior ainda é dar-lhes o poder de processar os próprios pais que, no seu papel de pais, têm de impedir que tomem decisões mal ponderadas. É demencial. Sabe-se que há imensos casos de gente, já adulta,  que muda de sexo e se arrepende. Outros, que mantêm relacionamentos homossexuais e depois enlouquecem. Lembram-se do fim macabro de Carlos Castro? Citando o psiquiatra Dr. Pedro Afonso “(..) a disforia de género não pode ser tratada como propriedade política”.

Mas o Bloco Esquerda quer ir mais longe nesse decreto. Quer que seja possível mudar o assento de nascença (já não nasce homem o mulher, nasce o que entender), medidas contra o “Generismo” e “Transofobia” (mais léxico estúpido para aplicar na perseguição a quem discorda desta ideologia marxista de doidos varridos). Lindo!

Mas não são assim só nesta questão. Veja-se a luta desalmada pela liberalização de drogas numa sociedade que,  está mudar e bem, seus padrões para uma vida saudável, mas onde alguém quer que sejam permitidos consumos de estupefacientes por tudo quanto é canto sem qualquer controlo e acessível a todos criando uma futura sociedade de dependentes a adições. Ah! mas há mais lutas construtivas, claro, como as casas de banho mistas ou a perseguição à religião cristã  que se abomina em detrimento de outra, culturalmente invasora e dominadora que cresce assustadoramente, ou ainda a facilitação de entrada de estrangeiros que fez disparar os pedidos em 1300%, ou os que perseguem o capitalismo atacando turistas. São reaccionários.

E preparem-se que na  agenda financiada por Soros, bilionário que ganhou a sua fortuna através de especulação no mercado financeiro e financia partidos de esquerda radical (veja aqui), a seguir à ideologia de género nas escolas, virá  a pedofilia, zoofilia e o incesto.

É o Mundo novo.

 

 

“Deixe-me pôr-lhe uma mantinha nas pernas que isso já passa”

21 Setembro, 2017

PNS

 

Em finais de 2011, durante um jantar de Natal em Castelo de Paiva, o deputado Pedro Nuno Santos, sentindo-se porventura fortalecido pelas rabanadas, provocou um terramoto que deveria ter sido sentido desde as margens dos rios Douro e Paiva até às nascentes do Danúbio e do Ruhr. De acordo com a imprensa da época, o conhecido tribuno afirmou estar a marimbar-se para os credores, e defendeu que Portugal devia ameaçar os banqueiros alemães com um calote de tal dimensão que até as pernas lhes tremeriam. Além da utilização pioneira em Finança e Política Internacional da expressão “estou-me marimbando”, Pedro Nuno Santos acrescentou ainda, em jeito de desafio aos capitalistas teutónicos, um muito português “ou os senhores se põem finos ou…”. Sabendo-se que os homens da banca são sempre uns anafados de cartola que acendem charutos com notas de 50 euros depois de banquetes pantagruélicos, não podemos deixar de admirar o carácter manifestamente jocoso e irrealizável desta provocação.

Desde 2010 que as agências de rating, uma espécie de sismógrafo dos credores, davam sinais claros de trepidação nos membros inferiores daqueles que nos tinham emprestado largas dezenas de milhões de euros. Discursos inflamados à parte, o medo de perder dinheiro com a dívida portuguesa era bem real. É por isso comovente ver a alegria do secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares Pedro Nuno Santos (é o que tem barba, não confundir com o deputado Pedro Nuno Santos, que é utilizador de navalha) com a subida do rating português que ocorreu na semana passada. Na sua conta de twitter, após anunciar a decisão da Standard & Poor’s de retirar Portugal do lixo, o membro do Governo revelou a felicidade que sente ao ver a confiança dos investidores externos no país e congratulou-se por ter contribuído para esse clima de segurança. Agora que o sismógrafo abrandou, o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares Pedro Nuno Santos (não confundir com o deputado Pedro Nuno Santos) está contente por ter ajudado a confortar e a estabilizar as pernas dos banqueiros alemães que o deputado Pedro Nuno Santos (não confundir com o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares Pedro Nuno Santos) tinha andado a desassossegar. É sempre positivo quando, perante uma plateia de estrangeiros, um português limpa a imagem de outro. É um claro sinal de fraternidade entre compatriotas e mostra que neste cantinho da Europa também vive gente com juízo.

 

A ingovernabilidade criada a partir da rua

20 Setembro, 2017

que é eleitoralmente inimputável. Henrique Pereira dos Santos escreve no sobre esta situação que nos tem reféns –  os resultados eleitorais legítimos estão reféns do poder minoritário que pode tornar isto ingovernável: o comando sobre sindicatos cuja representatividade e democraticidade é mais que discutível. Na prática isto significa que os 10% de votos do PC são mais que suficientes para bloquear as soluções legitimamente saídas de eleições gerais, enquanto for possível manter activo um poder sindical que não decorre da representatividade desses sindicatos, mas de regras sociais que livremente estabelecemos e que conferem aos sindicatos um poder claramente desproporcionado em relação à sua representatividade

Os Géneros em “Extinção”

19 Setembro, 2017

Se é homem ou mulher (esses géneros da idade da pedra) saiba que de acordo com os defensores da ideologia de género, está em “vias de extinção”. Isso mesmo. Isto porque segundo eles a definição do género é uma questão socio-cultural, logo não existe se não na nossa imaginação. Nesta ditadura do pensamento único pouco importa o que está biologicamente comprovado. Seguem uma agenda cega, só deles, onde há lugar  também para mudanças de sexo aos 16 anos sem autorização parental, casas de banho mistas ou homens a engravidar (é só doidos varridos!). Tudo isto porque querem inverter a sociedade. Destruir valores sociais. Vamos aos factos que contradizem estes lunáticos?

Por muito que estas criaturas afirmem o contrário, a natureza humana é clara logo na concepção. Está devidamente provado pela ciência (veja aqui) que nosso espírito é programado às 6/8 semanas após a concepção (que chatice!). À nascença, quer queiramos quer não, estamos pré-instalados como um computador. Ou seja, as opções e preferências sexuais estão pré-estabelecidas. Como? Eu explico:

Quase todos somos formados por 46 cromossomas que representam o nosso bloco de construção genética. Se o vigésimo terceiro da mãe for “X”  e o vigésimo terceiro do pai “X”, vamos ter um “XX”, ou seja, uma menina.  Se o vigésimo terceiro do pai for “Y” temos como resultado “XY” e nasce um rapaz. Assim fica claro que os elementos base do corpo humano e cérebro são femininos! Ou seja,  começamos todos como raparigas daí o facto de os homens terem mamilos (ó diabo, e esta hein? chamem a CIG rápido!). Ás 6/8 semanas após a concepção o feto é mais ou menos assexuado mas dispõe do potencial necessário para formar órgãos genitais masculinos ou femininos. Se for geneticamente rapaz, o feto desenvolverá células que segregam por todo o corpo grandes quantidades de hormonas masculinas para formar os testículos e o cérebro. Vamos imaginar que nesta equação faz falta UMA dose de hormona masculina para formar os genitais masculinos e TRÊS doses para configurar o cérebro, mas ao invés disso recebe, em vez de QUATRO doses (as necessárias), só TRÊS. A primeira vai inevitavelmente para formar os órgãos sexuais masculinos e o cérebro receberá apenas as DUAS restantes. Como resultado o cérebro será principalmente masculino mas com certas capacidades e pensamentos femininos. Se receber só  DUAS doses, a primeira vai inevitavelmente para os testículos e o cérebro recebe apenas UMA dose restante  das TRÊS exigidas. Aqui vamos ter um cérebro essencialmente feminino na estrutura e pensamento num corpo geneticamente masculino. Na puberdade poderá tornar-se homossexual.  Quando o feto é rapariga a presença de hormonas masculinas é praticamente inexistente. Por isso forma órgãos sexuais e cérebro feminino. Mas pode por acidente o feto receber uma dose significativa de hormonas masculinas. Quando assim é, o feto torna-se numa rapariga com cérebro mais ou menos masculino.

Em Israel os kibutz tentaram apagar os estereótipos baseados no sexo encorajando por exemplo rapazes a brincar com bonecas e meninas a subir às árvores para criar uma sociedade sexualmente neutra, onde afirmavam poder demonstrar a reversibilidade dos papeis entre os dois sexos. Porém 90 anos depois, os estudos mostraram que os miúdos dos kibutz continuavam a manifestar comportamentos de rapazes e raparigas comportamentos de raparigas. Ou seja, mesmo contrariada, a biologia encaminhava-os para as respectivas programações cerebrais adquiridas na concepção. Este documentário norueguês aborda este assunto (veja aqui). Não vale a pena contrariar isto. Os cérebros são diferentes (veja aqui).

É por causa de uma escola que não ensina estas questões fundamentais para entendermos a biologia humana ligada ao comportamento, que depois temos seres frustrados, relações fracassadas e desastrosas, abrindo espaço a estas criaturas do marxismo cultural para nos andarem a criar ideias falsas de que os homens e mulheres são iguais e têm as mesmas prioridades, aspirações e desejos.

Assim, é ridículo insistir na normalização de géneros. Tentar nivelar é um acto totalitário contra-natura que traz apenas caos, frustração e infelicidade. Precisamos de uma identidade firme. Precisamos de conhecer bem nosso corpo, desde a concepção até à sua maturidade e aceitá-lo como é. Precisamos de ser integrados na sociedade sem estigmas nem preconceitos pelas diferenças em plena igualdade de direitos humanos. Liberdade para sermos quem e como queremos ser.  E não,  sermos forçados a abdicar da nossa natureza. Não aceitar esta imposição não é homofobia, é biologia. Insultar quem pensa de acordo com a sua natureza, é doutrinação marxista. 

E sem travar esta loucura generalizada, um dia os géneros humanos serão extintos pela quantidade de casais estéreis que a sociedade produziu e que no limite da insanidade da ideologia de género levada ao extremo, terão bebés neutros procriados em laboratórios  aos quais bastará a clonagem para reproduzir. E que ironicamente chamarão a isso, “direitos” à  “igualdade de género”.

Já faltou mais.