Skip to content

O Défice de 2016 é um Embuste

27 Março, 2017

O défice que nos apresentaram é uma perigosa bomba relógio. Não há mérito nenhum nos 2,1%. Muito menos prova que usando outras políticas se consegue os mesmos objectivos como disse Marcelo. O que há são malabarismos grotescos, diria quase criminosos, de “chico-espertice tuga” que escondem o maior embuste, depois de Sócrates, fundamentado em mentiras, patranhas e ilusões para o iletrado cidadão. Uma falta de respeito por toda uma Nação a quem se pede constantemente sacrifícios fingindo ser pelo bem de todos. Uma mentira abençoada pelo PR que nos deveria fazer corar de vergonha. Infelizmente. Ler mais…

Da próxima vez que o PR aparecer aos saltos

27 Março, 2017

passo para este video que descobri graças a Alexandre Mota

Da luta de classes ao ressentimento

27 Março, 2017

 A esquerda e os jornalistas-activistas deixaram cair os operários para apostarem no ressentimento. Os radicais islâmicos são os grandes beneficiários da troca da luta de classes pelo multiculturalismo. Assim  chega aqui um cidadão marroquino que pretende “uma orientação islamita mais radical” para o seu país (de cuja capital Lisboa dista tanto quanto de Madrid) e Portugal trata-o como se ele fosse um defensor da democracia: concede-lhe asilo, mais cama, roupa lavada, uns subsídios e presumo que alimentação confeccionada segundo os ditames da sua “orientação islamita” devidamente identificados naquele manual para “Acolhimento de refugiados” editado pela a Direcção-Geral da Saúde que nos recomenda coisas tão extraordinárias quanto “Fique atento aos seus próprios preconceitos e preferências e coloque-os de lado

vasco, pedro, weber e a riqueza das nações…

26 Março, 2017
by

Vasco Pulido Valente é, sem qualquer hesitação, o tipo que há mais anos melhor pensa e melhor escreve na imprensa portuguesa. Há, porém, coisas em relação às quais nem a melhor inteligência é capaz de superar a formação provinciana da Universidade portuguesa dos anos 60. Aqui, nesta passagem da sua crónica de hoje do Observador, na qual Vasco insiste na leitura weberiana sobre o capitalismo e a religião («a Europa protestante, onde o capitalismo encontra um leito macio, e a Europa católica (Portugal, Espanha, França e a maior parte de Itália – a Grécia ortodoxa por definição não conta), onde a Igreja por séculos e séculos habituou as gentes à irresponsabilidade pessoal e à dependência do padre»), percebe-se que, afinal, ele não conseguiu ultrapassar a conversa de que a Igreja era uma coisa linear, apostada no obscurantismo das massas e no pauperismo das nações. Tivessem-lhe falado, nos bancos da Universidade, em Covarrubias, Molina, Suarez, Mariana, Azpilcueta e ele certamente faria, hoje, outra ideia sobre as origens do capitalismo moderno.

É, aliás, um registo muito semelhante, e eivado dos mesmos vícios, ao que tem feito, nos últimos anos, o meu amigo Pedro Arroja, para quem as conclusões sobre a influência do sentimento religioso no pensamento económico são, embora ele julgue que não, iguais às do VPV: o capitalismo não funciona nos países católicos, porque é coisa inventada pelos protestantes. Embora, no caso do Pedro, ele conheça muito bem os escolásticos de Salamanca. O que adensa mais ainda o mistério…

o bordel do regime assume-se?

26 Março, 2017
by

A Caixa Geral de Depósitos???

recordar o passado em azurém

25 Março, 2017
by

MMMRS

Lendo este interessante artigo do Observador, sobre as eleições à Câmara de Lisboa antecipadamente perdidas pelo PSD, fica-se com uma melhor ideia do aproveitamento canhestro que em várias freguesias se tem feito sobre a “inevitável” demissão de Passos Coelho se o próximo resultado autárquico em Lisboa for mau. Na verdade, nos últimos anos, desde há muito tempo, as prestações do partido, nessa autarquia, têm variado entre o mau e o péssimo, pelo que não é de admirar que assim continuem nos próximos tempos. Ora, entre aqueles que têm vindo a insinuar que o futuro de Passos passa pelo resultado de Lisboa, ressalta Luís Marques Mendes, literalmente, o Marcelo Rebelo de Sousa dos pequeninos, que, quando foi líder do PSD (sim, ele já por lá andou), o melhor que conseguiu na capital foi um terceiro lugar, com 15,74% dos votos, quase ex-aequo com o quarto lugar do movimento independente de Helena Roseta, que sacou 10,21%, sem partido nem recursos. Nessa altura, e perante esse desse lastimável resultado, não consta que Mendes se tenha demitido da chefia do laranjal, donde só saiu em eleições internas, que apenas convocou por sido pressionado para isso. Assim, ao Marcelo de Azurém, que todos os domingos tem destilado fel sobre Passos, deixaria apenas a nota de que não me parece que o actual líder do PSD seja da estirpe de quem se deixa derrotar por tipos politicamente menores. Como, por exemplo, Luís Filipe Menezes…

O Fim do Mundo em Cuecas

24 Março, 2017

Foi o fim do mundo em cuecas esta semana por causa de uma frase, completamente descontextualizada  (claramente propositado) e depois manipulada, alegando ser do socialista holandês, Dijsselbloem. Ora, nossa querida CS escreveu que o Presidente do Eurogrupo terá dito que ” os países do sul gastavam o dinheiro todo em álcool e mulheres.” Porém a frase foi precisamente esta:  “Na crise do euro os países do Norte mostraram solidariedade para com os países do Sul. Como social-democrata, a solidariedade é para mim extremamente importante. Mas quem a pede, tem também deveres. Não posso gastar o meu dinheiro todo em álcool e mulheres e depois disso ir pedir a vossa ajuda. Este princípio vale para o nível pessoal, local, nacional e também europeu”. Dijsselbloem AFINAL falou na 1ª pessoa, dando-se como exemplo. Porquê então toda esta indignação? Ler mais…