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Estão também a pensar na Catalunha, certo?

21 Fevereiro, 2017

Socialistas europeus exigem mudanças contra espírito nacionalista e isolacionista

Centeno, o “David Copperfield” Português

21 Fevereiro, 2017

Não há dúvida. Factos são factos. Vamos ter o melhor défice em 40 anos! Em 2016 ficamos ao que parece nos 2,1% abaixo de todas as previsões, até as mais optimistas. Fomos muito além da CE tal como no passado com a Troika. E tudo isto graças ao nosso extraordinário Ministro de Havard que milagrosamente conseguiu o que nenhum outro economista do Mundo conseguiu até hoje: baixar estrondosamente o défice aumentando simultaneamente e colossalmente, a dívida! Surpreendente!

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Totalitarismo

21 Fevereiro, 2017

 sempre que se verifique um acto racista ou xenófobo, a vítima não tem necessidade de provar os critérios que os motivaram – ou seja, presume-se a intenção discriminatória, que pode ser rebatida nas entidades competentes.

Portanto alguém alega ser vítima de racismo, de imediato se presume a intenção discriminatória restando ao acusado dirigir-se às autoridades competentes. Que são?

Meninos e meninas, bem-vindos ao grande circo português!

21 Fevereiro, 2017

mw-320Sérgio Figueiredo, director de informação da TVI, decidiu, todo pimpão, que era seu dever institucional intervir na fossa malcheirosa que é o caso CGD (ou, caso ocorresse na civilização, Government vs. The People). Peito cheio com convicção na veia espirituosa digna de um estudante de Eton – como porventura se imagina – exala dióxido de carbono, re-inspira ar de Berkshire que mandou vir engarrafado para Queluz de Baixo, solta a laracha, pontifica com punchline e exala mais dióxido de carbono, desinchando o balão (nada de gordura abdominal, é só músculo firme, senhores), em aparente ciclo perpétuo de serventia. Costa já o pressionou? “Já (pausa dramática… virgula demorada… já é ponto final… esgar… vem aí, vem aí… punchline!): Mas não mostro as SMS”.

Comparando um director de informação de uma estação de televisão “privada” (tosse) a um ministro — o que, pensando bem, faz um certo sentido —, Figueiredo tenta legitimar, com a subtileza de um relojoeiro suíço a compor relógios com martelo pneumático, a triste noção de existência de mensagens privadas entres detentores de cargos políticos e gestores da causa pública sobre assuntos de interesse público. É tratar destas como se fossem mensagens espirituosas sobre as mamas da do buraco, conversas de balneário que só devem ser públicas quando se trata de Trump, o mau. Mais, tenta predicar como normal que um director de informação receba pressões da Corte ou — má sorte ter nascido coiso — que seja função deste desempenhar para esta o papel de bobo.

Foi bonito, senhores, foi bonito. Venha agora o trapezista.

O contrário chama-se como?

21 Fevereiro, 2017

Podia ter sido, mas não foi o Trump

20 Fevereiro, 2017

Um grupo de banqueiros, convidados para gerirem um banco público, entenderam que os salários permitidos eram baixos e que a obrigação de demonstrar o património à entrada de funções comparando-o com o momento de saída era inoportuno e pessoalmente desagradável. Esta última questão resultava da normal exigência de garantir transparência na gestão de bens públicos, como era o caso. Exigiram os banqueiros mudanças que o governo Costa Concordia prontamente aceitou de cruz. E sub-arrendou a elaboração ds respectivas alterações legislativas aos advogados desses banqueiros. O Primeiro-ministro e seu ministros assinaram por baixo. O Presidente da República, lampeiro como é seu costume, prontamente promulgou o decreto em benefício de um grupo de banqueiros e por eles directamente elaborado.

Feito o burburinho público, PM e PR deixaram cair aqueles banqueiros por já terem feito o principal, que era assegurar um plano, (qualquer um) junto do BCE.

Agora querem autoritáriamente «dar o assunto por encerrado». Não me parece de todo possível.

De ora em diante, qualquer decreto deste governo, que o Presidente promulgue, convirá verificar bem quem efectivamente beneficia, quem elaborou o mesmo, se os orgãos do Estado se os seus beneficários. Em especial se estiver relacionado com a banca. Pensavamos que já estavamos livre disso, mas pelos vistos os banqueiros continuam a ter poder sobre o governo e até sobre o Presidente e portanto há que estar vigilante. Pois quem acaba por pagar somos sempre nós.

Há censura em Portugal? Há.

20 Fevereiro, 2017

Há vários dias que tumultos tomaram conta de Paris e outras cidades francesas.

Alguém viu referência nos media nacionais? Nadinha.

É ir ao youtube e colocarem «riots france 2017» ou« violence france 2017» ou qualquer variação no género. Não falta material filmado.

França é um país há meses em Estado de emergência, vigorando fortes limitações nas liberdades individuais e uma hiper-vigilância sobre tudo e todos. Ainda assim, sucede tudo isto.

Porque será que em Portugal censuraram tais notícias?