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Retrato genérico da activista social portuguesa

20 Fevereiro, 2017

009d8c549ef1da59fce8efc256ca39fa_mother-silhouette-clip-art-clipart-woman-silhouette-free_900-900Nasceu entre 1960 e 1980, fez topless no fim dos anos 80 e início dos 90, agora já não faz (excepto nas Baleares ou no Meco, onde conserva a parte de baixo do biquini para resguardar a ferramenta de ascensão social), e considera o véu islâmico uma marca de identificação cultural. Regra geral não tem filhos porque se sentiu sempre jovem, tão possuidora do mundo e do futuro, que a menopausa a apanhou ou apanhará de surpresa. Pode alegar que o príncipe encantado nunca apareceu — porque não há muitos homens com disponibilidade prévia para o papel de corno — e, por isso, considera abrir uma conta no Tinder ou semelhante. Claro que vai tendo relações mais ou menos íntimas com pessoas que podem avançar a sua carreira ou que apresentem fluidez sexual suficiente para experimentalismo multidisciplinar que faça corar um padre. Aliás, tudo que a motiva é fazer corar o padre e a família tradicional, como adolescente cheia de acne que nunca cresceu. Renega a sua herança cultural e, ao abrigo de uma vaga noção de defesa dos desfavorecidos, enaltece tudo que seja selvajaria. Conhece alguns pedófilos, mas não os julga se pertencem ao clube certo (ou seja, todos os que não são padres). Considera a própria pedofilia como algo que tem conotação demasiado negativa e adora contar histórias chocantes ao seu círculo de amigos, amigos estes que só o são na expectativa de caírem nas boas graças desta trepadora. Caso encontre um imbecil a que possa chamar de Napoleão começa imediatamente a imaginar-se como uma Josefina dotada de dons profanos. Com 85% de probabilidade, vive em Lisboa e imiscui-se o mais possível na Corte. Tem gostos caros, adora fazer-se de vítima e consegue diagnosticar fobias ainda por catalogar a qualquer um que a contrarie. Tende a desvalorizar argumentações certeiras com risos de hiena. Actua em manada e sabe tornar pessoas inteligentes e ambiciosas em fieis aduladoras. Em alguns casos mais raros até é do sexo masculino e, em casos residuais, até é heterossexual.

Quer Conhecer o Carácter de Alguém? Dei-lhe poder!

20 Fevereiro, 2017

Digam lá o que disserem, o caso CGD está a ser espantosamente revelador. É uma autêntica injecção contra anos de falsas teorias de que a esquerda é moralmente, eticamente e politicamente superior à direita. Num espaço de apenas um ano, com elas todas no governo graças a esta aliança inédita de Costa com comunistas e radicais de esquerda, podemos testemunhar que esta governação opaca, onde não faltaram mentiras, maroscas, ilegalidades, inconstitucionalidades e abusos de poder, já ultrapassou a média anterior. E não vai ficar por aqui… Ler mais…

O pós-polvo

20 Fevereiro, 2017

Todos os dias vemos crescer, qual polvo, dentro do Estado, os tentáculos da ideologia. Na Educação, na Saúde, no Trabalho. Quando a geringonça se desfizer o polvo lá ficará trabalhando para ela.

O ataque às escolas com contrato de associação já o anunciara: não são os resultados escolares que importam ao Ministério da Educação, mas sim garantir o poder da corporação do senhor Nogueira e do PCP e fazer da sala de aula um espaço de ideologia à espera das causas inventadas e por inventar pelas agremiações que pululam em torno de BE e do PS.

Mas o fenómeno que estamos a viver é muito mais amplo que uma simples mudança curricular. E está longe de se restringir à Educação. Se repararmos, em nome de causas apresentadas como progressistas, todas as semanas vemos crescer, qual polvo, dentro do Estado, os tentáculos da ideologia: uma semana são os curricula que perdem conteúdos para dar lugar aos comportamentos; na outra as comissões para avaliar o racismo e o que é o racismo e porque não há queixas por racismo; na outra e na outra, que o assunto é muito sério e rentável, a reversão da legislação do trabalho, oficialmente sempre em nome dos trabalhadores e na prática um esquema em que estruturas cada vez menos representativas tratam de blindar o seu monopólio na contratação colectiva.

Lembram-se quando o Trump não era presidente e a Mariana Mortágua era livre para interrogar banqueiros?!”

19 Fevereiro, 2017

Libertem a Mariana Mortágua que tão bem sabia perguntar

19 Fevereiro, 2017

Aquela Comissão de Inquérito à CGD que o Trump quer impedir

19 Fevereiro, 2017

não vos parece que pode dar impeachment? A mim parece-me que sim. Para mais aquele aspecto de a todo o custo o Trump não querer que se saiba quem são os devedores da CGD é mais que suspeito. Por outro lado as manobras para travar as audições aos anteriores administradores da CGD – gesto que não há história que tenha acontecido na Europa ou com qualquer outra administração nore-americana – é de facto uma linha vermelha que o Trump passou.

Espero sinceramente que os artistas, escritores, jornalistas, activistas… denunciem aquilo que a administração Trump (chamar adminsitraão àquele grupo de interesse é uma ironia, obviamente) está a fazer contra a liberdade e as instituições. Nos EUA e à CGD.

Meter na misturadora, 1, 2, 3… fábula instantânea

19 Fevereiro, 2017

Era uma vez uma mãe porca de três leitões sem recursos para os alimentar. Enviou-os para o mundo para que fizessem pela vida.

O primeiro, o das finanças, viu um homem com palha e pediu-lhe: “dá-me a tua palha para construir uma casa”. O homem deu e o pequeno leitão montou a sua tenda baseada em fomentar o consumo ou lá o que era que acabou por não fazer por motivos que agora não interessam. O lobo, criatura da “direita”, soprou e disse: “sai, leitãozinho, és o primeiro para o meu espeto”. Soprou, sem grande esforço, e imediatamente desfez o plano Centeno, nome da tenda do pequeno reco.

O segundo animal, ao ver um homem que transportava lenha, parou e pediu: “dá-me os teus galhos para que construa um abrigo”. O homem, grande impulsionador da expressão lenha para te queimares, entregou os pauzinhos ao porco. Este construiu uma geringonça de casa, que aquilo não tinha tecto, não tinha nada. O lobo, criatura da “direita”, soprou e disse: “sai, porquito, vou-te assar usando o ridículo abrigo como lenha”. Soprou, soprou, soprou e rapidamente desfez a geringonça.

O terceiro bicho, ao ver um trolha distraído com uma deliciosa vichyssoise, pegou em tijolos e cimento e construiu uma linda estação de televisão em Queluz de Baixo. O lobo, criatura da “direita”, soprou, soprou, soprou, mas nada. Gritava: “sai, porco, sai que te vou comer”, mas o suíno nada. Vai daí, o lobo, criatura da “direita”, mete o Figueiredo, amigo de longa data do primeiro mano a ser comido (e de outro que está-se cagando para segredos) a mandar na informação do canal. Isto permitiu ao porquito sair da casa onde a estação de televisão funciona para se instalar na fortaleza da capital.

Como se escrevia na outra história, todos os animais são iguais, uns mais que os outros. Qualquer interpretação diferente da aqui apresentada deve ser considerada como erro de interpretação mútuo.