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Da memória

23 Agosto, 2016

Em 2008, o Parlamento Europeu aprovou a criação do Dia Europeu da Memória das Vítimas do Estalinismo e do Nazismo, coincidindo com a data de 23 de Agosto por nesse dia ter sido assinado em 1939 o Pacto entre a Alemanha e a União Soviética, pacto esse que teve consequências funestas e trágicas para os povos europeus durante 50 anos, até 1989.  A subsequente e imediata invasão conjunta e repartição da Polónia foi apenas o começo.

 

“A paridade pura”- Novos nomes para o intervencionismo

23 Agosto, 2016

Governo quer quotas por sexo no sector público e nas empresas da Bolsa

Ps. Já agora a paridade pura vai ser extensível  aos sindicatos?

O outro lado da geringonça

22 Agosto, 2016

Governo anula concurso e substitui direcção do Instituto de Informática

Descubra onde está notícia

21 Agosto, 2016

DN:Governo iraquiano garante estar a acompanhar caso de agressão em Ponte de Sor

PÚBLICO: Em entrevista ao PÚBLICO, o ministro dos Negócios Estrangeiros diz que Portugal “fará tudo o que estiver ao seu alcance para que os factos [de Ponte de Sor] sejam apurados”.

SIC: Marcelo preocupado com caso de jovem agredido em Ponte de Sor

RTP: Governo iraquiano diz “acompanhar” o caso de Ponte de Sôr

Correio da Manhã: PJ perde rasto a filhos de embaixador

A minha candidatura à administração da Caixa

21 Agosto, 2016

Caro Sr. Mario Draghi,

tendo os bancos chegado ao que chegaram tendo à frente tão grandes sumidades é certamente este o momento de arriscar em ignorantes. Como eu. Concordaremos que não podemos fazer pior, pois não?

PSD-ML

20 Agosto, 2016

*no Observador

Esta gente não se cata.

Desabafo

18 Agosto, 2016

Tenho andado ausente do blogue por dois motivos. O primeiro, férias, nunca me impediu de escrever, muito menos sobre quão trágica é a vida dos portugueses em relação a outros povos com apetências para cornudos, excepto este ano, que parece mais turvo que os anteriores. O segundo, mais pessoal, foi e tem sido o mais determinante.

Despedir alguém é doloroso. Particularmente, é mais doloroso quando sentimos que providenciamos várias oportunidades de redenção que saíram goradas, acentuando o problema, marcando em definitivo que a linha óptima para o divórcio pacífico fora ultrapassada enquanto rolávamos os olhos em descontentamento.

Andar em frente, não olhar para trás. Qualquer palavra agora é demais, arriscando que os vários arranhões se unam numa infecção geral. Não me surpreende que tantos prefiram ser assalariados perante a perspectiva de assalariarem. Surpreende-me, sim, que os primeiros a defender “os direitos dos trabalhadores” sejam os primeiros a desprezar os nunca mencionados deveres de zelo. Mas, se assim não fosse, não haveria lugar para os António Costa desta vida. Por isso, siga a marinha.

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