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Era uma vez ou a história de um homem inconformado

20 Fevereiro, 2017

O caso ocorreu na noite de 18 de fevereiro de 2015, quando o indivíduo alegadamente entrou na 6.ª Esquadra da PSP, nas Antas, e dirigiu-se ao vestiário, donde retirou um par de calças de ganga, um casaco de malha, uma ‘sweatshirt’ e um cinto, pertencentes a um agente da PSP, e ainda a chave da residência deste.

Ainda segundo a acusação, o arguido levou consigo um colete com os dizeres “Polícia”, que veio a ser encontrado no interior da sua residência, durante uma busca realizada na manhã do dia seguinte ao furto.

O suspeito veio a ser julgado por um tribunal singular, tendo sido condenado por um crime de furto na pena de 80 dias de multa, à taxa diária de cinco euros, totalizando 400 euros.

Inconformado com a decisão, o arguido recorreu para o Tribunal da Relação do Porto que considerou nula a busca domiciliária efetuada, porque foi feita sem o consentimento do visado.

Assim, os juízes desembargadores concluíram que não foi produzida prova direta que permita a condenação do arguido, daí resultando a sua absolvição.

Se estivesse a fugir ao fisco os papelinhos iam logo todos

20 Fevereiro, 2017

Espanha liberta um dos reclusos que fugiram de Caxias. Atraso no envio de um dos mandados de captura poderá explicar o sucedido.

Retrato genérico da activista social portuguesa

20 Fevereiro, 2017

009d8c549ef1da59fce8efc256ca39fa_mother-silhouette-clip-art-clipart-woman-silhouette-free_900-900Nasceu entre 1960 e 1980, fez topless no fim dos anos 80 e início dos 90, agora já não faz (excepto nas Baleares ou no Meco, onde conserva a parte de baixo do biquini para resguardar a ferramenta de ascensão social), e considera o véu islâmico uma marca de identificação cultural. Regra geral não tem filhos porque se sentiu sempre jovem, tão possuidora do mundo e do futuro, que a menopausa a apanhou ou apanhará de surpresa. Pode alegar que o príncipe encantado nunca apareceu — porque não há muitos homens com disponibilidade prévia para o papel de corno — e, por isso, considera abrir uma conta no Tinder ou semelhante. Claro que vai tendo relações mais ou menos íntimas com pessoas que podem avançar a sua carreira ou que apresentem fluidez sexual suficiente para experimentalismo multidisciplinar que faça corar um padre. Aliás, tudo que a motiva é fazer corar o padre e a família tradicional, como adolescente cheia de acne que nunca cresceu. Renega a sua herança cultural e, ao abrigo de uma vaga noção de defesa dos desfavorecidos, enaltece tudo que seja selvajaria. Conhece alguns pedófilos, mas não os julga se pertencem ao clube certo (ou seja, todos os que não são padres). Considera a própria pedofilia como algo que tem conotação demasiado negativa e adora contar histórias chocantes ao seu círculo de amigos, amigos estes que só o são na expectativa de caírem nas boas graças desta trepadora. Caso encontre um imbecil a que possa chamar de Napoleão começa imediatamente a imaginar-se como uma Josefina dotada de dons profanos. Com 85% de probabilidade, vive em Lisboa e imiscui-se o mais possível na Corte. Tem gostos caros, adora fazer-se de vítima e consegue diagnosticar fobias ainda por catalogar a qualquer um que a contrarie. Tende a desvalorizar argumentações certeiras com risos de hiena. Actua em manada e sabe tornar pessoas inteligentes e ambiciosas em fieis aduladoras. Em alguns casos mais raros até é do sexo masculino e, em casos residuais, até é heterossexual.

Quer Conhecer o Carácter de Alguém?Dê-lhe poder!

20 Fevereiro, 2017

Digam lá o que disserem, o caso CGD está a ser espantosamente revelador. É uma autêntica injecção contra anos de falsas teorias de que a esquerda é moralmente, eticamente e politicamente superior à direita. Num espaço de apenas um ano, com elas todas no governo graças a esta aliança inédita de Costa com comunistas e radicais de esquerda, podemos testemunhar que esta governação opaca, onde não faltaram mentiras, maroscas, ilegalidades, inconstitucionalidades e abusos de poder, já ultrapassou a média anterior. E não vai ficar por aqui… Ler mais…

O pós-polvo

20 Fevereiro, 2017

Todos os dias vemos crescer, qual polvo, dentro do Estado, os tentáculos da ideologia. Na Educação, na Saúde, no Trabalho. Quando a geringonça se desfizer o polvo lá ficará trabalhando para ela.

O ataque às escolas com contrato de associação já o anunciara: não são os resultados escolares que importam ao Ministério da Educação, mas sim garantir o poder da corporação do senhor Nogueira e do PCP e fazer da sala de aula um espaço de ideologia à espera das causas inventadas e por inventar pelas agremiações que pululam em torno de BE e do PS.

Mas o fenómeno que estamos a viver é muito mais amplo que uma simples mudança curricular. E está longe de se restringir à Educação. Se repararmos, em nome de causas apresentadas como progressistas, todas as semanas vemos crescer, qual polvo, dentro do Estado, os tentáculos da ideologia: uma semana são os curricula que perdem conteúdos para dar lugar aos comportamentos; na outra as comissões para avaliar o racismo e o que é o racismo e porque não há queixas por racismo; na outra e na outra, que o assunto é muito sério e rentável, a reversão da legislação do trabalho, oficialmente sempre em nome dos trabalhadores e na prática um esquema em que estruturas cada vez menos representativas tratam de blindar o seu monopólio na contratação colectiva.

Lembram-se quando o Trump não era presidente e a Mariana Mortágua era livre para interrogar banqueiros?!”

19 Fevereiro, 2017

Libertem a Mariana Mortágua que tão bem sabia perguntar

19 Fevereiro, 2017