Saltar para o conteúdo

A máquina de ficcionar problemas

2 Setembro, 2020

Ricardo Lobo: O Ministro do Ambiente e da Acção Climática (MAAC) «visita a Casa dos Animais de Lisboa e marcha, qual general, para uma parada de cães enjaulados e de ladrar estridente. Em simultâneo, o presidente da Câmara de Lisboa anuncia, sem pudor, um investimento de 1,2 milhões de euros para uma ampliação destinada a alojar 60 cães. Em simultâneo, o presidente da Câmara de Lisboa anuncia, sem pudor, um investimento de 1,2 milhões de euros para uma ampliação destinada a alojar 60 cães.O MAAC aproveita a ocasião para indicar o nome da provedora, que no ICNF irá ser a responsável omnipotente pela elaboração e execução de toda a política relacionada com os animais de companhia, incluindo “naturalmente”, como refere o MAAC, as questões de saúde pública.Estava dado o mote para todas as autarquias de todo o país que agora ficarão sob a tutela do provedor: alojamentos pomposos para cães de ninguém – 20 mil euros/cão, canis cheios de animais não adotáveis e animais na rua a atacar pessoas ou outros animais, ou a encher pardieiros em espaço florestal.(…) A ficção e o absurdo, esses não terminariam sem uma visita a uma colónia de gatos errantes que usam máquinas de lavar em fim de vida como casotas. Do ponto de vista da reciclagem de eletrodomésticos, seria uma apenas uma medida fofinha acarinhada por um ministro do Ambiente, não fossem os gatos errantes responsáveis, em todo o mundo, pela extinção de uma série de espécies de fauna selvagem. Assim, é só ficção da terceira divisão regional.»

O “casal português” e “homem negro”

2 Setembro, 2020

A má fé da racialiazação da sociedade está estampada nestes títulos. Ambos constam na edição on line de hoje do CM. Porque escrevem “casal português” e não casal de brancos? E porque escrevem “home negro” e não cidadaão norte-americano? Porque a cartilha manda que se raciliaze tudo aquilo que se prende com os negros: estes deixaram de ser cidadão portugueses, norte-americanos, franceses para se tornarem afrodescendentes. E nos territórios afros mandam os activistas.
Note-se contudo que o CM ainda deu a notícia do “casal português” assassinado na África do Sul. Mas foi dos raros a fazê-lo. A imprensa de referência nem uma linha dedicou a Dinis Fernando e Maria Gorete Silva
Segundo o Forum Português da África do Sul 460 portugueses foram assassinados na África do Sul desde o fim do apartheid em 1994. As suas mortes nunca geram qualquer onda de solidariedade mesmo quando acompanhadas de acções macabras como aconteceu com a tortura e morte da família Viana em 2011.

No Country For Middle-Age Men

1 Setembro, 2020

Recentemente tive uma epifania. Só é possível sobreviver nesta era deixando tudo para viver como vagabundo de praia. Metaforicamente, e não só.

Encontro-vos de volta quando cá chegarem.

Somos todos Avante

1 Setembro, 2020

300 pessoas num casamento? Eles são Avante

Dezenas numa festa? Eles são Avante

Ajuntamente na praia? Eles são Avante

Avante somos todos.

É só querer!

Diante de cada multa é só fazer da cantiga uma arma e gritar: Eu sou Avante.

Somos todos Avante.

Viva a Festa do Avante

Todas as festas são Avante.

Façamos de Portugal uma imensa Atalaia e gritemos: aqui é Avante. Logo fazemos o que nos dá na real gana. As leis não se nos aplicam. IVA também não há. Facturas nem pensar. Nós somos Avante e se não somos queremos ser.

14 de Setembro de 2020

1 Setembro, 2020

Da fútil irresponsabilidade

31 Agosto, 2020

O senhor Bansksy achou por bem gastar algum do seu dinheiro num navio logo apresentado como humanitário. O navio em causa como tantos outros transporta migrantes do norte de África para o continente europeu. Ou mais propriamente recolhe-os dos botes de borracha onde os traficantes os largam. Em seguida os “humanitários” recolhem os migrantes desses botes e clamam pelo humanitarismo da Europa. Seguem-se uns dias de apelos e avisos até que os migrantes são desembarcados. Os migrantes do senhor Bansksy ficaram em Lampedusa. O  barco do senhor Bansksy lá seguia para o norte de África para fazer mais humanitarismo. Os murais do senhor Bansky valorizam mais um pouco. Os traficantes de pessoas enriquecem um pouco mais. O resto que se lixe:  faz-se um mural todo catita aos que morrem na travessia. Dos habitantes de Lampedusa basta dizer que votaram na extrema-direita.

Avante, camaradas!

30 Agosto, 2020

Chegou a hora da mudança! É preciso iniciar a revolução! É tempo de cortar amarras com o passado e debandar em horda para o glorioso triunfo universal de uma humanidade justa, digna, solidária e empenhada na transição do mundo para a sua plenitude.

É preciso desafiar a autoridade, resistir, agir de forma deliberada para mudar o mundo.

É preciso arriscar prisão por abraçar um idoso; é preciso brincar com crianças sem que tenham viseiras, capacete e trinta camadas de roupa antibacteriana; é preciso destruir as instituições burguesas de comodidade e arriscar sentar na areia de uma praia onde alguém se sentou antes. É preciso cometer loucuras como ir passear sem escafandro para um jardim público, para a rua, para lojas enfeitadas deliciando-nos com compras desnecessárias à subsistência asséptica e rejeitando a factura. É preciso que crianças quebrem todas as regras abraçando a tia e a avó. É preciso ir acampar e arriscar a carga policial por ingerir cerveja depois das 20h00 sem que isso leve à multiplicação, como os Gremlins. É preciso a violência de nos sentarmos num café cuja mesa é limpa com o mesmo pano que acabou de ser passado no vómito do cliente anterior. É preciso partir tudo através de saltos sincronizados em concertos rock, suar como um porco e sorrir quando o indivíduo do lado nos toca inadvertidamente pela falta de espaço. É preciso quebrar todas as tradições estabelecidas e enfiar umas farturas gordurosas pela goela abaixo aos gritos de “São João”.

A revolução está nas tuas mãos, camarada. Junta a tua à nossa voz. Avante!

Costa é má pessoa

29 Agosto, 2020

O Alberto Gonçalves, hoje no Observador:

O dr. Costa não tem nada que se aproveite, incluindo a capacidade de ver nos semelhantes (salvo seja) qualquer coisa diferente de instrumentos ou empecilhos dos propósitos dele. O dr. Costa não é só um mau governante: é obviamente má pessoa. E uma pessoa má que manda sem escrutínio num país é obviamente um governante terrível. E perigoso.

O texto completo aqui.

É raro discordar do Alberto e hoje não é excepção.

 

 

Ofereço-me para traduzir gratuitamemte

29 Agosto, 2020

a imprensa francesa. Afinal acredito que só por absoluta falta de meios estes factos não são noticiados em Portugal

Lyon : un jeune garçon tabassé pour avoir défendu des filles

Besançon : une musulmane de 17 ans tondue et frappée par sa famille pour être sortie avec un chrétien

Les minorités chinoises en France, cible d’une politique de surveillance ordonnée par Pékin

As palavras que se perdem

28 Agosto, 2020

Há uns anitos, a palavra “inconstitucional” fazia parte do léxico comum. Bastava o governo de Passos Coelho anunciar o corte de um cêntimo à função pública que os média, as suas tias e sobrinhos e a prole dos avençados – com infortúnio dos seus filhos os poderem tratar por putas sem incorrecção semântica – para o grito de “inconstitucionalidade” ecoar mais forte que Pompéia a ser coberta de lava acabadinha de brotar.

Agora, uma tonta pode anunciar que “está a ponderar” o uso de açaime em qualquer espaço público e não se passa nada. As modas vão e vêm, é o que é.

Chamem-lhe padre, chamem-lhe senhorio, chamem-lhe governo, chamem-lhe o que quiserem

27 Agosto, 2020

Isto de dividir o mundo entre boas pessoas, as que querem proteger o planeta e salvar o mundo do coronavírus, das pessoas más, as que querem que as deixem em paz, é muito conveniente. Transcendendo esquerda, direita, mais liberalismo ou mais autoritarismo, visa unificar o complexo alinhamento das pequenas gaiolas – o gay, o negro, a mulher, o unicórnio – numa única fonte de opressão: o lastro da civilização heteropatriarcal, colonialista e qualquer-outra-coisista que o sistema achar por bem usar.

As coisas vão andando cordatas, independentemente da bufaria e dos zelosos agentes que conseguem encontrar cinco miúdos a menos de 3 km uns dos outros numa praia. Pois não continuarão assim. Tudo se intensificará e o mundo ficará dividido ordeiramente entre negacionistas-colaboracionistas (escolher o que mais lhe agradar), onde encaixam os Trump, Ventura, Bolsonaro, Orbán e um monte de – e cito a inteligência nacional – parolos, e o verdadeiros humanos, os que jogam pelas regras impostas pelas sinistras organizações onde se passeiam figuras tão interessantes como a doutora doutora doutora Graça Freitas e o doutor doutor doutor doutor professor doutor Francisco George. Cobarde é o Costa, que usa figuras destas para testas-de-ferro daquela que é a sua função: decidir.

O Bill Gates, que nunca conseguiu livrar máquinas Windows de vírus, empenhado que está em inocular pessoas com a versão alfa 0.0.1 de uma hipotética vacina que, na melhor das hipóteses é um placebo, na pior é a concretização do sonho de equilíbrio das contas de um estado social falido através da morte de velhos por esquecimento, agrada à tralha milienial de doutores e doutores doutorados em pós-doutoramentos doutoráveis em doutorismo variado, que adoram ficar em casa a coçar os tomates enquanto sentem a auto-importância a crescer.

É. O panorama português não é muito animador – graças a Deus, até porque isso seria estragar a campanha vitoriosa para a desgraça dos últimos 200 anos – mas é precisamente por isso que o candidato do Chega, André Ventura, irá bombardear a direita várias vezes conotada como a mais estúpida de sempre (em algumas dessas vezes deve ter sido erradamente, a não ser que tenha conseguido o mérito de piorar sempre de forma sustentada) com o voto envergonhado que não aparece em sondagens.

Infelizmente, tal só serve o querido e magnânimo Partido Socialista, com o inimigo perfeito, solitário, contido, facilmente adquirível. O PS, o nosso salvador contra colaboracionistas-negacionistas, esse triunfará sempre nesta ilusão a que se chama democracia. Mas, como benesse colateral, servindo para reduzir a pó as múmias que por aí ainda vão circulando na tentativa de combater institucionalmente o impossível pela ausência de instituições, já valerá a pena.

E você? Já pediu autorização ao governo para jogar à bola hoje?

O Elefante Branco ainda não percebeu que deve é dedicar-se à política?

26 Agosto, 2020

O Elefante Branco, conhecido bar de Lisboa, interpôs hoje uma providência cautelar contra a decisão do Conselho de Ministros que determina que estes estabelecimentos só podem abrir como cafés ou pastelarias, disse o seu advogado.

Muito francamente os proprietários do Elefante Branco e já agora do Gallery Club,   Passerelle… estão mal aconselhados pelos seus advogados. Qual providência cautelar qual quê! O que eles têm de fazer é dedicar-se à política. Declaram as suas casas espaço de discussão política, colocam uns cartazes sobre a paz no mundo, o combate às alterações climáticas e o combate às injustiças e já têm a actividade devidamente autorizada e a DGS a dizer que não pode proibir.

Não duvido que vai ser um sucesso. Por exemplo, e isto é só uma sugestão no Elefante Branco podem fazer um seminário dedicado à influência do trotskismo nas esquedas pós-queda do Muro. Já no Gallery Club podem fazer sessões de canto livre e abordar a temática “Olavo Bilac- Xutos & Pontapés, do Chega ao Avante os palcos nos caminhos da resistência” e assim sucessivamente.  O país inteiro deve ser uma imensa Festa do Avante!

 

 

Não é uma excepção. É um padrão

25 Agosto, 2020

Rodrigo Saraiva : As irritações do novo “animal feroz”

Não via António Costa assim irritado desde as perguntas que lhe fez uma jornalista da SIC junto ao pavilhão Atlântico, em 2015.

Não. Desde que recusou a decisão da Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos para tornar público um relatório sobre obras públicas municipais, em 2013 quando era presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

Não. Desde 2011 quando o jornal Público, amparado pela lei, pediu para ter acesso a esse mesmo relatório.

Não. Desde que não gostou de algumas perguntas do jornalista Vítor Gonçalves numa entrevista na RTP, também em 2015.

Não. Desde que à entrada de uma reunião da Comissão Nacional do PS, em Novembro 2016, se irritou ao ser questionado por jornalistas sobre a potencial saída de Centeno do governo.

Não. Desde esse mesmo dia, quando questionado sobre se a não entrega de declarações de rendimentos de António Domingues terá sido uma condição deste para aceitar o lugar de presidente da Caixa Geral de Depósitos.

Não. Desde os incêndios de Pedrógão, em 2017, quando várias vozes lhe perguntaram porque não pedia desculpa aos portugueses.

Não. Desde que mandou terminar uma entrevista à Rádio Renascença no seu carro porque não gostou de uma pergunta, em Setembro de 2017.

Não. Desde aquele embate com Assunção Cristas no Parlamento. Qual deles? Perdi a conta. Foram vários.

Não. Desde a patética cena de Tancos, ao ser questionado se tinha conhecimento dos gravíssimos factos ali ocorridos.

(…)

Do jornalismo ao servilismo socialista

25 Agosto, 2020

Depois de ter praticamente ignorado as declarações do primeiro-ministro português sobre os médicos o Diário de Notícias deu finalmente destaque de capa às declrações ofensivas e inapropriadas da dignidade do cargo proferidas por um governante. Do Brasil, obviamente.Quanto ao sucedido em Portugal lá está tudo embrulhadinho para não se perceber nada. Porque não faz o DN uma capazinha em que Costa aparece no lugar de Bolsonaro e colocam lá as declarações do PM português sobre os médicos? Não ficava bem, pois não? Era populismo não era?

 

Do Expresso ao Amnésico

24 Agosto, 2020

Imagens tiradas daqui

Isabel dos Santos vai adorar este comunicado do Expresso

24 Agosto, 2020
  • uma gravação amadora de um ecrã de computador, que reproduz uma recolha de imagens de uma conversa off the record, privada, do primeiro-ministro com jornalistas do Expresso, foi divulgada nas redes sociais sem autorização e conhecimento deste jornal.
  • O Expresso repudia absolutamente esta divulgação, pela qual não tem responsabilidade.
  • Os sete segundos do vídeo ilegal descontextualizam quer a entrevista, quer a conversa que o primeiro-ministro teve com o Expresso.
  • O Expresso desencadeará, de imediato, os procedimentos internos e externos para apurar o que aconteceu e os responsáveis pelo sucedido
  • Sendo esta gravação amadora ilegal, o Expresso reserva-se o direito de desencadear também os imprescindíveis mecanismos jurídicos para processar os responsáveis pela sua difusão.
  • Tratando-se de uma conversa já fora do âmbito da entrevista, e apesar de a sua divulgação ter fugido ao controlo do jornal, a direção do Expresso lamenta profundamente o ocorrido e pede, consequentemente, as devidas desculpas ao primeiro-ministro pela quebra de confiança, ainda que involuntária.
  • Aos seus leitores o Expresso salienta que a divulgação de conversas reservadas não é nem nunca será a nossa forma de atuação

Há anos que o Expresso vive dependente de roubo de informação. Goste-se ou não é isso que que a wikileaks é. Pessoalmente acho muito perigoso para a credibilidade de um jornal colocar tanto esforço nesse tipo de investigação menosprezando outros tipos de trabalho em que na verdade está reduzido a uma correia de transmissão dos centros do poder. Igualmente grave o Expresso tem subestimado os riscos de manipulação por parte de quem lhe dá a informação. Mas a verdade é o que o Expresso apostou nessa forma de jornalismo. Eu pessoalmente não gosto e por isso cada vez o compro menos. Mas o que não entendo é como pode o Expresso ter legitimidade para vir condenar a “recolha de imagens de uma conversa off the record, privada” quando o  off the record  tem sido a sua aposta editorial.Por isso não duvido Isabel dos Santos vai adorar este comunicado do Expresso. Ou o que vale para o PS em Portugal não se aplica os resto do mundo?

A propósito do em off

24 Agosto, 2020
«DO TIRO PELA CULATRA / Sei bem, porque fui jornalista em importantes órgãos de comunicação social (como o Expresso), que as conversas em “off” dos políticos, ainda por cima a dizer mal de alguém, e que não abordaram na entrevista ou conversa, nunca eram desabafos de conversa de café. Eram sobretudo uma tentativa de condicionar, amestrar e/ou influenciar a opinião do jornalista. Aqueles segundos nunca eram um acaso, um despropósito…
Portanto, independentemente de se saber como vazou a conversa em “off” da gravação do Expresso, desta vez saiu a António Costa o tiro pela culatra.»
Basta  ver o video para perceber o que o Pedro Almeida Vieira quer dizer quando escreve “as conversas em “off” dos políticos, ainda por cima a dizer mal de alguém, e que não abordaram na entrevista ou conversa, nunca eram desabafos de conversa de café. Eram sobretudo uma tentativa de condicionar, amestrar e/ou influenciar a opinião do jornalista.”

Sempre há oposição

23 Agosto, 2020

A resposta de António Costa foi clara: não é competência da Ordem dos Médicos avaliar como se exterminam os velhos da nação. Idosos em lares pertencem ao estado. Aquilo já nem é bem gente, são só focos infecciosos quer de doenças, quer de despesa.

Público

A resposta de Rui Rio foi clara: compete ao governo decidir, como na União Soviética, onde, quando e como se realiza qualquer concerto. Antes era para não incutir ideias de rebelião e liberdade nas mentes frágeis dos jovens, hoje é por causa de uma doença que não está a matar velhos suficientes para ser a solução final para o problema de António Costa.

Twitter pessoal

Quem disse que o PSD não faz oposição?

Gentes de antanho

21 Agosto, 2020

Quem não recorda a dra Rosário Gama ali nos anos de 2012 a 2015? A senhora escrevia, a senhora falava, a senhora anunciava todos os dias que o o governo pretendia “exterminar” os idosos “pertencentes à classe média, aquela que V. Exªs querem exterminar”.

Agora a dra Rosário Gama vive na paz dos anjos com o governo, esqueceu-se dos extermínios e avisa Cabe aos cidadãos portugueses e às instituições criar condições para que todos, mais velhos ou mais jovens, tenham os mesmos direitos e uma vida decente. Sei que os mais velhos são parte da solução e não o problema.

São as pessoas como o padre Lino Maia e a dra Rosário gama que nos fazem acreditar no poder do socialismo enquanto fé

Esta época não científica

21 Agosto, 2020

Na Coluna semanal da Oficina da Liberdade no Observador, Carlos M. Fernandes a não perder:

A ciência é o artefacto sistematizado da curiosidade humana. Como tal, está em permanente dialéctica com a ignorância, alimentando-se da dúvida, da incerteza, do risco, e, sobretudo, da liberdade de pensamento. Conceitos como consenso, autoridade e verdade, são-lhe estranhos. O conhecimento científico, «qual pluma al vento», é volúvel e entre as suas funções não se encontra a formulação de juízos metafísicos.

E quando a ciência, a razão e o conhecimento se ausentam, o obscurantismo e o poder discricionário sentir-se-ão tentados a ocupar o lugar vago.

O texto completo aqui.

 

 

“Um feito que eu poderei considerar heroico!” – diz o delegado de Saúde em Reguengos. Qual feito heroico?

21 Agosto, 2020

O Delegado de Saúde em Reguengos, Augusto Santana de Brito, o mesmissimo que não visitou o lar de Reguengos porque diz que orientações da DGS não o obrigavam a ir ao lar de idosos porque está em “grupo de risco” para covid-19 não só por causa da idade, mas também porque é fumador e não tem experiência no uso dos equipamentos de protecção individual, exactamente esse mesmo define como “Um feito que eu poderei considerar heroico!” o terem-se feitos testes aos utentes e trabalhadores do lar de Reguengos.  Não sei se o senhor considera heroico alguém ter tido coragem de ir ao lar fazer os testes ou qualquer outra coisa. Para já o único heroismo que aqui se avista é o dos portugueses que sobrevivem a uma administração destas.

Caso não tivesse acontecido a investigação da Ordem dos Médicos ainda toda esta plêiade de delegados acabavam medalhados pelo heroismo e pela abnegação no cumprimento dos procedimentos

Um país de autoridades, delegados e administradores que nunca têm de fazer nada a não ser receberem o ordenado

20 Agosto, 2020

A fotografia de um filme de terror

Filomena Araújo delegada regional de Saúde do Alentejo: “Não correu mal. Monsaraz seguiu todos os procedimentos”.Filomena Araújo diz que todas as normas foram seguidas no caso de Reguengos de Monsaraz. e que não conhece o  relatório da Ordem dos Médicos porque não o recebeu.

Augusto Santana de Brito, Delegado de saúde em Reguengos Não visitou o lar porque diz que orientações da DGS não o obrigavam a ir a lar de idosos. Médico, com 70 anos, diz que está em “grupo de risco” para covid-19 não só por causa da idade, mas também porque é fumador e não tem experiência no uso dos equipamentos de protecção individual.

José Robalo, Presidente da Administração Regional de Saúde, intimidou médicos com um processo disciplinar depois de estes terem avisado várias vezes para o facto de não haver condições para prestar cuidados aos 84 utentes do lar de Reguengos de Monsaraz onde morreram 18 pessoas. José Robalo confirma ao Expresso que levantou “a possibilidade de um processo disciplinar”, dizendo que os médicos se recusaram a trabalhar.

A delegada de Saúde do Alentejo ainda se mantém em funções?

20 Agosto, 2020

“Não correu mal. Monsaraz seguiu todos os procedimentos”. – Filomena Araújo, delegada de Saúde do Alentejo. Por favor ouçam a entrevista. Não é possível que esta senhora continue em funções.   Ouvindo-a fica-se aterrorizado. Um discurso mais ou menos entaramelado, uma absoluta incapcidade de explicar em concreto o que se está a fazer além do cumprimento da burocracia, uma repetição de banalidades…  Esta mulher é um exemplo daquilo a que chegou a administração pública em Portugal: eles nunca têm responsabilidades de nada desde que se cumpra a burocracia.

Ouvindo a delegada de Saúde do Alentejo percebe-se que de facto Monsaraz podia ter corrido muito mas mesmo muito pior.

Estamos todos salvos!

20 Agosto, 2020

Vem aí a vacina! Melhor: vêm aí 7 milhões de vacinas testadas em ratos, cobaias e talvez na filha do Putin, se considerarmos que 1) odeia a filha ou 2) uma pequena injecção de soro fisiológico pode fazer maravilhas.

Nunca na história fora de maus filmes houve tantos idiotas ansiosos por experimentar uma inoculação de agentes desconhecidos para tentar evitar uma doença que pode atingir 0,2% da população mundial. Ainda dizem mal da heroína, não sei bem porquê.

O meu receio com os voluntários que vão enfrascar com sabe-se lá o quê para combater sabem lá eles o quê é que com isso as cidades percam a beleza fascinante da burqa facial e acabem com as limitações higiénicas que tanto jeito têm dado para exterminar velhos por abandono e falta da assistência. Quer então dizer que as escolas vão abrir? Que as pessoas vão voltar a uma vida normal em que já nem fingem preocupar-se com o outro? Já podemos ir ao restaurante e ter a certeza que os talheres não foram usados pelas gentes de Mora?

Se há uma vacina, precisamos de confiança. Queremos ver o senhor presidente, a senhora Freitas da DGS, os membros do governo e todos os líderes parlamentares a tomarem a injecção, numa bela cerimónia como aquela da libertação do Paulo Pedroso ou ainda mais espectacular (é difícil), com direito a transmissão televisiva. Se transmitiram a primeira alunagem há mais de 50 anos não vejo motivo para que um momento tão digno não fique nos anais da história mediática.

Familygate na DGS

20 Agosto, 2020

Sob proposta da DGS foi criada no início de Abril a “Comissão de Acompanhamento da Resposta Nacional em Medicina Intensiva para a COVID-19”. Segundo a revista Sábado de hoje o Presidente desta nova Comissão é marido da sub-directora geral da DGS.

DGS-sabado

A peça jornalística é curta, mas aparentemente não estará em causa a legalidade e cumprimento dos regulamentos existentes. De todo o modo uma dúvida me suscita: atendendo à transparência e escrutínio que certamente todos nós desejamos que exista sobre entidades com responsabilidades como as da DGS, a Ministra da Saúde não entende que para uma resposta eficaz e credível ao surto epidémico seria politicamente mais prudente nomear para o cargo um especialista sem relações familiares directas com dirigentes de topo da DGS?

Por outro lado, o Decreto-Lei 14/2014 obriga os consultores da DGS a entrega de declaração de registo de interesses para aferir da ausência de eventuais incompatibilidades. A DGS está por este decreto obrigada à sua publicação no respectivo website e deverá actualizar anualmente estas declarações sob pena de o seu incumprimento determinar expressamente a imediata cessação de funções, conforme diz o DL. Todavia, aqui há imensas declarações com mais de 6 anos. O Ministério da Saúde está em condições de garantir que todos os consultores da DGS têm submetidas declarações actualizadas de registo de interesses? A DGS poderá actualizar a listagem online em benefício da transparência e escrutínio que certamente é do interesse público?

Entretanto, julgo também que não haverá nenhuma incompatibilidade quanto ao exercício da sua actividade profissional nem quebra de qualquer regulamento ou regra deontológica, mas teria interesse em que a Ordem dos Médicos comentasse se o facto de no seu “Gabinete de Crise para a Covid-19” dois dos respectivos elementos mais destacados, além de colegas, terem sido sócios desde 2011 até Julho/2019 numa empresa cujo objecto social incluía a “formação e investigação na área científica, designadamente médica” contribui para o sentimento de independência e liberdade individual nos conselhos e opiniões dos membros deste Gabinete (algo que a população com certeza valorizará), assim como se concorre para a confiança que o público em geral e os doentes em particular devem ter nesta classe profissional e para o reconhecimento que os médicos tanto merecem pelos inestimáveis e diferenciados serviços que prestam à comunidade.

Jornalismo: a lavandaria dos atentados islâmicos

19 Agosto, 2020

SIC: Acidente em cadeia na Alemanha com alegadas motivações religiosas faz 3 feridos graves e 3 ligeiros SERÁ BUDISTA?

TVI24 Pelo menos seis feridos, três graves, após acidentes em autoestrada na Alemanha. Suspeito já foi detido Suspeito ameaçou fazer-se explodir. Polícia já abriu uma investigação ao caso SERÁ PIROTECNICO?

RTP Homem provoca vários acidentes em autoestrada de Berlim SERÁ ALCOÓLICO?

Da Praça do Comércio a Reguengos de Monsaraz…

19 Agosto, 2020

… nunca há responsabilidade política.

Esclarecendo o esclarecimento com novo esclarecimento

19 Agosto, 2020

O meu post anterior gerou alguma controvérsia entre comentadores. Nele defendo um movimento organizado anti-máscara e anti-restrições civis que coloque no banco de um tribunal todos os políticos que, ao abrigo de regimes de excepção injustificado, trataram a situação do vírus como se de uma guerra se tratasse. Uma guerra aos idosos, uma guerra aos mais frágeis da sociedade, uma guerra aos empregos precários, uma guerra aos trabalhadores de baixos salários, uma guerra aos doentes crónicos, uma guerra aos alunos e estudantes, uma guerra entre serviços públicos a receberem a 100% para coçarem os tomates enquanto trabalhadores do privado recebem a 2/3 se bafejados pela sorte de não terem perdido o emprego.

Isto nem sequer é sobre a crise económica daqui decorrente. Isto é sobre a destruição do precário equilíbrio social do qual não há salvação possível por muitos anos. Isto não é sobre a máscara como símbolo de controlo, isto é sobre a máscara como protocolo de cientismo tecnocrático que torna qualquer ser humano em formiga com predestinação de ameaça ao seu semelhante. Muito menos é sobre o André Dias – que não conheço, ouvi uma vez e não mais repeti por me parecer cheio de certezas também cientóides, um contra-peso da mesma trauliteirada da dicotomia esquerda/direita, progressismo/conservadorismo, socialismo/liberalismo.

A única divisão real é entre uma sociedade livre e uma sociedade tecnocrática controlada por sinistros agentes do auto-proclamado Bem, como a DGS, o governo, a OMS, a Google ou a Microsoft. Escolham a vossa trincheira. Como sempre, estarei na menos concorrida.

«Uma série de portas fechadas, algumas à chave, pessoas a bater, suplicando que as deixassem sair. Um horror».

18 Agosto, 2020

«Preferían muchas veces que los mayores, mientras no hubiese resultados fiables de laspruebas, quedasen encerrados en sus habitaciones, en lugar de reagruparlos en zonas, por miedo a perder el control y que todo el edificio se viese así contaminado. El resultado era espantoso: una sucesión de puertas cerradas, en ocasiones con llave, y personas golpeando y suplicando por salir. Un horror» – chefe de Bombeiros que dirigiu trabalhos de desinfecção em lares em Espanha. 

Tendo em conta as sondagens Marcelo nadador-salvador dará lugar a Marcelo bombeiro, Marcelo cuidador informal… até chegarmos a Marcelo Pai Natal.

18 Agosto, 2020

Presidenciais: Marcelo perde três pontos e André Ventura volta aos 10%, aponta sondagem

Se as sondagens persistirem em não tranquilizar o actual PR, ainda chegaremos a Marcelo protagonista de presépio vivo, quiçá como Menino Jesus

lições da direita

18 Agosto, 2020
by

Da nova que é antiga e da antiga que era nova. No Observador.

Deus será socialista?

17 Agosto, 2020

2020. «O presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade Social, padre Lino Maia, manifestou “preocupação” para comentar a pressão que a Ordem dos Médicos tem colocado na ministra do Trabalho, da Solidariedade e Segurança Social sobre o surto de Covid-19 no lar de Reguengos de Monsaraz. »

 

2013: «O presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), padre Lino Maia, considerou esta quinta-feira urgente acabar «com a peste» da austeridade, advertindo que há muitas instituições sociais a «colapsar» face ao aumento de casos de pobreza. Lino Maia foi um dos oradores das Jornadas Parlamentares do PS em Oeiras, que terminam na sexta-feira em Sintra. Num discurso forte e muito aplaudido pelos deputados socialistas, o padre Lino Maia apresentou um panorama sombrio sobre a atual situação social portuguesa.»

Guerra

17 Agosto, 2020

Quando isto acabar, o que acontecerá inicialmente com a perda de confiança em médicos e cientistas e posteriormente com a total obliteração da credibilidade de políticos (da rua da amargura de onde está para o sentimento geral de que são o nível mais baixo da carreira dos palhaços), serão precisos muitos anos até que instituições recuperem alguma credibilidade que lhes permita alguma recuperação dos escombros.

Precisamos de um movimento internacional, sério e respeitável, declaradamente anti-confinamento que esteja disposto a perseguir criminalmente todos os decisores políticos pelos crimes cometidos pelo uso de força coerciva sobre os cidadãos, ao retirarem-lhes os direitos civis de livre circulação, de ajuntamento, de livre associação e de livre uso de aparatos faciais, em cada um dos respectivos países.

Queriam guerra ao vírus? Vão ter guerra. Não será é ao vírus.

Pede-se encarecidamente

17 Agosto, 2020

Ao PÚBLICO que complete esta reportagem exclusiva: Centro comunitário atacado horas depois do primeiro email da Nova Ordem de Avis Elementos do Disgraça, conotado pela extrema-direita com movimento antifascista, contam que foram alvo de um ataque relâmpago por três homens de cabeça rapada, tatuados, de roupas escuras e com máscaras. Ao PÚBLICO, disseram que parece ter sido um ataque “calculado”.  Por exemplo, ficou por perceber como três extremistas de direita empunhado garrafas de cerveja levaram dez activistas antifascistas a enfiar-se num pátio interior. Ou mais bizarro ainda porque não foi feita queixa na polícia?

Ao EXPRESSO que emoldure a reportagem “Não foram 10 pessoas que foram ameaçadas, foram 10 milhões.” Manifestação antifascista juntou jovens que não querem “perder Abril” .  Em seguida colocam-na em local visível. Tenho fé que após serem confrontados diariamente com aquele peça de propaganda alguns comecem a pensar que talvez tenha chegado a hora de  fazer jornalismo.

Obrigada.

 

 

Os sobreviventes

16 Agosto, 2020

Estima-se que a população residente em Portugal fosse, a 31/12/2019, de 10.295.909 pessoas. Destes, 10.294.145 sobreviveram ao Covid. Os que sobreviveram ao abandono, desidratação, enfartes ou outras patologias mais ou menos graves enquanto a Graça Freitas ressuscita ao vivo a memória de marionetas do Contra-Informação, não sabemos. Destes também não sabemos quantos vão ter emprego, quantos terão aulas, quantos entraram ou entrarão em desespero. Uma coisa é certa: duas residentes foram salvas do afogamento garantido pelo Senhor Presidente da República.

Vamos mas é falar do racismo.

Os mansos esquerdistas

16 Agosto, 2020

A FUA – Frente Unitária Anti-fascista é uma spin-off do MAS – Movimento Alternativa Socialista que por sua vez resulta da autonomização de trotskistas da Frente de Esquerda Revolucionária do Bloco de Esquerda.

VascoSantos-MASEstes pândegos têm vindo a organizar diversas manifestações contra o que acham ser a ameaça do fascismo em Portugal e mesmo do nazismo. Os castiços dizem-se anti-sistema, mas lutam por arranjar um lugar no Parlamento, tendo concorrido a diversas eleições. Para entretenimento preferia assistir às estoicas campanhas de Carmelinda Pereira, mas a FUA é aparentemente coisa de homens e enquanto espectador não reclamo que apresentem líderes e candidatos como Gil Garcia, Vasco Santos ou Jonathan Costa…

Todavia, para que fique claro ao que vêm, transcrevo da página oficial da FUA a seguinte passagem:

A FUA rejeita a defesa acrítica da “liberdade de expressão” dado que, no quadro atual, esta viabiliza e legitima qualquer tipo de discurso de ódio ou fascista. Uma efetiva liberdade de expressão não é possível numa sociedade de classes e num sistema económico e político que tenha por base a exploração e opressão.

Mas voltando às manifestações, as palavras de ordem são velhas e gastas de há muito, mas os marketeiros de serviço tentam dar um ar de modernidade ao discurso, conforme exemplos abaixo:

FUA-cartaz

De todo o modo, nada melhor do que um video para se perceber o que consideram ser uma das responsabilidades da esquerda:

 

Um outro video para que a idiossincrasia dos seus seus apoiantes e parceiros seja clara:

 

E ainda um outro video para conhecermos o modus vivendi dos protagonistas da FUA/MAS/FER/BE:

 

Feitas as apresentações, siga a luta!

 

 

Portugal não é racista: brancos ou pretos, os velhos podem todos morrer de abandono por igual

16 Agosto, 2020

Os velhos exigem tempo e responsabilização a sociedades cujos adultos adolescentizaram e que por isso ao mesmo tempo que se mobilizam emotivamente em torno do sofrimento causado a desconhecidos — George Floyd, por exemplo — são incapazes de assumir um encargo real e continuado com um pai ou com uma avó. Temos de ser capazes de enfrentar o óbvio: é preciso que as famílias se tenham demitido muitíssimo para os lares conseguirem funcionar tão mal por tanto tempo, em países tão diferentes e sem que isso cause um estado de indignação geral. Ou uma reflexão mais alargada. Na Bélgica morreram até agora 9924 pessoas por Covid. Cinco mil destas pessoas  viviam em lares. Por outras palavras metade dos mortos por Covid na Bélgica eram velhos institucionalizados. Em França esta percentagem será de um terço. m Espanha terão sido 16 mil os residentes em lares que não resistiram ao Covid ou mais exactamente ao mau funcionamento dos lares que o Covid veio acentuar. Alguém sabe o nome sequer do lar de Madrid onde se estima terem morrido 100 pacientes em circunstâncias agónicas? 

Desculpem lá riquezas, já cá andamos todos há algum tempo

14 Agosto, 2020

O PÚBLICO  a fazer a agenda do activismo:  “Discurso racista do Chega criou condições políticas” para ataques de extrema-direita. Analistas ouvidos pelo PÚBLICO referem que se passou uma linha vermelha com ataques desta última semana. Mas situam-nos no contexto do aparecimento e “legitimação” do discurso “racista e xenófobo” de André Ventura na Assembleia da República. Silêncio institucional é criticado.

A técnica é conhecida: responsabiliza-se um sector político por algo feito ou alegadamente feito por um pequeno grupo desse sector.  A saber: os ataques da extrema-direita acontecem por causa do CHEGA. Daí a pedir-se a penalização do CHEGA é um segundo.

Mas para lá dessa velha técnica há aqui uma outra questão que interessa a todos independentemente do partido a que pertencem:  até quando posso escrever sem ser acusada de racismo que considero nefastas, demagógicas e populistas as intervenções do SOS Racismo?

O executivo está a referir-se ao acontecido no lar de Reguengos, não é?

13 Agosto, 2020

Executivo nota “nível elevadíssimo de ameaça” racista e de ódio em Portugal Como dizem os subscritores desta carta “O silêncio é cúmplice.” Vamos falar de cumplicidades?

A candidatura do Blasfémias à vice-presidência dos EUA

13 Agosto, 2020

Lamentamos interromper o estado de exaltação mística da imprensa portuguesa com a senhora Kamala Harris. Se o curriculum é ser afro-americana nós aqu no BLasfémias mandamos já fotos para as candidaturas do Biden e do Trump a oferecer os nossos préstimos. Há um outro mais branquelas mas nada que não se resolva para fazer de nós as pessoas certas na hora certa, como afiança o PÚBLICO. Quanto ao nosso ADN, anos e anos a sermos enxovalhados e insultados neste blogue certificam-nos um ADN pronto para ser analisado pelo JN.