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Vamos fazer conta que este senhor se chama Trump e depois falamos sobre como é possível ele manter-se em funções

16 Dezembro, 2018

 

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Como é bela a vida num país sem populismo

16 Dezembro, 2018

Sexta-feira, 14. Um eléctrico da Carris descarrilou, causando 28 feridos ligeiros. O facto em qualquer outro lugar do mundo seria da competência dos técnicos de transportes e da responsabilidade da empresa ou instituição que gere esses transportes. Em Portugal não. O que disse o presidente da CML que desde há dois anos tem a tutela da Carris? Nada, O que explicou o vereador Miguel Feliciano Gaspar que tem os pelouros da Mobilidade e Segurança? Nada. O que disse a Carris? Que vai fazer um inquérito. O Presidente da República esse falou que se fartou.

Quinta-feira, 13. Foi dia de urbanitas: o PAN apresentou o seu cabeça de lista às próximas eleições europeias. O senhor como cv apresenta a adopção de uma “coelha selvagem” e “dois gatos (casal)”

Quarta-feira, 12Mais um dia na vida os utentes estão transformados em escudos humanos nas guerras sindicais: agora foi um ferido a andar entre Setúbal, São José, ser recusado pro Santa Maria e acabar em Gaia

Terça-feira, 11. O tiroteio voltou a eclodir e a matar.

Avante, camarada!

15 Dezembro, 2018

O PÚBLICO anuncia em estado místico: “É desta: Reino Unido livra-se de anúncios publicitários sexistas. A entidade reguladora da publicidade britânica quer combater a forma sexista como as mulheres e os homens são representados nos anúncios. Depois de vários avanços e recuos nos últimos anos, a medida entra em vigor em Junho de 2019. O marido que não sabe trocar fraldas e que não ajuda na lida da casa, enquanto a mulher lava, arruma, cozinha e ainda trata dos filhos. A jovem que não consegue mudar um pneu de um carro, o rapaz que não sabe cozinhar. São estes alguns dos tipos de cenários que vão deixar de existir no universo publicitário do Reino Unido.”

E o PÚBLICO lança aleluias:  «O público poderá também denunciar campanhas ao regulador se sentirem que não estão dentro dos novos padrões que vão ser aplicados. (…) Campanhas publicitárias que sugiram que uma determinada actividade é específica apenas para rapazes e não para raparigas (ou o oposto) ou que julguem um determinado tipo de corpo também não vão ser permitidas.»

Como se pode observar o melhor é adoptarmos desde já a propagamnda maoista que passa com distinção nestes novos critérios

Quando os cristãos forem minoria

15 Dezembro, 2018

Os cidadãos europeus ainda não acordaram para a realidade. Anestesiados pelos discursos globalistas (globalismo não é o mesmo que globalização)  das boas intenções multiculturalistas dos governantes e líderes da UE, acreditam que é evolução social quando se defende nações sem fronteiras por onde passam livremente grandes massas de indivíduos, em idade jovem,  sem documentos e sob o falso estatuto de refugiados. Acreditam porque a lavagem cerebral dos médias é tão agressiva que deixam de pensar por eles próprios. É uma espécie de coma induzido à sociedade civil que se não for combatida poderá ser tarde para a nossa civilização ocidental.

Comecemos por nos questionar porque razão condenamos todo o tipo de crítica (factual) ao islão se é mais do que sabido que se trata de uma ideologia que defende  abertamente e sem tabus, a pedofilia, crimes de honra, a bigamia, oprime as mulheres, persegue homossexuais e todas as outras religiões, rotulando esses corajosos de “islamofóbicos”, enquanto ignoramos por completo o massacre e perseguições do islão aos cristãos e judeus. Porque não designamos os muçulmanos radicais de “cristianofóbicos” por exemplo em vez de os proteger?

Outra questão pertinente: se 77% da população muçulmana são moderados mas receptivos à aplicação da Sharia, como se vê por toda a Europa, onde já existe partidos políticos muçulmanos, na Bélgica e Holanda, que a querem implementar, isto significa que só 23% são indivíduos capazes de se integrar realmente na sociedade ocidental, logo uma minoria. Mesmo dentro desta, há quem defenda o Hamas (veja aqui esta estudante nos EUA). O que vai acontecer à sociedade ocidental quando a população muçulmana passar a maioria? Pensou nisso?

Mais: se o islão é uma religião de paz como se explica que nos países 100% islâmicos se verifica um atraso civilizacional gigantesco, constantemente em conflitos, banhados de sangue, quando comparado com todos os países fortemente desenvolvidos e pacíficos onde predominam outras religiões? Alguém se lembra do que aconteceu ao Líbano maioritariamente cristão depois de invadido pelos islâmicos? Vão ver ao Google , descubram as preciosas diferenças e vejam se aquilo se parece com o paraíso.

Por muito que custe assimilar há culturas que se não forem travadas e mantidas em minoria, matam a pouco e pouco a cultura dominante. Quando a população muçulmana se mantém abaixo dos 2% esta é vista pelo país receptor como uma uma minoria amante da paz sem oferecer qualquer ameaça para os outros cidadãos. Quando a população é acima de 2% a 5% começa a tentativa de conversão ao islão junto das minorias revoltadas e descontentes.  Com mais de 5% de população muçulmana, começam a impor alimentos “limpos ”  de acordo com os preceitos islâmicos fazendo pressões sobre supermercados, escolas bem como a  eliminação de símbolos e tradições cristãs. Aqui tentarão legalizar  a sharia para aplicar nos seus guetos.  Ao chegar aos 10% da população, aumenta a anarquia e queixas sobre condições de vida vitimizando-se,  exigindo mudanças na lei e costumes para poderem viver no ocidente de acordo com o islão. Aqui começa o apelo à tolerância dos europeus  ironicamente sobre os intolerantes que não aceitam a civilização ocidental e a tentam islamizar no país que os acolheram.

De acordo com um estudo do instituto americano de pesquisa Pew Research Center, “a população muçulmana em alguns países europeus e no continente em geral pode triplicar até 2050”. Diz ainda o mesmo estudo que “sob a hipótese irreal de que toda a migração à Europa cessasse hoje, chamada pelos pesquisadores de projecção “zero”, a percentagem de muçulmanos na Europa quase dobraria – de 4,9% em 2016 para 7,4% em 2050. Na Alemanha, alcançaria em 2050 quase a marca dos 9%, o que corresponde à percentagem actual na França. Mesmo que todos os actuais 28 Estados-membros da União Europeia (EU) mais Noruega e Suíça fechassem completamente suas fronteiras aos migrantes, a população muçulmana continuará crescendo devido a diferenças na estrutura etárias e na taxa de fertilidade entre muçulmanos e não muçulmanos”. Quer isto dizer que  mesmo parando a migração agora, a população duplicará.

Ora, para que serve então os dois pactos assinados esta semana para uma migração regular e ordenada nos países da ONU que prevê a entrada massiva e sem constrangimentos de 159 milhões só na UE? Repor a natalidade não é de certeza porque essa já está mais do que garantida com os actuais migrantes. Facto. Eles estão a mentir-nos.

França sofreu novo atentado (mais um para a colecção) em Estrasburgo, num mercado de Natal (que coincidência) mesmo ao  do PE, protagonizado pelos intolerantes do costume.  Mortos, feridos graves, pânico, desespero e revolta, de novo na ordem do dia. Dizem que temos de nos habituar. Que é a vida. Como se nós, que já andamos cá há mais de meio século, não soubéssemos que este tipo de acontecimentos só eram notícia no médio oriente mas hoje fazem parte do nosso dia a dia. Entretanto, as elites que assinaram pela UE o Pactos suicidas para as migrações em Nova Iorque e Marrocos, fazem um minuto de silêncio hipócrita  pelas vítimas – que deveriam ter sido  eles mesmos – mas estão aí ilesos para continuar a “matar” o mundo ocidental.

O intolerante já foi abatido. Dizem que estava sinalizado  e era autor de 27 crimes. Por isso andava aí livre à espera de aplicar a Sura 2.106  que revoga e  torna obsoleto os versos pacíficos  do Corão apos a morte do profeta Maome.

Dizem-nos que estes são uma minoria irrelevante sem perceberem que ao dizer isto estão também a diminuir a importância da “minoria” inocente que perde assim a vida por via de uma tolerância criminosa que tudo faz para não ofender a religião protegida.

Se já é assim agora que somos maioria, como será quando formos minoria?

 

Qu’est-ce qu’un chef ?

15 Dezembro, 2018

Em 2017,  Macron humilhou o então chefe do Estado-maior das Forças Armadas, o  general Pierre de Villiers. Este, num acto que não se via em França há décadas, demitiu-se. Meses depois publica Servir  O livro vende 140 mil exemplares. Agora em Dezembro de 2018, Pierre de Villiers volta às livrarias com  Qu’est-ce qu’un chef ?  Pouco livros teriam um título mais simbólico neste momento em França do que este Qu’est-ce qu’un chef ?

Há duas coisas que Macron se lembra certamente a esta hora: o aviso que Villiers lhe fez nesse Julho de 2017: “Méfiez-vous de la confiance aveugle ; qu’on vous l’accorde ou que vous l’accordiez. Elle est marquée du sceau de la facilité” Um ano depois o aviso de Villiers tornou-se realidade.

A outra coisa que Macron não esqueceu é que no momento em que Viliers se preparava para abandonar aconteceu isto: centenas de muilitares e funcionários civis das Forças Armadas despediram-se assim do até então hefe do Estado-maior das Forças Armadas

Como se vão despedir dele, Macron?

greve d(a)o fisco

14 Dezembro, 2018
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Os trabalhadores das finanças vão entrar em greve no final do ano. E quando se decidirão a entrar em greve ao fisco os trabalhadores que o sustentam? Já não era sem tempo.

Residências para estudantes

14 Dezembro, 2018

Três fotógrafos brasileiros “olham” Portugal de Norte a Sul

Quando há actualmente centenas de milhões de euros de investimentos privados em curso e/ou planeados para abrir residências para estudantes em todo o país, só posso compreender esta notícia à luz de propaganda política e compra de votos.

O estado vai agora dedicar-se também ao sector da promoção imobiliária e da gestão de acomodações para estudantes?

Por que razão o dinheiro dos contribuintes é canalizado para um universo muito limitado de beneficiários? Já agora, as residências serão só para portugueses?

Porquê prioridade a este investimento? A ala pediátrica do Hospital de São João já está renovada, é isso?

O contribuinte fica exposto ao risco do negócio? Porque não vende o estado o património imobiliário de que é detentor ou, quando muito, o cede gratuitamente a promotores e operadores privados?

Não existe nenhuma “falha de mercado” neste segmento da economia. Os investidores e os operadores privados, nacionais e estrangeiros, com toda a certeza gostariam de já ter mais unidades em operação do que as existentes à data de hoje. Assim não acontece muito por causa das burocracias e tempos de respostas de uma miríade de entidades que têm de ser consultados e das quais é obrigatório obter pareceres favoráveis.

A entrada do estado neste negócio vai afastar ainda mais os privados com planos de investimento e fará concorrência desleal a quem já está instalado.

O estado só tinha de sair da frente, mas a lógica política é a de estender os seus tentáculos a tudo o que mexe, à custa do dinheiro dos contribuintes e em prejuízo dos utentes.