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Quando os cristãos forem minoria

15 Dezembro, 2018

Os cidadãos europeus ainda não acordaram para a realidade. Anestesiados pelos discursos globalistas (globalismo não é o mesmo que globalização)  das boas intenções multiculturalistas dos governantes e líderes da UE, acreditam que é evolução social quando se defende nações sem fronteiras por onde passam livremente grandes massas de indivíduos, em idade jovem,  sem documentos e sob o falso estatuto de refugiados. Acreditam porque a lavagem cerebral dos médias é tão agressiva que deixam de pensar por eles próprios. É uma espécie de coma induzido à sociedade civil que se não for combatida poderá ser tarde para a nossa civilização ocidental.

Comecemos por nos questionar porque razão condenamos todo o tipo de crítica (factual) ao islão se é mais do que sabido que se trata de uma ideologia que defende  abertamente e sem tabus, a pedofilia, crimes de honra, a bigamia, oprime as mulheres, persegue homossexuais e todas as outras religiões, rotulando esses corajosos de “islamofóbicos”, enquanto ignoramos por completo o massacre e perseguições do islão aos cristãos e judeus. Porque não designamos os muçulmanos radicais de “cristianofóbicos” por exemplo em vez de os proteger?

Outra questão pertinente: se 77% da população muçulmana são moderados mas receptivos à aplicação da Sharia, como se vê por toda a Europa, onde já existe partidos políticos muçulmanos, na Bélgica e Holanda, que a querem implementar, isto significa que só 23% são indivíduos capazes de se integrar realmente na sociedade ocidental, logo uma minoria. Mesmo dentro desta, há quem defenda o Hamas (veja aqui esta estudante nos EUA). O que vai acontecer à sociedade ocidental quando a população muçulmana passar a maioria? Pensou nisso?

Mais: se o islão é uma religião de paz como se explica que nos países 100% islâmicos se verifica um atraso civilizacional gigantesco, constantemente em conflitos, banhados de sangue, quando comparado com todos os países fortemente desenvolvidos e pacíficos onde predominam outras religiões? Alguém se lembra do que aconteceu ao Líbano maioritariamente cristão depois de invadido pelos islâmicos? Vão ver ao Google , descubram as preciosas diferenças e vejam se aquilo se parece com o paraíso.

Por muito que custe assimilar há culturas que se não forem travadas e mantidas em minoria, matam a pouco e pouco a cultura dominante. Quando a população muçulmana se mantém abaixo dos 2% esta é vista pelo país receptor como uma uma minoria amante da paz sem oferecer qualquer ameaça para os outros cidadãos. Quando a população é acima de 2% a 5% começa a tentativa de conversão ao islão junto das minorias revoltadas e descontentes.  Com mais de 5% de população muçulmana, começam a impor alimentos “limpos ”  de acordo com os preceitos islâmicos fazendo pressões sobre supermercados, escolas bem como a  eliminação de símbolos e tradições cristãs. Aqui tentarão legalizar  a sharia para aplicar nos seus guetos.  Ao chegar aos 10% da população, aumenta a anarquia e queixas sobre condições de vida vitimizando-se,  exigindo mudanças na lei e costumes para poderem viver no ocidente de acordo com o islão. Aqui começa o apelo à tolerância dos europeus  ironicamente sobre os intolerantes que não aceitam a civilização ocidental e a tentam islamizar no país que os acolheram.

De acordo com um estudo do instituto americano de pesquisa Pew Research Center, “a população muçulmana em alguns países europeus e no continente em geral pode triplicar até 2050”. Diz ainda o mesmo estudo que “sob a hipótese irreal de que toda a migração à Europa cessasse hoje, chamada pelos pesquisadores de projecção “zero”, a percentagem de muçulmanos na Europa quase dobraria – de 4,9% em 2016 para 7,4% em 2050. Na Alemanha, alcançaria em 2050 quase a marca dos 9%, o que corresponde à percentagem actual na França. Mesmo que todos os actuais 28 Estados-membros da União Europeia (EU) mais Noruega e Suíça fechassem completamente suas fronteiras aos migrantes, a população muçulmana continuará crescendo devido a diferenças na estrutura etárias e na taxa de fertilidade entre muçulmanos e não muçulmanos”. Quer isto dizer que  mesmo parando a migração agora, a população duplicará.

Ora, para que serve então os dois pactos assinados esta semana para uma migração regular e ordenada nos países da ONU que prevê a entrada massiva e sem constrangimentos de 159 milhões só na UE? Repor a natalidade não é de certeza porque essa já está mais do que garantida com os actuais migrantes. Facto. Eles estão a mentir-nos.

França sofreu novo atentado (mais um para a colecção) em Estrasburgo, num mercado de Natal (que coincidência) mesmo ao  do PE, protagonizado pelos intolerantes do costume.  Mortos, feridos graves, pânico, desespero e revolta, de novo na ordem do dia. Dizem que temos de nos habituar. Que é a vida. Como se nós, que já andamos cá há mais de meio século, não soubéssemos que este tipo de acontecimentos só eram notícia no médio oriente mas hoje fazem parte do nosso dia a dia. Entretanto, as elites que assinaram pela UE o Pactos suicidas para as migrações em Nova Iorque e Marrocos, fazem um minuto de silêncio hipócrita  pelas vítimas – que deveriam ter sido  eles mesmos – mas estão aí ilesos para continuar a “matar” o mundo ocidental.

O intolerante já foi abatido. Dizem que estava sinalizado  e era autor de 27 crimes. Por isso andava aí livre à espera de aplicar a Sura 2.106  que revoga e  torna obsoleto os versos pacíficos  do Corão apos a morte do profeta Maome.

Dizem-nos que estes são uma minoria irrelevante sem perceberem que ao dizer isto estão também a diminuir a importância da “minoria” inocente que perde assim a vida por via de uma tolerância criminosa que tudo faz para não ofender a religião protegida.

Se já é assim agora que somos maioria, como será quando formos minoria?

 

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23 comentários leave one →
  1. 15 Dezembro, 2018 15:03

    Cristina,
    Bom ensaio-análise. E aviso.
    Mas em Portugal isso não vai acontecer porque o presidente-pirilau-debaixo-da-toalha está em todo o lado e, não deixa. Mesmo depois de falecido –que viva muitos mais mas não é imortal– o seu espírito pairará sobre os tugas e em cada esquina ou plantação de cannabis zelará pela paz.

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  2. 15 Dezembro, 2018 15:44

    Deixando de lado a questão do Líbano só ter sido maioritariamente cristão na aritmética dos que somavam os emigrantes à população local, todo este post esquecesse de uma coisa – os africanos subsaharianos são, essses sim, maioritariamente cristãos, têm uma natalidade enorme (ao contrário dos países muçulmanos, que muito têm uma natalidade à volta dos 3 filhos por mulher – grande para os padrões europeus, mas nada de especial à escala mundial) e também estão cheios de vontade de vir para cá (mais até que os muçulmanos, por simples razões óbvios de diferencial de nível de vida).

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    • Sérgio Ribeiro permalink
      16 Dezembro, 2018 00:33

      Deixando de lado a questão de um defensor de migrações achar que emigrantes não fazem parte da população local, este post ESQUECE-SE de absolutamente nada. A Cristina escreveu o que bem entendeu e não aquilo que o Miguel queria ler. Chama-se liberdade de expressão

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      • universobenfica permalink
        16 Dezembro, 2018 01:05

        E, óbviamente, na pressa da resposta acabei por cometer o mesmo erro do Miguel e escrever “emigrantes” quando o correcto seria “imigrantes”

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  3. Jorge Pacheco de Oliveira permalink
    15 Dezembro, 2018 15:47

    Dou a minha total concordância a este texto de Cristina Miranda. Mas mantenho uma interrogação que já vem de longe : por que razão as elites ocidentais que nos governam, com a honrosa excepção de Donald Trump e poucos mais, continuam a apoiar os islâmicos que se instalaram ou querem instalar-se nos nossos países, com propósitos que certamente levarão ao afastamento e extermínio dessas mesmas elites ?

    Serão as nossas elites masoquistas ? Serão constituídas por uma legião de cobardes destituídos de qualquer espírito combativo? Estarão as elites convencidas de que já não há nada a fazer para resistir aos islamitas e que se os tratarem bem serão poupadas ao sabre? Puro engano. A História está cheia de exemplos em que os cobardes e colaboracionistas acabam por sucumbir às mãos dos invasores. O que se passa no mundo Ocidental?

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    • António permalink
      16 Dezembro, 2018 02:53

      E acha que os políticos ocidentais são humanos? Tem que começar a ver vídeos sobre os Iluminatti e sobre a chegada de Nibiru e a mensagem inscrita nas Pedras guia da Geórgia. O Ocidente é o alvo a abater mais próximo para a élite pois somos o maior travão à criação do Governo Único mundial e eles não querem areia na engrenagem. As raças brancas europeias estão em processo acelerado de implosão e na anarquia reinante eles instituirão a deles “The Order out of Chaos”. A ONU será o braço armado da NOM, e mais de 6.5 biliões de seres humanos serão assassinados e enviados para as arcas congeladoras do Planeta X, Nibiru ou que venha por aí a chegar e precisa de fazer “aguada” na Terra. Nós faremos parte dos víveres dessa “tropa” arconte que está em aproximação acelerada. Somos a granja humana, alimento dos Deuses e está a chegar o tempo do fim, ficarão por cá abaixo de 500 milhões em perpétuo equilíbrio com a natureza, ou seja, idade da pedra lascada, ou escravos á vista deles para provermos a todas as necessidades deles.

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    • Daniel Ferreira permalink
      17 Dezembro, 2018 14:56

      Dinheiro e covardia! Petrodolares vindo daquela comédia que alguns chamam País governado por fariseus vestidos de Árabes chamado Arábia Saudita. Que também tem esta escumalha que nos governa debaixo da sua alçada, via acordo de “Felicidade” assinado entretanto. Todos os que não se submetem a isto são destruídos via arma de destruição massiça do séc. XXI – a comunicação social. Ou acham que o sr. Assad é totalmente demonizado na CS porque é “mau para o seu povo” (que o elegeu 3 vezes nos últimos 15 anos)?

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    • Vasco M B van Zeller permalink
      18 Dezembro, 2018 18:57

      Alem do Trump ainda temos na Europa o Orban na Hungria o Kazinsky na Polónia o Salvini na Itália o Putin na Rússia,a India,os paises do extremo oriente, China, Japão etc,pode ser que o exemplo abra os olhos dos politicamente correctos da UE

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  4. 15 Dezembro, 2018 16:20

    O perigo que a Europa corre de deixar de ser cristã não está na migração islâmica mas no facto de há muito estarem os europeus a deixarem de ser cristãos por influência de ninguém. Basta ir às igrejas fora de Lisboa, fora de qualquer influência islâmica e verificar a minoria que lá está. Depois volte às igrejas da periferia de Lisboa e veja qual das maiorias ou minorias lá está defender a religião cristã. Quanto ao resto que aponta, não deixa de ser o espelho daquilo que nós, os cristãos fizemos aos outros. Quando tivermos uma sociedade que verdadeiramente acredita (e pratica) os valores cristãos, dificilmente se renderá aos valores islâmicos. Quanto à falta de progresso científico dos países islâmicos se dever ao Islão é repetir o que os países do Norte da Europa dizem dos do Sul: que o seu atraso se deve ao facto de serem católicos. Defender o controlo das migrações, que eu defendo, não pode passar por argumentação tão idiota. Durante a tomada de Lisboa aos mouros, a cidade tinha bispo católico: foi morto pelos cruzados cristãos. Não chegamos a lado nenhum com esta argumentação…

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  5. 15 Dezembro, 2018 16:28

    Cristina Miranda: quer salvar a Europa? Lute pelo fecho das fábricas de armamento. Acaba a guerra da Síria e a vontade dos sírios de fugirem para a Europa. Mas depois não digam que o desemprego que gerar é por culpa dos refugiados que cá estão. Depois vá aprender por que razão os árabes muçulmanos “invadiram” os árabes cristãos do Líbano.

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    • Zé Manel Tonto permalink
      15 Dezembro, 2018 16:42

      Essa é estúpida que doi.

      Os milhões de paquistaneses e bangladeshis no UK estão lá por causa da guerra na Síria? Entreteem-se a violar miúdas britânicas brancas porque estão traumatizados com a guerra na Síria?

      Dos milhões que entraram na Europa desde 2015, nem 30% são sírios. e mesmo que fossem? Os próprios árabes muçulmanos, Arábia Saudita à cabeça, não os querem lá e disparam na fronteira para não os deixar passar. Mas os europeus têm que receber quem os odeia e quer destruir?

      Acorda, pá!

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  6. procópio permalink
    15 Dezembro, 2018 16:45

    Está em curso a expansão do islão pelo mundo ocidental. Desde há um século a aliança islâmica estratégica e umbilical com a esquerda marxista internacional avança. Curiosamente em dois países chave, a Rússia criptocomunista e a China totalitarista, o islão sunita fica à porta ou é dizimado.
    Hoje em dia contam os blocos, os países não contam, excepto a China. O bloco ocidental, onde o sítio mal se vê, está dividido em duas forças em luta titânica uma contra a outra. Uma delas, a globalista de tendência esquerdóide, bem financiada e representada em partidos sarjeta, aliou-se aos fanáticos sunitas, contam com eles para a destruição dos alicerces de sociedades tradicional que pretendem pilhar. Se conseguirem o seus objectivos tratam da saúde a ambos. Recursos para o efeito não lhes faltam, há muito admiram Malthus e perseguem o desejo de liquidar populações específicas.
    Em aliança criminosa, a ONU, os marxistas, para quem a família é o primeiro de todos os antagonismos e de todas as opressões de classes, e certas organizações metacapitalistas – desenvolvem um propósito comum: a destruição da família. Grandes fundações – como Rockefeller, MacArthur, Ford e Bill & Melinda Gates – têm financiado pesadamente ONGs com ideologia de esquerda, unindo dois universos até então inconciliáveis e apoiando a imigração infiltrada por agentes.
    As intervenções da Cristina são esclrecedoras para quem deseja ser esclarecido. Há gente que jamais abandona as suas crenças e há forças que as utilizam a seu proveito.
    Assim vamos assistindo a posições extremadas cujo fim não se vislumbra de momento.
    O sítio é pequenino demais para essas lides, mas de fora não ficará.

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  7. Velho do Restelo permalink
    15 Dezembro, 2018 16:53

    A religião é um argumento gasto, que esteve na origem das piores guerras que assolaram a terra.
    Serviu (e ainda serve) para dominar povos pelo medo do desconhecido, do oculto ou então com promessas de favores divinos numa outra vida que ninguém sabe se existe !
    Discurso típico de charlatães.
    Por muito lógicos que sejam os nossos argumentos, serão sempre rejeitados se forem expressos na “nossa linguagem” !
    Porque não usar a linguagem deles ?
    Os movimentos ecologistas estão seriamente preocupados com a preservação dos ecosistemas.
    É sobejamente conhecido o perigo de introduzir espécies estranhas ditas invasoras noutro ecosistema.
    Somos diáriamente bombardeados por estes conceitos nos documentários tipo “National Geographic”, mas sempre aplicados a plantas ou animais irracionais!
    Não serão igualmente válidos para humanos (racionais ou não) ?

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  8. 15 Dezembro, 2018 18:48

    Não me importo com o politicamente correcto, a sociedade vai abrir os olhos e mudar esta gente que pensa que governa. A história já nos deu exemplos de revolta social, vai acontecer o mesmo em pouco tempo.

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  9. 15 Dezembro, 2018 19:28

    A dona Cristina sabe que isto não têm muito haver com “cristãos”. Como ali em cima o miguel madeira afirmou a africa subsariana tem muitos “cristãos”. E não me parece que a dona Cristina pretenda antes encher a europa de “cristãos” africanos . O que se trata mesmo é de proteger os povos étnicos da Europa em que a cristandade apesar das suas origens é sobretudo um produto cultural dos povos Europeus de cultura romano-helenistica, protestante anglosaxónica e eslavo ortodoxa .

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  10. A. R permalink
    15 Dezembro, 2018 21:49

    “Cristina Miranda: quer salvar a Europa? Lute pelo fecho das fábricas de armamento.” De facto teria funcionado se a Inglaterra, EUA e outros deixassem de produzir armamento quando Hitler avançou e depois Estaline.
    Os refugiados não fogem da guerra nem fogem de rigorosamente nada: fazem o hajri.

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  11. 15 Dezembro, 2018 23:18

    A culpa é da lavagem ao cérebro que os média fazem ao povo!
    A maior parte deles são socialistas, a começar pelo tio balsemão….

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  12. Americo Lopes permalink
    17 Dezembro, 2018 12:41

    A esquerdalhada que agora apoia a invasão dos muslos depois há-de torcer a orelha da merda que anda a fazer mas depois já é tarde, os gays, as lésbicas e toda a espécie de faunos que constituem a esquerdalha vão morrer ás mãos dos muslos, não se esqueçam porque o Hitler gostava tanto deles.

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  13. Daniel Ferreira permalink
    17 Dezembro, 2018 14:39

    Uma pequena correção importante… Onde a Dª Cristina escreve 150 Milhões, esqueceu-se de um ZERO à direita. São mesmo 1.5 BILIÕES. Só a Nigéria, no ano de 2017, tornou-se o 3º pais mais populoso do mundo, ultrapassando os EUA.

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