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Aviso urgente às polícias do mundo

19 Junho, 2017

Desapareceram de Portugal, desligando os respectivos telemóveis, as seguintes pessoas:

Jerónimo de Sousa, há muito, muito tempo foi metalúrgico. Levou as últimas décadas a anunciar catástrofes na vida do povo. Agora que aconteceu uma, ele desapareceu. Teme-se que algum grupo o tenha sequestrado e embarcado para a Venezuela, onde poderá experimentar as maravilhas do socialismo.

Catarina Martins, outrora palhaça agora membro informal do Governo. Costuma falar nas tvs de manhã, à tarde e à noite. Agora foge dos microfones. Dizem algumas fontes que está a preparar um número de funambulismo para recentrar o país nos assuntos que importam.

Manas Mortágua, chegaram as duas e desapareceram as duas. Teme-se que no prolongamento de uma mania familiar andem a banhos, em zonas frescas e bem fornecidas de bancos.

Heloísa dos Verdes, se encontrarem uma mulher que de dois em dois minutos diz num tom irreproduzível “Ó senhor primeiro-ministro!!!!!!! é ela. Não lhe digam nada. Deve estar em transe. Chamem o 112.

Em castelhano percebe-se melhor?

19 Junho, 2017

Editorial do El Mundo:
Las autoridades lusas, completamente desbordadas, movilizaron más de 700 efectivos. Un dispositivo a todas luces insuficiente para controlar, perimetrar y, finalmente, extinguir un incendio de proporciones tan devastadores. No es de recibo que, en pleno siglo XXI, en un país de la Unión Europea un incendio forestal ocasione un número de víctimas mortales tan elevado. Máxime teniendo en cuenta los antecedentes de los últimos años. Lo que muestra este terrible episodio es que, a día de hoy, Portugal no está preparado para hacer frente al fuego. Ni ha llevado a cabo las labores preventivas idóneas, ni tampoco dispone de un dispositivo óptimo para controlar, perimetrar y extinguir los fuegos, lo que revela no sólo la ineficacia de sus equipos sino una preocupante ausencia de medios. La crisis y el rescate económico han mermado notablemente la capacidad de inversión del Ejecutivo luso. Pero ello no es óbice para desantender una amenaza tan grave y preocupante como la de los incendios, cuyas dramáticas consecuencias exceden el daño medioambiental.

Eucaliptofobia em força

19 Junho, 2017

Com a simpática tentativa levada a cabo pelo governo e seus gabinetes — a que normalmente chamamos “comunicação social” — para nos explicar que é perfeitamente normal encerrar uma estrada dando como alternativa um fogueiro onde as pessoas acabam por morrer, veio também um excesso de explicações (perfeitamente plausíveis) para a catástrofe, como a estreia de uma trovoada sem chuva em Portugal, a desvinculação dos Estados Unidos do tratado de Paris, o excesso de vacas que comemos, o de-vez-em-quando-tem-que-ser da senhora que recebeu o dom divino de Sócrates (refiro-me ao pénis) e, a minha preferida, os eucaliptos.

A eucaliptofobia é uma doença. Tem que ser combatida. Não compete ao Estado defender qualquer forma de discriminação na flora. Se uma árvore quer reproduzir-se ou abortar é da sua inteira responsabilidade, ninguém tem nada a ver com isso. Esta mania de tratar árvores pela sua espécie indica um país preconceituoso, ainda dominado pelo heteropatrarvorado ultramontano que nos afasta do progresso.

Exijo ao PAN uma tomada de posição. O eucalipto também é árvore e, consequentemente, também é gente.

Onde Há Fogo, Há Governos Incompetentes

19 Junho, 2017

A história da árvore descoberta em 24h no meio de centenas de hectares de mata no calor da noite, como “única arguida” neste processo hediondo de mortes no incêndio de Pedrógão Grande, não convence ninguém. Como sempre, sempre acontece, nas governações socialistas A CULPA É SEMPRE de alguém ou alguma coisa MENOS de quem governa. Volvidos ano e meio, APENAS de governação, esta aliança de esquerdas consegue o maior feito jamais visto em Portugal num tão curto espaço de tempo: o mérito de ter conseguido as duas maiores tragédias em área ardida e mortes em incêndios.

A verdade é só uma, doa a quem doer: os incêndios em Portugal são da responsabilidade EXCLUSIVA dos governos. Somos o único país no Mundo que “abre” todos os anos a “época de incêndios” amplamente noticiados nos média como se de uma coisa banal e perfeitamente natural se tratasse! Apesar de termos um país pequeno com florestas pouco densas,  Protecção Civil, militares, bombeiros, Kamovs, legislação, estudos mais que suficientes sobre reordenamento de território e estarmos integrados na UE, ainda conseguimos o feito de em pleno século XXI termos povoações a morrer SOZINHAS no combate às chamas!! Valha-me Santa Eugénia!!!! Mas que raio de país de bananas é este? É claro que a responsabilidade não começa e acaba neste governo. Já somos fósforos queimados desde que Salazar foi à vida. Pois claro. Alguém se lembra porque não havia fogos nessa época? Claro que não convém lembrar… A República das Bananas esteve mais ocupada em fazer crescer as clientelas e lobbies a viver à conta do povo do que zelar por eles. Foram 43 anos a fazer crescer o Estado de forma criminosa para se servirem dele descaradamente e não para servir os cidadãos como é obrigação.  E o resultado está aqui bem à vista. A cada ano que passa as proporções do problema adensam-se. E morre cada vez mais gente. Porque dizem eles que não há dinheiro… Mas houve 18 milhões  para amigos plantarem eucaliptos!!

Mas, quando se está no poder, e não se faz nada para  impedir de todo estas tragédias, somos AINDA MAIS responsáveis que todos os anteriores. Porquê? Simplesmente porque se ignorou o passado recente. Simples. E quanto a ignorar e tomar medidas desastrosas, esta Geringonça de irresponsáveis entrou com Pedrógão Grande para o Guiness. Porque a  9 Junho 2016 a Ministra da Administração Interna reverteu a decisão do anterior Governo recusando concentrar na Força Aérea os meios aéreos do Estado para combate a incêndios e emergência médica.  Porque em 14 Agosto 2016 António Costa afirmou que as verbas para combate a incêndios seriam desviadas da Segurança Interna. Porque em 28 Agosto 2016 depois de ter sido conseguido 50 milhões da UE para a compra de aviões de combate aéreo, pelo anterior executivo, António Costa decidiu recusar esse dinheiro. Porque em Abril 2017 António Costa anunciou que os helicópteros Russos Kamov só voltariam a ser utilizados em 2018, devido aos elevados custos de manutenção. Porque a 18 Maio 2017 António Costa decreta que  bombeiros passarão a ir  de autocarro ou comboio para combater incêndios por razões de contenção de custos. Porque em 2017 para se obter o melhor défice do planeta fizeram-se cortes cegos e obscenos nos meios dos soldados da paz e suspendeu-se remunerações por falta de verbas.

E depois desculpabiliza-se a acção medíocre e irresponsável de todo um governo por via de uma trovoada seca. A sério? Então se assim foi, que respondam: como pode o raio que supostamente caiu numa árvore às 18h ter provocado um incêndio que começou às 15h com ausência total de trovoada segundo os populares? Como é possível não haver registo das horas e localizações das  descargas eléctricas desse dia no IPMA? Porque razão não se viu um único bombeiro a pé ou de carro, um único meio aéreo?  Onde estavam os 700 bombeiros que a Protecção Civil dizia ter disponibilizado e que ninguém viu? Porque razão as pessoas que tentaram fugir foram encaminhadas pela GNR a seguir para a “estrada da morte”? Porque razão às 5h com fogo por todo o lados da estrada, ela ainda não estava cortada? Porque razão só depois do fogo ter feito vítimas, foi notícia nos noticiários? Porque razão o Sr. Afectos não deu uma única palavra sobre responsabilidade do governo nesta acção? Com um fogo de 4 frentes activas porque demorou tanto o pedido de ajuda internacional?

Respondo eu, sem problemas: porque somos governados por bananas. Não há governo, há marionetas. Não há liderança, há ocupação de lugares de chefia para encher bolsos. Porque é nos momentos de crise que se vê a qualidade de quem governa na forma como acodem aos problemas e nas medidas implementadas para os resolver. E estes não resolvem nada, maquilham a realidade.

Podem guardar as romarias ao local da morte, lágrimas de crocodilo e discursos emotivos para os vossos gatos lá de casa. Quem viveu a tragédia, perdeu tudo inclusive familiares sabe bem que foi abandonado por um bando de políticos hipócritas que só aparece no fim das tragédias e antes das eleições. 

Tarde demais. Porque onde há fogo há sempre governos incompetentes culpados pela inacção. Quem paga impostos elevados como nós em Portugal devia ter um serviço público de excelência. Se não o tem é porque o desviam para outros fins. Ponto.

 

 

 

As armadilhas do fogo e também as do combate ao fogo

18 Junho, 2017

Por muito que o país-fantasia agora “país em estado de choque emocional” queira acreditar e fazer acreditar, o que está a acontecer não é o resultado de uma Natureza zangada ou da inconsciência das vítimas, mas sim o resultado de a política de combate aos incêndios se ter transformado cada vez mais num item do Ministério da Administração Interna.

Falta pouco para o ‘a estrada estava cortada’

18 Junho, 2017

Já sei que é preciso deixar que se trabalhe, que é preciso respeitar as vítimas e familiares dos mortos na tragédia, que é necessário apagar o incêndio antes de apontar dedos.
Contudo, eu quero saber como é possível num país, que (alegadamente) pertence ao primeiro mundo se morra no meio de uma estrada nacional rodeado de chamas. É que não vai faltar muito até alguém lavar as mãozinhas afirmando que a estrada estava cortada e as vítimas foram lá retirar as barreiras com as próprias mãos que o fogo há-de comer para participarem numa forma de eutanásia por imolação (e, caso levassem crianças no carro, respeitando a proibição de fumar, com cinto de segurança em todos os bancos e inspecção periódica obrigatória em dia). E eu quero saber o nome da besta capaz de afirmar que as barreiras de corte da estrada foram removidas pelas vítimas. 

Dado o desinteresse dos media portugueses por esta morte aqui ficam vários links

17 Junho, 2017

Una policía israelí muere apuñalada por un palestino en Jerusalén en un ataque reivindicado por el IS

Islamic State claims fatal stabbing of Israeli policewoman Hadas Malka