Braga – Porto 40 minutos (entrega das assinaturas)
9 Maio, 2008
A Comissão de Utentes da Linha Braga-Porto (CULBP) vai entregar na próxima segunda-feira, dia 12 de Maio, às 18:30h, na Estação de S. Bento no Porto, a entrega das mais de 7000 assinaturas recolhidas no âmbito da Petição Braga-Porto 40 minutos.
A Comissão convoca todos os utentes e cidadãos afectos a esta causa, a comparecerem neste acto simbólico, para que através da sua presença, dêem mais um sinal de descontentamento à CP pelo ineficaz serviço que tem prestado.
Compareça!
Ponto de encontro: Galeria de entrada de S.Bento às 18h15!
25 comentários
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40 minutos entre Braga e Porto é demais. Os tugas arriscam-se a ficar com tonturas. Essa ânsia de chegar a tempo ao trabalho está ultrapassada, tratem mas é de arranjar um subsídio.
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Então o seu mais que tudo, o seu ídolo Pinto da Costa é condenado e o sr. vem falar da linha Braga-Porto? Depois ainda quer que acreditemos que o seu jornalismo é sério. Razão tem o Pacheco Pereira, há qualquer coisa de podre no reino do Porto.
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Mas eta malta pensa que o estado tem que lhe dar tudo de mão beijada?!! Eu não ando de carro tenho k tb pagar para esses? E vocês liberais defendem que o estado dev dar tudo aos cidadãos e eles não têm que se esforçar?!!
Isto anda tudo às avessas!!
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Soube a pouco.
O “padrinho” sai ileso . comprou uma saca de “peanuts”
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Info-pidismos
A IGE está a entregar aos alunos e encarregados de educação uma ‘arma’, capaz de disparar no silêncio, quiçá no anonimato» , alerta Ilídio Trindade do Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores (MUP), que se diz preocupado com este «convite» à apresentação de queixas. http://criticademusica.blogspot.com/
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Mas que mal tem saber o que se pssa nas escolas? O Álvaro está preocupado? Não quer uma Escola Publica melhor? Ou quer que os casos de manifesta incapacidade parao ensino ou mau comportamento dos alunos sejam remetidos para as calendas gregas? Ou é apenas “agitprop”?
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«A IGE está a entregar aos alunos e encarregados de educação uma ‘arma’, capaz de disparar no silêncio, quiçá no anonimato» , alerta Ilídio Trindade do Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores (MUP), que se diz preocupado com este «convite» à apresentação de queixas.
Para Trindade, o facto de a denúncia poder ser feita pela internet pode levar a «atropelos e difamações» e fazer com que os professores «se sintam intimidados e ainda mais desautorizados».
O dirigente do movimento cívico lembra que os professores não têm um meio idêntico para se queixarem de situações de agressão e que «as burocracias fazem com que muitos não as denunciem». sol.sapo.pt (9 Maio 2008, cerca das 17:30h)
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Mas vão entregar a quem? Ao Ecoponto?
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Cooruuptooosssssss……..se isto não fosse uma républica das bananas pacata iam para a 2ª divisão……………..andrades sem vergonha
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6 – n fui lá, ao tal site, mas creio que é para os alunos e encarregados de educação “arriarem” nos prof’s pela calada.
Quando é sabido que os prof’s n denunciam todas as violências de que são vítimas porque têm mêdo de represálias e tb porque n acreditam que adiante nada… Lembra-se da prof do carolina não ter denunciado? Pois! Dá montes de trabalho e no final, entre pedagogia para aqui e metodologia para ali, ainda poderiam acabar “chibatando-a” a ela e apelando á compreensão da problemática dos adolescentes e da idade crítica e do liberdade de usar telemóveis e etc…
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e a ministra de que tanto gosta (dei uma olhadela ao seu blog) esquece-se do tempo em que era professora do ensino básico e se ia queixar a quem lhe dava antropologia à noite no ISCTE do trabalho burocrático que tinha de fazer para além de dar as aulas…
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a ministra que o T da S tanto defende parece ter algum “trauma” que auer resolver fustigando toda uma classe.
Há quem diga que o ex marido dela, que dizem ser professor de matemática, a trocou por uma professora de francês muito mais jovem…
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Ainda bem que o Alvaro nao é professor. Seria uma vergonha andar na net com historinhas privadas dessas.
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13 – Histórias privadas?!
Se de facto a senhora foi prof no ensino básico (eu por acaso tenho dados, há um artigo publicado numa publicação de pouca circulação, que me permitem dizer que foi) não me parece de todo que seja história privada. Se a titular esconde que desempenhou funções na pasta que actualmente titula é uma omissão grave que noutro país teria consequências para ela e até para o próprio governo.
de resto são públicas porque foram publicas num artigo
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Referia-me ao seu comentário nº 12 como é obvio.
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13 – quanto ao resto – atendendo alguém ter escrito que a senhora ministra se queixava do trabalho burocrático a que o ME a obrigava para além de dar aulas – só posso considerar que de facto há “algo” a interferir com a política da educação, dado que está a fazer muito pior, e a infernizar muito mais a vida aos professores que ela conhece ser difícil por experiência própria, que aquilo que existia e se queixava quando era professora no básicoe andava nas aulas à noite no ISTE.
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15 – Vou-lhe dizer francamente que acredito estarmos face a uma situação interessante para análise (psicanalitica). Mas isso só o ou a psicanalista da senhora o saberá e como é óbvio ficartá para ele/ela.
No entanto a senhora ministra, independentemente de tudo e de todas as motivações, nunca deveria ser tão cáustica e destrutiva em relação a toda uma classe. Está a gerar ódios pelas injustiças que está a causar.
já agora, por curiosidade:
http://psicanalises.blogspot.com/
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A senhora ministra desloca-se a Braga de comboio ?
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duvido…
tem carro com motorista, obviamente.
se o fizer, agora que o Picoiso deu a ideia, será para a publicidade.
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mais um “baixassinado”
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Eu não percebo qual o papel desse tal de Álvaro aqui no Blasfémias, mas não parece ser muito… higiénico.
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O comentário 22 é contra-facção, e para evitar confusões, a minha foto do avatar, vai passar a ser sempre a do formato pequeno, como a deste comentário.
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os aldrabões começavam o seu blá blá “não custa dez, não custa cinco, custa apenas a módica quantia de …”
os politicos dizem o mesmo por outras palavras
“mudam-se os tempos”
mudam-se as verdades
PQP
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Já assinei. Vamos a ber.
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Mas para que é que os senhores querem ir a Braga?
Aqui, em Lisboa, ninguém quer ir à Reboleira em quarenta minutos nem em quarenta anos.
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