Canções de embalar
20 Maio, 2008
Convirá saber quanto tempo vai estar Carme Chacon de “obligado descanso”. Rubalcaba como ministro do Interior e da Defesa tem muito que se lhe diga
28 comentários
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Convirá saber quanto tempo vai estar Carme Chacon de “obligado descanso”. Rubalcaba como ministro do Interior e da Defesa tem muito que se lhe diga
a pior das canções de embalar é a que diaria-mente canta o neflibata führer desta virtual republiqueta nacional-socialista da miséria e caos
o conde drácula acompanha à guitarra
a população “vai à viola”
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espanha opera bufa
pífios exemplos , contas antigas , resultados tortos
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Voila que o Mundo vem de publicar uma posivel resposta para a noticia de tanto “interese” para a HM
Carme Chacón compartirá ‘a medias’ con su pareja el permiso de maternidad
http://www.elmundo.es/elmundo/2008/05/19/espana/1211223935.html?a=3b8980d8793298a581f130aadd1d1abf&t=1211281868
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Vai estar o tempo que fôr necessário, que o médico recomendar e ao qual tem direito, como a Helena, como mulher e mãe que é, certamente compreenderá.
Se Rubalcaba não der conta do recado, pois bem, arranjar-se-á outro.
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Parece é que esta história da Madame Chacon é, desde o princípio, uma mera sucessão de jogadas teatrais “pour epater le bourgeois”. Com ou sem Chacon a Espanha sabe governar-se a si própria.
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Nós por cá tivemos um Ministro que abandonou o cargo porque sofria daquilo que não tinha: coluna vertebral.
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Deviam ter vergonha!
Vale mais uma ministra espanhola de baixa, ou a dormir, que todo um governo português. E n estou só a falar deste governo nefasto do Zé Sousa engenheiro, desenhador de casas típicas portuguesas, o lá o que o tipo é de facto. O afundamento do cargueiro português vem de longe. E parece imparável.
http://criticademusica.blogspot.com/
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6 – Zeca
Pois… e n é só a ele a quem falta a coluna…
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1 – o que esta república das bananas, opereta bufa, desafinada e rasca, está a precisar é mesmo de um balde de cal em cima…
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Este post nem parece seu, Helena.
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A lição que se tira desta história é que o ministerio da defesa já não é encarado como um ministerio importante pela espanha.
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A Helena continua muito interessada no Ministerio da Defesa espanhol e nas vicissitudes da carreira da ministra.
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Até parece querer fazer crer que a maternidade é incompatível com um cargo ministerial.
Ou seja, uma mulher só poderia fazer parte de um governo, sendo estéril !
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a helena a fazer de fantochete do machismo de direita é constrangedor.
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Suspeito que o essencial do comentário de Helena Matos se refere à concentração de duas pastas – chave do Governo Espanhol nas mãos de Pérez Rubalcaba.
A questão Chacon é mero “marketing” político , essencialmente para consumo interno – e a seu tempo o veremos.
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… que os machistas de esquerda adoram isto. E as feministas. Ministras que entram e saem, saem e entram, uma roda viva.
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O meu comentário do 16 era de resposta ao 14.
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Nada há mais triste que um babado com uma grávida.
Mesmo ao lado destes babados pode-se sempre ver vários sem abrigo. A estes, filhos de grávidas também, estes defensores de grávidas tratam mal porque são homens. apesar de serem os tais filhos de grávidas. Chegam a dar pontapés e tratarem mal. No norte há muita gente desta, cavalheiros palermas defensores de grávidas, mas se os filhos crescem e ficam ao abandono , estes anónimos os tratam mal e os ofendem com todo o tipo de frases dizendo para irem trabalharem . a sem abrigos.
Estes são os verdadeiros machistas, babados perante grávidas, muitqas vezes mães dos filhos deles, e dos pais deles, e da familia deles, que eles não querem saber
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POis é J. Pereira tem razão quando suspeita que «o essencial do comentário de Helena Matos se refere à concentração de duas pastas – chave do Governo Espanhol nas mãos de Pérez Rubalcaba.»
Não só são duas pastas que manda o bom senso que não devem ser concentradas e cuja concentração nas mãos de Rubalcaba não é coisa para ser vista de forma ligeira. Aprecie-se ou não senhor Rubalcaba.
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Pois. A conclusão a tirar (é que alguma se tem que tirar, não é, Helena Matos?) é que a pasta da Defesa não deve ser dada a pessoas que correm o risco de engravidar ou de ficar doentes. Isto, por causa do Rubacalba. Aprecie-se ou não o Rubacalba. É cá por coisas.
Aceitam-se mais reclamações na Provedoria das Ministras Grávidas do Blasfemias. Salvo seja.
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Helena,
Até pode dizer que o essencial do seu comentário é a concentração de duas pastas nas mãos de um ministro. Mas alguma vez alguém em portugal andou a escrever sobre a estrutura do governo de espanha? Alguma vez se leu um comentário que fosse sobre um ministro espanhol que fica de baixa e sobre quem lhe sucede temporariamente? Não se tratasse de uma mulher e não se tratasse de uma gravidez isto jamais seria assunto. Pode dizer o que quiser, mas este é o essencial do seu post. É mulher ministra da defesa e está grávida.
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Vão desculpar-me mas estão ao corrente do perfil do senhor Rubalcaba?
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Duas questões:
a)Se há ministério capaz de funcionar bem em tempo de paz e com o ministro ausente por uma temporada, é o da Defesa (particularmente em Espanha, por supuesto).
b)Aqui em PO, andamos há décadas a gerir o MDN como se não houvesse ministro em permanência.
OE: 2.114,7 ME / 40 mil militares (22 mil no exército) / capacidade miltar terrestre da última década, de seis/sete centenas de operacionais no exterior (com boa vontade, o triplo no país).
Custo das forças no exterior: 58ME.
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Parece que o Zapatero já não sabe o que fazer:
Então substitui uma mulher por um homem?
Depois da “gaffe” da La Vega no Níger, o feminismo anda em maré de azar…
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Se o saramago anda sempre a falar de Espanha e Portugal e Ibéria ou lá o que o gajo quer, porque é que a Helena não há-de falar também?
isto, atendendo aos insultos q por aqui andam…
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Agora deviam treinar os generais, almirantes, marechais e outros que tais a mudar fraldas.
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Caro JB
Tendo plena consciência de que o Senhor de La Palisse discordaria veementemente , atrevo-me a dizer que , em Espanha , a ausência de guerra não significa necessàriamente a “paz”…
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a urticária no escroto dos conservadores ainda não passou desque viram uma grávida a mandar naqueles rapazolas.
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