Matemática
11 Julho, 2008
“As estatísticas mostram que os alunos portugueses sabem cada vez mais matemática”, disse a ministra, confiante que os portugueses percebem cada vez menos de estatística.
54 comentários
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“As estatísticas mostram que os alunos portugueses sabem cada vez mais matemática”, disse a ministra, confiante que os portugueses percebem cada vez menos de estatística.
E, acrescentou metendo o dedo mindinho esquerdo no orifício direito do nariz, vamos fazer dos nossos tenros rebentos génios musicais! – Como o camarada Chávêz, retorquiu ela. – Ha, senhora minha! Portugal é grande, exclamou extasiado o secretário Lemos fazendo três genuflexões.http://psicanalises.blogspot.com/
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AHAHAAAHAAHAHAHAHAHAH! BOA!!!!!
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Mr. João Miranda,
curto e óptimo post !
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Aos Blasfemos do Porto,
….E não há, hoje, um post dedicado ao extraordinário Manoel de Oliveira, a partir de logo à noite homenageado (quase 100 anos !) em serralves ?
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Mas, a Prof. Doutora Lurdes não é Doutorada em qualquer coisa….Sociologia! Pleo menos, é capaz de perceber o que é uma média! Talvez, nem isso.
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Chuxiuluxia
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Cc Humanas…
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Se é de educação que se fala, aqui fica uma ideia para discussão:
E que tal uma séria política de incentivo ao trabalho em part-time dos estudantes universitários?
Nos países mais extensos ou com menos universidades, os alunos estão deslocados de casa na maioria dos casos. Isso fá-los crescer para níveis adultos em poucos anos. Dá-lhes autonomia. Têm de trabalhar, o que os insere no mercado de trabalho muito mais cedo e gera valor para a economia.
Contribuintes activos mais novos – Profissionais mais preparados – Adultos mais responsáveis.
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Akula,
Essa proposta é impraticável em Portugal.
A maioria do patronato português é retrógrado, primitivo, explorador.
Quem –quanto e como– pagaria a esses trabalhadores-estudantes universitários as despesas de deslocação ou residência ?
Vc. está a falar de milhares de desempregados. Com problemas sérios. Sem perspectivas de trabalho e de futuro estável — e desprezados pelos sucessivos e diversificados poderes, desde o governamental ao patronato.
(Há raras excepções).
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“Numa altura em que no meu triste Portugal se discute tanto o feminismo e como as pessoas deviam ser todas iguais e bla bla blas.. eis que nos EUA, na conceituada revista Forbes a jornalista Maureen Farrell (se fosse cá era completamente desancada!) faz uma breve apresentação acerca de capital de risco e investimentos em novas ideias capazes de criar valor.”
N lhe parece um pouco disparatado estar a comparar um sociedade como os EUA, onde as mulheres desde há muito são independentes e de facto autónomas, com a sociedade e as mulheres portuguesas?
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já agora compare as portuguesas – que são como são mas estão protegidas pela lei – com as iraquianas, que não sabemos como são mas sabemos que a lei q lá vigora justifica a opressão e o esquema feudal a que estão sujeitas.
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Caros comentadores,
vou “retirar-me”, para privar por momentos com um dos maiores ícones do Séc XX. E reouvi-lo mais logo. O “monstro” Dylan. Bob Dylan.
By-by !
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“E que tal uma séria política de incentivo ao trabalho em part-time dos estudantes universitários?”
Isto existe e acontece em toda a Europa. Menos en Pt onde os universitários são uns senhores (quando acabam – excepto os q têm família c empresas ou c “contactos” – vão trabalhar para call centers, mas enquanto lá andam são uns doutores: uns “veteranos q até praxam e tudo!).
na Noruega – o país socialmente mais da Europa depois da Islândia (q evidentemente n faz parte – pq n quer e faz bem n querer – da UE) as crianças do ensino básico são incentivados a trabalhar nas férias. Quando lá estive vi que assim é.
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12 –
bom concerto. N “solicitei” convite…
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Isto agora não tem nada a ver mas, JM, lembra-se daquele post que fez a gozar com a opinião do Louçã acerca do preço dos combustíveis? Você gozou, o Sócrates ouviu. Ou a taxa “robin/putin” não vem, precisamente, tratar da dita questão do decurso especulativo do tempo…
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MJRB,
Então sinceramente lhe pergunto: que opções existem que sejam exequíveis?
Falar mal da ministra, “botar” abaixo, passar a culpa, importar eduquês, são exequíveis mas também inúteis e claramente insuficientes para quem se preocupar verdadeiramente.
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Mr. Álvaro,
Por certo será um excelente concerto.
Não “solicitei” convite para daqui a momentos e para mais logo. Chegou-me naturalmente. Privilégio meu, eu sei.
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17 –
a música pop n é a minha área…
Seguramente que se “solicitasse” convites para festivais internacionais onde tenho naturalmente convites (e n é através de nenhum jornal: sou eu, a minha pexoa, o convidado) provavelmente n lhe dariam, apesar da “solicitação”.
O Dylan é fixe. Divirta-se.
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Alvaro 10,
Se leu o post todo no meu blog, reparou que era uma crítica ao “cu sentado” e aos falsos moralismos de temos de ter tantas mulheres empresárias como homens, porque sim. De resto, esqueceu-se de comentar a parte fulcral do post: a criação de valor na economia está directamente associada a génios não-formatados que dão chutos nos convencionalismos e não a cinzentinhos-gestores ou a poetas líricos.
Alvaro 11,
Eu gosto de me comparar com os melhores exemplos. Fiz o mesmo com as mulheres.
Alvaro 13,
Concordo consigo. Tenho a mesma visão. Não acha que deveríamos caminhar nesse sentido?
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Akula,
Uma hipótese: reestruturar de vez (!) e de modo adequado à muito complexa, diversificada e perturbada sociedade portuguesa, o “modelo” de ensino superior. Sensibilizar todas as partes envolvidas e os aspirantes a estudantes do ESuperior.
(Precisa-se dum génio para esse trabalho restruturante. E dum governo que nele acredite. A actual ministra é incipiente, tacanha e revanchista. Não presta. Pim !).
Estou com pressa, não posso continuar a debater o caso consigo.
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acho, mas a resposta foi-lhe dada pelo MJRB que tem convites “naturalmente” para o Dylan (e estou a dizer isto sem ponta de inveja, pode ter a certeza absoluta, se calhar invejo, um pouquinho, é outros convites que ele virtualmente terá e eu não):
MJRB Diz:
11 Julho, 2008 às 3:37 pm
Akula,
Essa proposta é impraticável em Portugal.
A maioria do patronato português é retrógrado, primitivo, explorador.
Quem –quanto e como– pagaria a esses trabalhadores-estudantes universitários as despesas de deslocação ou residência ?
Vc. está a falar de milhares de desempregados. Com problemas sérios. Sem perspectivas de trabalho e de futuro estável — e desprezados pelos sucessivos e diversificados poderes, desde o governamental ao patronato.
(Há raras excepções).
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Mr. Álvaro,
Não sou joprnalista. Muito longe dessa profissão !…
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ahahaha! Post de génio!!!
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concordo (n se prenda connosco e n perca o bom desses concertos: os drinks na sala da press):
“Uma hipótese: reestruturar de vez (!) e de modo adequado à muito complexa, diversificada e perturbada sociedade portuguesa, o “modelo” de ensino superior. Sensibilizar todas as partes envolvidas e os aspirantes a estudantes do ESuperior.
(Precisa-se dum génio para esse trabalho restruturante. E dum governo que nele acredite. A actual ministra é incipiente, tacanha e revanchista. Não presta. Pim !).”
Agora tb vou desandar. Xau!
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22 –
sabe q nas salas da press aparece lá de tudo…
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22 –
até políticos e gestores…
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17 valores
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Estatística é a ciência de dividir uma galinha por dois e um não comer nada.
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O desespero do governo é manifesto.
A necessidade de descobrir alguma boa noticia para oferecer ao Povo leva, como se vê, ao mais gritante disparate. Até 2009 vale tudo!
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Parece-me que o PSD tem finalmente um indício de que poderá vir a ser governo em 2009.
Num barómetro empírico, está visto que existem muitas cabecinhas para acolher a sua bandeira ideológica: “Se deu errado é porque são incompetentes, se deu certo é porque falsificaram os resultados”
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As pessoas não conhecem as escolas. Já disse que se vive uma onda de Matemática. Entra-se numa escola e a miudagem está toda a discutir a demonstração do último teorema de Fermat. Noutras, é Godel para a esquerda, Hilbert para a direita. Os alunos fazem grupos. Uns discutem “Leibniz e o cálculo infinetisimal”, outros “as geometrias não euclidianas”, outros ainda lêem avidamente o Russel, o Whitehead. Os mais novos é Pitágoras para a esquerda, Euclides para a direita. Só se ouve falar em axiomas, teoremas e demonstrações. Depois, quando chegam a exame aquilo até parece que é fácil, mas é só aparência. Vão às escolas e vejam o amor matemático que lá se respira.
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A imagem decorativa do post diz tudo.Estamos, depois de dobrar o cabo de S.Vicente em África!E os nossos políticos cada vez são mais sobas, régulos e chefes de tabanca!Claro que a malta tem que se começar a habituar á tanga… essa maravilhosa peça que tanto encanta o Camões das FARC esse guerrilheiro reformado que se chama Urbano.
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Devem achar que os jovens portugueses sao todos uns nabiças que de matemática nao percebem nada. Enfim. Desvalorizam os jovens de uma maneira. Até parece que ninguém tem filhos.
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“E que tal uma séria política de incentivo ao trabalho em part-time dos estudantes universitários?”
Não é preciso “incentivos”. Nas universidades ainda se dá (?) notas por “associar nomes a caras” e, pasme-se, 5% ou 10% das notas depende das presenças…
A somar a isto, os horários são feitos em função das necessidades dos professores e não dos alunos criando situações em que um aluno tem um horário completamente heterogeneo, com aulas avulsas ao longo do dia, do estilo (blocos de 1h30):
– 2ª: 9h;-;-;14h30;16h00
– 3ª: 10h30; – ; 14h30; – ; 17h30
– 4ª: 9h;10h30; -; 15h00
– 5ª: 11h30
– 6ª: 9h;10h30;12h;-;-;17h30
– Sab: 11h00
Alguém acha que é possível ter um part-time nestas condições? A ter de faltar às aulas, e a ser penalizado oficialmente e não oficialmente nas notas?
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Sim, o ministério da educação sabe mesmo de matemática:
http://tonibler.blogspot.com/2008/07/estupidez-correlacionada.html
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O meu filho no dia de exame a matemática do 9ºano chegou a casa e disse ” tiro 30%, vou passar”, de seguida fomos ver a correção na net, e ele diz ” tenho mais de 50%”. Foi ver hoje a nota – 3 – estudou 2 horas para a prova!
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PMS,
Nunca as minhas faltas contaram para coisa nenhuma na faculdade. Fiz cadeiras onde só fui fazer exame e das quais mal sabia o nome do professor. Isso nunca influenciou as minhas notas.
Também nunca me aconteceu ter horários desses. Sempre tive aulas de manhã ou de tarde.
Julgo que não fui nenhuma excepção e vejo bastantes faculdades onde isso acontece. Durante o meu curso, pude trabalhar sempre que quis. Outros não o fizeram porque não quiseram ou não viram nisso grande mais valia.
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A matemática de hoje é assim: com a lei acabada de aprovar, que confere ao primeiro-ministro poderes de secretário-geral da segurança com a conivência do Senhor da Marquise, nasce uma espécie de Kim Il Sócrates e sobe em flecha o número de Portugueses que sente vigarizado pelo Partido Socialista, ao mesmo que tempo que outro grupo, mais “chegado” ao poder, e que tende a crescer exponencialmente, se sente melhor, mais seguro e com um futuro mais radiante pela frente. E cuidado, porque pelo que consta nos jornais até já dentro da PJ se andaram fazer escutas para dar provimento aos interesses do marido da senhora Maria num processo de divórcio. Imagine-se lá se rebentava outro processo tipo deputado suspeito. Os portugueses estão a partir de hoje muito mais seguros ao fundo do poço.
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Caro JM,
A interpretação que o JN dá hoje ao debate na coluna com setas traduz exactamente este problema. O que muitas pessoas querem são discurso, estatísticas e promessas, ainda que falsas ou escondendo algo. Já nem falo no facto de as intervenções de Santana Lopes terem sido todas analisadas ao microscópio durante meses, enquanto a de Paulo Rangel desapareceu quase completamente, a começar pelas TVs, que não transmitiram a parte inicial, onde há acusações muito graves relativas ao funcionamento da democracia e da AR, com toda a razão de ser, independentemente das cores de cada um, já que o PM se recusa a prestar contas com objectividade e clareza.
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que ótimo pois aqui no Brasil a coisa está feia em relação á educação nas escolas públicas, os aluno são tratados com descasos, e os professores são mal remunerados, não se aprende com sucesso nem o proprio idiomam, quanto mais uma equação aritmetica, é triste, pois eu como um cidadão brasileiro fico revoltado !!!
http://fabiosantos.wordpress.com
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A que estatísticas se refere a ministra ?
A que portugueses se refere o Miranda ?
Só cousas que mapoquentam.
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Não truque algum nas melhores notas a matemática. Todos sabemos que menos com menos dá mais.
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*
…não há truque…
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Mais uma ministra fora de prazo, porque não vai?
O Socrates está felicissimo, com os ministros que tem, alguns, bastante piores do que ele….
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Esta malta não distingue uma prova de aferição de um exame?! Falamos do 9º ano.
Se o problema é as estatística sporque é que :”Na Matemática Aplicada às Ciências Sociais o cenário é inverso: a média de 9,6 valores obtida este ano pelos 8.533 alunos é inferior aos 11,5 valores do ano passado. Também a taxa de reprovações aumentou de 7 por cento em 2007 para 13 por cento este ano”.
A vontade de dizer mal sobrepõe-se a seriedade dos argumentos…
Elas andam aí, eles querem voltar
http://elesqueremvoltar.wordpress.com/
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45 – Quem não distingue as provas é o ministério. Se uma “coisa” tem peso na avaliação, é um “exame”, “teste” ou um “bzidróglio” se preferir. É o 9º ano? Os pais de muita gente que aqui está estiveram quatro anos na escola e não 4×2+1 (é que é mesmo mais que o dobro). E que caraças é “matemática aplicada às ciências sociais”? Inventam cada treta. Que tal “português aplicado às engenharias” para demonstrar o quão cómico é o termo?
Eles realmente querem voltar. Mas primeiro é preciso tirar de lá os que já ninguém quer.
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Quem faz os exames? Os professores. O que grande parte deles querem sei eu…ganhar unc cobres com explicações.
Os que lá estão, por ora, estão bem! Conseguiram o que ninguém antes conseguiu: reduzir os efectivos da Função Pública!
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Mas o poste do JM está porreiro,pá!
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Para o Contestatário:
Matemática Aplicada às Ciências Sociais = Estatística.
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Matemática elementar aplicada aos 40 milhões prometidos ontem:
40 / 10 = 4 -> são 40 milhões de euros para 10 milhões de exemplares de bonecos portugueses.
Dá 4 Euros por ano, por boneco.
Como Sócrates ainda não decretou o ano de 11 meses, para já isto dá:
4 / 12 = 0,33(3) -> Trinta e três cêntimo por mês, por boneco.
Ora, o preço médio do molete é de aprox 10 cêntimos.
Logo, a cada mês, Sócrates dá um molete por semana a cada Português, mas só nas primeiras três semanas.
Na quarta semana de cada mês, Sócrates já só dá um terço de molete.
Grande sovina!
Perante isto, gostava de aproveitar para agradecer, mas esmolas não.
Gostava era de saber o preço do TGV em moletes.
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Finalmente temos governantes que souberam resolver o problema da crónica incompetência Lusa em matemática!
Tb… com um engenheiro à cabeça dos destinos do país…..
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preocupação dos professores de matemática em relação às supostas facilidades dos exames tem um aspecto curioso, os professores que defendem níveis de reprovação mais elevados, que no ano passado chegaram 70%, não repararam que não são só os alunos que chumbam. Se numa turma reprovam 70% dos alunos não são apenas estes que reprovam são também os alunos, tanto mais que na matemática o papel do professor é mais determinante do que na generalidade das disciplinas.
É uma pena que os nossos professores falem do insucesso dos nossos estudantes esquecendo que esse insucesso é também e sobretudo deles.
Com a devida vénia ao Blogue O Jumento.
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O que se aprende aqui…..
A estatística é matemática aplicada ás ciencias sociais?
Ou será que as ciencias sociais aplicam a estatística (mais a descritiva)como suporte ao seu estudo?
É que é completamente diferente chamar uma coisa e outra.
Será um problema de dislexia ou iliteracia não fazer a distinçao ou confundir os termos?
Caro fabio Santos…
Pelo menos vcs não são (ao que julgo saber) dos maiores desbaratadores de dinheiros publicos na educação.
Aqui somos um dos tres maiores investidores europeus per capita em educação e atrevo-me a dizer que não diferirá muito da vossa realidade.
Ou seja …… nós somos melhores porque deitamos mais dinheiro pro esgoto.
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Para mim, matemática é matemática. Estatística é estatística, um pequeno ramo da matemática. Lógica é lógica; análise numérica é análise numérica;
Inventar nomes é algo que qualquer um consegue fazer – por isso é que os putos nas escolas têm “Educação Cívica” que é mais um termos estúpido para quem não quer utilizar a versão clássica da disciplina que é “Ética”.
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