O que terá acontecido ao resto do estudo?
1 Agosto, 2008
Parece que a Lusa teve acesso a uma parte de um estudo, encomendado pela ANA, segundo a qual (não é gralha) o Aeroporto Francisco Sá Carneiro é subsidiado pelos de Lisboa e Faro. É a única explicação possível para a conclusão de que os preços baixariam nos dois últimos aeroportos caso estes fossem geridos autonomamente, ao passo que, no Porto, mais do que duplicariam nas mesmas circunstâncias.

Estranho.. então a ANA deveria dar grátis o Aeroporto do Porto a quem o quiser gerir.
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O resto do estudo trata de Alcochete.
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Quer dizer que neste momento no caso do aeroporto do Porto encontram-se a perder dinheiro?
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Isto é a guerra pelo Aeroporto. Muitas mais “notícias” aparecerão de um lado e de outro.
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Aliás porque raio é preciso um “Estudo”? supostamente devia estar nas contas da empresa, que deviam ser públicas.
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http://www.apeapt.com/pt/20080623262/ANA-Lisboa-nao-suporta-dois-aeroportos.html
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A ser verdade é uma boa notícia. Ninguém ganharia com o aumento dos preços no aeroporto do porto.
Temo bem é que notícias da inviabilidade e despesismo do aeroporto aumentem na proporção do interesse em privatiza-lo. E foi só considerado o melhor aeroporto da europa.
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O mesmo se passa com as pontes (agora querem mais 3).
Em Lisboa paga-se portagem para subsidiar as pontes de borla no Porto.
Só os distritos de Lisboa e Algarve é que pagam mais impostos do que aquilo que recebem do orçamento.
Parece que o do Porto é o que mais “chupa” o orçamento de estado.
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Carlos
Não diga tontices. Uma ponte sobre o Tejo em Lisboa dá para acimentar o Douro no Porto.
Você paga portagem quando passa no viaduto Duarte Pacheco?
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ão diga tontices. Uma ponte sobre o Tejo em Lisboa dá para acimentar o Douro no Porto.
Mas todas são pagas e bem pagas pelos utentes, ao contrário do Douro cimentado.
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“Só os distritos de Lisboa e Algarve é que pagam mais impostos do que aquilo que recebem do orçamento. Parece que o do Porto é o que mais “chupa” o orçamento de estado.”
É curioso que no Norte haja tanta gente a lutar por baixar os impostos. Tal como no caso do aeroporto, lutam por uma coisa que apenas vai beneficiar as pessoas de Lisboa e do Algarve.
E não dizem obrigado?
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Esse tal “estudo” não deve passar de outra boca do Jamé.
Aceitam-se apostas.
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“Só os distritos de Lisboa e Algarve é que pagam mais impostos do que aquilo que recebem do orçamento.”
Então estão falidos, e ainda por cima são os que estão melhor em Portugal, como todos reconhecem.
É obra!
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Como sempre aparecem por aqui uns néscios (Carlos Diz:
1 Agosto, 2008 às 10:24 pm) a falar de cor. Quanto a investimento do estado central, vamos a números. Investimentos anunciados para os próximos 10 anos:
Distrito de Lisboa – 21,6% da população; investimento per capita igual a 3846 euros; 35% do investimento total.
Distrito do Porto – 18% da população; investimento per capita igual a 832 euros; 6% (SEIS!) do investimento total.
Mais números aqui: http://www.porto.taf.net/dp/node/3829
O melhor que nos podia acontecer (aos do Norte) era mesmo que o estado nos deixasse em paz; deixassemos de lhe pagar impostos e de receber transferencias por parte dele. O estado que se limite a governar os lisboetas e outros que o pretendam. Nós não queremos. Deixem-nos sozinhos. Nós cuidamos de nós próprios.
Últimos números oficiais do INE:
Rendimento Primário do Norte per capita em 2005: 8200 euros;
Rendimento disponível do Norte per capita em 2005: 8100 euros.
Dizem os manuais de economia que o rendimento disponível é o que sobra do primário depois de pagos os impostos e recebidas as transferências.
Conclusão: Cada habitante do Norte (criancinhas, deficientes, desempregados e incapazes incluídos) contribuiu com 100 euros para a riqueza dos outros. Isto apesar de sermos os mais pobres e enfrentarmos há anos uma grave crise económica e vivermos à custa duma economia privada que só por si é responsável por mais de 40% das exportações. isto é, aquela que verdadeiramente faz crescer a economia nacional e não aquela que supostamente gera mais impostos fictícios pagos com dinheiro recebido directamente do estado. Os funcionários públicos e as empresas que prestam serviços ao estado não pagam impostos reais: devolvem ao estado dinheiro que afinal receberam do estado anteriormente. Só a economia privada gera impostos reais. Etou farto da conversa de que Lisboa paga mais impostos. Tal não corresponde à verdade.
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Põe-se uma questão importante: o estudo foi feito por lisboetas ou residentes na zona, ou dependentes de lisboa? E eram só homens?
Há que analisar os estudiosos do estudo , não vá acontecer como aquele das meninas da matemática. E não é piada. Jamais vou esquecer a brilhante conclusão de uma equipe médica, divulgada na comunicação social , de que ver televisão engorda.
O subjectivismo , apesar daqueles esforços todos de banir o senso comum , parece estar demasiado presente nos estudos objectivos. E com cada palermice , de arrepiar o senso comum.
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Já ninguém sabe ler?
“parte de um estudo, encomendado pela Ana”
Ora a Ana é uma secretária do Jamé, por sinal bem jeitosa, que também já tinha encomendado outro estudo, o do Metro do Porto dar mais prejuízo que o de Lisboa lembram-se?
Foi o Jámé!!!Foi o Jámé!!! Foi o Jámé!!!
Foi o Jámé!!! Foi o Jámé!!! Foi o Jámé!!!
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O que um mouro nao percebe é que para atravessar o douro são precisos viadutos tipo do trancão duarte pacheco e similares.
Eles devem é querer pagar portagens neles.
O dinheiro gasto na via paralela á antiga expo tanto no seu rebaixamento com num viaduto custou “só” sete pontes durienses.
O Carlos deve querer lá uma portagemzita.
E quando falam desse “malldito metro do Porto” que consumiu cerca de 300 milhoes de euros (um pouco menos) com 26 km em funcionamento deveriam era comparar com os 300 milhoes que gastaram a mais só no tunel do terreirto do paço ou então com os 90 milhoes dispendidos pelo metro de almada para por em funcionamento 4 km de via e ter uma media de quatro passageiros por viagem.
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Quando vc conseguir fazer entender a estes funcionários publicos que aquilo que supostamente pagam de impostos não é mais que a retençao de parte dos impostos cobrados aos outros ficando outra fatia desses mesmos impostos na mão deles por troca tambem do suposto serviço que prestam…….vc ganha um prémio na area de neurologia aplicada.
Com valores indescritiveis de administrativos e com falta e mau serviço nas áreas de prestaçao efectiva de serviços que o estado deveria prestar, ainda acham que são produtores de “mais valias”…não descobriram ainda que produto fabricam vendem e exportam……….(promenor de somenos)
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“Em Lisboa paga-se portagem para subsidiar as pontes de borla no Porto”
No Porto, em Coimbra, em Alcacer e em tudo o que e ponte com menos de um par de km. Quem vos manda ter um rio tao largo?
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Carlos Diz:
1 Agosto, 2008 às 10:24 pm
O mesmo se passa com as pontes (agora querem mais 3).
Só os distritos de Lisboa e Algarve é que pagam mais impostos do que aquilo que recebem do orçamento.
Parece que o do Porto é o que mais “chupa” o orçamento de estado.
Não diga asneiras…
Há grandes empresas que pagam impostos em Lisboa, porque é lá a sua sede, mas onde é feita a criação de riqueza?
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“Há grandes empresas que pagam impostos em Lisboa, porque é lá a sua sede, mas onde é feita a criação de riqueza?”
Nos países de Leste para onde deslocalizaram a produção?
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