O elogio das intenções II
O governo apresentará hoje o seu plano de combate à crise. Creio que o governo não tem feito outra coisa nos últimos dois meses para alem de apresentar planos de combate à crise, mas parece que este é ainda mais espectacular.
Creio que o Governo, antes de apresentar novos planos de combate à crise, devia explicar quais são os progressos alcançados pelos planos anteriores. Por exemplo, o que é feito do plano tecnológico e porque é que ainda não estamos ricos por causa dele? Quais são os resultados daquela ideia de levar a banda larga a todo o país? Quais são os resultados dos Projectos de Interesse Nacional que o governo tem promovido? Quais foram os resultados da paixão de Guterres pela educação? Quais foram os resultados do investimento em obras públicas dos últimos 15 anos?

DITADOR PRECISA-SE.
Ao rítmo da asneira com que se governa o melhor mesmo é começar a procurar o salvador.
País falido.Multicultural.Guerrilha interna.Corrupção a todos os níveis.Desprezo pelo mérito(isso dos professores é só poeira para embaratecer os custos) pois que não foi acompanahdo por igual rigor nos programas, disciplina e avaliação dos resultados dos alunos.É só propaganda feita pelo Serviço Nacional de Informação de Esquerda.
O internacionalismo traidor impera.A traição capitalista impera.Tudo sinais de que a coisa não vai acabar bem.Quando tal acontecer que o sangue lave a honra duma nação traida e vendida.Sem garantias nenhumas.E logo no início.
Lusitânea | Homepage | 12.13.08 – 11:13 am | #
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“Quais foram os resultados da paixão de Guterres pela educação?”
O PS é um par-tido bi-polar.
Agora, está na fase do ódio.
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“Quais foram os resultados do investimento em obras públicas dos últimos 15 anos?”
Investimento em estádios de futebol?
Está à vista de todos …
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Uma coisa é actividade, outra – completamente diferente – a produtividade.
Os políticos especializaram-se na actividade (frenética, no caso deste Governo) ou aparência dela. Como os eleitores são preguiçosos e, mesmo quando colocam as perguntas que o João Miranda colocou, não se dão ao trabalho de procurar as respostas, os resultados (produtividade) não interessam para a popularidade dos Governos em geral e deste em particular.
Eles (os políticos) dizem que estão a fazer ou vão fazer muito e bem e que os resultados do que estão ou vão fazer são/serão espectaculares. Isso chega para muitos, mesmo quando a realidade dos factos lhes entra pelos olhos e pela casa dentro.
O desemprego aumenta? A educação está de rastos? Cada vez se torna mais necessário recorrer aos privados para cuidados de saúde? Cada vez estamos menos seguros nas ruas das nossas cidades? Os poderosos ficam sempre impunes e os menos poderosos desistem de ir a tribunal lutar pelos seus direitos porque acabam por sair ainda mais prejudicados? O endividamento externo aumenta rapidamente? O PIB aumenta sempre menos que o dos países nossos “concorrentes”?
Isso tudo que se lixe. É demasiado complicado e faz doer a cabeça.
O que interessa é que o Primeiro-Ministro diz que o Governo está a fazer um trabalho espectacular, que tudo o que está mal é da responsabilidade dos 3 anos de Governo PSD e não dos 10 anos de Governo PS (nos últimos 13 anos), que se anda a distribuir computadores pelas criancinhas e só isso as vai preparar para um novo mundo tecnológico, que a crise mundial não vos vai afectar, que os problemas actuais são por causa da crise mundial e não deste Governo, que os 450 milhões de euros foram dados para salvar um banco de gestão de fortunas porque se tinha que proteger o sistema bancário nacional, que nacionalizar um banco que estava inserido num grupo económico que tinha condições para o segurar era absolutamente indispensável, que vai ser construído um aeroporto que vai trazer riquezas enormes para o país, que vamos ter TGV por todo o lado porque os países ricos também têem, que se vai injectar milhares de milhões de euros na economia, …
O que interessa é foguetório e espectáculo. É disso que a comunicação social gosta porque é com isso que se entretém a populaça. Reflectir sobre a realidade e ser sério nas propostas e actuação não entretém e “os políticos são todos iguais”.
Nem sequer se quer saber quem vai pagar esses milhares de milhões de euros.
Temos exactamente o Governo que merecemos. Era bom que, no próximo ano, fizéssemos por merecer melhor mas isso nem chega a ser um sonho, é uma mera fantasia.
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” o que é feito do plano tecnológico e porque é que ainda não estamos ricos por causa dele? Quais são os resultados daquela ideia de levar a banda larga a todo o país?”
Os bárbaros e a tecnologia
Quando eu era adolescente li uma história sobre a segunda grande guerra que me deu que pensar. Parece que os americanos tinham necessidade de construir uma grande quantidade de aeroportos em muitas ilhas do Oceano Pacífico e não tinham mão-de-obra para isso. Muitas dessas ilhas eram habitadas por tribos cujo desenvolvimento estava ao nível do Paleolítico. No entanto conseguiram facilmente, ao fim de poucos dias de treino, operar um bulldozer ou qualquer outra peça de maquinaria usada para construir aeroportos.
Vários anos e muitas leituras mais tarde, percebi que quando um bárbaro se confronta com a civilização, a primeira coisa que aprende dela, e mais facilmente, é a sua tecnologia. Muitas vezes nunca chega a aprender mais nada. Muitas vezes nem sequer chega a imaginar que haja mais nada.
Há trinta anos que o mundo em geral está a ser governado por bárbaros, que da civilização só vêem a tecnologia. Não compreendem que há mais mundo para lá da tecnologia, e que se esse mundo não existisse a tecnologia acabava.
Esta atitude assume muitas formas. Uma delas é o economicismo: a crença que a economia determina tudo na vida dos homens e que a ciência económica explica cabalmente toda a realidade.
Outra é a adoração bacoca da técnica como se fosse um fim em si mesma e não um meio. Quando o Primeiro-Ministro vai às escolas levar computadores, leva a cereja para pôr em cima do bolo. Mas o bolo, onde está? O Primeiro Ministro não sabe. Nem sabe que ele é preciso. Nem sabe que a cereja em cima do bolo precisa de um bolo por baixo.
E temos o caso de Maria de Lurdes Rodrigues a dizer que as escolas servem para as pessoas se qualificarem. Não servem: servem para as pessoas aprenderem. Pela simples razão, que nenhum bárbaro jamais entenderá, que quando o nosso propósito é ensinar estamos a qualificar; mas se o nosso propósito for apenas qualificar, nem qualificamos, nem ensinamos. Ou então damos uma qualificação que se esgota no momento em que o qualificado deixa de ser útil ao qualificador.
E assim voltamos aos construtores paleolíticos de aeroportos: lembremo-nos deles sempre que algum político ou algum yuppie (ou pior ainda, algum político yuppie) nos vier com a treta da qualificação. É que qualificar é fácil, o que é difícil é ensinar.
Quando a guerra acabou e os americanos se foram embora, deixaram atrás de si milhares de pessoas qualificadas para construir aeroportos. Nenhuma delas ganhou fosse o que fosse com isso.
http://www.legoergosum.blogspot.com/2008/10/os-brbaros-e-tecnologia.html
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“O governo apresentará hoje o seu plano de combate à crise. Creio que o governo não tem feito outra coisa nos últimos dois meses para alem de apresentar planos de combate à crise, mas parece que este é ainda mais espectacular.”
A Aposta Na Inveja Em Tempos De Crise
Já se percebe melhor parte da estratégia eleitoral do PS nestes meses que se aproximam, na tentativa de recuperar, pela via populista e demagógica, algum eleitorado descamisado.
A ideia é voltar à táctica de início de mandato, de atacar grupos profissionais apresentados como privilegiados.
A guerra com os professores vem dessa altura, assim como de modo mais surdo com militares e magistrados (grupos que têm beneficiado de uma explícita protecção presidencial…). Agora retoma-se o conflito com os médicos.
A ideia é atrair o voto daqueles que, sofrendo mais com a crise e estando em situação de vulnerabilidade, suportam melhor essa situação se souberem que há mais gente nessa condição, em especial privilegiados. Não se fala de autores de estudos ou pareceres jurídicos para o Governo, que ninguém sabe bem quem são, nem de accionistas de bancos falidos, que têm nomes que ninguém reconhece. Fala-se de uma inveja de proximidade, daquela que é possível apontar na rua. Dos doutores ou stôres, para usar a terminologia câncio-juvenil.
Se o médico ou o professor também sofrerem, acredita-se que o desempregado de longa duração rejubilará (é a lógica usada pelos textos citados a esmo pelo nosso estimado comentador T. Silva) e depositará o seu voto no partido do 6º Armani.
É a opção pelo nivelamento pela mediocridade.
Compreende-se. Se já o fazemos ao nível das carreiras políticas…
http://www.educar.wordpress.com/
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Ah bem…propaganda. Rotinas.
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Propaganda dos dois lados.
O eleitor decide.
O leitor lê.
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“O eleitor decide.
O leitor lê.”
Também eu pensava assim. Mas não é, enquanto Sócrates ir for distribuindo computadores grátis, a ministra de educação ir facilitando nos exames, se a maioria dos papás e das mamãs estiverem contentes, o resto não interessa. Não interessa se a despesa pública ou a dívida externa continuam a aumentar, e se Portugal continua na sua vertiginosa descida até 27º lugar na Europa.
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O que está a dar é dizer mal de tudo.
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“…enquanto Sócrates ir for distribuindo computadores grátis…”
Prefere que os vá venda ?
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os “xuxas” vão vender os trabalhadores no mercado dos escravos
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A propaganda escrita aqui neste poste por alguém que se intitula professor diz tudo sobre o nivel e o problema do país.
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Dá ideia que os objectivos da escolas não é nem qualificar, nem ensinar. O objectivo é os professores ganharem salários e progredirem topo da carreira para ganharem o máximo dos maximos. Tanto barulho por causa de uma avaliação só pode significar isso.
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11. Piscoiso:
“…enquanto Sócrates ir for distribuindo computadores grátis…”
Prefere que os vá venda?
Prefiro que os ponha na escola, depois de ensinar os professores a usá-los, de preparar conteúdos e metodologias pedagógicas que permitam usá-los de forma produtivida e de garantir que serão mantidos devidamente.
Prefiro que se arranjem as salas de aulas, que sejam preparados manuais escolares adequados que passem de aluno para aluno e deixem de ter que ser pagos pelos pais para enriquecer as editoras, que se deixe de contratar figurantes para “inaugurações”/”apresentações” em que se mostra como reais coisas que não existem nem são feitas em lado nenhum, que se aposte no trabalho e na exigência e se deixe de trabalhar para as estatísticas.
Prefiro que se trabalhe para o futuro do país e não para auto-propaganda.
Em resumo, prefiro que se faça quase tudo precisamente ao contrário do que este Governo tem feito na área da educação.
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Associação de Pais da melhor Escola Pública do ranking
Eu já desconfiava, mas a prova está aqui:
OS MELHORES PROFESSORES ESTÃO CONTRA O MINISTÉRIO.
OS MELHORES PAIS ESTÃO COM OS PROFESSORES.
http://www.legoergosum.blogspot.com/2008/12/associao-de-pais-da-melhor-escola.html
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2007-03-18 – 00:00:00
Entrevista: Marques Mendes
Jornalista : Jorge Paula
Marques Mendes, líder do PSD, acusa o primeiro-ministro de ter um projecto de poder pessoal perigoso para a democracia. Irónico, diz que o País só está melhor do que o Burundi e afirma que o aeroporto da Ota pode ser o pântano de Sócrates.
Correio da Manhã – Gosta do estilo de José Sócrates?
Marques Mendes – Não vou comentar estilos. O que acho é que a atitude que o primeiro-ministro tem utilizado é errada. Essencialmente porque tem a preocupação de atirar portugueses contra portugueses. É uma atitude política errada. É um pretexto, a alegada existência de privilégios de todas estas classes, como se de repente se tivesse descoberto que o País é formado por privilegiados. E sobretudo tem um objectivo muito mau: explorar o sentimento da inveja nacional.
– Da inveja?
– Da inveja nacional. No momento em que ataca um sector está a colocar na prática portugueses contra portugueses. Um segundo aspecto negativo na sua atitude é a tentação que se nota de um controlo enorme do poder. Eu alertei em Dezembro para o facto de o primeiro-ministro parecer ter um projecto pessoal de controlo de poder, de acumulação de poder.
– O tempo deu-lhe razão?
– Três meses depois já perceberam que não era um ponto de vista partidário, mas sim a constatação de uma realidade.
– Está a referir-se ao recente anúncio de concentração de poderes policiais?
– É o último exemplo e dos mais perigosos, mas não é o único.
– Quais são os outros? A Comunicação Social?
– Há uma preocupação enorme de controlo na Comunicação Social, nos centros de decisão económica, na Justiça, na investigação criminal e mais recentemente nas polícias. Já não é uma questão partidária. Tem a ver com a qualidade da nossa democracia. Isto não é autoridade. É abuso de poder. É confundir maioria absoluta com poder absoluto.
– A Comunicação Social está a ser objecto de diversas medidas polémicas. O que é que vai fazer?
– Neste domínio da Comunicação Social há uma preocupação crescente de controlo, um controlo cada vez mais apertado. Nesta matéria todos os partidos têm pecados. Mas os Governos anteriores, de todos os partidos, em comparação com este, são uns meninos de coro.
– Também teve a tutela da Comunicação Social.
– Todos os Governos têm essa tentação. Estou a reconhecer isso. Agora, repito, em comparação com o que se está a passar, são todos meninos de coro.
– E Sócrates não é um menino de coro.
– Não. Acho que não é tanto um projecto partidário. É muito pessoal. É o poder em sectores nucleares na mão de uma pessoa só. E em democracia isto não pode acontecer. A democracia é o regime do equilíbrio de poderes.
– O que é que o PSD pode fazer para contrariar esse projecto pessoal?
– É o que temos feito. Denunciar a situação.
– Mas se a situação é tão grave não pensa alertar o Presidente da República?
– Cada coisa a seu tempo.
– Está a renascer o Estado policial? É perigoso para a democracia?
– É perigoso e afecta a qualidade da democracia. Eu alertei em Dezembro para esta situação e agora vastos sectores, que não têm nada a ver com o PSD, dão-me razão. Está em curso este projecto de poder pessoal. A denúncia que fizemos está a seguir o seu curso e acho que a força da opinião pública é o instrumento essencial para que o Governo recue em intenções que não são boas para a democracia.
(…)
– Como é que explica, então, a posição irredutível do primeiro-ministro? Por ser teimoso? (OTA)
– Esta teimosia é grave. E só há uma explicação: como a situação do País é grave, os resultados são nulos e não tem nada para apresentar ao País, quer a toda a força mostrar obra.
– É um alibi?
– É uma tentativa de mostrar que afinal há qualquer coisa, há obra, para tentar desviar as atenções dos problemas reais quer na economia, quer na saúde, quer no desemprego. E para isso tenta criar um elefante branco, fazer um erro colossal.
– Que pode ser fatal para Sócrates?
– Olhe, Sócrates pode acabar no pântano do aeroporto da Ota se não tiver o bom senso de recuar. O Governo não pode querer resolver o seu problema à custa do dinheiro de todos os portugueses.
– É tão grave que levou o problema a Cavaco Silva?
– Ao fim de um ano foi a primeira vez que pedi uma audiência ao Presidente da República. Mas este caso é sério demais, porque podemos estar perante um erro colossal, porque a teimosia pode levar a um disparate que compromete os próximos Governos e Orçamentos.
(…)
– Há causas para a corrupção. Quais são?
– Olhe, digo isto com algum exagero, mas reconheço que cada lei que se faz em Portugal é um convite à corrupção. Porque são complexas e burocráticas
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“O que está a dar é dizer mal de tudo.”
Então diga lá uma coisa boa que aconteceu excepto o controlo do défice.
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A paixão pela ciência:
Os cerca de 40 trabalhadores avençados do Instituto de Meteorologia (IM) vão concentrar-se terça-feira junto ao ministério da Ciência e Tecnologia exigindo a anulação da rescisão dos contratos, comunicada em Outubro, disse hoje fonte sindical.
Artur Sequeira, do Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Sul e Açores, disse à Lusa que no dia 31 de Outubro, os cerca de 40 trabalhadores contratados em regime de avença foram informados por carta pelo Conselho Directivo do IM da cessão dos seus contratos num prazo de 60 dias.
De acordo com o sindicalista, a saída destes profissionais, que representam 42 por cento dos técnicos superiores existentes no IM, «irá pôr em causa o bom funcionamento» do organismo no continente e nos Açores, com afectação nos serviços prestados.
Lembra também que «muito destes 40 trabalhadores estão há mais de quatro anos no IM com contratos em regime de avença».
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=363028
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Na educação os professores nao terem de fazer concurso todos os anos, as crianças terem ingles no primeiro ciclo, os livros escolares durarem mais anos, as aulas de substituição… etc e tanta coisa.
Coisas más também aconteceram. Uma delas foi o lobi ter obrigado a desistir da ota e irem plantar o aeroporto em Alcochete no meio do deserto, em cima do aquifero, entre o Tejo e o Sado. Mas enfim. Tudo a bem do negócio de suas excelencias. Mas enfim o governo da maioria não é uma ditadura e tem de ceder. Outra coisa má a linha do Tua assassina.
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17: Coisas ainda mais más e a quantidade de víboras pequeninas ou grandes que este país tem. Há imensas cascaveis. Muita gente má.
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Este governo não precisa de um Ministério da Propaganda, porque os ministros só fazem isso todo o tempo.
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Outra coisa boa que aconteeu.. a gasolina já está abaixo de 1 euro.
Enfim a crise também tem coisas engraçadas.
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“Nem sabe que ele é preciso. Nem sabe que a cereja em cima do bolo precisa de um bolo por baixo”
Os bolos devia ser com os professores. Os professores é que deviam quere fazer bons bolos e usar as cerejas. Mas algusn o que querem é ganhar dinheiro nos sindicatos.
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Não existem coisas boas, pois todas as coisas boas são transformadas em más pelos bota abaixo e opositores que não sabem aproveitar nada de bom. Destroem tudo. Até os Magalhaes.
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Estamos fartos de planos feitos de areia, para os olhos de todos.
lanço um desafio:
1. Vão ao site da OCDE.
2. Façam uma query, isto é uma pesquisa, seleccionando os paises considerados desenvolvidos da Europa, quer façam ou não façam parte da União Europeia.
3. PAra usar um indicador “comparável” vejam o crescimento do PIB a preços constantes medidos pela PAridade do Poder de Compra.
4. Vejam em 1986, qual era a nossa média face a esse grupo de países. Vejam em 2008 qual é a média.
5 – Help? Ora bem, em 1986 estavamos a 54% do rendimento médio per capita desse grupo de países; Em 2008 estamos a 58%.
Estes dados podem servir bem para incautos, e, dentro destes, especificamente, quem andou a governar o país neste período. No entanto, saiem as seguintes conclusões:
(1) Em 22 anos, aproximamo-nos 4 pontos percentuais desse conjunto de países, o que deixa antever uma convergência no ano 2300
(2) Não há, em prazos tão longos, desculpas de crises, ou recessões, ou europas e não europas: é um facto evidente ao longo dos 22 anos.
(3) Todos os governantres são reponsáveis por estes resultados. É preciso parar de acusar o que veio atrás dos males que nóos padecemos. TODOS TÊM CULPA!
(4) Os inumeros e fantásticos planos que andamos a enfardar em 22 anos, não nos levaram mais perto do que é um país desenvolvido da Europa. Estamos melhor que há 22 anos, como todos os países estão – é uma evidencia. No entanto, são resultados medíocres, manhosos, tristes, sobretudo quando economias semelhantes À nossa tiveram comportamentos muito melhores
(5) Tem que se mudar MUITA coisa. As pessoas andam anestesiadas com grandes magalhães, planos tecnológicos, etc, mas esquecem-se que está tudo a sair do pêlo delas, e 22 anos volvidos, não convergimos na EUropa. Temos que acordar, temos que ser exigentes, e temos que limpar de uma vez por todas este clima de injustiça suportado pelo status quo partidário que, apoiando-se entre PS e PSD, e restantes partidos satélite, teima em manter as coisas como estão, e que NOTE-SE, estão mal, MAL, MAL, MAL.
ACORDEM
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“Na educação os professores nao terem de fazer concurso todos os anos, as crianças terem ingles no primeiro ciclo, os livros escolares durarem mais anos, as aulas de substituição… etc e tanta coisa.”
Sim, também eu fiquei muito bem impressionada com o governo nessa altura e contente por ter votado em Sócrates. Mas agora, todos os indicadores estão muito maus como se pode ver de um comnetador do Abrupto:
“Foi em 2006 que a taxa de desemprego em Portugal ultrapassou a média da UE, estando agora perto dos 8%.
A carga fiscal sobre os portugueses (soma da taxa máxima de IRS + taxa standard de IRC + taxa standard de IVA + contribuições para a segurança social de empregadores e empregados) ultrapassou em 2005 a média da UE e manteve-se muito acima com os aumentos de todos os 9 impostos desde Fevereiro de 2005. A carga fiscal portuguesa é de 123 pontos hoje, contra os 116 da média da UE27 e, pior, contra os 102 pontos dos nossos mais directos concorrentes, os 12 países que aderiram em 2004 e 2007.
O défice público ficou, em 2007, em 2,6% do PIB, mas a despesa pública cresceu e situou-se, antes da crise, nuns asfixiantes 45,7% do PIB. Será de 47,7% em 2009, segundo as fantasias do OE, ou na realidade pior. Como, ainda, o défice foi corrigido só com mais receita fiscal, estamos sempre em risco de regredir.”
Em resumo, Sócrates aumentou os impostos de uma maneira que os portugueses são agora dos mais taxados na Europa. O seu governo começou agora a usar truques sujos para sacar mais dinheiro aos contribuintes. Não conteve a despesa pública, pelo contrário, aumentou-a e continua a gastar dinheiro como se não fosse nada. Onde já se viu dar computadores grátis às crianças num país pobre? O governo quer agora permissão para pedir mais dinheiro emprestado ao estrangeiro. Fala-se do nosso endividamento excessivo e ainda assim vamos pedir mais dinheiro emprestado.
Bem queria eu acreditar em Sócrates mas infelizmente, na prática os resultados são maus demais. Teixeira dos Santos foi classificado pelo Financial Times como uns dos piores ministros da economia na Europa. É isto que nós temos, maus indicadores, mau ministro.
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Essa da classificação do Financial Times é o máximo pois o ano passado estava em 3º e dos níveis de desemprego também. Onde já se viu dar computadores à crianças num país pobre? Se o país não fosse pobre não era preciso dar computadores às crianças pois os pais podiam todos comprar. Né ? Hallo? Tá alguém?
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Já estivemos mais longe da revolta popular. Seguindo o exemplo de outros países europeus, qualquer dia o povo sai à rua e revolta-se a sério. Agora nem uma Padeira de Aljubarrota nos vale.
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“Prefiro que os ponha na escola, depois de ensinar os professores a usá-los… (os computadores) – Joaquim Amado Lopes
Os alunos vão ensiná-los.
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“(1) Em 22 anos, aproximamo-nos 4 pontos percentuais desse conjunto de países, o que deixa antever uma convergência no ano 2300”
A Elite do Centrão pensou que bastava fazer parte de um Clube de gente abastada e ser “Bom Aluno” para ficar rico. Substituiu o Ditador Paternalista pela Europa Paternalista pensando que podia ficar eternemente em plena adolescência e ter um alibi, agora que a Europa já não tem tanto brilho certos sectores da Elite querem a Espanha Paternalista para continuarem a ser adolescentes, gastar recursos que não produziram e manterem-se no poleiro continuando a ter um alibi.
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“Essa da classificação do Financial Times é o máximo pois o ano passado estava em 3º e dos níveis de desemprego também.”
Você continua a mentir não é? Passou de 9º lugar para 12ª, do ano passado para este. Mostre lá a referência que é para todos verem. Você é daqueles facciosos que não se importam de levar o país à ruína desde que o PS ganhe sempre as eleições.
E há crianças com muitas necessidades básicas em Portugal, que precisam de muito apoio e acompanhamento e que beneficiariam imenso dos 200 milhões de euros que Sócrates gastou em computadores. Imagine-se que ainda agora não temos suficientes casas de recolha de crianças, e as que há estão sempre a pedir por isto e aquilo, e o governo vai oferecer computadores para crianças irem brincar para casa.
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POis é caro “anónimos”… e porque será que os pais neste país (nem todos, claro) são pobres?!… `tá-me a ouvir, ´tá?!…
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No ranking de 2007 Teixeira dos Santos estava em 9º lugar entre 13. Agora passou para último, 19º lugar.
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Já agora, porque será que neste “país de pais pobres”, o Estado não cria infantários suficientes (ou os subsidia em termos reais) para que os jovens casais possam procriar e serem felizes sabendo-se capazes de “sustentar” os seus bebés, enquanto ambos trabalham, ajudando a máquina produtiva…?!
Porque se pagam salários de miséria a quem trabalha e, nas mesmas unidades produtivas servem-se, como remunerações aos seus “quadros”, autênticos prémios do Euro Milhões…?!
Porque temos a educação tão cara (apesar de fraca)…?! E a saúde… e a justiça…?!
Porque temos tanta gente “a mamar”, forte e feio, para gerir (mal) tão pequenino e desiquilibrado país…!
Porque se morre em Espinho (não no cume duma qualquer serra do interior) sem a assistência do INEM, ou do próprio hospital local, apesar das muitas tentativas feitas durante mais de meia hora para obter ajuda…?!
Porque temos tantos reformados, que trabalharam uma vida inteira, com esmolas a que o Estado chama pensões de reforma…?!
Porque temos tanta gente que, apesar de toda esta desgraça, e depois da sua provada má e dolosa gestão (por vezes mesmo burla) continua a ser tratada com a maior deferência e a todos os níveis…?!
Porque ainda temos os antigos combatentes do Ultramar, ultrajados pela falta do merecido respeito e a total falta de assistência social e financeira que lhes é devida…?!
Porque etc, etc, etc…!?
Vergonha de gente… vergonha de país!
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30. Piscoiso:
“Prefiro que os ponha na escola, depois de ensinar os professores a usá-los… (os computadores)” – Joaquim Amado Lopes
Os alunos vão ensiná-los.
O Piscoiso deve ouvir os mesmos programas de rádio que eu e estar a lembrar-se daquela emissão em que um repórter estava à porta de uma escola, no dia a seguir a ter sido lá distribuido o “Magalhães”, a entrevistar crianças e respectivos pais.
Uma das crianças disse (e o pai dela repetiu) que o “Magalhães” já estava avariado porque a bateria se tinha gasto e já não funcionava.
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Só faltou dizer que o extraordinário texto mencionado em 5.(os barbaros e a tecnologia) é da autoria de José Luiz Sarmento, do blogue “As minhas leituras”
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A palha çada da banda larga continua, pela treta do Sopcrates!
Este fim de semana, vem com a parvoice de estender a babda larga a todo o país! o ignorante esteve na segunda passada, 8,
a discutir com os operadores de internet e foi-lhe dito pela Vodafone, que são necessarios 2 mil e 500 milhões de euros, para estender fibra ótica pelo país. A PT disse logo que não entrava em panelinhas com os outros operadores! este parvo acrescentou às medidas contra a crise esta palhaçada do dia 8, como se fosse execuivel…………
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O milagre da multiplicação citado na biblia, apareceu em Portugal, o governo anuncia todos os dias milhões; para a banca, para as pme,s, para tudo enfim; pergunto eu, como é possivel arranjar dinheiro para tanto ou tanto dinheiro, num pais pobre , falido e em tempo de crise global onde ninguem tem, como é possivel ????
É obvio que vivemos no pais da Alice das maravilhas, onde tudo faz de conta e as notas para tanto financiamento devem ser do tipo do monopolio.
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Não adianta nada meu amigo.
O País está cego, surdo e mudo, por opção.
Tudo o que se escreva ou diga é pregar aos peixinhos.
É triste? Sim, mas real e frustrante admitir que, afinal, talvez não mereçamos melhor sorte.
Vejam esta notícia no JN:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1058710
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tina Diz:
“Então diga lá uma coisa boa que aconteceu excepto o controlo do défice.”
Qual “controlo do défice”?
Desorçamentação, contabilidade criativa, aposta nas receitas extraordinárias e no aumento exponencial das receitas por via de pura extorsão fiscal e sem qualquer melhoria e optimização de serviços, quando não a extinção pura e simples de muitos serviços sem que a despesa diminua proporcionalmente ao seu encerramento, agora chama-se “controlo de deficit”? 🙂
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“pergunto eu, como é possivel arranjar dinheiro para tanto ou tanto dinheiro, num pais pobre , falido e em tempo de crise global onde ninguem tem, como é possivel ????”
deve ter sido para isso que o governo pediu autorização para pedir mais dinheiro emprestado.
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E também com medidas de extorsão fiscal tal como disse antes e J Doe menciona agora. Por exemplo, se cada trabalhador independente tiver de pagar agora 250 euros em coimas pelas declarações anuais do IVA, se forem 500 000 trabalhadores em falta, serão logo 125 milhões de euros. Se forem todos os trabalhadores em falta, serão 250 milhões de euros.
Sócrates afinal é mesmo mentiroso. Fala em Simplex mas foi inventar uma declaração anual do IVA a partir de 2006 como se 4 declarações periódicas anuais não bastassem. E só 2 anos depois avisa aos contribuintes que estão em falta para arrecadar dois anos de multas.
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26 Porque escolheu essas datas? Abarcam um período mto longo e diverso (entrada no SME, adesão ao euro…). Seria mais esclarecedor 5 em 5 anos, por ex., e começar em 1970. Portugal não começou em 1986. É como dizer o faaaáschissmo isto e aquilo: e a República? Era (foi) tudo rosas?
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se isto fosse um país civilizado, o compromisso dos 10 estádios do Euro, a Casa da Música, o Metro no Terreiro do Paço, os negócios com a Lusoponte, as negociatas da Expo,os milhões para RTP (Emídio Rangel a ganhar 8 mil contos_mês, lembram_se?), RDP…,os “estudos” com a OTA e com a Linha do Norte e os pendulares, etc., seriam objecto de averiguações judiciais, parlamentares e jornalísticas até ao fim (só interessa atirar com watergate e iraque e bush e palestina aos usa para não falar no lixo doméstico…) e consequências políticas e criminais. Mas como estamos no fundo do ranking…
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“É como dizer o faaaáschissmo isto e aquilo: e a República? Era (foi) tudo rosas?”
E a Monasquia? Era (foi) tudo rosas?
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Primeiro-ministro afirma que melhor forma de defender emprego é aumentando qualificações
O ainda primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou hoje no Seixal que a melhor forma de defender o emprego é aumentando as qualificações dos portugueses e reconheceu que Portugal é um país com muitas desigualdades sociais.
Deve estar a referir-se ao curso de engenharia que ele terá obtido na cancelada independente.
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muito mau … Portugal sem Futuro , eis o Socrates a empenhar as gerações futuras, big time, … para ( ele espera ) ajudar a ganhar as próximas eleições …
é uma coisa , tem uma latosa …
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A o primeira aldrabice deste plano, `o fumega jamais, que diz que dentro de dias o governo assina acordos, com os distribuidores de banda larga, para as linhas da mesma!
Este vigarista, esqueceu-se que no passado dia 8, Socrates reuniu, com todos os operadores e Vodafone, informou, que para infasteturar o país, são precisos, 2 mil e quinhentos milhões de euros em fibra ótica. Todos acordaram associar-se menos os xicos espertos da Pt, não quizerem alinhar.
Agora vem o governo com 50 milhões de euros, que não chegam, nem para Lisboa! Só vigarice estes planos para salvar os negócios do Coelho e outros……….
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