A crise escreve direito por linhas tortas
25 Fevereiro, 2009
Mais de cinco mil estudantes recorreram a crédito para pagar estudos
Talvez assim se extinga muita vocação para aqueles de cursos psico-sociologia que formam aquelas multidões que sonham reinserir, renquadrar e dinamizar as problemáticas emergentes doa ctual contexto
15 comentários
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Resta saber, se este dinheiro não será para pagar:
1. Visitas às Caraíbas.
2. Visitas à neve.
3. Raves.
4. Outros tipos de “parties”!
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n se esqueça de relações internacionais……. um país como o nosso virado para o turismo e para a importação, uns milhares de pessoas licenciadas em relações internacionais nunca são d+…..
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Isso foi antes da crise
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Talvez assim se equilibre o “sistema”.
Nem toda a gente tem que ter um curso superior.
Muitos cursos deviam fechar porque não têm saída.
Muitas faculdades não deviam estar abertas porque não têm viabilidade nem qualidade.
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“Renquadrar”. Neologismo?
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“Psico-sociologia”. Neologismo?
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«n se esqueça de relações internacionais» -AGG
Nem tudo é mau.
Conheci um militar que dava aulas neste campo. Dizia por vezes, não perceber muito bem para que serviam.
Afinal, serviu ao sr Vara, agora de malas aviadas para Angola: presidente do BCP em Angola.
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Que fechem as universidades que não têm qualidade parece-me lógico. Que não abram as que não têm condições parece-me ainda mais lógico. Que se concentrem os alunos dos cursos com pouca procura em pólos seleccionados parece-me racional.
Mas a função da universidade é produzir conhecimento e fechar cursos que têm procura mas não têm saída profissional tenho a certeza que é atoarda.
A matemática e a física foram, durante muitos anos, descendo de nível, transformaram-se em cursos virados para o ensino, e só através da sua associação ao título de engenheiro voltaram a ganhar alguma credibilidade entre os lusitanos. Agora sofremos as consequências dessa atitude.
O conceito de utilidade económica não pode ser o critério que preside à criação de cursos. Se a comunidade quer incentivar pela positiva a frequência de certos cursos que o faça. Mas impedir que se estude o que se quer é só mais uma forma de autoritarismo ignorante e de vistas curtas.
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Impresário, sem dúvida que apresenta pontos válidos, mas sinceramente, quantos licenciados em Recursos Humanos, Psicologia, Relações Internacionais, Sociologia,etc em faculdade privadas ou semi-públicas de quarta categoria é que pode empregar nas sua empresa???? se puder juntar umas centenas de Enfermeiros e Assistentes Sociais então aí é que era obra, aí o Sócrates ficava contente consigo, aí sim conseguiria cumprir a promessa dos 180 mil empregos.
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“A matemática e a física foram, durante muitos anos, descendo de nível”
Curiosamente, na Ásia e em alguns países europeus, são áreas de conhecimento sofisticadíssimas.
Nesse sentido, concordo consigo. Acabar com o Curso de Filosofia, só porque o mercado não “precisa” de Filósofos? E o fulcro da civilização ocidental não vem dos gregos?
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Bimos por este meio retomar a nossa actibidade comercial junto da prestigiada comunidade bloguista.
Hoje estamos a oferecer um treinador de juniores que faz experiências com seniores, um conjunto de atletas desmotivados e uma claque desencantada. Aceitamos propostas de sociedades anónimas desportibas sediadas no Norte de Portugal. Resultados garantidos.
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sim, pode ser que passe a haver mais advogados e mais juristas, essas classes de grande prestigio e que muito têm honrado o país. pfff…
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Será agora com este crédito que o Sócrates vai marrar para engenheiro?
Nuno
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“A matemática e a física foram, durante muitos anos, descendo de nível, transformaram-se em cursos virados para o ensino”
A sério? Eu pensava que formamos cada vez mais matemáticos e fisicos com um nível científico que não havia dantes, nem de longe. Há cada vez mais matemáticos e fisicos portugueses em publicações internacionais, quando antigamente se contavam pelos dedos de uma mão os que tinham projecção internacional. O Impresário pode dar mais dados sobre o assunto?
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Também há mais futebolistas portugueses a ganhar prémios e não se vê ninguém a dizer que o futebol português está melhor. Deve perceber a diferença entre crescer e desenvolver caro Caramelo. Um adúzia de andorinhas não faz a Primavera. E deixe-me dizer-lhe uma coisa, embora saiba de antemão que me vai achar desagradável: o que é hoje muito mais fácil é publicar papers e até fazer todo o tipo de vigarice com eles.
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