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Mais propriamente fazemos o quê?

25 Junho, 2009

Interrogado sobre o endividamento o novo-porta voz do PS declarou que o Governo tem um programa de investimento nas energias alternativas. Mas vamos torrar o endividamento com  a solar, fazê-lo voar com as eólicas ou atirá-lo para as ondas?

33 comentários leave one →
  1. carlos graça's avatar
    carlos graça permalink
    25 Junho, 2009 00:14

    Para tornar a coisa mais “sexy” como agora se diz por aí, pede-se á Sharon Stone que o fazer desaparecer com um picador de gelo…

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  2. Desconhecida's avatar
    João Souto Ferreira permalink
    25 Junho, 2009 00:27

    As energias alternativas tem muito a ver com a revolta que todos nós sentimos com a energia do poder.

    Temos de estar atentos, a energia do poder quer obrigar-nos a destruir o planeta, enquanto as alternativas conduzir-nos-ão a um planeta puro de toxinas, a uma terra verde, a um futuro luminoso.

    Finalmente o governo livrou-se daquele cara-de-funcionário do Vitalino Canas e apresentou-nos um verdadeiro socialista, um Homem que não teme e nos fala verdade – aquele senhor que não me lembro do nome – mas acho que é boa pessoa.

    Obrigado governo. Tu sabes o que é melhor para nós em todos os momentos.

    Bem ajam.

    Obrigado.

    Muito obrigado.

    Muito agradecido.

    Estou muito contente.

    Muito obrigado.

    Etc

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  3. Desconhecida's avatar
    25 Junho, 2009 00:29

    É confrangedor o silencio do sector liberal em relação à entrevista que MFL deu à sempre lustrosa Ana Lourenço.

    Como também o é a falta de resposta pronto de quem de direito, isto é, o novo porta-voz do PS. tinha aqui uma boa oportunidade para mostrar serviço.

    então não é que a alegada futura candidata a, já nem sei bem a quê, mas deve ser ao governo de Portugal, veio a publico defender uma outra orientação no apoio às empresas, que é, nem mais nem menos o pagamento das dividas.

    Espectacular! Fantabulástico!

    Já antes promoveu o celebre perdão fiscal, aquela “coisa” que beneficiou à descarada os prevaricadores. Agora, idem idem aspas, aspas. Toca a ajudar outra vez os prevaricadores. Não admira que ninguém diga nada.

    É que com toda a habitual desfaçatez, ainda assim ninguém tem lata para defender disparates deste nível.

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  4. Anti-Corporativista's avatar
    Anti-Corporativista permalink
    25 Junho, 2009 00:29

    Endividamento externo – 50% é realtivo à dependência de produtos petrolíferos!

    Um política que aposta em energias renováveis, solar, eólica, ondas, plano nacional de barragens, eficiência energética, automóveis híbridos, TGV!!, etc, etc, etc…é evidente que só ajuda e é louvável o caminho escolhido para essa redução do endividamento

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  5. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    25 Junho, 2009 00:33

    a helenas queria cinergias de alterne.

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  6. Desconhecida's avatar
    25 Junho, 2009 00:37

    endivadamento do estado ou das familias?

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  7. Anti-Corporativista's avatar
    Anti-Corporativista permalink
    25 Junho, 2009 00:37

    Note to President Obama: Want to Fix the Schools? Look to Portugal!

    http://www.huffingtonpost.com/don-tapscott/note-to-president-obama-w_b_220198.html

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  8. Desconhecida's avatar
    JMLM permalink
    25 Junho, 2009 00:40

    A honestidade intelectual foi depositada neste post.
    A receita é sempre a mesma, demagogia+demagogia=desonestidade intelectual.
    Gostava de ver uma critica sua, às soluções apresentadas por MFL na grande entrevista, para a nossa economia.
    VIVA PORTUGAL.

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  9. José Barros's avatar
    José Barros permalink
    25 Junho, 2009 00:40

    então não é que a alegada futura candidata a, já nem sei bem a quê, mas deve ser ao governo de Portugal, veio a publico defender uma outra orientação no apoio às empresas, que é, nem mais nem menos o pagamento das dividas.

    Espectacular! Fantabulástico!

    Já antes promoveu o celebre perdão fiscal, aquela “coisa” que beneficiou à descarada os prevaricadores. – Fortuna (Sedes)

    Eu também acho. Aliás, acho mais. Pagar dívidas do Estado a essa corja de prevaricadores? O PS devia nacionalizar de vez todas as empresas em Portugal que é da maneira que se acaba de vez com essa trupe de salteadores do dinheiro do PS, perdão, do Estado.

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  10. JoaoMiranda's avatar
    JoaoMiranda permalink*
    25 Junho, 2009 00:42

    ««Endividamento externo – 50% é realtivo à dependência de produtos petrolíferos!

    Um política que aposta em energias renováveis, solar, eólica, ondas, plano nacional de barragens, eficiência energética, automóveis híbridos, TGV!!, etc, etc, etc…é evidente que só ajuda e é louvável o caminho escolhido para essa redução do endividamento»»

    Mas como se o custo de capital das alternativas é obtido por endividamento e a maior parte dos investimentos não é lucrativo?

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  11. Desconhecida's avatar
    25 Junho, 2009 00:53

    O que stá a dar é ficar a dever! Viva a Nelinha!
    Agora é noite, mas logo de manhã cedo vou ao banco endividar-me.

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  12. Desconhecida's avatar
    25 Junho, 2009 00:57

    O João Miranda tem razão, a curto prazo e com a habitual selecção criteriosa da informação. à boa maneiro instanto-liberal.
    É preciso é preparar o país de amanhã, mais nada!

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  13. Jake's avatar
    Jake permalink
    25 Junho, 2009 01:07

    é fácil. Vende-se o Porto à Galiza e Lx a Madrid. 🙂

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  14. Anonimo's avatar
    25 Junho, 2009 01:13

    “O custo de capital das alternativas é obtido por endividamento e a maior parte dos investimentos não é lucrativo.”

    O que o socretinium nos elucidou é que o endividamento vai aumentar.

    E os impostos, também.
    E as “riformias”, também.

    Capítulo II – O desastre continua e tende a agravar-se.

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  15. nimo's avatar
    25 Junho, 2009 01:27

    Destruídos mais de 300 postos de trabalho num só dia em Portugal

    Não foram precisas sequer 24 horas. Em menos de um dia, três fábricas portuguesas deram
    sinais de que a crise vai mesmo de Norte a Sul do país e colocaram mais de 300 pessoas no
    desemprego ou, pelo menos, sob ameaça directa do mesmo.

    A empresa têxtil Mateus e Mendes de Castelo Branco fez a estreia, ao anunciar o
    despedimento das suas 150 trabalhadoras. O exemplo foi seguido pela fábrica de calçado
    Evasion, no concelho de Santa Comba Dão, que fechou ontem portas, arrastando para o
    desemprego 30 pessoas. E, a completar o quadro, a Pioneer quer encerrar as suas
    actividades no Seixal, colocando outras 127 pessoas no desemprego.

    Em declarações ao PÚBLICO, Acácio Santos, porta-voz da Pioneer Technology Portugal (PTP),
    adiantou que “a intenção da empresa é encerrar a produção de auto-rádios no final de
    Outubro”. Cerca de 127 dos 136 trabalhadores efectivos irão ficar desempregados, mas o
    número total de perdas de postos de trabalho deverá ser maior, visto que a PTP emprega
    mais de uma centena de trabalhadores de agências de trabalho temporário.

    De acordo com o porta-voz da empresa, “apenas nove postos de trabalho ficam garantidos”,
    todos eles da divisão de electrónica automóvel, que presta serviços de controlo de
    qualidade, apoio ao cliente e serviços logísticos relacionados com o fornecimento de
    mecanismos de CD para outros fabricantes de auto-rádios em Portugal. Segundo Acácio
    Santos, este negócio irá manter-se, apesar do fecho da produção, visto que “há contratos
    até 2012”.

    Já no caso das fábricas de Santa Comba e de Castelo Branco, nenhum trabalhador irá restar
    para contar a história. A Mateus e Mendes, que estava já parada há duas semanas, sem
    encomendas, tem um processo de insolvência em curso, devendo apresentar nas próximas
    semanas uma proposta de recuperação. Quanto à fábrica de calçado Evasion, “tinha
    encomendas, mas apresentava dificuldades em pagar ao fisco e à segurança social”,
    explicou à agência Lusa o presidente da Câmara Municipal de Santa Comba Dão, João
    Lourenço.
    Pioneer reúne com sindicato
    No caso da Pioneer, o plano de encerramento deve-se sobretudo à “redução drástica do
    mercado europeu de auto-rádios, agravada pela crise mundial do sector automóvel”, que fez
    a empresa enfrentar um “decréscimo constante da sua produção”, explicou a PTP em
    comunicado.

    Há apenas cinco meses, a fábrica do Seixal tinha conseguido sobreviver à vaga de dez mil
    despedimentos e do fecho de 30 unidades de produção pelo mundo inteiro, decidida pela
    casa-mãe no Japão, na sequência do abandono do mercado dos televisores. Contudo, o
    adensar da crise no sector automóvel decretou a sentença de morte da PTP.

    “Em 2006/2007, as vendas de auto-rádios da Pioneer na Europa cifravam-se em 1200 milhões
    de euros mas, este ano, prevê que não ultrapassem os 516 milhões”, disse ao PÚBLICO o
    porta-voz da empresa, adiantando que a fábrica do Seixal é a única do grupo japonês na
    Europa. No ano passado, os prejuízos da Pioneer em Portugal chegaram aos 3,4 milhões de
    euros, fruto da queda nas vendas aos fabricantes mas também das vendas ao público final.

    Além de ser fornecedor de primeira linha da construtora automóvel sueca Saab, a PTP
    concentra a maioria da sua produção no mercado de reposição de auto-rádios, um segmento
    que já há muito tempo deixou de ser o que era. “A queda das vendas não tem só a ver com a
    concorrência dos fabricantes asiáticos e com a actual crise mas também com a própria
    mudança dos consumidores, que deixaram de comprar auto-rádios de marca e passaram a
    contentar-se com os que já vinham instalados no seu automóvel”, explicou o porta-voz da
    empresa.

    Consciente deste problema, o Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas (SIESI)
    tinha vindo a pedir a reorientação da actividade da fábrica do Seixal. “Queríamos saber
    qual a capacidade da fábrica de colocar outros produtos”, explicou ao PÚBLICO Paulo
    Ribeiro, do SIESI. “No dia 2 estivemos reunidos com a administração, que disse que estava
    a ser feito um estudo por uma empresa de consultoria sobre a situação da fábrica”,
    adianta.

    O SIESI vai estar hoje à tarde reunido com a administração da PTP, onde “vai tentar
    perceber o que se passa”, embora reconheça que, “por ser uma decisão estratégica da
    empresa, torna-se difícil voltar atrás”.

    Ainda assim, Paulo Ribeiro considera que a intenção ontem anunciada pela Pioneer
    contraria o que está a acontecer com outras empresas do ramo em Portugal. “Os nossos
    concorrentes estão a recuperar, pedindo aos trabalhadores que trabalhem horas
    extraordinárias e levantando o lay-off”, explica.

    O SIESI pediu já também uma audiência aos ministérios do Trabalho e da Economia para
    discutir a situação da Pioneer, defendendo que o “Estado português tem de ver o que se
    passa, visto que apoiou financeiramente a Pioneer a estabelecer-se em Portugal”.
    http://www.economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1388278&idCanal=57

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  16. Anonimo's avatar
    25 Junho, 2009 01:32

    OCDE garante: Portugal ainda vai piorar

    PIB afunda 4,5% e desemprego chega aos 11,2%. OCDE não tem dúvidas: «Portugal vive recessão profunda»

    http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1071594&div_id=1730

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  17. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    25 Junho, 2009 02:06

    A central solar da Amareleja (Moura), custo estimado algures entre os 250 e 300 milhões € fornece energia a umas 20 mil casas. Sabendo-se que a longevidade dos paineis é de pouco mais do que 10 anos, isso dá uma mensalidade formidável (acima dos 100€/mês) a qualquer família dessas 20 mil casas, montante que nenhum de nós felizmente paga nas suas casas. Ora, quem paga esta tralha ????? O contribuinte ! Para quê ? Adivinhem, marketing !

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  18. Planeta Terra's avatar
    Planeta Terra permalink
    25 Junho, 2009 02:32

    Os incentivos que existem para quem aposta em projectos ligados as renováveis é sem dúvida um caminho a seguir e a valorizar.

    Que outros países olham para Portugal como um modelo a seguir devería ser um motivo de orgulho para todos! Estamos no top europeu e mundial dos países que mais se desenvolversam nesta área vital para o futuro de todos! Vital para o planeta.

    Compreendo que alguns gostem de dizer mal porque não é o partido deles que está a fazer as coisas, mas há um momento em que o colectivo deve ser mais importante do que os interesses pessoais de cada um.

    É incrível como é que há compatriotas nossos que tentam amesquinhar aquela que é a solução para muitos problemas ligados á dependência excessiva dos produtos petrolíferos. Obama deve estar atento a Sócrates de certeza absoluta, não só porque também aposta forte nas renováveis como pretende fazer o TGV e a avaliação dos professores, entre outras coisas!

    Note to President Obama: Want to Fix the Schools? Look to Portugal!:

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  19. Planeta Terra's avatar
    Planeta Terra permalink
    25 Junho, 2009 02:34

    Note to President Obama: Want to Fix the Schools? Look to Portugal!:

    http://www.huffingtonpost.com/don-tapscott/note-to-president-obama-w_b_220198.html

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  20. Fafe's avatar
    25 Junho, 2009 05:06

    “o Governo tem um programa de investimento”

    É muito simples, algum primo governável lucrará.

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  21. o sátiro's avatar
    25 Junho, 2009 05:20

    as energias alternativas são uma mini micro percentagem da energia gasta. Excepto a hídrica, k parou em 1995 com foz côa, uma das muitas asneiras grossas de guterres-ps- sócrates. Não venham agora armados em “salvadores” do problema. Só pega com tótózinhos.

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  22. Paulo Nunes's avatar
    Paulo Nunes permalink
    25 Junho, 2009 09:37

    Toda a nossa energia depende, em grande percentagem, da utilização de produtos à base de petróleo em que, por exemplo, a energia eléctrica não escapa(por exemplo, a central de Setúbal).

    O aumento do consumo de petróleo, associado à diminuição inevitável das fontes do mesmo, irão fazer com que o preço deste começe a aumentar (já começou). Parece que há muita agente que se esqueceu do preço da gasolina e gasóleo ainda à pouco tempo.
    Aumentando o preço do petróleo, aumenta tudo, desde a energia eléctrica, aos produtos que compramos nas lojas, já que o transporte dos mesmos aumenta, aos produtos horticulas, uma vez que a agricultura está altamente dependente do gasóleo, etc.

    A Suécia tem um plano para, até 2020, ficar totalmente independente da energia petrolífera. Estão neste momento adiantados no plano.

    Portugal, com toda a sua potencialidade natural (sol, mar, vento), é só um dos países europeus que mais depende do petróleo.

    Quanto ao anónimo #17 das 2:06 am, só uma correcção. A central da Amareleja foi construida por um consórcio de empresas espanholas. Não serve apenas as pessoas da Amareleja. A maior parte da energia produzida vai de volta para Espanha. Sendo de um consórcio, os contribuintes não meteram nem metem lá um cêntimo.

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  23. Saloio's avatar
    Saloio permalink
    25 Junho, 2009 09:40

    Estimada HM,

    Com todos os defeitos que o novo porta-voz do PS tenha e possa vir a ter, o facto de substituir o Vitalino é de aplaudir.

    Politicamente falando, Vitalino faz parte integrante daquela equipa que nos dominou ferreamente nos últimos quatro anos -, com os seus comparsas Vitorino, Coelhone, Santos Silva, Dias Loureiro (o homem escolhido por Sócrates para lançar a sua biografia), Pinho e Jamais, Júdice e Freitas, de governação duvidosa e lucros garantidos -, de que o povo português está farto.

    Do ponto de vista político, penso que a figura algo sinistra e o próprio nome do personagem (“Vitalino” é nome que não lembra a ninguém)… acho que diz tudo, e quando um partido tem um dirigente com aquela imagem, que soube acumular a sua actividade de “porta-voz” com um escritório muito rentável, não precisam de mais comentários.

    Bem vindo o novo homem, embora na sua primeira actuação tenha andado um pouco perdido…melhorará, com certeza…digo eu.

    Digo eu…

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  24. NP's avatar
    25 Junho, 2009 09:52

    #10:

    O investimento em energias renováveis não é lucrativo???

    Sinceramente…
    Cada tiro, cada melro!…

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  25. NP's avatar
    25 Junho, 2009 09:57

    #17:

    Esses números estão errados: conheço bem o referido projecto e, não podendo indicar-lhe dados, posso garantir-lhe que terá retorno, permitindo resolver a questão dos tais custos de que fala e que, como penso que é óbvio para qualquer um, nunca suportado (muito menos nos valores absurdos que refere) pelas pessoas.

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  26. helenafmatos's avatar
    helenafmatos permalink
    25 Junho, 2009 09:59

    O endividamento pode então ir crescendo enquanto vamos promovendo programas de energia alternativa que nos poupem aos gastos com o petróleo?

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  27. Desconhecida's avatar
    Carlos Duarte permalink
    25 Junho, 2009 11:11

    Caro NP,

    Tire-lhes o tarifário preferencial e diga-me se as energias alternativas são viáveis! Olhe, pergunte aos espanhóis, que andaram a enterrar dinheiro em parques fotovoltáicos na Andaluzia e na Estremadura e agora que o Zapatero cortou a tarifa para metade (uns “meros” 0.20€/kWh) estão todos aflitos, porque deixou de ser rentável!

    Quanto eu vir a energia eólica a ser remunerada a 0.10-0.15 kWh, não ser subsidiada E a dar lucro, então eu passo a acreditar nas renováveis…

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  28. Minhoto's avatar
    Minhoto permalink
    25 Junho, 2009 11:39

    O novo porta-voz é muito engraçado, queria ele saber como a MFL vai resolver a crise mundial. Não sabe que só o Obama com um punhado de bloquistas é que tem direito…
    No aspecto é um Paulo Portas versão chubby.

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  29. Paulo Nunes's avatar
    Paulo Nunes permalink
    25 Junho, 2009 11:47

    O termo “alternativas” é utilizado porque a energia “normal” tem uma grande dependência do petróleo.
    Neste momento, como é óbvio, as “alternativas” não são lucrativas se compararmos com o petróleo.

    A minha capacidade de vidência acaba no senso comum. E o senso comum diz-me diz-me que estamos completamente enrascados quando o petróleo escassear e os preços subam de tal maneira que deixe de ser rentável utilizá-lo. E este processo já começou.

    E então aí começa tudo a gritar por alternativas.

    Começar agora a fazer planos e implementá-los é a diferença entre ser pro-activo e reactivo.
    Infelizmente por cá, temos muito o hábito de ser reactivo.
    Dá menos trabalho.

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  30. Paulo Nunes's avatar
    Paulo Nunes permalink
    25 Junho, 2009 11:55

    E para quem não sabe, cada casa portuguesa contribui em média com 35,00€/Ano na sua factura de electricidade para a EDP fazer investigação/investimentos em energias alternativas/renováveis.

    Não é o estado que está a “entrar” com o capital todo. Somos nós directamente (se bem que o dinheiro do estado vem do nosso bolso). E isso já está a acontecer.

    Por isso espero que os Srs da EDP não o gastem a renovar o seu parque automóvel.

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  31. Gonçalo's avatar
    Gonçalo permalink
    25 Junho, 2009 18:31

    Este deve ser, com certeza, o post mais triste que já alguma vez li.

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  32. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    25 Junho, 2009 22:15

    #17- São essas contas que deviam ser noticiadas com o devido relevo para o governo não deitar pró lixo os impostos dos tugas…..

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  33. Anti-Corporativista's avatar
    Anti-Corporativista permalink
    26 Junho, 2009 00:19

    Ou 8 ou 80!!

    Ou tudo ou nada!!!

    Para alguns e algumas, Portugal estar na dianteira a nível mundial na áreas das Renováveis é..um incómodo e um motivo de ressabiamento.

    Ó miserere, miserere..diría Eça de Queiroz, que compatriotas são estes que ficam infelizes com os sucessos que o país obtém!

    Eu sou do clube A, mas se o clube B (meu rical) for campeão europeu eu fico feliz porque é Portugal e todos nós que também ganhamos. Esta é a diferença entre que sabe estar e quem não sabe. É demasiado simples? Mas são as coisas simples as mais verdadeiras, ou não é?

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