Quatro anos e meio
E o sistema eleitoral manteve-se inalterado.
O país divido em esclerosados e fictícios «distritos».
Os deputados nem sequer representam os eleitores do circulo que os elege, mas uma tal de «nação».
Líderes de partidos há, quais caciques, que escolhem pessoalmente dezenas de deputados, no mais puro estilo de favor pessoal.
Nenhum partido (sem que para tal fosse necessário alterar a lei), entendeu ser de realizar eleições directas entre militantes (ou mesmo fora deles) para escolha de deputados.
Os deputados representantes do eleitorado, ao invés de serem livres e responsáveis dando conta do que fazem a quem os elege, aceitam ser assalariados que tem de picar cartão, sujeitam-se ao sentido de voto indicado por meia dúzia de dirigentes partidários iluminados (alguns nem deputados são) e tudo tem de fazer para os contentar (e não a quem os elegeu), se pretenderem ser reeleitos.
Os deputados eleitos, ao invés de se comprometerem com os seu eleitorado, comprometem-se com um líder. Essa personalização política quixotesca e nada democrática vai ao ponto ridículo de numa mesma legislatura poderem ter de prestar vassalagem a 3 ou mais diferentes líderes.
A legitimação do deputado é dependente de quem o indica para a lista (portanto, é a tais pessoas que lhe compete agradar), e não do eleitorado, sendo a votação mero formalismo.
Mais uma legislatura acaba e nada se modificou. Os mesmos dirigentes, a mesma forma autocrática de designação de deputados, os mesmos esquemas.
Acho que já chega.

Pergunta:
Apoiou o deputado do queijo?
Eu apoiei.
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Ja eles sao gajo para achar que nao.
O cultura da cunha e do favorecimento pessoal esta entranhada na sociedade portuguesa.
Esta gente representa nao o melhor, mas sim uma caricatura dos piores defeitos dos portugueses, a saber:
– nepotismo
– absentismo
– irresponsabilidade
– corrupcao
– falta de sentido de dever profissional / saber o que significa trabalhar para os outros
Porque razao haveriam de mudar as regras? Um dos momentos que mais prazer lhes da e exactamente este, o do elaborar das listas, em que podem cobrar favores, favorecer quem bem entendem, preparar o seu futuro.
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para eles não muda nada. Eles comem tudo……
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# 2 apoiado, isto só lá vai com uma varridela exemplar, já há mais razões para expulsar esta escumalha da política, com honrosas excepções, do que no 25 para mandarmos os fachos para casa.
Dantes havia ditadura, agora há mordaça e traição. O povo não dorme.
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Elaborar uma lista de deputados, deve ser mesmo mais curtido do que seleccionar jogadores para a equipa portuguesa.
O jogo de palavras na Assembleia também é mais fácil.
É só conversa.
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Acho que já chega.
Muita gente acha o mesmo.
O problema é que quem manda, nao acha.
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Gato escondido de rabo de fora.
Recurso dos bancos portugueses aos empréstimos do BCE atinge novo recorde 21.07.2009 – 17h17 Por Sérgio Aníbal
” O recurso dos bancos portugueses aos empréstimos concedidos pelo Banco Central Europeu atingiu, durante o passado mês de Junho, um novo máximo histórico, superando os valores registados no final de 2008, quando a crise nos mercados de crédito internacionais estava no seu ponto mais forte. De acordo com os números ontem divulgados no boletim estatístico do Banco de Portugal, a cedência de liquidez efectuada pelo Eurosistema (que agrega o BCE e os bancos centrais nacionais da zona euro) em Portugal cifrou-se em 10543 milhões de euros. Este valor supera os 10210 milhões registados em Dezembro de 2008 e que constituiam até agora o máximo. Representa igualmente uma subida muito acentuada relativamente aos 4951 milhões que se verificavam no passado mês de Maio.
Esta subida repentina deverá estar relacionada com o facto de ter sido em Junho (no dia 25) que o BCE decidiu realizar pela primeira vez um empréstimo com o prazo de um ano. Até aí, os prazos eram sempre menores ou iguais a seis meses.
Os bancos da zona euro aproveitaram essa possibilidade dada pelo BCE de obterem fundos de uma forma barata (à taxa fixa de um por cento praticada pelo BCE) e com um prazo mais longo, e asseguraram, de uma vez só, um total de financiamento de 442 mil milhões de euros. Os números agora revelados pelo Banco de Portugal mostram que os bancos sedeados em Portugal também fizeram questão de não perder a oportunidade.
Os empréstimos concedidos pelo BCE têm constituído, desde que se iniciou a crise financeira e os mercados de crédito inter-bancários passaram a funcionar com mais dificuldades, uma ajuda preciosa para os bancos que dependem de fundos externos para financiar a sua actividade, uma situação que acontece com várias intituições financeiras nacionais”.
Só que não vai durar sempre.
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Inscrevam-se como militantes dos partidos e votem internamente para mudar as coisas. Não é assim tão complicado e nem sequer é preciso muita gente…
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Ja sao 35 anos de “democracia”, se fosse facil e se esta gente achasse que era boa idea, ja estaria feito, nao?
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#9: “Esta gente” quem?
O que se passa é que o povo é preguiçoso e ignorante, não toma nas suas mãos aquilo que está ao seu alcance. E outros falam muito mas não actuam, preferindo esperar sei lá por quê… Eu pelo menos inscrevi-me num partido e voto. É apenas um voto, mas faço a minha parte.
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Enquanto continuarmos a deixar que os medíocres singrem na vida pública nada se corrigirá!
É necessário que todos os que pensam deste modo combatam esta mentalidade reinante.
Desta forma a mediocridade fica, inexoravelmente, sufocada
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Não seria razão para fazer petição ao Presidente da Républica, para suspender TUDO?
E ao que me parece,
Sine Die
(toufalando caro c’mo caraças)
Maiday, Maiday, Maiday,…….
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O “deputedo” como lhe chamava concisa e sobriamente o Alexandre O’Neill.
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É um gajo porreiro muito determinado e não há razão para não vir a ser primeiro ministro do sítio.
Escola de Vila Nova de Anha passou um aluno com nove negativas e garante que foi a melhor solução
21.07.2009 – 08h24 Andreia Sanches, com Andrea Cruz
Negativa a Língua Portuguesa, a História e a Matemática. Negativa também a Geografia, a Físico-Química, a Educação Visual… Feitas as contas, José, chamemos-lhe assim, teve nove negativas em 14 “cadeiras”. Tem 15 anos, está no 8.º ano do ensino básico. E a escola passou-o.
A lei em vigor não estabelece limite de negativas para anos que não correspondem a fim de ciclo escolar e diz que só em última instância se deve chumbar no básico PÚBLICO.
A minha burra anda cheia de inveja de não estar inscrita nos cadernos eleitorais por isso alinha nas causas fracturantes, porque razão está impedida de fazer carreira política só porque tem quatro patas e os cromos que ela vê na tv só têm duas.
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Se os deixarem estar mais uns aninhos a cegueira vai adensar-se, mesmo sem ser preciso operar nos hospitais do estado.
Seis operações aos olhos terminam em cegueira em Santa Maria
Permanece um mistério o que provocou a cegueira a seis pacientes operados, no mesmo dia, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, avançou o site da SIC, que vai desenvolver a notícia no Jornal da Noite.
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Exmo. Senhor Presidente da Républica Portuguesa,
(eu sei que ele segue isso).
Maiday, Maiday, Maiday,….
Ou então, á boa Açoreana,
Ai, SOCORRO!.
( a tropa tá malandra, o Senhor, como Comandante em Chefe, mande-os passear aqui fora. um pedido, Quase exigencia, de Portugues. Hája RAça, Gesta!)
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Desculpe Sr. Presidente,
Chameio “em Chefe”, nao, é SUPREMO mesmo,
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Identifiquem-me um político honesto e de irrepreensível conduta moral?
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#18 Se vamos por aí, quantos cidadãos “honestos e de irrepreensível conduta moral” há?
Os políticos não são piores nem melhores do que o povo em geral. O problema é esse.
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“Os políticos não são piores nem melhores do que o povo em geral.”
hahaha
Sim, alias, ainda hoje se viu nas noticias aquele “companheiro” do nosso presidente, que, a julgar pelo que vem nos jornais, so fez uma burla de 75 milhoes de euros.
Eu e ver o povo em geral a roubar a descarada e nesses montantes.
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Estas coisas vão-se lendo enviezado
Tal e tal, tal e tal
“Acho que já chega”
Eu também
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#20 Os políticos não são seres extraterrestres que aparecem cá caídos de pára-quedas… 😉
Os políticos, antes de o serem, eram apenas “povo”. E quantas pessoas “do povo” não roubariam também o mesmo se tivessem oportunidade? Essa teoria de que o povo é santo e os políticos são uma cambada é uma ilusão perigosa.
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Tal como Deus)????)
O Presidente está vendo isto tudo.
Ainda não tenho a certeza, mas tudo indica que sim.
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Boa ideia que tem do seu pais hem, a seguir esse raciocio podemos entao afirmar:
1 – portugal e um pais de ladroes, e aos portugueses, se lhes dessem uma oportunidade de ter um cargo de poder, a sua preocupacao nao seria fazer aquilo para o que foram eleitos (representar os seus eleitores), mas sim, encherem os seus bolsos e tratarem das suas vidas;
2 – nao ha problema que os politicos portugueses sejam desonestos, falteiros, mentirosos, corruptos, preguicosos, nepotistias, xico espertos e com carreiras profissionais e universitarias de baixo nivel, porque, na verdade, eles sao como todos os outros, eles sao o povo, logo, estao em linha com os valores do pais.
ainda bem que se increveu no “partido”, ja vi que e um individuo cheio de capacidade de pensar criticamente e por si proprio.
tem em si o prototipo e imagem da escola de malfeitores que sao as juventes partidarias e partidos politicos portugueses.
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A nossa assembleia naional de esquerda internacionalista tem grandes preocupações com o mundo e com a sua carteira.
Acho piada aum que aí disse para se aderir aos partidos… será na secção vão-se-escada, na da casa já demolida?Ou temos que ir fazer uma secção en angola agora que pelos vistos a propaganda diz que é a salvação?Chapeladas há muitas…
Quero o meu deputado, quero vê-lo a sabujar-se, quero que o gajo me pague uns copos.Não quero os traidores que dizem que são eleitos e que são só a causa do afundamento de portugal.500000 desempregados, 350000 RSI, 500000 imigrantes e isto cada vez mais em África quando aderimos à Europa…
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#24: Não foi nada disso que eu escrevi. O que eu digo é que o “povo” é igual aos políticos. Eu acho que a maior parte dos “simples cidadãos” é gente honesta, sem ser santa, e acho o mesmo dos políticos. Dá-se apenas o caso de as atitudes dos políticos serem mais visíveis e as aldrabices serem frequentemente em maior escala. O ambiente em que cada pessoa está inserida (povo ou políticos) faz com que o seu comportamento seja mais hoesto ou mais desonesto. São muito raros os “totalmente santos” bem com os “absolutos fdp”. 😉
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#24 Ainda sobre o mesmo assunto, se quer mesmo saber o que penso e faço vá a http://porto.taf.net e http://taf.net/opiniao. Veja lá se sempre sou “o prototipo e imagem da escola de malfeitores”. 🙂
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Se me permitem,
Dedico isto ao Presidente da Republica Portuguesa,(nunca falei em Nome),
http://www.youtube.com/watch?v=Mu9xx5Ri278
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Tá, Básico!
Nunca foi diferente, perdão temos uma excepção para confirmar a regra – no reinado do botas, eles eram mais deportados…
No resto da europa também não é diferente.
Portanto, continuem a filosofar sobre o sexo dos anjos…
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Caro Tiago,
Não pedi Deus, mas felizmente conheço, e conheci, pessoas honestas de uma conduta moral irrepreensível. Para a sociedade que temos podemos baixar a fasquia dos valores que estas qualidades justificam, basta ser educado, trabalhador e não roubar, características (também) difíceis de encontrar na nossa comunidade politica.
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O problema é que a ocasião faz o ladrão, as nossas leis estão cheias de buracos e armadilhas por onde podem passar incólumes bandidos da mais diversa natureza. Com uma justiça assim ninguém de boa fé vai investir no sítio pouco recomendável. A escumalha ocupa os cargos de maior responsabilidade para tirar proveito pssoal a todos os níveis desde a junta de freguesia até ao topo.
Por enquanto a mentira é a arma mais utilizada, reparem neste tipo de afirmação:
” O ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, garante que as contas públicas estão controladas, apesar do défice do subsector Estado ter registado um agravamento de 5.404 milhões de euros no primeiro semestre de 2009″.
Para memória futura.
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Caro Gabriel Silva
Concordo plenamente, chegou a hora de mostrar aos “pseudo poderosos” a verdadeira força da sociedade civil!!!
Não nos podemos restringir a uma mera participação democrática de 4 em 4 anos…
Escrutinar entre caras previamente escrutinadas pelas mentes partidárias, que não exercem um ofício para o bem do País, de uma nação, apenas para o seu proveito pessoal!!!
Chegou a hora de utilizar as novas tecnologias para aumento da participação cívica, no decidir dos destinos de Portugal, escolher pessoas capazes e não partidos…
Quantos de nós sabemos quem são os deputados, eleitos pelo nosso circulo eleitoral???
O que fazem e que propostas apresentam em 4 anos e meio???
Chegou a hora de acordar deste “marasmo” de 35 anos pós ditadura e entrar verdadeiramente no século XXI… Com todas as implicações e complexidades que enfrentamos nos dias de hoje!!! Sem sufismos nem paninhos quentes… Porque o governo de um País existe para zelar pelo interesse do País e dos cidadãos e não os interesses corporativistas de alguns…
Caro Tiago Azevedo Fernandes
O seu discurso é o típico discurso de político, que vive bem com 65% de abstenção e corrupção a rodos…
A teoria de “qualquer um faria o mesmo no devido lugar…”
Ou pertence a um partido e aguarda pacientemente a sua vez, ou a uma qualquer J, (“as pequenas escolinhas da corrupção”)e… aguarda pacientemente a sua vez, na subida do corredor do poder, para ter direito ao seu quinhão!
Já sabemos o que vai fazer assim que chegar ao poder… espero que não chegue, desses já lá temos muitos e não precisamos mais!!!
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Basico,o teu unico defeito é que escréves para um povo complétamente “zombie”Salasar deixou uma herança de fàtimos depois 48 anos.
7500 Euros de reforma para um pàdre e um grupo de “zombies” que aceita sem pestanejar,Éça de Qeiròs jà o tinha escrito!!So falta os submarinos em plàstico do Portas acompanhado das vélhas histéricas desdentadas…somos a rizàda do mundo.
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Caro #32, é para mim uma honra e uma sorte ter o privilégio de contactar consigo! Não são frequentes as pessoas capazes de fazer uma avaliação de um concidadão tão rapidamente e apenas com base em 2 ou 3 comentários a um post do Blasfémias! 😉
Atrevo-me a recomendar-lhe a leitura do meu comentário #27, apenas para poder solidificar (como se tal fosse preciso!) as suas doutas opiniões. 🙂
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e ainda se queixam da abstenção…
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Não me parece que o princípio do nosso sistema democrático seja errado, principalmente se a alternativa consiste numa espécie de “senado”. Eleicões em círculos uninominais servirão, no nosso caso, para fazer pulular protótipos de Jardins. O único problema da democracia é ser gerida por medíocres eleitos por outros medíocres. Pensando bem, o das ditaduras é termos um medíocre que outros medíocres lá colocaram ou pelo menos permitem que assim se mantenha. Pensando ainda melhor, se a nossa espécie não fosse tão transcendentalmente medíocre não haveria necessidade alguma de existirem estados e governos (muito menos juízes, advogados e tipos de uniforme). Quanto a nós, em particular: queixamo-nos dos recibos verdes e votámos no Cavaquitas? O Socras é isto e aquilo mas nem votamos quando está sol? Lisboa está mal e votámos (e votaremos) Santana? Queremos um estado social e votamos PSD? Cada país tem o que merece. A nossa frustração não vem de sermos liderados por medíocres mas sim a inveja de sermos medíocres mas não liderarmos. No fundo, parece que em cada um de nós existe um Ferreira Torres em potencial.
O sistema não está errado. Nós é que somos burros.
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este é o país daquele militante do largo dos ratos
que dá pelo nome de
antónio crise e sócrates peres metelo
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Ixto e o TAF a falár, digu, a excrevêr – …se quer mesmo saber o que penso e faço… U bloq du TAF hé qe ínstruí i endúca. Vaiam ao bloq i vêgam.
Imodéstia à parte seu TAF, o seu blog é uma parolice
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O novo Conselheiro de Estado é Victor Bento, é uma promessa da acreditação do seu colega e Pres. da Republica, resta saber ,se vai cair no “banco ou no estrado do anfiteatro”. Já vimos, que o Prof Dr Cavaco Silva, no aspecto de recrutamento, é francamente deploravel
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O TAF inscreveu-se no PSD. E até votou. Não querem saber?? Também não precisam de ser vulgares, o rapaz só está numa de confidências!
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#36
“Não me parece que o princípio do nosso sistema democrático seja errado, principalmente se a alternativa consiste (…)”
Só li até aqui.
É que estou farto de alternadeiras e gostava de um sistema sem elas.
Qundo penso na alternativa lembro-me dos bois e folclore associado.
Nem alternativa nem alternadeira.
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37,
Errata
onde se lê
antónio crise e sócrates peres metelo
deve ler-se
antónio crise e sócrates queres metelo
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Protesto Indignado dos Fulanos que Animam Saraus
Este extraordinário movimento que ora se apresenta aos eleitores surge num momento de profunda inquietação na sociedade portuguesa.
São cada vez mais numerosos os sintomas de que é necessário dotar os portugueses de um objectivo capaz de os levar a mobilizar as energias que os hão-de catapultar para o lugar que merecem no concerto das nações.
A função do P.I.F.A.S. é assim proporcionar a base teórica que enquadrará uma profunda mudança na mentalidade dos portugueses.
De forma simplificada, podemos enunciar o programa do P.I.F.A.S. em 3 grandes princípios:
I O mercado é soberano.
II O cliente tem sempre razão.
III Tudo tem um preço.
Do primeiro resultará que os projectos de grande dimensão nascerão da necessidade colectiva, serão planeados colectivamente e financiados pelo esforço dos indivíduos unidos momentâneamente por um objectivo comum. A única lei será a negociação entre as partes interessadas que de outro modo estariam impedidas de atingir os seu fins. Mercado significa negociação entre partes interessadas. O que regula o mercado é o interesse das partes.
Do segundo princípio deriva que cada indivíduo ou colectivos de indivíduos livremente associados, ao prestarem um serviço a terceiros, ficam obrigados a cumprir o seu papel de forma a obter a máxima satisfação do cliente.
Do terceiro princípio resulta que todos os individuos ou colectivos de indivíduos livremente associados deverão ser ser remunerados por qualquer serviço que prestem. Mas também há que inferir que todos os bens materiais e imateriais devem ser pagos. Dado que em nenhum ponto se estipula a existência de um direito de propriedade privada então qualquer bem usado por um indivíduo ou colectivo de indivíduos livremente associados deve ser pago ao planeta no seu todo. O facto de o ar não ter dono, por exemplo, não significa que ele não tenha preço. Ele deve ser pago neste sentido: ao consumi-lo o indivíduo fica obrigado a fornecer ao planeta no seu todo uma contrapartida de igual valor, seja plantando árvores que reponham o oxigénio por si gasto, seja contribuindo para o bem estar geral com algo de igual valor.
===================
Alguns comentários retirados de um manifesto de mais de 100 intelectuais que apoiam o P.I.F.A.S.:
“Votar P.I.F.A.S. é o votar em si. ” (Kant)
“Não há destino que não se vença com o desprezo. Vota-lhes P.I.F.A.S.” (Camus)
“Das P.I.F.A.S.? Tan tan tan taaaaannnn!” (Beethoven)
Nota: Por lapso não foram incluídos nos boletins de voto das próximas eleições a sigla e o logotipo do PIFAS. Pelo facto pedimos desculpa e solicitamos a todos que inscrevam nos boletins o nome do movimento assinalando-o com um X à frente.
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Sr. Presidente da Républica Portuguea:
Maiday.maiday. maiday…..
e se prefere á boa açoreana;
AI Socorro!
Meue Comandante Supremo das Forças Armadas,
Socorro Sr. Presidente,
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“10. “Eu pelo menos inscrevi-me num partido e voto.”
Eu sempre votei e votarei e nunca me inscrevi em nenhum Partido.
Para votar em liberdade, ora nesta ora naquele, de acordo com a meteorologia.
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Eu vou votar no unico gajo que me pode representar, o Jel.
O meu voto vai para o Todo Partido, o unico partido reflecte adequadamente o estado da nacao, uma nacao Toda Partida apos 35 anos de centrao.
TAF, tas deserto para que clickemos no raio do teu Vlog.
Nao devias era deixar la o CV, mas que parolice. Diplomas por diplomas, curriculum por curriculum, eu dou-te baile, mas nem por isso me vez a fazer alarido da coisa.
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“Eleicões em círculos uninominais servirão, no nosso caso, para fazer pulular protótipos de Jardins.”
Só servirão para isso se os impostos continuarem a ser definidos centralmente. Se uma parte importante das receitas for definida colectada localmente a gestão terá de ser muito mais cuidada.
A partir do momento em que haja competitividade entre os diversos munícipios, muitos problemas se vão embora.
Aliás Jardim só existe porque o Estado é Gigantesco e Gargantual. Sem este Estado Jardim não tem poder.
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Ainda vai Haver quem lev Portugal assim.
http://www.youtube.com/watch?v=8uBP54jecYg&NR=1&feature=fvwp
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Maiday, Maiday, maiday,…….
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“Eu sempre votei e votarei e nunca me inscrevi em nenhum Partido.
Para votar em liberdade, ora nesta ora naquele, de acordo com a meteorologia.”
Não me fiz entender. Votar nas eleições é positivo, mas não basta. É preciso escolher as lideranças partidárias, senão o jogo está viciado (“pode escolher o prato que quiser, mas só há batatas”…) Para isso é preciso ser militante. O facto de ser militante não me obriga a votar no meu partido se eu achar que ele está a ir contra os meus princípios.
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Para escolher liderancas e preciso ser militante? Usando esse tipo de raciocionio teriamos um pais com 10 milhoes de militantes…
Aprendo algo novo todos os dias.
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#51 Então como é que se vota para escolher o líder do partido sem ser militante? Só indirectamente pelo resultado das eleições nacionais? É mais eficaz votar também internamente. É esse o meu ponto.
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Atendendo a forma como se desenrolam as eleicoes intra partidarias em Portugal, em que, regra geral, ha um candidato que reune a grandissima maioria dos votos, nao me parece que um pato bravo recem inscrito tenha algum tipo de influencia no desenrolar das coisas. A probabilidade dele influenciar o que quer que seja “por dentro” e perfeitamente igual a que tem “por fora”, ou seja, quase zero.
Parece-me entao que o esta a tentar fazer e aquilo que todos os jotas e a generalidade dos militantes partidarios em Portugal fazem nos partidos portugueses, ir a procura de um tacho.
Boa sorte.
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Penso que foi Diógenes que foi encontrado a deambular pela noite com uma lanterna na mão. Quando lhe perguntaram que estava a fazer, respondeu: ” Estou a ver se encontro uma pessoa justa”… Políticos decentes, íntegros, e responsáveis? Só em quimeras…
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#53 Sabe quantas pessoas são necessárias para eleger o líder do PS ou do PSD? Os militantes que votam, no país todo, em cada um deles, são apenas cerca de 40.000. Bastam algumas centenas para controlar completamente qualquer concelhia. Só não actua quem não quer. Depois queixam-se…
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Posso estar a ser chato, é verdade,
Mas só me apetece cobrir,
e insisto
maiday, Maiday, Maiday,
Ou se preferirem,
SOCORRO!!!!!
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Sabe quantas pessoas sao necessarias para comecar um novo partido? 7500, bem menos que os 40,000 que o PSD tem a votar internamente…
Se nao esta contente com o que o PSD ou o PS fazem pelo pais, e se legitimamente nao esta a procura de um tacho, nao seria mais facil encontrar 7500 amigos e comecar o seu proprio partido?
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#57: Eu acho que, neste caso, é mais eficiente e eficaz mudar uma organização que já existe do que criar uma nova. Mas criar um novo partido é igualmente louvável para quem está numa de não amolecer. O que é preciso é usar as ferramentas que a Democracia nos dá: os partidos, novos ou velhos.
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Lucklucky: a colecta local é o que sucede com as contribuições autárquicas. A corrupção é o que se vê: os PDMs são manipulados, distorcidos e inutilizados pela necessidade de construir fogos (para obter mais receita), os construtores pagam luvas, funcionariozecos recebem-nas. Quem se lixa é o mexilhão que é obrigado a viver em cogumelos de cimento chamados subúrbios e passar um quarto do dia enfiado no carro porque não pode pagar uma casa perto do trabalho. Os autarcas fomentam a especulação imobiliária enquanto nós largamos a pele por um T2 na reboleira. Não há ordenamento do território que resista, apenas para citar um exemplo dos problemas da administração contributiva localizada.
Se o Jardim vivesse dos seus próprios impostos, duas semanas depois a ilha dele seria o bordel do Atlântico só para se manter minimamente viável. Um ano depois seria vendida como colónia para os afectados da gripe do porco.
Ó Anónimo: alternadeiras são as duas que se alternam no poder cá da aldeia lusitana. Nós parecemos gostar porque ou perpetuamos isto ou nada fazemos para mudar.
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O Tiago deve-se achar o gajo mais carismatico ao cimo da terra e em Portugal, o messias que veio mudar o PSD. O Passos Coelho, mas sem ser em versao falhada.
Ta bem, hoje aprendi que e mais facil mudar organizacoes como os partidos politicos portugueses, aqueles que ainda a pouco tempo achavam que era boa ideia poderem receber contribuicoes em hard cash, do que comecar algo de novo.
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#60 Há duas atitudes coerentes para quem se queixa do estado do país: ou usa as ferramentas da Democracia, que são os partidos (novos ou velhos), ou tenta uma revolução. Como eu não aprecio revoluções para derrubar uma Democracia, pelo menos tento fazer qq coisa num partido. Qual a alternativa? Continuar apenas a falar mal dos políticos sem me mexer? Isso adianta alguma coisa? Ingenuidade por ingenuidade, prefiro a minha. 🙂
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Bom post….não vislumbro solução.
Já fui militante de partido….por sinal daqueles que costumam passar pelo poder….e não acredito na mudança interna. Quem la esteve ou está sabe que quem manda nos Partidos é quem consegue encher mais camionetas com militantes (ou pseudo militantes) para ir votar nas concelhias ou distritais…as lideranças partidárias nacionais vem por arrasto.
Por isso, e como venho defendendo, logo que assisto à ascensão de algum lider partidário…tenho a quase, quase, quase certeza que já “vendeu a alma” à podridão do aparelho….
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# 62: a única coisa que o TAF vai conseguir com a sua incrusão nos partidos é (se por acaso escolheu bem) um cargo num ministério ou nalgum organismo estatal….a mudança das regras do jogo vão deixar de interessar….
P.S. que me perdoe o TAF, que eu não conheço, e que espero estar redondamente enganado…:)
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Uma análise muito explícita.
Transcrevi-o por inteiro lá no meu blogue.
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“um cargo num ministério ou nalgum organismo estatal”
Só?! Eu não faço a coisa por menos de Primeiro-Ministro! 🙂
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Caro TAF
“…Votar nas eleições é positivo, mas não basta. É preciso escolher as lideranças partidárias, senão o jogo está viciado…”
Afinal, admite que as partidarites estão corrompidas… Pois é, não sei o que fará um voto de um militante numa máquina claramente bem oleada de interesses, mas pronto!!! O que interessa é sabotá-los, por dentro…
“…Há duas atitudes coerentes para quem se queixa do estado do país: ou usa as ferramentas da Democracia, que são os partidos (novos ou velhos), ou tenta uma revolução….”
Imagine uma terceira solução, o numero de ditos representantes baixa para suponhamos 1/3 e através de uma plataforma electrónica a sociedade civil é consultada sobre as principais questões de governação e os destinos do País… Parece-lhe democrático??? Iria certamente retirar algum peso partidário…
“…Atrevo-me a recomendar-lhe a leitura do meu comentário #27, apenas para poder solidificar (como se tal fosse preciso!) as suas doutas opiniões…”
A minha opinião “solidifica” quando leio o comentário onde faz propaganda ao seu blog???
Ou terei que ler as suas “sábias” opiniões para poder dar a minha???
Já percebi que também quer ser uma espécie de “Claúdio Ramos” da política…
Toda a culpa reside no cidadão, que miseravelmente tem a “liberdade” de “escolher” uma de entre duas caras do “centrão”, um 50-50 verdadeiramente democrático…
Tem a certeza que é Português? Porque os Portugueses só se queixam sem motivo… Tenha dó!
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Basico,a unica soluçâo que existe para Portugal sair hunoravelmente,e começar a ver a verdadeira “democracia” no horizonte.
Seria tirar todos os poderes à igreja,educar o povo que deus nâo existe,tirar todos os poderes às elites presentemente sâo uma verdadeira hi-hi que atarda o avancemento técnologico,e vive dos poderes que tivéram durante a ditadura Salasarista,seria um enorme passo para o avancemento
de Portugal.
Depois seria a grande limpeza da corrupçâo,no meio jurico,economico,politico,Portas é um grande exemplo, e a pit-bull aos làbios encarnados!Tipo Paulin metê-la numa casa de pessoas d’idade.
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“Lucklucky: a colecta local é o que sucede com as contribuições autárquicas.”
A colecta local é mais ou menos fixa. A margem permitida pela lei para haver competição é diminuta. A partir do momento em que se der mais poderes e rsponsabilidades ás Câmaras a competição entre elas aumenta.
Neste momento vivem todas de regras que mais ou menos Centralizadas.
O que é importante é que seja possível existir desde Câmaras Comunistas a Câmaras Ultraliberais etc. etc. e todas entrarem em Competição. Laboratórios para o País de Políticas e Pessoas.
O facto de as Câmaras não passarem de um Cartel que não tem nenhum ónus em desperdiçar dinheiro, porque este cai do Governo Central implica que a escolha dos melhores para a política fica logo ali destruída. No que poderemos dizer fazendo a analogia para a escola é a Primária da política logo á partida os incompetentes estão equiparados aos competentes.
“A corrupção é o que se vê: os PDMs são manipulados, distorcidos e inutilizados pela necessidade de construir fogos (para obter mais receita), os construtores pagam luvas, funcionariozecos recebem-nas. Quem se lixa é o mexilhão que é obrigado a viver em cogumelos de cimento chamados subúrbios”
As pessoas têm o poder do voto e o poder de se candidatar. O que é que fazem contra isso? A não ser que queira um Ditador há uma área da política que é inevitavelmente da responsabilidade dos eleitores. Diga-se num entanto que a Edite Estrela(PS) foi escorraçada de Sintra depois de ter aumentado a população em centenas de milhar e ter infernizado a vida das pessoas com o aumento correspondente do trânsito e da violência urbana.
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“Nenhum partido (sem que para tal fosse necessário alterar a lei), entendeu ser de realizar eleições directas entre militantes (ou mesmo fora deles) para escolha de deputados.”
Embora sujeitas a ratificação pela Mesa Nacional, as listas de candidatos a deputados do Bloco de Esquerda são votadas em plenário de militantes de cada distrito. Conta?
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Miguel (69)
«Embora sujeitas a ratificação pela Mesa Nacional, as listas de candidatos a deputados do Bloco de Esquerda são votadas em plenário de militantes de cada distrito. Conta?»
não, isso não é uma eleição, uma escolha livre.
É um mero procedimento de ratificação, não muito diferente de votações em comités centrais, comissões politicas ou secretariados. Além disso não é pessoalizado, é em lista.
Escolha livre, dar opções, possibilitar proximidade eleito/eleitor, tornar o eleito representante de quem o elege, é um militante apresentar-se a candidato a deputado, juntamente com outros, debaterem e ao final os militantes (ou mesmo não militantes) escolherem.
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Chamar a isyo democracia, tem piada, isto è fascismo puro, na União Nacional tambem era assim! Então porque ladram tanto ao Salazar?
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Comentário bastante pertinente o do autor. Corresponde à realidade que temos vivido desde o princípio dos governos constitucionais, com alguns deputados trabalhadores e sabedores mas com uma maioria de obedientes seguidores da disciplina partidária, muitos deles sem grandes conhecimentos nem experiência de vida. Além dos casos referidos pelo autor, poderíamos falar na vergonha que foi o caso das “VIAGENS” dos deputados, nunca punido, nas substituições e regressos quando lhes interessa e por aí fora.Prova da competência de tantos juristas que lá se sentam é a “anedota” de não terem feito uma lei necessária para a ASAE e agora como é? As apreensões e acções fiscalizadoras dessa polícia ficam em águas de bacalhau?
Eu nunca fui militante de nenhum partido por uma razão simples: tenho, ao contrário de muitos, memória e não me esqueço do que esses políticos prometeram e do que fazem ou fizeram.Por isso não voto em aldrabões nem em indivíduos de fora que os chefes dos partidos metem nas listas do partido do meu distrito (Porto).Porque é que não podemos votar nuns indivíduos de um partido e recusar outros? Já vi resultados de eleições, no Porto, na segunda metade do século XIX e isso era possível, tendo um x votos, o segundo menos uns tantos e por aí fora. Era mais democrático do que hoje em que os eleitores votam num partido e os membros da lista são eleitos, consoante o número de votos nesse partido, depois entram os substitutos e é um regabofe.
Que fazer então? TAF, cujo blogue conheço mas onde nunca pude comentar nada, acha que só estando dentro de um partido se pode influenciar a escolha das chefias do mesmo. Em teoria tem razão, mas na prática um ou alguns militantes não conseguem influenciar um partido como o seu, repleto de “barões” e de políticos que metem os filhos no partido e depois nas listas de deputados. Quer nomes, cá no Porto? Montalvão Machado e João Loureiro que depois desistiu e ficou à frente do Boavista. Se quiser igual no PS veja quem é um dos principais, filho do político que dirigia a máquina partidária. Não esqueça ainda os muitos membros das jotas que são metidos nas listas e acabam por se sentar na Assembléia da República nos lugares de políticos que estavam no princípio das listas e ficaram nas câmaras municipais, foram para o governo (que não é só formado por ministros), …
Uma solução seria tentar fundar um novo partido, bastam 7500 proponentes mas é difícil pôr a funcionar uma nova “máquina”, pois o financiamento, nesse caso, não vem do estado pois só é atribuído depois das eleições. Nas eleições locais podem concorrer listas de cidadãos ou movimentos dos mesmos, como os de Helena Roseta ou Carmona Rodrigues em Lisboa. Pode crer que lamento que não haja um movimento desses , no Porto.
Falar ou escrever não basta, as coisas têm de mudar e, para isso, é preciso uma mudança radical a que não chamarei revolução mas respeito para com os eleitores. Infelizmente, é verdade que temos os políticos que a maioria merece.
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“É um mero procedimento de ratificação, não muito diferente de votações em comités centrais, comissões politicas ou secretariados. Além disso não é pessoalizado, é em lista.”
Como é que o Gabriel sabe? A votação para fazer a lista do BE de Faro foi pessoalizada.
“Escolha livre, dar opções, possibilitar proximidade eleito/eleitor, tornar o eleito representante de quem o elege, é um militante apresentar-se a candidato a deputado, juntamente com outros, debaterem e ao final os militantes (ou mesmo não militantes) escolherem.”
Vamos imaginar o seguinte sistema:
– Os militantes que querem ser candidatos apresentam-se (individualmente ou em lista)
– A partir daí, faz-se um boletim com os nomes de todos os candidatos apresentados
– Após uma pequena discussão, cada militante escolhe até 8 pessoas da lista
– Os oito mais votados são os candidatos
– Depois, faz-se um novo boletim com os 8 nomes; agora cada militante ordena os nomes pondo 1, 2, 3… à frente de cada nome
– Soma-se os votos de cada um e a lista é ordenada por ordem inversa (agora quem teve menos votos, fica à frente)
A lista do BE em Faro foi feita quase assim.
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Caro Miguel,
se é assim o esquema, parece-me um excelente avanço.
Não ideal, mas sem duvida um avanço.
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“se é assim o esquema,”
Não é bem uma questão de ser “assim o esquema” – foi algo que foi mais ou menos improvisado nessa reunião.
E depois há a questão do “quase” – só do 2º lugar para baixo é que a lista foi feita assim (o que talvez torne o processo pouco relevante, já que o BE na melhor das hipótese poderá eleger um deputado).
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acho que o sistema pelo qual o leitor pode efectivamente ver os seus interesses representandos e pedir responsabilidades ao eleito é aquele em que o candidato diz ao quem vem, suas ideias e propostas.
Se eleitorado (interno ou não) quiser, vota nele para candidato, em disputa aberta com outros.
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«E depois há a questão do “quase” – só do 2º lugar para baixo é que a lista foi feita assim (o que talvez torne o processo pouco relevante, já que o BE na melhor das hipótese poderá eleger um deputado).»
também já a estava a estranhar que assim não fosse……
Os tugas são excelentes a dizer que inovam mantendo as coisas na mesma.
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Ao ler a descrição do Miguel Madeira, sobre as eleições no BE, confesso que estava impressionada e entusiasmado com tal “Liberdade Democrática”…
Cheguei a ponderar a minha filiação no BE…Afinal de contas, eu poderia estar enganado em relação aos partidos!
Mas, (In)felizmente, não estou!
O meu suspiro de alívio surgiu com o “QUASE” na última frase…A partir do nº 2 também é DEMOCRACIA DA TRETA…
Abaixo os partidos e venha o cidadão comum, com mérito e valores, para a VERDADEIRA DEMOCRACIA!!!
O BE é apenas como os demais…
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Os círculos uninominais são a melhor resposta ao actual modo de governação que permite que os deputados não prestem contas aos eleitores.
Claro que para não penalizar partidos pequenos ou novos, deveria existir também uma câmara de compensação.
Parabéns pelo texto.
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