Pessoal essencial, mas pouco
4 Novembro, 2009
Estão a sobrar vacinas da gripe. Parece que o pessoal essencial que passou à frente das grávidas e dos doentes crónicos não as está a tomar. Aguarda-se o colapso dos serviço essenciais quando a onda de gripe atingir o pico.
Nota: Se o dito pessoal é essencial, então a toma da vacina deve fazer parte dos seus deveres profissionais. Se a toma da vacina não é parte dos deveres profissionais, então a função não é essencial e logo não devem fazer parte de grupos prioritários.

Vamos lá ver quando chega a minha vez… Deus dá nozes a quem não tem dentes!
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se fosse para picar um dose de heróina era vê-los a fazer fila…
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“Se o dito pessoal é essencial, então a toma da vacina deve fazer parte dos seus deveres profissionais.”
Não tarda nada teremos liberais a proibir o “pessoal essencial” de tomar demasiado café ou comer chispalhadas.
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Não é bem assim.
Acontece que não há ninguém que garanta que a vacina é 100% segura e as dúvidas são mais que muitas.
O senhor tomaria uma coisa que os serviços oficiais não garantissem?
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mais duas semanas e já se pagam luvas para ter acesso à bacina.
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Com satisfação, alguns aguardam apressados pelo colapso dos serviços essenciais, outros pacientemente pelo armagedon.
Gostos não se discutem!…
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««Não tarda nada teremos liberais a proibir o “pessoal essencial” de tomar demasiado café ou comer chispalhadas.»»
Suponho que, na sua opinião, um liberal é um gajo que defende que não deve haver dever profissional.
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Pá… Eu estava convencido que um liberal é um gajo que defende as liberdade individuais de cada um. Mas pelos vistos parece que estou enganado.
Se me dá licença, vou ali vigiar como é que a minha mulher-a-dias passa os seus tempos livres que isto de gente com vicios e doenças a trabalhar para mim é que não pode ser.
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“Aguarda-se o colapso dos serviços essenciais quando a onda de gripe atingir o pico.”
Todos os anos, a gripe atinge picos e o “colapso dos serviços” não costuma ser nada do outro mundo.
“Se o dito pessoal é essencial, então a toma da vacina deve fazer parte dos seus deveres profissionais”
Claro, e o uso do preservativo também! Exijo que a minha chefe verifique se cumpro o meu dever.
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Quando a gripe atingir o pico, deixaremos de ver a Directora Geral da Saúde, Ana Jorge, a fazer uma conferência de imprensa por cada espirro que há em Portugal. Ana Jorge só se pavoneia em frente aos jornalistas, porque a gripe é uma coisinha de nada. Se tivéssemos 1 milhão de infectados queria ver como era…
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Caro JM,
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Já se informou sobre os critérios de pessoal essencial nos hospitais?
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O critério é, pertence ao quadro é essencial. Não pertence ao quadro não é essencial, ainda que faça o mesmo ou mais do que os ditos essenciais.
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ccz
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O “pessoal essencial” não está com vontade para ser cobaia. Por isso assume o risco de não se vacinar, como é o seu direito.
O “pessoal essencial” está na primeira linha no tratamento dos seus concidadãos com gripe A, como é sua obrigação e, deste, os que pertencerem ao grupo anterior tentarão não ficar doentes, aplicando as outras medidas de prevenção da transmissão de doenças infecciosas, tal como tem feito até agora que não havia vacina.
Isso do “pessoal essencial” são pessoas que pensam pela sua cabeça e têm o direito de escolher, de entre as várias maneiras de prevenir a transmissão de doença infecciosas, qual prefere, assumindo os riscos inerentes à sua opção.
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#12 – é isso tudo, e se entretanto infectarem uns quantos utentes dos serviços, que se foda, porque ninguém vai descobrir que foram eles. se ficarem de molho uma semana, melhor ainda. o de gaulle achava que o problema era do queijo, eu acho que é chicoespertice.
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Não foi um post lá muito bom, só consguiu alinhavar uma resposta.
Metem-se em cavalias altas e tombam do cavalo.
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