De Cabinda ao Cunene II
19 Janeiro, 2010
Governo português sublinha a importância de deter responsáveis por ataques criminosos
Quando interrogado sobre se o Governo português considerava preocupantes as notícias de detenções de figuras alegadamente ligadas ao movimento independentista na província angolana de Cabinda, João Gomes Cravinho afirmou que «preocupante é quando há instabilidade e violência, como aconteceu com o ataque ao autocarro da equipa do Togo» a 8 de Janeiro de 2010.
[…]
Este fim-de-semana foram detidos em Cabinda o padre Raul Tati, ex-vigário geral da Diocese daquela província, sob a acusação de crime contra o Estado, e o advogado e activista dos direitos humanos Francisco Luemba.
Governo português apoia caça às bruxas em Cabinda.
26 comentários
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Portugal não pode deixar de pugnar pela independência de Cabinda que, decididamente, não quer estar sob a pata de Angola. Se necessário, deverá recorrer às armas (que existirem…).
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Foram bruxas que atacaram e mataram pessoas ó Joao Miranda ?!
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Há aqui qualquer coisa que não bate certo.
Se fosse o governo espanhol a prender um ex-vigário e um advogado bascos, depois de um ataque a um autocarro de jogadores de futebol da equipa portuguesa, caía o Carmo e a Trindade.
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3,
Claro que sim, há aqui um sectarismo intelectualmente desonesto.
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Os gajos do MFA deram Cabinda de brinde. Esqueceram-se que aquilo era um protectorado português e agora os angolanos gritam “Cabinda é nossa”. Cabinda e o petróleo, pois então!
Isto é giro. hehehehe
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Se as ilhas que tinhamos em África foram entregues,mesmo as que eram desabitadas quando as descobrimos,não vejo porque Cabinda não tem direito à independência.E não será um MPLA que tanto reclamou dos portugueses que o pode impedir.
Além disso não é políticamente correcto os lulus do Sócrates virem condenar os ataques,lembrem-se do amigo Arafat e de Munique.Lembrem-se do que o nosso dono M.Soares dizia dos colonizadores.
Então camaradas,temos que apoiar a luta pela liberdade dos nossos camaradas de Cabinda.
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Que eu saiba, Cabinda apenas aderiu à Monarquia Portuguesa enquanto Protectorado (e não como colónia como Angola!) em 1885, através do Tratado de Simulambuco, celebrado entre o representante do nosso Rei D. Luís e o Monarca de Cabinda, N`Goyo. Cabinda nunca foi e não é, parte do território angolano.
Como exemplo, pode citar-se o artigo 1.º da nossa antiga Constituição de 1933;
«O território de Portugal é o que actualmente lhe pertence e compreende:
1.º – Na Europa: o Continente e Arquipélagos da Madeira e dos Açores;
2.º – Na África Ocidental: Arquipélago de Cabo Verde, Guiné, São Tomé e Príncipe e suas dependências, São João Baptista de Ajudá, CABINDA e Angola;
3.º – Na África Oriental: Moçambique;
4.º – Na Ásia: Estado da Índia Macau e suas respectivas dependências;
5.º – Na Oceânia: Timor e suas dependências».
O caso de Cabinda é idêntico ao de Timor, durante a ocupação indonésia.
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Cabinda não é problema só de Portugal como o Haiti não é problema de franca.
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Portugal não pode controlá-lo do seu próprio país, então é lógico que Portugal ficar de fora de neste caso.
Se você realmente ajudar os angolanos ajuda comunidade africano em Portugal:
http://sti.bmj.com/content/85/6/427.full
Comparado com as pessoas nascidas em Portugal, os migrantes Africano tiveram maior mortalidade por doenças infecciosas, incluindo AIDS. Houve uma considerável heterogeneidade entre os africanos, com os de Cabo Verde com o maior mortalidade. As taxas de mortalidade foram mais de cinco vezes maior entre aqueles que eram solteiros do que aqueles que eram. A maior proporção de africanos eram solteiros representam cerca de um excesso de mortalidade. As taxas de mortalidade também foram maiores entre os homens das classes manual ocupacional do que entre os homens não-manual. Uma comparação com a Inglaterra e País de Gales mostra que as taxas de morte por doenças infecciosas e SIDA em Portugal são muito mais elevados e os africanos em Portugal também se pior do que os africanos na Inglaterra e no País de Gales.
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a almeida santos e soares
nada acontece
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“Governo português apoia caça às bruxas em Cabinda.”
Claro, o governo português é levado do diabo!
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A FLEC não é terrorista.
São todos intelectuais de esquerda a tentar exprimir as suas ideias independentistas.
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Este Governo Português apoia invariávelmente as Ditaduras. Por isso é que se envia a Força Aérea homenagear o regime do Coronel Khadafi e anda-se de mãos dadas com Chavez.
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Estes merdas de portugas que andaram a falar do genocídio timorense e promoveram tudo para que fosse independente, calam-se quanto à limpeza étnica efectuada pelo MPLA e agora classificam-nos de terroristas e acham que devem ser combatidos.É o eterno problema de ser criado por tias, as referencias devidas ficam trocadas pela “cusquice” delas.
Para referencia:
Cabinda–Enclave separado do restante território angolano,administrativamente no colonialismo como protectorado e nunca com província ou fazendo parte dela, povoado por etnia própria que não tem ligaçao nenhuma com as duas etnias dominantes de angola.
Desde a independencia do colonizador portugues e do inicio neocolonialismo marxista passou a ser administrado pelos umbundos que trataram de expulsar a etnia residente empurrando-os literalmente para o Congo e mesmo perseguindo-os lá. Entretanto a elite marxista corrupta dos umbundos à conta das taxas corruptas exigidas ás petroliferas foram enchendo os bolsos pondo milhares de milhoes nas off-shores e promoveram o povoamento de cabinda pelos seus.
Quando um fdp de um portuga põe em causa o direito a um povo específico de caracteristicas culturais e até geográficas próprias á sua autodeterminação está tudo dito da sua qualidade moral e da educação por outros familiares.
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#14
É isso mesmo. Claro como água! E ainda andam por aí, sem vergonha, os políticos da descolonização exemplar…
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Cabinda é essencialmente um problema nosso e dos Cabindas!
Foi connosco e não com Angola que eles celebraram o Tratado de protectorado; fómos nós e não os angolanos, que prometemos manter a integridade do seu território e respeitar para sempre, os seus usos e costumes.
Por isso… Tenho fé que há-de haver um dia, num futuro não muito distante, em que a colonização angolana de Cabinda termine. O Povo cabinda há-de ser livre de novo e, quando isso suceder como é justo, tenho esperança que integre de imediato, a comunidade de Países, que foi sempre a sua por direito… A CPLP!
Como diziam os nossos irmãos Timorenses: «Resistir é vencer!»
Viva Cabinda Livre! Viva o Rei de Portugal! Viva o Rei de Cabinha!
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Viva Cabinda Livre! Viva o Rei de Portugal! Viva o Rei de Cabinha!
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Em Portugal, só conheço 5 Reis : o de Ouros, Espadas, Copas , Paus e o dos Palhaços Panilhas ( o Herman. . . e esta hein?).
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Se Paranhos tivesse petróleo e a Gulf Oil, eu também era um putativo (ai credo) presidente da Republica Independente de Paranhos.
A saber: Paranhos é uma região do Quénia.
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«Cabinda», como é óbvio:
Licas:
A sua opinião é respeitável, sem dúvida, alguma.
No entanto, é, apenas, uma opinião.
Felizmente, para muitos Portugueses entre os quais me incluo desde os 13 anos, a opinião é precisamente a oposta. Portugal seria, sem dúvida, um País muito mais desenvolvido e livre (como vários dos seus congéneres europeus), se tivesse a possibilidade de escolher, como forma de regime político, a Monarquia Constitucional!
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“Governo português apoia caça às bruxas em Cabinda.”
E pelos vistos no pais basco tb…
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Esse desastre causado em África é culpa da “civilização” ocidental, particularmente dos ingleses e do Mapa Cor-de-Rosa. Razão tinha El-Rey D. Carlos. Mais sensibilidade politica demonstrou ao enviar seu filho para sentir as particularidades do povo africano, após aquela abrupta estruturação territorial. Viva El-Rey de Portugal! Independência (sempre) ao povo de Cabinda! Viva o Rei de Cabinda!
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pau de cabinda ao cunene, são os meus votos de boas bestas
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19.Kolchak disse
19 Janeiro, 2010 às 4:43 pm
«Cabinda», como é óbvio:
Licas:
A sua opinião é respeitável, sem dúvida, alguma.
No entanto, é, apenas, uma opinião.
Felizmente, para muitos Portugueses entre os quais me incluo desde os 13 anos, a opinião é precisamente a oposta. Portugal seria, sem dúvida, um País muito mais desenvolvido e livre (como vários dos seus congéneres europeus), se tivesse a possibilidade de escolher, como forma de regime político, a Monarquia Constitucional!
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Pergunte-se aos Portugueses . . .
Eles dirão de sua justiça, mas de uma vez para sempre, não andar com
referendos cada 2 anos. TÁ?
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Nada disso
Referendos sim até dar a resposta pretendida.
Senão não vele.
Foi assim em Portugal e tem sido assim na Europa.
Porque é que agora quer quebrar as regras?
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9.Afoito
19 Janeiro, 2010 às 9:06 am
disse
«Portugal não pode controlá-lo do seu próprio país, então é lógico que Portugal ficar de fora de neste caso.»
Ora ai está o exemplo do portuguesinho valente que chamou guerra à defesa do seu território, colónias ou províncias como queiram chamar-lhe.
Guerra? Aquilo?
E agora, se não fosse a estupidez colina do MFA, Cabinda seria, de facto, nossa. Mas ir ajudar os pretos de Angola só se o povo portuguâs e os coirões filhos da puta do governo (sucessores do tal MFA) estivessem mesmo doidos varridos.
Angola agora é dos pretos e eles que se fodam.
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# 23
Os 2 em 2 anos refere-se/compara aos do Aborto ?!
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