Bullying*
Os estrangeirismos têm a extraordinária vantagem de nos mostrar em primeiro lugar que o problema não é só nosso. Depois transformam aquelas coisas que, em português, são muito cruas e directas, como a violência e a indisciplina, num conceito mais do que num facto, uma coisa algures entre o pensamento negativo e o pensamento positivo.
Uma criança de doze anos sai da escola e atira-se ou cai ao rio. Imediatamente, começa a discussão sobre o bullying: seria agredido? Agressor? Traquinas? Triste?… E ninguém se interroga sobre como é possível que não uma mas sim várias crianças tenham saído de uma escola sem que ninguém controlasse essas saídas.
Nas escolas reais, públicas ou privadas, civis, militares, laicas ou religiosas, pode acontecer um acidente, um suicídio, uma agressão. Nas escolas dos redondos vocábulos, ninguém presta declarações sobre um aluno que saiu a meio das aulas e acabou morto nas águas de um rio. Mas amanhã os mesmos que agora se calam nessa escola, vão sentar-se em seminários sobre bullying organizados por direcções regionais e institutos, fazer acções nas escolas sobre bullying e integrar comissões preventivas de bullying. Os mais sortudos até se livrarão de vez de ter de dar aulas a alunos da escolaridade obrigatória e tornar-se-ão especialistas em bullying, ascendendo ao ensino superior, onde, por enquanto, não existe oficialmente bullying, ensinarão os futuros professores a lidar com o bullying e dir-lhes-ão para não serem preconceituosos nem terem ideias feitas sobre a disciplina que obviamente defendem que não deve ser imposta mas sim “nascer da interacção entre a criança e o meio”. Entretanto, as portarias continuarão sem funcionários, os muros com palavrões escritos, os pátios sem vigilância e os funcionários ou professores que tentarem contrariar este estado de coisas a correrem o risco de serem enxovalhados pelos alunos ou respectivas famílias. E sobretudo a sua carreira registará negativamente essa incompreensão das “novas realidades articuladas com as vivências disruptivas” ou “formas de expressão não convencionais em meio escolar”, como lhes lembrarão os outrora colegas que se tornaram especialistas em bullying.
*PÚBLICO

o nojeira já explicou que faltam auxiliares de ensino e que a culpa é do ministério da educação. é um problema semelhante ao da segurança cada vez que há um assalto, da justiça, da saúde e do resto, faltam meios pessoal e ordenados e quando houver isto tudo, a formação é insuficiente, trabalhar é desgastante e o stress consome muitas minis.
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Isto acontece em escolas visitadas pelo senhor PM e consideradas escolas “modelo”. E as pessoas que lá estão, como os responsáveis dos agrupamentos, insistem há muito em abafar os casos para ficarem bem na fotografia.
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“Sindicatos acusam administração da Carris de “pressões” para motoristas trabalharem” título do público de hoje
inqualificável, um atentado à liberdade dos trabalhadores, num estado de direito só trabalha quem quer. voltámos à escravatura. a administração da carris já devia estar sentada na comissão de ética a responder por esta afronta aos trabalhadores. cadê o rangel?
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“E ninguém se interroga sobre como é possível que não uma mas sim várias crianças tenham saído de uma escola sem que ninguém controlasse essas saídas.”
Trata-se de uma escola-prisão?
Ou é a teoria de que a escola serve para educar e não para ensinar?
Importante não é o miudo ter caído ao rio, importante é tê-lo feito no horário escolar, porque todos sabemos que fora do horário escolar não se dão acidentes…
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4. Durante o horário escolar aos 12 anos está-se na escola. A questão do controlo ads entradas e saídas é vital para que a escola transmita confiança às famílias. Este controlo tem também como fim identificar quem entra na escola. Pode chamar-lhe escola prisão ou o que quiser mas nesse caso qualquer junta de freguesia, autarquia ou biblioteca serão uma penitenciária pois têm às vezes não um mas sim dois seguranças na entrada. Correram com os contínuos e substuiram-nos por seguranças!
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Já nem comento. Mas gostaria de saber, Helena, o que é isso da “disciplina nascer da interacção entre a criança e o meio?”
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O mais estapafúrdio é serem necessários estes casos para se olhar para os problemas,e mesmo assim faz-se de uma forma leviana e descontraída.Essa história irá repetir-se N vezes até ser algum familiar/conhecido dessa gente,quando sentirem na pele,possivelmente já tentarão fazer algo,mas nesses casos a justiça é aplicada,aos outros é que pronto.
Ò ponto mais ridículo é certamente constatar que as escolas hoje em dia encontram-se sob mira de inúmeras regrazinhas patetas,o irónico é os problemas essenciais continuarem a ampliar-se,já para não falar da falta de criatividade e fomentação de pensamento crítico.
Por agora,e pelo que li,dá-se apoio moral aos bullies da criança deste caso,porque certamente merecem desculpabilizados,e se calhar dá trauma aos menininhos,tadinhos,meninos de couro para umas coisas,valentões noutras.
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* …ser desculpabilizados…
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Isto é mais um exemplo do atraso mental e de vida que vai nas monas ocas do pessoal da “comunicação”. Adoram aplicar anglicismos e termos modernaços a coisas que, em bom português, têm uma designação que toda a gente entende. Mas esta cambada cabeça oca e sem freio nem rédeas acha que pode fazer filosofia na informação. Eles próprios já são um bocadito analfabetos… Com uma audiência também pouco letrada, isto é o fim!
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6. Acho que ninguém sabe. Mas repetem-no muito nas reuniões.
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“A questão do controlo ads entradas e saídas é vital para que a escola transmita confiança às famílias. Este controlo tem também como fim identificar quem entra na escola. Pode chamar-lhe escola prisão ou o que quiser”
Coisas irrelevantes:
-É irrelevante que as escolas tenham o controlo das entradas e saídas.
-É irrelevante se o miudo saiu pela portaria ou por acesso vedado e vandalizado.
-É irrelevante que as escolas não sejam prisões.
-É irrelevante que educação os filhos levam para sair da escola só depois das aulas acabarem, e pela portaria.
-É irrelevante se era ou não normal os miudos daquela idade irem sozinhos para o rio.
-É irrelevante que os horários de entrada e saída sejam muito diferenciados numa escola pública.
-É irrelevante que numa escola pública não existam 95% dos pais à espera para levar os filhos.
Já não será de estranhar que quando trabalharem um dia, beberem uns copos a mais no almoço da sexta, baldarem-se ao trabalho e meterem-se debaixo de um carro, a empresa seja responsabilidade por mais um acidente de trabalho.
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Autoridade, respeito e poder
A autoridade do professor tem duas pernas: a relação de respeito mútuo que se estabelece entre ele e os alunos e o poder que lhe é conferido pela lei ou pelos regulamentos.
A autoridade dos professores tem que se equilibrar nas duas pernas: se for baseada no poder bruto será autoritarismo e opressão; mas se o professor não tiver poder suficiente a sua autoridade será uma utopia, porque pode sempre acontecer que lhe apareçam pela frente alunos com quem é impossível estabelecer, por mais talentoso e dedicado que seja o professor, uma relação de respeito mútuo.
O respeito conquista-se respeitando os alunos: isto é uma coisa que todos os bons professores sabem e praticam quase por instinto. Conquista-se também pelo saber: um professor ignorante, sobretudo se for arrogante na sua ignorância, nunca será respeitado. Conquista-se ainda pela justiça: não será respeitado o professor que dê mostras de arbitrariedade na avaliação ou de favoritismo na sua relação com os alunos. Conquista-se pela paciência e pelo empenho em que os alunos aprendam. E a isto tudo há que acrescentar todas aquelas subtilezas de comportamento e postura que dificilmente se podem definir mas que são elementos importantes dessa qualidade a que chamamos talento.
Mas este talento não garante só por si, mesmo no seu grau mais elevado, a autoridade do professor. Esta depende também da sua relação de poder com os alunos. Se esta lhe for adversa, pode ser que em muitas turmas lhe seja possível manter a autoridade, mas é estatisticamente impossível que a mantenha em todas. Os alunos são diversos; as suas circunstâncias são muitas vezes, além de diversas, incontroláveis pelo professor; há alunos que nunca na vida foram respeitados por ninguém e que por isso não entendem quando o professor os está a tratar com respeito.
Nas escolas portuguesas é dado demasiado poder aos alunos e não é dado poder suficiente aos professores. Todas as leis do sistema educativo, todos os regulamentos, estão feitos no pressuposto de que o professor é automaticamente suspeito. Não devia ser assim. Uma escola não é uma democracia, e não o é, sobretudo, se quiser ser democrática. Nesta escola democrática que não é uma democracia o pressuposto tem de ser que até prova em contrário o professor tem sempre razão. Isto confere-lhe, é claro, poder. Este poder presta-se, é claro, a abusos. Mas a solução não é tirar poder ao professor, é responsabilizá-lo pelo uso ou abuso que faça dele.
O que a sociedade não pode continuar a fazer, se quer que as escolas funcionem, é a dar cada vez mais responsabilidade a quem não tem poder e cada vez mais poder a quem não tem responsabilidade.
http://www.legoergosum.blogspot.com/2008/03/autoridade-respeito-e-poder.html
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http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Crianca-de-dez-anos-agride-professora.rtp&headline=20&visual=9&article=328944&tm=8
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«(…) o Dr. José Augusto Ferreira Araújo, Vereador dos Recursos Humanos da Câmara Municipal de Guimarães, por delegação de competências, é a mesma pessoa que José Augusto Ferreira Araújo, Director da Escola das Taipas e homem de mão de Maria de Lurdes Rodrigues.
Podia ser tentado a censurar o homem. Mas não é justo.
Há algum político que não acumule?
O homem está a cuidar da vidinha dele. Deixem-no estar.
Acho melhor deixarmos o Dr. José e passarmos ao tiro ao prato.
http://www.educacaosa.blogspot.com/2010/03/socialistazinho-camuflado.html
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OS TENTÁCULOS DO POLVO – NAS ESCOLAS
O sector da Educação, em Portugal, está organizado em serviços governamentais, sediados na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa, que definem as políticas de cada Governo da República para o sector; serviços centrais, sediados na Avenida 24 de Julho, em Lisboa, que definem ou redefinem as orientações de política educativa, emanadas dos serviços governamentais, e que destes dependem politicamente; serviços regionais, organizados em cinco direcções regionais, que executam as políticas emanadas dos serviços governamentais e centrais, que dependem politicamente da equipa do governo para o sector.
As Escolas ou Agrupamentos de Escolas são as Unidades Operacionais do sector da Educação. Os operacionais ou trabalhadores do sector da Educação designam-se de Professores. Os Professores não têm qualquer controlo na definição das políticas educativas. São meros executores das políticas educativas emanadas dos serviços governamentais, centrais e regionais. Em cadeia hierárquica.
A cada alteração política das equipas governativas para o sector, correspondem alterações na estrutura hierárquica nos serviços governamentais, centrais e regionais. E na filosofia e praxis para o sector.
Até ao anterior governo, sómente as Escolas sobreviviam à total intromissão do primado do político-partidário, dos tecnoburocratas, sobre o técnico-pedagógico dos professores.
Os actuais responsáveis políticos do Governo para o sector da Educação, introduziram uma mudança substancial. Os órgãos de gestão das Escolas – actualmente director, o cacique escolhido pelas forças “vivas locais/regionais/nacionais” – passaram a veicular as directrizes do governo directamente dentro das Escolas, tornando-se comissários políticos. O braço político-partidário dos governos entrou, pela mão desta ministra e deste governo, nas Escolas, onde existia, até à data, o primado do técnico-profissional e do investimento na sala de aula e nos alunos.
Os Professores sentem a sua profissão ameaçada. Sabem que para sobreviver dentro do sistema, tal como este actualmente se apresenta, terão de deixar de ser professores, para se tornarem algo que nega o seu próprio estatuto profissional de professores.
Este facto tem determinado que têm sido os melhores professores das escolas aqueles que estão verdadeiramente em guerra aberta com estas políticas altamente gravosas para o sector.
Uma minoria de medíocres das escolas que em tempos idos não teve a possibilidade de engrossar as fileiras dos gabinetes dos gabinetes do ME, alapa-se actualmente dentro das escolas a mandar!
E a dar cobertura a todo o tipo de aldrabices, de outros medíocres e de camuflagem da realidade das escolas.
Tudo controlado, para que nada se saiba, como convém ao POLVO.”
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Deputados socialistas batem com as tampas dos computadores
Vários deputados do PS fecharam com força os seus computadores em protesto contra as explicações do presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, sobre a natureza de serviço público daqueles computadores. Momentos antes, Jaime Gama repreendeu duas vezes consecutivas o secretário de Estado da Educação João Torcato da Mata por não usar a forma regimental para se dirigir ao plenário.
(…)Pouco antes da interpelação ao Presidente, já tinha havido outro momento de tensão. Depois da dura repreensão de Gama ao secretário de Estado, ameaçando mesmo retirar-lhe a palavra, o governante fez a intervenção e foi muito aplaudido pela bancada do PS.
http://www.publico.pt/Política/deputados-socialistas-batem-com-as-tampas-dos-computadores_1428416
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Convidam-se os leitores a comentarem esta crónica também [aqui], pois está prevista a atribuição de dois livros aos autores dos melhores comentários que sejam afixados até às 20h do próximo dia 22, segunda-feira.
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…e entretanto, o desaparecimento do pobre Leandro começa a ser esquecido e relativizado!!! Desta forma, os autores dos actos de “bullying”, vulgarmente designados por “Bullies”, continuam nas suas “sete quintas” a fazer novas vítimas e a perpetuar as desumanidades cometidas contra as que vão ainda sobrevivendo!!! …e a vida continua!!!
Os “bullies” não têm respeito pela vida humana!!! Vão esperar até que aconteçam mais mortes, como a do Leandro?
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# 16
http://www.cies.iscte.pt/en/investigadores/ficha.jsp?pkid=155
«Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és»
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E esta?
http://www.educar.wordpress.com/2010/03/18/chamem-os-arautos-toquem-as-trombetas-o-governo-decretou-que-a-chuva-molha/
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10. A disciplina, a ordem, aprende-se em interacção com o meio, no sentido em que a criança precisa de referências ou seja, de modelos para imitar. Para aprender as normais sociais em contexto cultural. Os adultos, insisto, são quem tem de orientar e impôr.
Em contexto de aprendizagem, o ideal é que esse meio, como os conteúdos programáticos, sirvam para motivar o conflito cognitvo, em que a criança pergunta e tenta dar ela própria a resposta. Mesmo aí é o adulto não se safa do seu papel de orientor.
Começo é a entender que as crianças/adolescentes crescem, afinal, sozinhos. Não aprendem com nada nem com ninguém e anda muita gente a falar de coisas que não entende e muito menos domina. Todos se demitem dos seus papéis de educadores. Os professores inclusivé.
Acha então a ministra que as faltas resolvem tudo? Boa, boa…
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PS: tenho estado muito atenta ao papel especulativo dos media…
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Bom post.
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Oh Helena, aprecio o seu trabalho em “Avisar a malta“. Mas a malta é mesmo malta, reles. Vão se lixar todos quando vier a nova Revolução, sem cravos, com tiros, com mortes. Apesar de, provavelmente, ser dos primeiros a morrer, satisfaz-me sonhar com os pulhas a se refugiarem em França ou no Brasil.
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5 Medidas contra a Violência Escolar
1. reforçar a autoridade dos professores e dos conselhos executivos das escolas.
2. diminuir para 12 anos a idade da imputabilidade dos menores.
3. criar escolas de “Time-Out”. Estas escolas funcionam como medida preventiva e precedem a extinção de benefícios financeiros aos Encarregados de Educação.
4. criar coimas para penalizar os Encarregados de Educação com meios financeiros e que não estão abrangidos pela anterior disposição.
5. reforçar a Educação para a Cidadania porque é preciso educar correctamente antes de castigar.
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“os funcionários ou professores que tentarem contrariar este estado de coisas a correrem o risco de serem enxovalhados pelos alunos ou respectivas famílias.”
Não correm o risco, SÃO!
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21 # anonima 33
Desculpe lá, mas o seu discurso dá-me vontade de rir. Essa sua conversa aplicada a muitas turmas que há por ai, não durava nem 10 segundos. Quando você chegava ao “contexto cultural” já eles tinham destruído a sala.
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A falta de controlo nas saídas da Escola é um problema. O bullying é outro. Se a criança tivesse saído no final das aulas e se tivesse atirado ao rio, pelas mesmas razões (fosse para se safar dos agressores ou para chamar a atenção, numa idade em que já é expectável que tenha alguma consciência dos riscos), alterava a gravidade da situação, que é o suicídio de uma criança? Não me parece que seja um problema de portaria…
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Os alunos da Escola Básica 2,3 Almeida Garrett, em Alfragide (Amadora), tiveram ontem um final de tarde assustador, com um esfaqueamento entre dois colegas e um assalto mesmo à porta do estabelecimento.
Pouco passava das 16h00 quando dois alunos se envolveram numa acesa troca de palavras. De acordo com o relato de colegas que testemunharam a situação, G., de 14 anos, levou uma faca para a escola e, por diversas situações, exibiu-a aos companheiros. À saída da escola, G. voltou a fazer o mesmo, mas não contava com a reacção de L., de 16, que o esbofeteou. Armado, G. não hesitou e acabou por desferir três golpes ao colega. Segundo o CM apurou, L. foi assistido no Hospital Amadora-Sintra e já recebeu alta. Ao final da tarde, G. já estava referenciado pelas autoridades. A pedido da escola, foi realizada uma acção policial no bairro Cova da Moura, local de residência do jovem.
Os alunos da EB 2,3 Almeida Garrett ainda não estavam refeitos da situação quando um casal, com idades entre os 25 e os 30 anos, abordou um grupo de jovens, roubando-lhes os telemóveis. correiodamanha.pt, 17 Março 2010 – 00h30
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Lousada: mãe denuncia caso de bullying
Isabel Fernandes garante que o filho de onze anos é vítima de agressões
Há uma nova denúncia de um caso de bullying. Numa escola básica de Lousada, a mãe de uma criança de onze anos diz que o filho tem sido agredido por três colegas da escola desde o início do ano lectivo, noticia a TVI.
As fichas apresentadas pela escola mostram que o aluno do sexto ano comprava senhas de refeição com multa mas não chegava a almoçar.
A mãe apresentou queixa na escola, mas garante que os responsáveis da EB 2/3 de Lousada não se mostraram muito disponíveis para averiguar a situação.
http://www.tvi24.iol.pt/portal-iol/lousada-bullying-escola-violencia-tvi24/1148786-5281.html
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Parece que é por que não há funcionários…
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A D. Helena confunde escolas com prisões…
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Mais Uma Nuvem De Fumo
O Ministério da Educação está a concluir um programa de formação sobre bullying, para directores de escola e de turma, coordenadores de estabelecimento, auxiliares e pais. A ministra confirmou ainda o regresso da distinção entre faltas justificadas e injustificadas
Formação sobre bullying? Esta é boa. Vamos esperar até ver os formadores e formadoras…
Deixa cá ver se entendo: o ME foi totalmente incapaz de combater a indisciplina e a violência escolar. Com esta equipa está visto que também será incapaz. Ao invés de estabelecer normas que afastem da escola as crianças indisciplinadas e violentas, remetendo-as para junto dos progenitores, aproveitando para educar também estes com recurso à velha máxima: quem as criou que as ature, o ME vai fazer acções de formação sobre bullying. Com uns porpointes cheios de setinhas a explicar o que é, como evitar e como agir…
Tenho pena dos portugueses. São enganados todos os dias. O ME lança areia sobre todos eles e lava simplesmente as mãos dos problemas que cria. No caso da indisciplina e violência escolar, o ME vai manter os jovens e crianças indisciplinados e violentos à “guarda” das escolas e dos professores. A cumprir penas de lavar a loiça durante dois dias. O recado é óbvio: se os alunos são violentos e indisciplinados, que os aturem as escolas e os professores que até têm formação para isso. Intrujões.
http://www.educacaosa.blogspot.com/2010/03/mais-uma-nuvem-de-fumo.html
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http://www.horrorfestonline.com/?p=745
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27. So agora o li. Nao da vontade de rir porque eu propria apliquei e aplico os conhecimentos de que falo com sucesso.
Nao sendo nem professora, nem profissional da educacao, a dada altura lidei com muitos desses desordeiros em escolas e em turmas em que nao um , mas todos eram desordeiros do pior.
Se lhe contasse tudo ia perceber como eu tenho razao…
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