Gabriela Canavilhas diz é preciso criar um modelo que permita um aumento efectivo de receitas para apoio ao cinema.
Inês de Medeiros defendeu a necessidade de taxar “as novas plataformas onde a publicidade se foi instalar” e a obrigação das televisões privadas financiarem o audiovisual.
UGT defende que estado continue a pagar subsídio de desemprego nos primeiros meses após um desempregado começar a trabalhar.
Tribunal de Contas recomenda a governo aumento de capital do Metropolitano de Lisboa para evitar falência técnica.
Assembleia Municipal de Beja chumbou privatização do Diário do Alentejo.
Teresa Lago diz que apenas 1% do Produto Interno Bruto para orçamento da ciência não se adequa à média ou à ambição europeia – tem que haver mais dinheiro.
O Estado vai apoiar com 82 milhões de euros um investimento de 125 milhões na construção de creches, mas a cobertura de estabelecimentos no País continua muito aquém do desejado, diz a Confap.
Camiões e CTT prometem greves até final de Maio.
Frentes sindicais unidas em nova luta contra o governo
Empresa pública endivida-se para comprar imóveis ao Estado
A ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, anunciou ontem que o Estado vai dar 6,6 milhões de euros até Junho para o Fundo de Investimento para o Cinema e Audiovisual.
Os governos ainda não se convenceram da seriedade da situação. A coisa tem de ser tornar mesmo feia e perigosa para eles fazerem alguma coisa:
“Nouriel Roubini considera que o problema grego é apenas “a ponta do icebergue” de uma crise que está já a alastrar-se para outras economias.
“Os recentes problemas na Grécia são apenas a ponta do icebergue de uma crise global de dívida soberana”, escreve o economista no site da ‘Roubini Global Economics’.
“Os investidores do mercado obrigacionista já apontaram à Grécia, Espanha, Portugal, Reino Unido, Irlanda e a Islândia, impulsionando as ‘yields’ dos títulos de dívida pública. É provável que apontem agora para outros países como o Japão e os Estados Unidos”, prevê.
Roubini também alerta para o facto de, ao que parece, ninguém ter aprendido nada com a crise financeira. Isto porque, argumenta, “os Governos falam em reformas mas não as implementam” e “a indústria financeira continua a actuar como sempre, apesar do debate sobre a necessidade de mais e melhor regulação”. No seu entendimento isso poderá levar a crise mais profunda e mais perigosa do que a que atingiu as economias desenvolvidas nos últimos anos.”
Se os Portugueses deixarem vai continuar a existir, os Ditadores também fazem o que querem com os recursos do seus Países para distribuir pelos seus amigos e clientela enquanto o resto vive na miséria.
Como ainda há quem ache que não batemos no fundo, siga mais uma série de ideias tresloucadas que acelerem a chegada à bancarrota. Quem acha que está tudo bem que levante o braço e vá para a praia. Quem acha que está tudo mal que abra as portas a uma comissão de liquidação alemã e eles que tomem conta deste país de loucos.
Gostava de saber que propostas Inês de Medeiros tem para taxar os outros meios.
Quando eu acedo ao Boingboing e vejo publicidade portuguesa… a quem mandam a conta? Ao Obama?
Proibição das greves e prisão dos dirigentes sindicais e quem os apoiar! Aumento de 300% dos transportes públicos para evitar falências! Fim imediato de financiamento à cultura e à investigação que não servem para nada! Entrega total da saúde e educação aos privados e exclusão do ensino de alunos dos palops, pretos e mestiços, mais ciganos, comunas, bloquistas, gays e todos os que andaram a lixar o país desde 25/4/75! Que o Estado passe a ser governado exclusivamente por banqueiros, grandes empresários, neo-salazaristas, dirigentes de futebol, todos com mais ou menos cadastro, e mais ou menos analfabetos! Que se acabe de vez com os ordenados, subsídios de desemprego e de reinserção social, que só impedem os privados de arrecadarem chorudos lucros. Que os bloguistas do Blasfêmias passem a fazer parte do conselho de estado juntamente com as agências de rating que acharem mais convenientes para dividirem o saque! e para finalizar
que o governo que tomar estas medidas seja também privatizado, eleito não pela escumalha do povo mas sim por um colégio eleitoral de gente muito privada e em privado, de preferência.
Um mundo bem mais verdadeiro:
http://ecotretas.blogspot.com/2010/04/50-milhoes-de-euros.html
Ecotretas
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Os governos ainda não se convenceram da seriedade da situação. A coisa tem de ser tornar mesmo feia e perigosa para eles fazerem alguma coisa:
“Nouriel Roubini considera que o problema grego é apenas “a ponta do icebergue” de uma crise que está já a alastrar-se para outras economias.
“Os recentes problemas na Grécia são apenas a ponta do icebergue de uma crise global de dívida soberana”, escreve o economista no site da ‘Roubini Global Economics’.
“Os investidores do mercado obrigacionista já apontaram à Grécia, Espanha, Portugal, Reino Unido, Irlanda e a Islândia, impulsionando as ‘yields’ dos títulos de dívida pública. É provável que apontem agora para outros países como o Japão e os Estados Unidos”, prevê.
Roubini também alerta para o facto de, ao que parece, ninguém ter aprendido nada com a crise financeira. Isto porque, argumenta, “os Governos falam em reformas mas não as implementam” e “a indústria financeira continua a actuar como sempre, apesar do debate sobre a necessidade de mais e melhor regulação”. No seu entendimento isso poderá levar a crise mais profunda e mais perigosa do que a que atingiu as economias desenvolvidas nos últimos anos.”
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Se os Portugueses deixarem vai continuar a existir, os Ditadores também fazem o que querem com os recursos do seus Países para distribuir pelos seus amigos e clientela enquanto o resto vive na miséria.
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Como ainda há quem ache que não batemos no fundo, siga mais uma série de ideias tresloucadas que acelerem a chegada à bancarrota. Quem acha que está tudo bem que levante o braço e vá para a praia. Quem acha que está tudo mal que abra as portas a uma comissão de liquidação alemã e eles que tomem conta deste país de loucos.
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“Nouriel Roubini considera que o problema grego é apenas “a ponta do icebergue” de uma crise que está já a alastrar-se para outras economias.”
A crise já existe há muito isto são os primeiros efeitos apenas.
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Continuem com a festa, filhos da puta incompetentes!
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Juntar
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=422411
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Gostava de saber que propostas Inês de Medeiros tem para taxar os outros meios.
Quando eu acedo ao Boingboing e vejo publicidade portuguesa… a quem mandam a conta? Ao Obama?
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Proibição das greves e prisão dos dirigentes sindicais e quem os apoiar! Aumento de 300% dos transportes públicos para evitar falências! Fim imediato de financiamento à cultura e à investigação que não servem para nada! Entrega total da saúde e educação aos privados e exclusão do ensino de alunos dos palops, pretos e mestiços, mais ciganos, comunas, bloquistas, gays e todos os que andaram a lixar o país desde 25/4/75! Que o Estado passe a ser governado exclusivamente por banqueiros, grandes empresários, neo-salazaristas, dirigentes de futebol, todos com mais ou menos cadastro, e mais ou menos analfabetos! Que se acabe de vez com os ordenados, subsídios de desemprego e de reinserção social, que só impedem os privados de arrecadarem chorudos lucros. Que os bloguistas do Blasfêmias passem a fazer parte do conselho de estado juntamente com as agências de rating que acharem mais convenientes para dividirem o saque! e para finalizar
que o governo que tomar estas medidas seja também privatizado, eleito não pela escumalha do povo mas sim por um colégio eleitoral de gente muito privada e em privado, de preferência.
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