Em Espanha, já começou (II)
As medidas espanholas de corte de despesa pública
– Redução de salários dos funcionários públicos, em média, de cinco por cento em 2010, congelando-as em 2011. A redução será proporcional às receitas.
– Redução de 15 por cento no salário dos membros do Governo.
– Suspensão em 2011 da revalorização das pensões, excluindo as mínimas.
– Eliminação de regime transitório para a reforma parcial em vigor desde 2007.
– Eliminação do cheque-bebé de 2500 euros a partir de Janeiro de 2011.
– Adaptação do número de unidades das embalagens de medicamentos para as ajustar à duração padrão dos tratamentos. Unidoses poderão ser dispensadas mediante fraccionamento das embalagens.
– Ajuda ao desenvolvimento (externa) cairá 600 milhões de euros em 2010 e 2011.
– Redução de 6045 milhões de euros até 2011 no investimento público estatal.
– Previsão de poupança adicional de 1200 milhões de euros por parte das Comunidades Autónomas e Autarquias.
– Pedidos para Subsídio de Dependência serão decididos em seis meses e a retroactividade será eliminada.

Copiar e Colar…
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Portanto 2,9% nos “políticos e gestores” deve resolver a crise.O resto é pago com a importação e nacionalização da nossa riqueza africana que nos vem pagar a pensão…
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se usarem a catinga na biomassa poupa-se na factura energética.
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Sugestões:
– Deslocalizar os organismos públicos para fora de Lisboa, onde os salários são mais baixos e existe oferta de pessoal qualificado a preços moderados. Por exemplo para a zona de Braga/Guimarães, Castelo Branco, Vila Real ou Aveiro (ou até Paços de Ferreira, Amarante ou Portalegre).
– Portajar o IC19 e a via do Infante e eliminar as bonificações nas pontes 25 de Abril e Vasco da Gama.
– Vender todas as participações da CGD / Parpública, bem como Golden Shares
– Retirar os ‘boys’ dos cargos de regulação e forçar a EDP e PT a fornecer energia e comunicações a preços competitivos a nível europeu.
– Eliminar todos os subsídios às empresas
– Suspender o aumento do salário mínimo / limitá-lo à inflacção
– Eliminar os gastos do Governo com acessorias de imprensa e afins, inaugurações e eventos, etc
– Eliminar as reformas de ex-deputados, ex-governadores, etc, enquanto aqueles tiverem menos de 65 anos.
– Contratar uma consultora especializada em redução de custos, acordando o pagamento exclusivamente em % da poupança alcançada.
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Pá tens razão quase 1000000 …
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Talvez um pouco mais explicito:
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Redução duma média de 5% em 2010 nos vencimentos do pessoal do sector publico (administração publica e empresas publicas) e congelá-los em 2011. A baixa salarial será proporcional aos vencimentos.
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Redução de 15% nos salários dos membros do Governo.
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Suspensão para 2011 dos aumentos de Pensões, excluindo as contributivas e as minimas
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Eliminação dos regimes especiais de Reformas não contributivas.
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Eliminação a partir de 1 de Janeiro de 2011 do ‘cheque-bébé” de 2.500 € .
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Adequação do numero de unidades das embalagens de medicamentos ajustando-o à duração estandardizada dos tratamentos. Podem-se dispensar unidoses mediante o fraccionamento das embalagens de medicamentos.
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A ajuda publica ao desenvolvimento será reduzida entre 2010 e 2011 em 600 milhões de euros.
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O Investimento Publico entre 2010 e 2011 será reduzido em 6.045 milhões de euros.
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Previsão duma poupança adicional nas Despesas do Estado de 1.200 milhões de euros no investimento das Regiões e Autarquias Locais.
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Os pedidos do Rendimento de Inserção Social terão de ser despachados no prazo máximo de 6 meses e não conferem direitos retroactivos.
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Snow…Portajar o IC19 ????????????????
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
Excelente sentido de humor…mas muito negro…e logo se depreende que desconhece a realidade desse tumor rodoviário !!!
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Paguem e poupem que ninguém os andou a enganar.Lembram-se de ouvir repetidas vezes o slogan “temos que ganhar menos para outros ganharem mais”.Só em 2009 foram mais 45000 pobres , por nacionalização bondosa da Lei da Nacionalidade,aumentados ao já pequeno nº de pobres de origem estrangeira.Quantos serão em 2010?
Nunca esquecer que só em tratamentos de SIDA é gasto MEIO SUBMARINO por ano…
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– Cancelar TGV Alcochete-Badajoz
– Cortar em 50% todo o investimento público nas regiões em que o PIB regional seja superior a 75% da média europeia, e 25% nas restantes.
– Reforçar as componentes de fiscalização das polícias, segurança social, inspecção do trabalho, e similares
– Suspender todos os investimentos em energias renováveis que sejam sustentados em apoios estatais
– Reorganização da administração do território através da fusão de autarquias e de freguesias
– Criação de regiões administrativas, impondo-lhes redução de custos face aos actuais do Estado Central (decisões mais próximas implicam melhor utilização do dinheiro, logo possibilidade de menor despesa).
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A amnistia fiscal está em curso ‘feita na secretaria’.
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E a seguir vem a Baixa Geral de Impostos.
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Tudo sugere que as Governanças de cá andam atabalhoadas para mais fantasias: aguentar o ‘mais do mesmo’ da ‘Nova-Versalhes’ que fundaram pelo método da pantominice. Será ?
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Portugal já se devia ter mexido há muito tempo. Se teima, o Tecido Economico Português já destroçado e a Produção de Riqueza levam um ‘arrepia’ que nunca mais se curam.
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(cont de #6),
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10.Amonino disse
12 Maio, 2010 às 11:43 am
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A amnistia fiscal está em curso ‘feita na secretaria’.
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E a seguir vem a Baixa Geral de Impostos.
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Tudo sugere que as Governanças de cá andam atabalhoadas para mais fantasias: aguentar o ‘mais do mesmo’ da ‘Nova-Versalhes’ que fundaram pelo método da pantominice. Será ?
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Portugal já se devia ter mexido há muito tempo. Se teima, o Tecido Economico Português já destroçado e a Produção de Riqueza levam um ‘arrepia’ que nunca mais se curam.
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#9 Outside(R)
“Snow…Portajar o IC19 ???????????????? AHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
Excelente sentido de humor…mas muito negro…e logo se depreende que desconhece a realidade desse tumor rodoviário !!!”
Na verdade conheço muito bem. Tal como conheço as SCUTs que vão ser portajadas, e é bastante evidente que a situação na A28, A29 e A17 não é melhor que na IC19. Nalguns casos são mesmo vias urbanas que vão ser portajadas…
Portanto, se é para todos pagarem a sua autoestrada, então PAGUEM TODOS. Se quem usa a A28 e A29 vai ter de pagar a sua portagem, porque é que ainda tem de subsidiar quem usa a IC19?
Raio de país em que todos defendem o pagamento de portagens, mas só nas autoestradas que não usam.
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#4
Acrescente aí o cancelamento imediato de todos os apoios à microgeração solar, é obsceno subsidiar-se a instalação de painéis solares em vivendas de ricos e pagar-se a energia que produzem a 587€/MWh, quando o preço da energia normalmente anda pelos 40€/MWh. A mesma coisa para as centrais solares, onde a energia é paga a 344€/MWh. As eolicas é deixa-las ficar, com o aumento do petróleo nos próximos anos acabam por ser um mal menor, mas interromper a instalação de mais geradores, estamos na capacidade máxima desta forma de energia no sistema.
Pelo caminho desistir também das tretas do carro eléctrico, o Estado não pode subsidiar automóveis-brinquedo para ricos quando saqueia fortunas em imposto automóvel aos pobres que andam de Corsa e Clio. O carro eléctrico um dia será uma realidade viável, uma década, duas décadas, nessa altura sim, mas não agora, e Portugal é um país demasiado pobre para se assumir como early-adopter/santa casa da misericórdia para essas coisas
Claro que acabar com estas obscenidades é acabar com o modo de vida e ideologia central do Socratismo, é pedir um harakiri ao sistema.
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1. Desconheço a situação/circulação na A28, A29 e A17.
2. Portajar a IC19 é hilariante, pela kilometragem da mesma, pela qualidade das suas vias, pela sua utilização maciça, pela inexistência de alternativas aos seus utentes. (falando de LX poderíamos então pensar na Marginal, na 2ª circular, no eixo NS, etc…perfeito perfeito!)
3. Defendo sem dúvida o pagamento de portagens nas SCUTS e nas AUTOESTRADAS que tem alternativa viária (se são utilizadas ou são desertos de alcatrão – como a A6 – é outro assunto e outra responsabilidade/anormalidade).
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“Quer a IC19, quer a via do Infante serão portajadas na 1ª oportunidade, não tenham a menor dúvida. Obras de beneficiação tem sido feitas para isso mesmo.”
Quer dizer que o Imposto Automóvel vai baixar, e os Impostos sobre a Gasolina? Não deveria haver nenhuma portagem em lado algum caso enquanto não houver regras claras sobre o que é imposto e o que é a pagar por ser utilizado.
Aumentar os preços de que quer que seja é aumentar o poder dos Políticos se se não cortar em imposto algum. Já temos mais de 50% da economia nas mãos do Estado ainda querem mais?
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A IC19 não tem comparação com a Via do Infante caramba !!!
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Sapateiro a PM também em Portugal, já!!!!
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– Obrigar universidades a terem horários que permitam o trabalho em part-time dos seus estudantes
– Fomentar concorrência no sector aeroportuário através da autonomização de cada um dos aeroportos de Portugal Continental
– Portajar entrada nas principais cidades
– Reduzir em 50% os subsídios do Estado Central à cultura – cultura deve ser assegurada ao nível local
– Privatizar a RTP e RDP
– Deslocalização do Turismo de Portugal para o Algarve, e relocação do IAPMEI e AICEP para as suas sedes no Porto, idem para o INE, institutos do ministério da agricultura transferidos para Alentejo, Minho ou Coimbra.
– Deslocalização de todos os órgãos de regulação de Lisboa para qualquer outra região que não a do Porto (para promover a sua independência face ao poder económico), com preferência para Coimbra, Aveiro, Braga, ou ainda Évora e Faro.
– Eliminar a componente de subsidiação dos projectos PIN
– Transferir a subsidiação de Transportes Públicos locais (metro’s, autocarros, etc) de Lisboa e Porto (os únicos subsidiados pelo Estado Central) para as câmaras municipais ou órgãos regionais a criar.
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#17
Mas tem precisamente comparação com a A28/A17.
Por sinal vão ser taxadas.
A via do Infante atravessa a terceira zona mais rica de Portugal e tem alternativa que até está a ser melhorada.
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#15 e 19# Outside(R)
Efectivamente a situação da IC19 não tem nada a ver com a da Via do Infante. Não há nenhuma razão para não portajar a via do Infante. É uma região rica e tem alternativas. Por muito má que seja a IC125, é muito melhor que a N13 e a N109.
O facto é que – e isto devia fazer alguém pensar:
– a A28 tem como alternativa uma estrada que é neste momento via urbana em grande parte da sua extensão e há pelo menos um troço em que o transporte de mercadorias está impedido; ao chegar ao concelho de matosinhos, não tem alternativa de todo a não ser o centro de matosinhos, já de si caótico pela passagem do metro.
– A29 não tem alternativa em grande parte da sua extensão porque foi construída em cima da única estrada que existia. As alternativas envolvem estradas macadamizadas em espaço quase rural. Mas entre Ovar e Santa Maria da Feira tem efectivamente alternativa.
– A A17 tem partes classificadas como via urbana…a alternativa implica que camiões cheios de químicos, vindos de Estarreja, atravessem o centro da cidade de Aveiro!!! Na parte restante, tem efectivamente uma (péssima) alternativa.
– Aliado a isto tudo, estamos também a falar em maiores custos de transporte para as nossas exportações…
Em comparação com isto, a Marginal de Lisboa, até é uma alternativa ao IC19.
Portanto, o que é que eu acho mesmo sobre isto? Acho que deviam esquecer as portagens que querem colocar e utilizar em troca uma portagem simbólica na entrada de Lisboa e Porto.
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Há que estar atento. Não tarda muito os espanhóis suspendem o TGV para Badajoz e nós ficamos com um TGV entre o Poceirão e o Caia que nos vai fazer um jeitão.
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António Campos,
Tanto faz. Mas alguém vai de comboio até Madrid? A linha só serve para os lisboetas irem comprar caramelos a Badajoz, e os dali irem comer a Elvas ou aos pastéis de belém.
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“Alice: Would you tell me, please, which way I ought to go from here?
The Cat: That depends a good deal on where you want to get to.”
Continuamos assim num paìs das maravilhas onde só se vê o que se deseja.
Discutimos portagens neste momento porquê ?
Porque houve almas iluminadas, qual simpatia pela trilogia do Copolla, que num compadrio sem escrúpulos decidiu que o paìs não podia circular/evoluir sem as ditas auto-estradas (viva o m2 de betuminoso!!!).
O problema é e sempre se encontrará no mesmo, na génese, em semelhança com as vias ferroviárias, auto-estradas/tgv ignorando-se e abandonando a recuperação/restauração/manutenção das nacionais/linhas ferroviárias existentes.
Nuestros hermanos tem as suas vias viárias e ferroviárias (as antigas do tempo do Restelo) recuperadas e em funcionamento. Evolui-se e fazem-se upgrades após a consolidação das infra-estruturas existentes, após a optimização maciça do existente, não se salta poçinhas do 8 para o 80 só para se poder apregoar com petulância e superioridade que já temos Auto-Estradas à séria, que temos Alta-Velocidade, que não somos o cú da Europa…não…com este pensar…somos o rêgo!
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Boa PMS !
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Se o governo português tomar medidas iguais, o Moiranda atira-se a ele que nem gato ao bofe.
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