Regionalização na Feira do Livro do Porto
18 Junho, 2010
Como não podia deixar de ser, a Feira do Livro do Porto debate a Regionalização no dia de encerramento.
21 comentários
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Como não podia deixar de ser, a Feira do Livro do Porto debate a Regionalização no dia de encerramento.
Portugal está com sorte : Lisboa, 18 jun (Lusa) – Quatro jogadores da Coreia do Norte estão desaparecidos desde o jogo entre o seu país e o Brasil, no Mundial 2010, terça feira, e a equipa vai fazer hoje uma conferência de imprensa para esclarecer a situação. Estas deserções da democrática Coreia Norte foram dedicadas pelos jogadores ao deputado Bernardino ( PCP ).
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Sou algarvio. Regionalização, tendo em conta o país que somos e a hierarquia da importância dos problemas que temos, NÃO.
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Já Saramago, preferiu a região de Lanzarote.
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O pais a pedir esmola ao exterior e estes parasitas do porto vem falar de regionalização.
Não há dinheiro.
Desiludam-se.
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a helena matos ainda não paceu a dizer mal do saramago?
este blog já foi melhor
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O Saramago era mais um traidor comprado pelos espanhóis para defender que Portugal deveria deixar de existir como estado independente para fazermos parte de uma espanha onde os que lá estão querm sair, por sinal também era a favor da regionalização.
Ve-se bem de que lado estão os regionalistas do Porto, do mesmo lado do saramago.
A familia que o chore, de resto este senhor não merece uma unica lágrima dos Portugueses.
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FMI: Situação de Portugal é mais grave que a de Espanha
http://economico.sapo.pt/noticias/fmi-situacao-de-portugal-e-mais-grave-que-a-de-espanha_92406.html
bem diz o engenheiro de fim-de-semana que “Portugal não é a Espanha”
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Devemos julgar o livro pela sua capa? Muito boa mesmo.
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Para o anónimo que julga que o Norte é povoado de parasitas, recomendo isto:
http://tragediadoscomuns.blogspot.com/2010/05/regionalizacao-da-culpa.html
P.S. A Regionalização não é uma “graça” que esperamos da “metrópole”. É mesmo uma questão de justiça social e uma medida essencial para o desenvolvimento do território como um todo e que, por isso mesmo, deve ser dada à população a oportunidade de debater sobre o assunto.
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#2, Eduardo F.
Tendo em conta o país que somos e a hierarquia da importância dos problemas que temos, talvez não seja boa ideia deixar apenas nas mãos do Governo Central a resolução dos problemas. Estamos como estamos porque o Estado Central promoveu um modelo de desenvolvimento do tipo colonialista, baseado na concentração e drenagem de recursos para Lisboa, via criação de monopólios em sectores não transaccionáveis, desvio de impostos e concentração de investimento público.
Talvez seja a altura mais adequada de regionalizar – para que todos os portugueses possam por mãos à obra para levantar o país. Porque da minha parte, neste estado de coisas, não vou trabalhar para alimentar os Mários Linos da vida em Lisboa…
#6, Silvio
No Porto (e em Aveiro, onde vivo) não se gosta de Saramago. Em Lisboa e no Alentejo é que sim.
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Mais despesa com tachos?
Estão cheios de “fominha”
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8.Anónimo disse
18 Junho, 2010 às 4:35 pm
Devemos julgar o livro pela sua capa? Muito boa mesmo.
Voce deve estar tolinho:
Caro anónimo o titulo do livro é este:
Regionalização, uma questão de coragem, para coser de vez Portugal à Espanha e entregar o pais ao fim de 900 anos.
Continuai assim, que ides longe, não tarda nada tendes os filhos a aprender castelhano na escola.
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http://www.areamilitar.net/opiniao/Opiniao.aspx?nrnot=105
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vuvuzela a concelho, já! e o peluche a presidente da junta
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Caro Centrista,
«Estamos como estamos porque o Estado Central promoveu um modelo de desenvolvimento do tipo colonialista, baseado na concentração e drenagem de recursos para Lisboa, via criação de monopólios em sectores não transaccionáveis, desvio de impostos e concentração de investimento público.»
Estou de acordo com o seu diagnóstico. Mas, para mim, a maneira de escapar a esse sempre crescente centralismo passa por um lado pela forte retracção das funções de Estado e, por outro, na devolução aos municípios de muito mais competências (nomeadamente as escolas lá implantadas), logo que se proceda ao reordenamento do mapa autárquico, no essencial desenhado há quase 180 anos atrás e como tal totalmente desajustado da realidade de hoje.
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#15
Concordo completamente consigo.
Apareça no debate.
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Mais uma vez digo e repito:
Esse “norte caragoo” politizado em torno do futebol Clube do Porto que andam a atentar criar à cerca de 20 anos, não passada de Gondomar.
Nada de misturas com transmontanos e minhotos.
Trás-os-Montes é Trás-os-Montes, nada de misturas, não é norte, norte é porto e area metropolitana, nada mais, e as pessoas em Trás-os-Montes tem uma identidade própria de Transmontanos e não do norte, esse norte começa na ribeira, passa pelo estadio do dragão e acaba em Gondomar e Ermesinde.
O Minho é minho, também não faz parte desse norte politizado em torno do FCP, as pessoas do minho dizem-se minhotas.
O problema é que esta gente do porto movida por um ódio doentio e patológico a lisboa quer poder, mas não um poder qualquer, o que eles querem é poder sobre tudo acima do douro para depois destruir o pais numa guerra norte-sul.
Eles querem regionalizar o pais mas querem alargar os seus dominios feudais para tras os montes e minho para ganhar poder e uma massa critica que não tem, e para bem do pais isso nunca pode acontecer senão seria o desastre total para Portugal.
A regionalizar o pais, esta gente do porto que nunca nos passado mandou em nada, apenas pode deter o controle sobre o porto e area metropolitana ou actual distrito, nada mais, mas isso eles não qurem, eles querem poder sobre tudo acima do douro, para lançar o pais no caos.
Esta gente do porto é movida por objectivos pérfidos, eles não querem regionalizar nada, eles querem retalhar, dividir, destruir e matar portugal.
Basta ir aos blogs regionalisas/separatistas deles, como por exemplo o bussula do baboso do serrão que se ivesse vergonha na mona nem pareceia nos programas da RTP em lisboa depois de tudo que diz de lisboa,ou o regiões.blogspot para ver os posts vergonhosos que eles lá colocam, e o objectivo desta gente é resuscitar a galécia morte e enterrada ha´ mais de 1500 anos, ou seja, vivem nesta utopia de ressuscitar a galécia, com se os castelhanos algum dia o permitissem.
Nós se nos queremos menter como pais temos que permanecer unidos, se nos dividir-mos o destino será apenas um, uma federação com sede em madrid.
Em relação aos fundos que esta ultimo participante refere, eles devem ser distribuídos pelos pais de forma correcta e adequada, e o porto não deve ser prejudicado em favor de lisboa, nem o porto nem nenhuma outra parte do pais, o problema é que o iberócrates quando desvia fundos do porto para lisboa faz-o para acicatar o pessoal do porto, e o pessoal do porto não se apercebe que esta a morder o isco lançado pelos traidor iberista, é isso mesmo que ele quer, dividir e balcanizar o pais para nos empacotar numa federação com sede em madrid.
O norte dos fanáticos regionalistas do Porto acaba em Gondomar.
Trás-os-Montes não é norte, é simplesmente Trás-os-Montes.
Norte é porto.
Para lá do marão mandam os que lá estão.
Viva Portugal.
Abram os olhos.
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Caro Paulo Morais,
Grato pelo convite mas a distância de Lisboa é demasiado grande.
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Em relação ao saramago já aqui falado, não fazia cá falta nenhuma, é menos um traidor iberista em Portugal.
O espanhol da azinhaga do ribatejo que se fique lá na sua ilha de lanzarote, nem morto faz falta em Portugal, com um jeito se o trazem para Portugal ainda transformam a campa deste traidor num mausuleu para iberistas.
Que descanse em paz, e que deus lhe perdoo se tiver por onde, porque para alem di iberista traidor também era ateu, mas que fique longe deste pais.
O que me mete mais nojo no meio disto tudo é o tempo de antena que dão a este traidor, e ainda por cima decetam 2 dias d eluto nacional, só falta fazerem uma estatua deste vendido, usado por espanha como arama de disuasão contra os espirros independentistas de catalães e bascos, comprado pela prisa com um prémio nobel, a quem pagava todoas as semanas no com crónicas el pais em que não fazia mais nada que denegrir a imagem de Portugal.
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“Grato pelo convite mas a distância de Lisboa é demasiado grande.”
escusas de ir a pé… não que não te fizesse bem à mente.
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#12 a ironia para si não tem segredos!
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