Afinal, uma maneira eficaz, de os pastores em potencial DESISTIREM
da louca ideia de virem, alguma vez , exercer tal actividade
E SE NÓS MANDÁSSEMOS QUEM ELABOROU
TAL REGULAMENTO . . . .PASTAR?
Bovinidade governamental “simplex” que aniquila e burocratiza TUDO, sem lucidez, sem mais-valia !
Mandem a ASAE fiscalizar essa documentação por montes e planícies ! Muita chumbada naquelas testas inteligentes e rigorosas.
Ingnorância açefala de quem tem responsabilidades. Incompetentes burocratas que legislam sem sair das quatro paredes, sem noção do real, geração “farm-ville” ???
Deviam ter também um “formulariozinho” via Internet, com google maps, para o pastor poder assinalar com coordenadas GPS os sítios onde teve que “arrear o calhau” no exercício da sua actividade. A ASAE depois que se deslocava-se a esses locais e verificava in loco a autenticidade do calhau para depois poder colocar o respectivo selo de denominação de origem controlada.
Cambada de inúteis… Isto vai acabar mal… Só pode !! 8-(…
foi asssim que os eurocratas afundarama a europa , estas coisas vêm de bruxelas , e claro , aqui sempre foram mais papistas que o papa. uma camisa de forças à volta do cidadão , apesar dos doidos serem eles.
tiram toda a vontade de exercer uma actividade sem ser “empregado”. e depoiis não há empreendorismo. e patati patata.
“… abrangendo um raio de um quilómetro…” Abrangendo um raio que os parta a todos mais a sua fúria regulamentadora. Serão estes que vão “pastar a vaca” ou os que vão olhar pelas cabras bombeiras? Com tempo e paciência, fazia-se aqui um guião para um filme ganhador de Óscares.
Grande post, HM!
Acho que não faz sentido impor aos produtores não itinerantes pagarem as consequências de um desconhecido produtor itinerante que ande a disseminar língua azul ou brucelose.
Por um lado, não tem que haver uma repartição ministerial à porta de cada português. A internet existe e deve ser usada. Mesmo as juntas de freguesia têm mostrado capacidade de ajudar os constituintes em vários serviços que envolvem internet.
Mas o mais importante é que o pasto itinerante aumenta os riscos dos outros produtores e isso deve ser cuidado.
Só desmantelando o Estado Socialista totalitário é possível criar um ambiente amigo do trabalho e do investimento. Isto exige resistência passiva ao totalitarismo burocrático.
O social-burocrata Francisco conhece a actividade da pastorícia transumante?
Conhece os pastores e as suas dificuldades, cada vez maiores por causa do cada vez maior número de propriedades vedadas? Já viveu, ao menos, no campo?
Isto liquida a actividade dos pobres e favorece a dos grandes produtores, que dispõem de grandes propriedades com pastos próprios. Parece ser a coisa que este governo que chama a si mesmo socialista sabe fazer melhor: liquidar as actividades de sobrevivência dos pobres e obrigá-los a mendigar o miserável assistencialismo estatal.
Então, os diplomas das Novas Oportunidades e os Magalhães ainda não chegaram aos pastores transumantes? Ainda obrigam as pessoas a ir às sociedades recreativas buscar os diplomas? Vamos lá, rapaziada do Governo! Toca a dar Magalhães aos pastores e a enviar os diplomas pela net! Depois, no intervalo dos jogos de computador, poderão usar as plataformas governamentais para tratar dos seus assuntos. E se não fazem isto agora, vai ter o Passos Coelho de o fazer, se chegar ao Governo. 😉
Os pastores vão todos trabalhar na prevenção de fogos, junto à raia, ganhando um pouco mais que o ordenado mínimo, existindo por cada pastor:
três superiores directos
duas secretárias
quatro motoristas
dez administrativos, um veterinário
dois moços de recados
um director de recursos humanos,
um administrador
.
Todos residentes residem e trabalham, é claro, em Lisboa.
As Licenças de Isqueiro era uma Sacano-Salazarice com o fim de
que se preferisse consumir fósforos (AMORFOS) da Estatal Fosforeira Nacional . . .
(apenas para informção aos jóvens).
… e eu acrescentaria (Licas) que as licenças de isqueiro eram um meio de intimidar os pacatos cidadãos e de fazer-lhes recordar subliminarmente que a autoridade existia e agia.
Mais do que cretinos, os idiotas que um tal chorrilho de disparates produziram em forma ‘de lei’ não têm nas suas tacanhas cabecinhas de mangas-de-alpaca a menor das ideias do que seja o país real. Desçam à terra, corja de burros-carregados-de-livros, vão ao interior do país, vejam as aldeias desertas ou de velhos, contactem com os pastores (gente na sua maioria idosa e analfabeta) e aprendam alguma coisa com essas pessoas sérias e trabalhadoras, que nada sabem de ‘internetes’ e da porcaria da linguagem cheia de inanidades dessa trampa de lei pelos vistos agora parida. Tenham juízo!
É isso mesmo Beirão!!
Andam pelos gabinetes almofadados e legislam sobre realidades que devem conhecer de reportagens nas televisoes e nós a pagar estas demências!
Afinal, uma maneira eficaz, de os pastores em potencial DESISTIREM
da louca ideia de virem, alguma vez , exercer tal actividade
E SE NÓS MANDÁSSEMOS QUEM ELABOROU
TAL REGULAMENTO . . . .PASTAR?
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Bovinidade governamental “simplex” que aniquila e burocratiza TUDO, sem lucidez, sem mais-valia !
Mandem a ASAE fiscalizar essa documentação por montes e planícies ! Muita chumbada naquelas testas inteligentes e rigorosas.
Ingnorância açefala de quem tem responsabilidades. Incompetentes burocratas que legislam sem sair das quatro paredes, sem noção do real, geração “farm-ville” ???
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Isto é para pastores formados nas Novas Oportunidades não é?
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Deviam ter também um “formulariozinho” via Internet, com google maps, para o pastor poder assinalar com coordenadas GPS os sítios onde teve que “arrear o calhau” no exercício da sua actividade. A ASAE depois que se deslocava-se a esses locais e verificava in loco a autenticidade do calhau para depois poder colocar o respectivo selo de denominação de origem controlada.
Cambada de inúteis… Isto vai acabar mal… Só pode !! 8-(…
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Só podem andar a gozar com o pagode!
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foi asssim que os eurocratas afundarama a europa , estas coisas vêm de bruxelas , e claro , aqui sempre foram mais papistas que o papa. uma camisa de forças à volta do cidadão , apesar dos doidos serem eles.
tiram toda a vontade de exercer uma actividade sem ser “empregado”. e depoiis não há empreendorismo. e patati patata.
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“… abrangendo um raio de um quilómetro…” Abrangendo um raio que os parta a todos mais a sua fúria regulamentadora. Serão estes que vão “pastar a vaca” ou os que vão olhar pelas cabras bombeiras? Com tempo e paciência, fazia-se aqui um guião para um filme ganhador de Óscares.
Grande post, HM!
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Imagine-se isto agora multiplicado por 150.000. É cabra!
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mais uma lei de merda para nao ser cumprida
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Acho que não faz sentido impor aos produtores não itinerantes pagarem as consequências de um desconhecido produtor itinerante que ande a disseminar língua azul ou brucelose.
Por um lado, não tem que haver uma repartição ministerial à porta de cada português. A internet existe e deve ser usada. Mesmo as juntas de freguesia têm mostrado capacidade de ajudar os constituintes em vários serviços que envolvem internet.
Mas o mais importante é que o pasto itinerante aumenta os riscos dos outros produtores e isso deve ser cuidado.
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Tenho que admitir, infelizmente, que isto já só lá vai com um “cheganço de roupa ao pêlo” nos social-burocratas rosa-estulto-tiranetes.
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Só desmantelando o Estado Socialista totalitário é possível criar um ambiente amigo do trabalho e do investimento. Isto exige resistência passiva ao totalitarismo burocrático.
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O social-burocrata Francisco conhece a actividade da pastorícia transumante?
Conhece os pastores e as suas dificuldades, cada vez maiores por causa do cada vez maior número de propriedades vedadas? Já viveu, ao menos, no campo?
Isto liquida a actividade dos pobres e favorece a dos grandes produtores, que dispõem de grandes propriedades com pastos próprios. Parece ser a coisa que este governo que chama a si mesmo socialista sabe fazer melhor: liquidar as actividades de sobrevivência dos pobres e obrigá-los a mendigar o miserável assistencialismo estatal.
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Então, os diplomas das Novas Oportunidades e os Magalhães ainda não chegaram aos pastores transumantes? Ainda obrigam as pessoas a ir às sociedades recreativas buscar os diplomas? Vamos lá, rapaziada do Governo! Toca a dar Magalhães aos pastores e a enviar os diplomas pela net! Depois, no intervalo dos jogos de computador, poderão usar as plataformas governamentais para tratar dos seus assuntos. E se não fazem isto agora, vai ter o Passos Coelho de o fazer, se chegar ao Governo. 😉
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Os pastores vão todos trabalhar na prevenção de fogos, junto à raia, ganhando um pouco mais que o ordenado mínimo, existindo por cada pastor:
três superiores directos
duas secretárias
quatro motoristas
dez administrativos, um veterinário
dois moços de recados
um director de recursos humanos,
um administrador
.
Todos residentes residem e trabalham, é claro, em Lisboa.
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será que ele mete “pastoreio” no curriculo?
“Primeiro-ministro tem três currículos oficiais diferentes. José Sócrates aparece como fundador da JSD e licenciado em Coimbra no currículo oficial fornecido a uma universidade dos Estados Unidos.” http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/curriculo-para-americano-ver021011057
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Estamos fartos de rir!
Isto é patético. Porventura eles tb se riram a fazer isto:)
Saberão o que é um pastor?
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Confrade,
.
Como o Sócrates nos mete a pastar a todos, ele pode definitivamente meter mais umas linhas no currículo.
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Mais uma vez, limitaram-se a traduzir (e mal) algum regulamento alemão ou sueco. E julgam que é com isso que nos tornamos iguais a esses países…
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A licença dos isqueiros está-se a rir: trás de nós virá quem de nós bom fará.Apertem,apertem que o arrocho ainda não partiu!
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As Licenças de Isqueiro era uma Sacano-Salazarice com o fim de
que se preferisse consumir fósforos (AMORFOS) da Estatal Fosforeira Nacional . . .
(apenas para informção aos jóvens).
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… e eu acrescentaria (Licas) que as licenças de isqueiro eram um meio de intimidar os pacatos cidadãos e de fazer-lhes recordar subliminarmente que a autoridade existia e agia.
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Mais do que cretinos, os idiotas que um tal chorrilho de disparates produziram em forma ‘de lei’ não têm nas suas tacanhas cabecinhas de mangas-de-alpaca a menor das ideias do que seja o país real. Desçam à terra, corja de burros-carregados-de-livros, vão ao interior do país, vejam as aldeias desertas ou de velhos, contactem com os pastores (gente na sua maioria idosa e analfabeta) e aprendam alguma coisa com essas pessoas sérias e trabalhadoras, que nada sabem de ‘internetes’ e da porcaria da linguagem cheia de inanidades dessa trampa de lei pelos vistos agora parida. Tenham juízo!
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É isso mesmo Beirão!!
Andam pelos gabinetes almofadados e legislam sobre realidades que devem conhecer de reportagens nas televisoes e nós a pagar estas demências!
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Depois de tudo isto, estamos à espera de quê para fazer uma revolução a sério e correr com esta corja? Não acham que já chega?
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Temos de chamar a Zazie. Ela é que sabe meter os bodes no seu lugar.
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