Open source journalism
Pacheco Pereira critica hoje o projecto Wikileaks usando os mesmos argumentos com que em tempos criticou a Wikipédia. Ambos os projectos contornam a intermediação, e Pacheco Pereira valoriza a intermediação. Mas quem leu o único “cable” da embaixada de Lisboa publicado até ao momento e depois leu as notícias sobre o seu conteúdo percebe os perigos e a inutilidade da intermediação. Os jornalistas, salvo raras excepções, quando não são incompetentes, são cúmplices da ordem estabelecida. Os jornalistas, enquanto intermediadores, funcionam mais vezes como guardiões do templo do que como facilitadores do acesso à informação. É por isso que o projecto Wikileaks consegue em poucos anos vários furos jornalísticos que passaram ao lado de milhares de jornalistas profissionais. Ainda bem que o Wikileaks existe e consegue meter cá fora a informação. É preferível que alguém publique a informação em bruto do que alguém que não a encontra ou que faz tudo para a ocultar.

totalmente de acordo consigo… o Pacheco Pereira é só tiques de casta!… mas a casta, como todas as castas, tenderá a desaparecer… agora com a era digital, tudo vai a velocidade supersónica!…
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Quando as notícias não agradam:
“mate-se o mensageiro”
(É mais velho que o cagar)
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uma entrevista de Assange na televisão Suisse Romande há um mês
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Mas o que haviamos de esperar alguém que foi defensor do maoismo…
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Nem mais! Até por cá, não fossem algumas fugas de informação escondida em “gabinetes” e alguma coragem e não sabíamos que isto era um lodaçal.
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Pacheco Pereira é um elitista, inseguro , vaidoso e inconsequente.
Alguém que se daria bem numa ditadura esclarecida, onde ele fosse o “king maker”.
E na prática um anti-liberal, apesar de berrar o contrário.
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Pacheco pretende desvalorizar a informação em bruto, sem edição.
Um fedor corporativista.
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Concordo com o escrito. Pacheco Pereira é sempre o mesmo reaccionário. E a palavra assenta-lhe bem.
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Pacheco Pereira tinha lugar de censor numa democracia de leste. É sempre o mesmo. Em 91, na AR conseguiu proibir uma série de coisas. Incomodava-o o facto de os repórteres de tv filmarem livremente os deputados de costas, a ler jornais e assim. Lá conseguiu que proibissem. Quando os magistrados do MP foram ao parlamento, de beca vestida, incomodou-se com o facto de o presidente da AR, Barbosa de Melo os ter deixado entrar, antes da abertura da sessão. Interpelou-o.
Quando apareceram os blogs, foi o primeiro a vilipendiar os anónimos. Citando os nicks lá na chafarica dele. A propósito, ainda será o blog mais lido?
Este Pacheco Pereira é um ponto.
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Se isto fosse um mundo perfeito não haveria problema nenhum nestas divulgações. O problema é que não é. O alcance e as consequências destas revelações, que a ninguém aproveitam, está para se saber. No superficial, recorrendo ao quadro do já saudoso Ernani Lopes, até parecem engraçadas.
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Os jornalistas têm medo.
Como maioria da gente, os jornalistas têm obrigações, têm pais, têm família, se não têm mulher, têm filhos e, enfim, têm as suas vidas.
E ou deveríamos ter um sistema assim como a Suíça?, já alguém perguntou, mais abaixo.
Um sistema como o suíço?
Mas nem esse se livra de sofrer a censura do império, como o mostra o vídeo da entrevista de Julian Assange à Tv Suisse Romande, cortado à 1ª ou 2ª que o espreites, a pensar liberdade http://resistir.info/
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De acordo. Aliás pergunto-me como é que os guardiães do templo que estão a publicar, amplificando, a informação disponibilizada pelo Wikileaks, não são eles próprios alvo da sanha persecutória do governo americano e de outras repugnantes fatwas como esta.
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E contradiz-se.
Quando arranjou um ipad, ainda antes de estar à venda em Portugal, publicou um artigo que mais não era que propaganda à tablet, todo contente com o brinquedo, que lhe permitia por exemplo um acesso fácil ao Youtube.
E o que não é o Youtube se não um armazém de informação vídeo em bruto?
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Até que enfim, joão Miranda!
Estamos de acordo…
Hoje, há pouco, antes de te ler, saiu-me um palavrão contra os jornalistas que, acriticamente, alimentam as televisões com tretas de mer#a…
Eles são os grandes responsáveis pelo estado da actual situação – não tenho dúvidas!
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O jornalismo português, com raríssimas excepções ( Manuela Moura Guedes e José António Cerejo) vendeu-se a este poder. Deixou de investigar, de querer saber etc etc.
Ontem no Público o banqueiro Ulrich dizia que a Opa do BPi tinha falhado por causa do assalto ao BCP protagonizado pelo A. Vara.
Vejam bem onde isto chegou: ao Vara e ao Berardo!!!
São eles os pivots desta fuçanguice que se passou com os bancos.
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Quando penso nisto: Vara, Godinho, Rui.Pedro.Soares, Berardo, até me aflijo. Porque é mau demais para ser verdade. O grau de pinderiquice já atingiu o patamar do inenarrável.
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Todos nós sabemos que o Pacheco Pereira é um maoista ressabiado.
Padre ordenado. Padre para toda a vida.
Não foi o Pacheco Pereira que se esmifrou para que as «escutas» ao José Sócrates viessem à luz do dia?
Os diversos poderes e países andam-nos a espiar, a controlar, a roubar, a conspirar e nós cidadãos, não temos o direito de saber a verdade?
Ou só somos bons cidadãos para pagar impostos e para sustentar essa cáfila de chulos, aldrabões e criminosos que se escondem atrás de embaixadas, governos, bancos, organizações transnacionais e exércitos?
Não há dúvidas que o Pacheco Pereira há muito que está che-ché, como estão o Ché-Ché dos Santos e o Acabado Silva!
A reforma para os ché-chés devia ser a próxima «reforma estrutural» deste Governo!
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Achamos espantoso o àvontade com que o “pessoal” do blogue limpa os comentários nue não lhes agradam. Nós escrevemos que consideramos miserável o jornalismo que se “faz” em Portugal. E vai daí, vem de lá um lápis azul que risca a nossa opinião sem sequer dar oportunidade a discussão.
Que grande exemplo de jornalismo democrático…
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só temos ‘jornalismo de sajeta’
sempre, sempre ao lado do socialismo.
substituem os factos pela ficção da mitologia vigente.
milhões de portugueses na miséria, cheios de fome e frio não exitem no oásis.
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Não percebo porque gastam tanto latim com o PP. O tipo não interessa e ponto.
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Os americanos ficaram embaraçados com os obscuros segredos que foram divulgados. Vai daí pressionaram o Governo sueco, que por sua vez pressionou os seus tribunais, que por sua vez pressionaram a polícia a desencantar uma suspeita sobre o fulano, assim do pé para a mão.
Esta última teoria conspiracionista contra os americanos não é da minha autoria: saiu do cerebelo do e-Ko, ou então de outro qualquer e replicado por este.
1º – Quais os segredos que foram publicados para além da sugestão de acarinhamento ao nosso ministro e dos rótulos colocados a meia dúzia de governantes europeus? Tirando estes, dignos de revistinha cor-de-rosa, ficámos a saber que a Arábia Saudita pressionou, sem sucesso, os EUA a invadir o Irão, e pouco mais.
2º – Dessem os EUA a mesma importância à liberdade de expressão e à liberdade de imprensa que dão alguns países europeus e já nem havia tanta chatice: já tinha um mandado de detenção, não por estupro ou algo que o valha, mas por ter feito o que fez na Wikileaks. Se o fizesse cá no burgo, por exemplo, já tinha levado com um processo-crime em cima e arriscado oito anos de cadeia, assim sem apelo nem agravo.
Mas acho mais piada ainda quando vejo indivíduos que já fizeram parte do Governo a criticar Sara Palin por ela ter sugerido a captura do mesmo sob o pretexto de ter colocado em causa a segurança dos EUA, argumentando que seria um atentado à liberdade de expressão, liberdade de imprensa e mais não sei o quê. Esquecem, por momentos, que para além desse tipo de divulgação já constituir crime em Portugal há muito, vivem num país que criminalizou recentemente a publicação, por parte dos jornalistas, de processos em investigação e já investigados.
Ainda temos muuuuuuuito a aprender com os EUA no que toca à liberdade de expressão.
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O José espalhou-se ao comparar Moura Guedes e Cerejo com Assange.
É o desvio politiqueiro.
Moura Guedes e Cerejo são aplaudidos por Pacheco.
É jornalismo editado e cozinhado.
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muito se fala acerca do wikilieaks, Julian Assange já foi acusado de uma série de crimes, etc. No entanto os documentos expostos provam e mostram o assanssino de civis, o uso de tortura e encobrimento sistemático de tais prácticas, e muitas outras atrocidades. Quntoas é que já foram acusados?
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Foreign contractors hired Afghan ‘dancing boys’, WikiLeaks cable reveals
Episode fuelled Afghan demands that private security firms be brought much more under government control
http://www.guardian.co.uk/world/2010/dec/02/foreign-contractors-hired-dancing-boys
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Facial Feminization Surgery
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Sex Change Surgery
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É preferível que alguém publique a informação em bruto
Asneira, a informação foi dada a cinco jornais que publicaram o que entenderam e como entenderam.
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Guna
No entanto os documentos expostos provam e mostram o assanssino de civis, o uso de tortura e encobrimento sistemático de tais prácticas, e muitas outras atrocidades
De que documentos é que está a falar Guna?
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Piscoiso:
Acho que esses dois jornalistas tanto se ocupam de coisas do PS como do PSD ou de outros. Posso estar enganado, mas os tempos próximos o dirão, como o disseram no passado. Acontece, porém, que este PS tem estado no governo há vários anos…
A politiqueirice ver-se-á depois quem a defende.
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O que é que isso tem a ver com Wikileaks…
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Uns ‘cheirinhos’ …
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Is the Internet 9/11 Under Way?
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There’s a growing crescendo of anger and hate that is now being whipped up–to the point that Assange is being called a new kind of terrorist–and more disturbingly, and as expected, the comparison is now being drawn between Assange and Bin Laden:
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Social Media Leaks Categorize Julian Assange As the Osama Bin Laden Of The Internet
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The WikiLeaks website first appeared on the Internet in December 2006. The site claims to have been “founded by Chinese dissidents, journalists, mathematicians and start-up company technologists, from the US, Taiwan, Europe, Australia and South Africa”. The creators of WikiLeaks have not been formally identified. It has been represented in public since January 2007 by Julian Assange and others. Assange describes himself as a member of WikiLeaks’ advisory board. (Wikipedia)
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Notice also how we’ve been hearing about Wikileaks’ exploits for a few years now, giving us time to make the connection between it and sensational and ‘destructive informational terrorism’. Similarly we heard about Osama through the Yemen and Nairobi attacks being attibuted to him, imprinting his ‘brand’ on the collective mind which led to the foregone phony conclusion that he had masterminded the 9/11 attacks.
First there’s the Hegelian Dialectic – create a problem, provoke a reaction and then implement the pre-planned solution.
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Mais ‘TERRORES’, ‘PsyOps’, ‘Agit-Prop’ ?
Resultados, virar o feitiço contra o feiticeiro …… ?
O acaso dá o Poder a hiperactivos que não têm dentes
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Pois
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Pela 1ª vez consigo concordar com um post seu.
Faço apenas dois comentários:
– não acredito que não tenha havido critério na selecção do que divulgar ou não, pois não é crível que apenas um telegrama da embaixada, como este, contivesse interesse público. Até na wikipedia há o critério de quem contribui.
– é lamentável que não existe de dentro do jornalismo internacional (pelo menos não o notei) um ‘leventamento’ contra e que trave a perseguição que já está a ser feita ao dito site.
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Assange divulga o que lhe entregam como segredo diplomático que pode ser conhecido, relacionado com o poder que está e muitos entendem que deve ser conhecido.
Cerejo e Moura Guedes divulga o que lhe entregam como segredo de investigação, relacionado com o poder que está e que pode ser conhecido e muitos entendem que deve ser conhecido.
A única diferença que vejo aqui é que muitos entendem que não deve ser conhecido porque encalacra aqueles em quem votaram ou por quem tem simpatia política.
É essa a única politiqueirice que vejo.
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ó Pinto calçudo!…
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não sei onde é que foi buscar aquela da teoria da conspiração sobre o Assange elaborada ou replicada pelo meu cerebelo… as acusações dos suecos não têm validade em qualquer outro país do mundo, porque a lei que invocam para o acusar só existe na Suécia… a tal de “sexo de surpresa”. será muito difícil acusá-lo de violação e foi por aí que a justiça sueca começou tendo acabado por desistir, porque razão insistem agora? o que resta é totalmente ridículo, para andar a pedir à Interpol para o apanhar e sem ter ouvido o interessado a seu próprio pedido… e, então, a presunção de inocência, é para os gatos? e qual é o quadro penal do tal de sexo surpreza, será que é de prisão efectiva? por isso, e havendo algumas zonas de sombra na actuação da justiça sueca, qualquer pessoa está no direito de extrapolar e de encontrar razões que as tais de sexo surpresa não conseguem justificar!… não?
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depois, na sua resposta/questão ao Guna, sabe que a wikileaks já faz fugas há algum tempo e que já denunciou com provas corrupção em países africanos, escândalos financeiros na Islândia e que os documentos sobre o Iraque mostram que muitos civis foram abatidos como coelhos e sem a possibilidade de tentar escapar?
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agora, entre muita coisa sem grande interesse, a própria imprensa nacional não deu o devido relevo a documentos que estão a ser quase ignorados entre os quais a atitude da diplomacia americana ao que se passou num recente verão passado no Honduras e de como os USA manobraram para que os putchistas tivessem a vida facilitada, para proteger os interesses dos lobbys próximos do governo americano, agora, o Honduras, tem no poder um senhor Lobo, onde alguns advogados foram raptados ou intimidados e onde nove jornalistas, para não falar de cidadãos comuns e militantes políticos, foram assassinados… ou os telegramas que revelaram as ordens da Clinton ao seu pessoal diplomático para espionar os quadros da ONU, com impressões biométricas, nomes, títulos, nºs de telefones, fax, listas de e-mails palavras passe de internet e intranet e de cartas de crédito, etc. etc. algumas revelações que dizem respeito ao Médio Oriente e o incómodo que mostra a China em relação à Coreia do Norte, são relevantes!…
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a seguir vêm os documentos da banca americana… espero-os com muito interesse e curiosidade…
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José, a sua frase: A única diferença que vejo aqui é que alguns entendem que devem encalacrar aqueles em quem não votaram ou por quem não têm simpatia política.
também pode ser lida assim:
A única diferença que vejo aqui é que alguns entendem que devem encalacrar aqueles em quem não votaram ou por quem não tem simpatia política.
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De resto vejo muitas diferenças.
Wikileaks apresenta material em bruto, sem edição (manipulativa).
Atrelar à boleia de Assange, um Cerejo ou a Guedes é um bocado pornográfico.
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Voçês deviam era todos ir viver para a Coreia do Norte, aí sim podiam falar em liberdade de expressão á grande e á francesa. Tivémos o 25 de Abril há meia duzia de anos e pelos vistos ainda ninguem sabe dar o devido valor á liberdade. Essas atitudes de anti-americanismo estupidamente Fascistas nao levam a lado nenhum. So falta virem dizer que o exterminio judeu nao existiu e que o Hitler era uma joia de moço! Continuem a ser anti-americanos e pro-salazaristas que estão no bom caminho sem duvida…tristeza!!!
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e-Ko
espero-os com muito interesse e curiosidade
Imagino a sua ansiedade. É por isso e pela nova edição da revista Maria.
Meu caro, em primeiro lugar a emissão de mandados de detenção não está dependente da moldura penal do crime em causa. Nem aqui nem em lado nenhum. Em segundo já li dezenas de versões diferentes sobre a suspeita que recai sobre o sujeito. Não sei qual é ao certo mas se fosse algo que não configurasse um crime o mandado nem sequer saía da porta do tribunal, quanto mais chegar à Interpol. É que nem sequer vou estar aqui a debater sobre o caso sueco porque, simplesmente, não se sabe o que se passou e também não interessa muito. Por último, no caso destes últimos documentos da Wiki – e é destes que se estava a falar – o que se descobriu até agora, para além da sugestão de acarinhamento ao ministro e de meia dúzia de rótulos colocados a governantes europeus (cusquices que, imagino, devem-lhe preencher parte do tempo a analisar), só ficámos a saber que a Arábia Saudita pressionou os EUA, sem sucesso, a invadir o Irão. Isto parece-me que sai mais em abono da imagem dos EUA que o seu contrário.
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clap clap clap João Miranda
Grande post.
José está enganado!
E mais não digo…
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Acho muito preocupante a perda generalizada de respeito pela lei e por noções elementares de bom senso. É evidente que cada estado tem a sua diplomacia assim como os seus segredos, tal como cada um de nós, é um direito básico. O jornalismo deve informar e esclarecer, mas não de forma selvagem e psicopata como pretende este Assange, que basta ouvi-lo falar para perceber que se trata de um individuo de uma omnipotência sem limites, paranóico no limiar da doença mental, cujo único objectivo é espalhar o Caos e o medo. Viver em Democracia não pode ser a ausência de limites, exige responsabilidade, respeito pela lei e sobretudo pelo absoluto bom senso de saber que nem nós nem quem nos governa são perfeitos e que não podemos nem devemos saber tudo, sobretudo porque não retiramos disso qualquer vantagem. Ou quem defende a liberdade de informação a qualquer preço também acha que os nosso filhos devem saber tudo o que se passa no nosso quarto, ou que a nossa empregada de limpeza lhes revele ou aos vizinhos o que se passa lá em casa em nome da boa convivência geral ? Se as pessoas perderem a noção dos limites, muito mais preocupante do que lidar com os erros dos governantes vai ser a impossibilidade de eles nos governarem…o que a meu ver é muitíssimo mais grave.
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Piscoiso: passe bem. Por uma vez, tentei.
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José
Mais vou dizer.
Como é possível que:
– José António Cerejo não saiba que Jorge Ferro Ribeiro (Interfina) e Carlos Jorge Feijó Pereira Ribeiro sejam a mesma pessoa.
– Nicolau Santos me pergunte, depois de me convidar para um almoço pago com cartão de crédito do Expresso, “Como é que a Srª fala tão bem Português?”
-Inês Serra Lopes via mail, “Têm algo para contar”???
And so on!!!
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José
E de tudo o que digo e, de todos os que não disse tenho provas para postar!
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José
Já para não falar de um jornalista muito conhecido, que falava comigo por mail, de seu nome António Marinho Pinto!
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Karocha: acho que já lho disse uma vez: o seu caso pessoal merece-lhe todo o empenho, mas isso não significa que todos tenham de concordar com a sua história. E por isso mesmo lhe será mais difícil provar a sua razão.
Mas quem a tem deve lutar por ela.
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As suspeitas que recaem sob Julian Assansge são basicamente se usou ou não preservativo.
eis um resumo rapido de tudo o que se sabe da história e que tem sido trazido a público pelos media mainstream, claro está que por cá nem isso.
1º ele foi para a cama com duas tipas separadamente
2º as tipas eram amigas
3º não sabiam que tinham ido com o mesmo gajo para a cama
4º qdo uma contou à outra, ambas ficaram muito lixadas com ele
5º apresentam-se feitas virgens à policia e fazem queixas
6º o juiz que primeiro as ouve manda-as bugiar
7º uma desiste da queixa (não sei se tb já voltou atras com o seu depoimento)
8º a outra armada em estúpida ou quem sabe muito bem paga pela CIA, resolve agora continuar o processo com o argumento fantástico que se soubesse que ele tinha ido para a cama com a amiga que não teria ido para a cama com ele e que por estar arrependida acha que isso foi uma violação
9º esta mesma vaquinha afirma ainda que ficou traumatizada porque ele não terá usado preservativo, mas não estava traumatizada qd depois da noite de sexo o deixou na cama e foi ao supermercado para a seguir lhe fazer um belo pequeno-almoço.
10º Apesar de Julian Assange sempre ter acedido prestar declarações o Tribunal/Investigação sueca nunca lhe enviou/efectuou qq pedido nesse sentido.
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“In Sweden it’s quite bizarre though, because the chief prosecutor, the director of public prosecution in Sweden dropped the entire case against him, saying there was absolutely nothing for him to face, back in September. And then, a few weeks ago, after the intervention of a Swedish politician, a new prosecutor, not in Stockholm, where Julian and these women had been, but in Gothenburg, began a new case, which of course has resulted in these warrants and of course the Interpol red notice being put out across this week.
It does seem to be a political stunt, I mean, I have, and his Swedish lawyer, have been trying to get in touch with the prosecutors since August. Now, usually, it’s the prosecutor who does the pursuing, not the pursued. And in this particular case, Julian Assange has tried to vindicate himself, has tried to meet with the prosecutors, to have his good name restored.” http://wlcentral.org/node/505
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José, estou-me nas tintas para as suas tentativas.
Nem sabia que vc andava aqui a tentar qualquer coisinha.
Passe bem, também.
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José
Qual história?
Está a chamar-me de romancista????
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