Queremos um Secretariado de Propaganda Nacional?
19 Fevereiro, 2011
Deve o Estado promover propaganda política nas escolas?
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Devem o Estado e o governo ter uma linha oficial sobre questões de opinião?
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Deve o governo usar meios públicos (incluindo a rede de escolas públicas) para impor opiniões à sociedade?
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Deve o governo ignorar a autonomia das escolas (e os respectivos conselhos pedagógicos) impondo uma orientação única sobre uma questão que divide a sociedade?
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A Fernanda Câncio responde “sim” a todas estas questões.
26 comentários
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Deve o governo ler a Constituição da República Portuguesa? Tenho a certeza de que o nosso Campo de Minas e o E-Ko e os que pretendem pensar modernamente dirão que «apenas se e quando lhe convier».
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Reparem que eu acho que a nossa Constituição é lixo mesozóico acumulado, e caso fosse eleito, substituí-la-ia por uma singela carta de direitos.
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outro? já temos o do mubarack armani.
é só fumaça,
incompetência e falta de civismo.
pensa que todos são ignorantes e estúpidos.
estudei, trabalhei e vivi em países em países civilizados. nunca o devia ter feito. porra!
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Nem vou ler, não há coisa mais deprimente do que o estalinismo à Sócrates.
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Às vezes é muito ténue a fronteira entre o que é e o que não é propaganda política.
Se num determinado espaço algarvio só habitado por ingleses, fosse aprovada a circulação automóvel pela esquerda, pode ter fortes conotações políticas.
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Uma coisa é a propaganda do que se faz e fez, outra é a imposição ideológica.
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Ninguém aqui quer ver um homossexual a ser empalado ou esfolado vivo ou pichado e penado por uma turba enfurecida. Isso é ilegal e imoral, não tem desculpa nem nenhum tribunal presente aceita a homossexualidade da vítima como uma atenuante da agressão.
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Poucos estarão de acordo, contudo, que a homossexualidade seja encorajada ou aceite como uma normalidade. Não é. Não sendo coisa que pertença ou pertine à vida pública, é da exclusiva responsabilidade dos pais, segundo as suas próprias convicções, transmitir os valores que desejem aos seus filhos, provisto que estes não colidam com a defesa dos valores fundamentais do outro.
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A Associação de Destruição da Família (a APF, para os amigos), está a pisar num terreno perigoso. Viola a minha liberdade sistematicamente de ensinar aos meus filhos os valores pelos quais fui criado. Desautorizam-me. Violentam a minha consciência. Se alguém merece ser tratado a piche e penas, são eles. E certamente, endurecendo o meu discurso com ira justificada, terei a mesma simpatia pelo tipo que tratar de lhes administrar uma pastilha de Dragunov a mesma que terei pela pessoa que despacha um ditador como o Fidel Castro, o Kim ou qualquer outro, seja de que quadrante ideológico for.
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Ninguém neste país defende purgas contra os homossexuais. De que se queixam eles?
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O João Miranda consegui fazer-me ler a Fernanda Câncio.
Pior, fez-me concordar com ela.
Parabéns João.
Veja isto que está sublime e aprende algo. http://marretas.blogspot.com/
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Deve promover a escola, entre as crianças e adultos – posto isto concordo com a FC.
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Este é um assunto onde se separam águas sem haver a menor dúvida.
A escardalhada é totalitária e doutrinária, como se comprova.
Eu posso ser contra a privatização de tudo, como é o caso de saúde e transportes mas, no ensino, só mesmo por pura imbecilidade se defende o estatismo. E isto nada tem a ver com a treta dos pobrezinhos mas com a tara do controle ideológico.
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Mas eles fazem a cabeça de muita gente e lê-se coisas absolutamente imbecis a este propósito.
Não é preciso ser-se liberal para se perceber que o controle estatal do ensino é a maior imbecilidade que se pode fazer.
E é com esta mesma mentalidade que depois também atiram as culpas para o Estado, por “não criar empregos”.
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«Devem o Estado e o governo ter uma linha oficial sobre questões de opinião?»
Suponho que a posição da Fernanda Câncio é que a igualdade entre diferentes pessoas de orientação sexual diferente (tal como a igualdade entre pessoas com cores de pele diferente) não é uma uma “questão de opinião”, mas sim uma questão de facto, corroborada pelos cientistas que estudam essas questões.
Creio que tudo o resto decorre desta convicção.
Mas isto é uma mera suposição.
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19 de Março de 2011 !
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Muito bem apanhado, como sempre, meu caro JM 🙂
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Li o artigo da ex-namorada do Sócrates no DN e fiquei varado. Para esta pitonisa do regime o que faz falta é o povinho começar a ser ‘educado’ na cartilhazinha socialista desde os bancos da escola. E enche esta gente a boca para dizer mal dos tempos do SNI. Quem pode levá-los a sério…
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Já que oposição faz a propganda do seu contrário, por que é que o Governo legítimo de Portugal não faz a sua propaganda.
Ainda a semana passada vi o Obama numa escola a promover o Budget da Federação!
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E lá tenho eu que andar em casa a explicar aos meus filhos que estas tretas todas com que lhes querem lavar o cérebro na escola são isso mesmo, pura lavagem cerebral que só merecem uma coisa: lixo! O que vale é que a miudagem não é tão parva nem tapada como os mandantes do país pensam, e são os primeiros a gozar com e a desprezar estas cartilhas politicamente correctas, hehe!
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Bolas, que depois de ler aquela porcaria escrita pela tal de f. tive que tomar 1 Gasec, 1 Primperan e 2 Kreons, e mesmo assim continuo com vontade de vomitar^^
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Também quero ter direito a promover a minha própria campanha sobre homossexualidade ( e aborto) nas escolas:
-Elas são do sexo feminimo. O lesbianismo não é característica identitária.
-Eles são do sexo masculino. Não existe gene gay.
-Não existe identidade homossexual. Os bebés nascem meninos e meninas.
-Achas que as pessoas perguntam se um bebé é gay ou lésbica; ou se é menino ou menina?
-Como aprendeste nas aulas de biologia, há o aparelho digestivo, e há o aparelho reprodutor. Não aceites boleias, conversas ou amizades com adultos que dizem não existir diferença entre os dois.
Para não dizerem que eu não me importa com o terrível flagelo da violência “homofóbica” nas escolas portuguesas ( ainda esta semana foram mais dez mortos):
-Jovem, meter medo e bater nos colegas que têm tiques, não jogam à bola e só brincam com as meninas, é fácil. Prova a tua honra e virilidade na equipa de rugby da nossa escola . Incrições abertas.
Vá lá, não me digam que não é genial. Combate-se a “homofobia” e promove-se o desporto escolar. Mais sugestões:
-Se a tua mãe fosse lésbica, haveria alguma diferença? Só o pormenor de tu não existires…
Como o aborto também será ensinado nas aulas de educação sexual, proposta de campanha:
-Se a tua mãe tivesse feito um aborto enquanto te desenvolvias, haveria alguma diferença? Tu não existirias, o que para os defensores do aborto é só um pormenor…
-Agora que já sabes como se fazem os bebés, queres saber como é que se matam bebés?
Esta mensagem pode ser complementada com fotografias dos instrumentos de desmembramento, perfuração e esmagamento craniano, bem como dos resultados da aplicação destes nos fetos.
Já que os bondosos defensores da causa querem facultar às adolescentes o conhecimento sobre a legislação e locais onde podem abortar os eventuais filhos que não queiram ter, e como dizem sempre que não querem jovens ignorantes sobre os factos da vida, têm que ser coerentes e mostrar a realidade nua e crua daquilo que querem promover junto das crianças como direito humano e prática responsável. Última sugestão, para lançar o debate nas aulas de português:
-Se homossexual é o mesmo que heterossexual, porque são estas palavras antónimas e não sinónimas?
http://paiocomervilhas.blogspot.com/2011/02/propostas-de-reaccao.html
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só recorro ao anonimato em situações especiais, de risco, quando frequento certos antros.
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Cambada de gente mal formada, realmente.
Vocês falam do que falam porque nunca sofreram na pele aquilo que as pessoas homossexuais sentem. Vocês nunca foram olhados de lado e comentados, nunca foram gozados dentro das próprias aulas, nunca foram humilhados, perseguidos e agredidos, muitas vezes fisicamente. Ah! E tudo isto durante a pré-adolescência e adolescência, que já por si é difícil, e constitui uma grande fase da nossa formação enquanto pessoas.
Vocês falam porque a vossa ignorância e falta de sensibilidade é maior que vocês próprios.
Ah! E vocês ainda falam como se os homossexuais tivessem culpa de alguma coisa. A homossexualidade escolhe-se?? Olhem, eu cá nunca escolhi ser heterossexual! Simplesmente nasci assim, mas nunca me deram a hipótese de escolha entre um e outro. Os homossexuais também não escolhem. Nascem assim. Porquê?? Digam-me lá vocês, já que percebem tanto da coisa! Nem a grande quantidade de cientistas internacionais que estudam estes temas há décadas conseguem dar uma resposta, quanto mais vocês!
E acho muito bem que as escolas introduzam estes temas. Achar que a discriminação e perseguição são correctas é completamente absurdo!! Nunca essas realidades podem ser correctas, muito menos numa situação destas!
Mas vocês é que sabem o que é certo ou errado. Para vocês não há cá respeito pelo próximo, não há cidadania. Vocês são é como as Marias da santa terrinha, que se acham no direito de se meter na vida dos outros, e que se acham no direito de dizer e fazer o que vos apetece, consoante a VOSSA OPINIÃO.
Enfim, envergonha-me viver num mundo com gente como vocês.
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“O que vale é que a miudagem não é tão parva nem tapada como os mandantes do país pensam, e são os primeiros a gozar”
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Tem razão. Quando vejo a maneira como os miúdos falam hoje em dia sobre estes assuntos, acho que há menos respeito do que nos nossos dias. Não há homofobia, mas sim muito gozo. Os tempos são mais livres e as crianças são cada vez mais mais espontâneas. Qualquer tentativa de lavagem cerebral só vai cair no ridículo e possivelmente tornar tudo pior. Mas como sabemos, não são os resultados que contam para a esquerda estalinista, e sim a imposição dos seus pontos de vista sobre os outros.
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Tudo é política. Sobretudo o ensino. A idéia de que pode existir um ensino que não seja política é absurda. Não abordar a homossexualidade é uma atitude tão política como abordá-la. Ter catequese incluída no curriculo é uma atitude política, tal como não a ter.
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“Ter catequese incluída no curriculo é uma atitude política, tal como não a ter.”
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Mas é isso, a catequese e a política na educação representam exactamente a mesma coisa, doutrinamento e lavagem cerebral.
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O ME encarregou-se de apoiar e acompanhar a campanha contra a violência doméstica em todas as escolas do país. Violência doméstica e homofobia são coisas que não devem existir e coisas que o Governo deve ajudar a erradicar, logo, aceitar uma e não aceitar outra, por motivos de ideologia, não faz sentido. Pois com certeza há ainda muita gente que acha aceitável mandar um par de estalos à mulher quando ela “merece”, e então não terá estado o Governo na altura a impor-se a esta educação que alguns pais acham correta? Passam ambas as situações por ideologias. E todos sabemos que essas ideologias não são válidas na nossa sociedade. Quem achar o contrário só tem dois nomes: machista e homófobo 😉
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