O candidato ideal da direita socialista
30 Abril, 2011
Tenho notado que muitos eleitores da direita:
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1. Ainda não perceberam que o país faliu;
2. Ainda não perceberam as consequências da falência;
3. Querem manter o Estado Social tal como está;
4. São a favor de todas as medidinhas para ajudar os mais pobres, desde que elas não envolvam o esforço dos próprios;
5. Acham que não se deve mexer na escola pública, no SNS, na segurança social e no subsídio de desemprego.
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O candidato a PM ideal para estes eleitores é óbvio.

“eleitores da direita”…tu quoque?
Quais eleitores da direita qual carapuça! Não há direita em Portugal. Há apenas uma esquerda a quem interessa designar uma direita fictícia que lhes permita albrabar o eleitorado.
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Pela parte que me toca, bem pelo contrário. Não só acho, como até faço por cuidar da bancarrota e saída do euro que prevejo.
Agora não contem comigo para vir com a cena de começar a “equilibrar contas” poupando nos fósforos e nas côdeas da boca dos pobrezinhos.
Até admito que muita dessa cena precise de alterações mas existem verdadeiros roubos em institutos inúteis e mil e uma outra coisa que toca em cima. E não tocar no que alimenta os ladrões, preferindo ir injustamente às migalhas e continuar a alimentar quem vive do saque, é descaramento.
É outra coisa- é fazer parte do sistema e cobardemente tirar aos que menos bufam.
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ehehe não deixa de ser verdade.
Eu cá só darei o meu voto ao partido que fizer a simples promessa (até nem coloco a questão de acreditar) de défice zero no ano 2012.
Quem o fizer tem o meu voto.:)
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É metade do povo de direita e outra metade de povo de esquerda.
Está tudo bêbado. Os vigaristas vão ganhar e estes palermas dão uma grande ajuda.
Essa de chamar eleitores de direita até me tinha passado ao lado. Os comunas também dizem isso.
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E eu deixei que me chamasse eleitora da direita
ahahahaha
Eu nem voto. E acho que isto é uma caso de polícia e não de eleições.
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Faz-me comichão esta pancada de se achar que se remenda poupando nos fósforos e de forma injusta.
Porque, se alguém acredita mesmo nisso- que o país não tinha défice em se acabando com escola pública e hospitais à borla e subsídios de desemprego, deixando tudo o resto na mesma- Sem sequer tocar no inútil que gera milhões para quem anda no saque e, sem sequer terem uma única ideia de desenvolvimento para o país, então são masoquistas.
Porque, nunca numa democracia tinham voto de quem menos tem e a pedir ainda menos. V.s deviam seguir a cartilha neotonta mais pencuda. Aquela que diz que a democracia, sim, senhora, é uma coisa muito boa, mas só deviam votar os proprietários.
“:OP
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Ah, e esqueci-me de outro detalhe. Esta é a proposta milagrosa para o Estado enriquecer com o país pobre. Mas os que ainda ganham umas pipas sem ser em subsidios de desemprego- os investidores, para ajudarem a diminuir o défice, também deviam estar livres de impostos.
ehjehee
É sempre isto que dizem. Que só quem é parvo é que paga impostos. Mais vale tirar para aumentar que aumentar pagando.
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Oh Miranda, esqueceste-te do ponto 6) Pôr o povo a ajudar o estado a financiar os bancos
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O JM fez um trocadilho e chamou direita/socialista.
Mas é claro que também não haveria direita se os neotontos fossem um partido. Aí havia neotontice pencuda, abortícia e jacobina.
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Vão perceber dentro de pouco tempo.
O FMI / UE tratarão de explicar isso com certa facilidade a breve trecho.
Felizmente antes de 5 de Junho.
Os problemas levantados nos pontos 1; 2; 3 e 5 serão muito esvaziados em breve.
O ponto 4 é outra coisa.
Sócrates não é apenas um problema de política em termos ideológicos da luta “direita / esquerda” tradicional.. É um problema de outra natureza.
Afastar Sócrates é uma mais valia específica.
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http://supraciliar.blogspot.com/2011/04/socrates-o-falso.html
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Mas eles estão convencidos que são direita regida pelas mesmas leis que regem o Universo.
“:O?
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Zazie,
há desde “sempre” em Portugal uma pulsão para usar a justiça para acertar contas políticas.
Foi assim com os Távoras.
Sócrates, o Falso, poderá ter tido comportamentos do foro criminal, mas esse é a face minor da sua malignidade.
A face major é política. Não a política que se discute classicamente entre “direita” e “esquerda”. Mas a mais estrutural da política que ajuda a perceber porque se desenvolvem uns países e não outros.
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Caro João
Já que mencionou o subsídio de desemprego, permita que refira um pormenor importante sobre o assunto. Residi na Austrália onde todos os cidadãos desempregados, incluindo os emigrantes acabados de chegar, eram contemplados com subsídio. Mas… para todos o quantitativo era idêntico. Aqui em Portugal, quando me inscrevi no Instituto de Emprego, após ausente do país em trabalho na divulgação da cultura e da língua portuguesas durante vários anos, transmitiram-me que não teria direito a subsídio de desemprego. (Não me pergunte como tenho sobrevivido sem qualquer subsídio há mais de quatro anos e continuamente a desejar trabalho sem êxito).
Do tal Instituto apenas sabem enviar-me um postal todos os meses a perguntar se continuo desempregado. Caso não responda, abatem o meu nome da lista dos desempregados.
Ainda mais chocante quando, há dias, deparei com um familiar que tinha ficado desempregado da empresa que não lhe tinha renovado o contrato. Manifestei-lhe o meu pesar. Respondeu-me que não havia problema e que iria gozar seis meses de férias, pois, o seu subsídio de desemprego era em função do salário que usufruia. O seu subsídio ultrapassava os €1.500/mensal.
Por que não instituir um subsídio de desemprego igual ao salário mínimo nacional para todos e quaisquer desempregados?
Abraço.
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Quais eleitores da direita qual carapuça! Não há direita em Portugal.
Na mouche, e que falta que ela faz para separar águas.
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Se há roubo há Nação há caso de polícia. Na Islândia puseram o PM em tribunal, não puseram?
Este já devia ter sido corrido por meras questões de vigarice e conluio contra Portugal.
Agora ainda ficar tudo na mesma e considerarem um “candidato mano-a-mano” em festarola para mais uma voltinha é gozar com a cara das pessoas.
Mas há quem tenha uma estranha subserviência pelos políticos e por todo o vigarista encartado.
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errata: à Nação.
Há roubo; há impunidade e ainda há quem goste e vote e queira mais. Este é que é o retrato e nada tem a ver com vinganças de marquês. Tem a ver com poltranice. Lá se revêem ao espelho nos bons dos seus filhos da puta que até triunfam. E votam em vigaristas porque sim. Basta assustá-los que pode vir aí a tal de famigerada Direita, que é uma coisa terrível que ainda lhes vai tirar mais, e votam.
E depois há palonços que fazem campanha dizendo: somos nós! somos nós essa famigerada direita que vos vai tramar ainda mais. Botem em nós!
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A HM é a que faz a campanha mais comovente. Devia fazê-la na rua, junto aos sem-abrigo e na sopa dos pobres.
Essa anda aí a prometer que se agora não comerem as côdeas que ainda recebem, daqui a 100 anos estão mais prósperos que os chineses.
“:O))))))))
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“não há direita em Portugal”
claro que não.
os duques, carrrapatosos e outras sumidades universitárias e intelectuais (não é só na esquerda 🙂 para além do presidente da Carris a falar da dívida dos Transportes (!!!) devem ser perigosos esquerdistas a proporem medidas para um programa eleitoral de um qualquer POUS ou FEC -ML !
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Há em Portugal uma tendência para justicializar a política tal como há uma tendência, apesar de bem menor para politizar a justiça.
É um problema estrutural muito antigo do país. Se o exemplo do Marquês pela crueldade ofende olhemos para os tribunais plenários do Estado Novo e a sua justicialização da política.
Isto nada tem a ver com perdoar crimes a políticos. Crimes comuns.
Isto tem a ver com a capacidade de discordar frontalmente das forças que apoiam esses políticos.
Sócrates, imaginemos, comprou criminalmente a sua luxuosa casa e o seu diploma é uma falsificação. Suponhamos que esse contribuinte cometeu esses crimes comuns. É esse o principal problema de Sócrates?
Que vale isso quando comparado com o facto do primeiro-ministro Sócrates (não o contribuínte, o eleitor, o utente, o cidadão) mentir de forma grosseira dezenas e dezenas de vezes durante anos atrás de anos com a complacência da imprensa. E principalmente com a complacência de Antónios Costas, Seguros, Assis e outras figuras honestas.
Condene-se Sócrates, imaginariamente, por esses crimes comuns. Ha máquina oculta mantinha-se porque ninguém confronta os Júdices, os Assis, os J. Soares, os Costas pelo branqueamento de Sócrates.
Criminalizar Sócrates é fugir do debate principal, do ataque directo, político, ideológico aos que despezam a verdade para obter vantagem.
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Zazie e o preço das coisas de borla
http://supraciliar.blogspot.com/2011/04/zazie-e-o-preco-das-coisas-borla.html
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Que debate ideológico?
Que ideologia e que o tipo tem?
Há tretas da governação dele que são vergonhas políticas que deviam levar à demissão. Mas existem outras, como o caso onde entra nas escutas e na cena dos media, que são casos de polícia.
E contas engatilhadas e com roubos, sem se saber para onde foi o dinheiro, com aparos até de bancos e de tipos que estão em tribunal, idem.
Foi isto que eu disse. Não há aqui ideologia alguma em causa. Há outra coisa mais óbvia- uma democracia, só terá sentido de ser se houver responsabilização social. Dos eleitos e dos eleitores. Se chegarmos à apatia extrema, então nem regime político existe. Existem máfias e clientelas e gente que lá paga o dízimo para não ser mais roubada ou para roubar um bocadinho também.
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Direita Soci@lista é a designação correcta para a maioria da Direita em Portugal. Tal como a Esquerda gostam da Grande Sopa que é o dinheiro dos impostos e divida para distribuir e assim ganhar e manter o Poder.
Sem dinheiro dos outros esta gente não é nada.
Como aliás demonstra o facto de que tal como a Esquerda a Direita nunca diminuiu a despesa.
A Esquerda leva o País para a bancarrota a grande velocidade a Direita ajuda a lá chegar mais lentamente. È a diferença…
E é no interesse deles que todos nós provemos nem que sejam um bocadinho da Sopa para aceitarmos o status squo.
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E o que está no post está incompleto. Eu fiz ironia. Disse que por voto nunca o consiguiriam.
E nem fiz contas. Mas, mesmo sem contas, está visto que há uma frase popular que resume tudo: “ou bem que há moralidade, ou bem que comem todos”.
Ora andar-se para aqui a esmiuçar o mais miserável, para poupar e fazer entrar dinheiro nos cofres do Estado, ao mesmo tempo que se diz que só quem é parvo é que paga impostos e sem sequer tocar nos gastos inúteis em dezenas de tretas criadas pelo Estado, onde fatias enormes do orçamento vão para sustentar os que vivem do encosto, é imoral.
E, mesmo que não fosse imoral, era estúpido. Era dizer que se pode enganar toda a gente para proteger inúteis. E manter a máquina do amparo a funcionar.
Eu até pergunto: quantos é que se oferecem para as listas eleitorais para trabalharem e sacrificarem-se até pelo país, numa altura destas?
Quantos é que não estão até a tratar da vidinha como nunca trataram, precisamente porque sabem que a crise lá irá tocar um pouco. Se não directamente, sempre pode tocar na prima ou no filhinho com média de 10 e sem jeito para mais nada a não ser acessor?
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É política.
Tanto é política que um imenso grupo social o apoia e grande parte do grupo que o ataca estaria disposto a ver o mesmo se feito por pessoas do seu lado. Não a Zazie, bem se percebe. Mas dezenas de milhar de pessoas, intituições, forças sociais.
Se em Portugal um homem bate ma mulher é um caso de polícia.
Se num “país árabe” (perdoem a simplificação) um homem bate na mulher é um problema de política.
A mulher portuguesa não aceita que o marido a agrida fisicamente seja por que razão for. Não pode.
A “mulher árabe” pode achar que ela própria não merecia pois é uma boa esposa. Mas a vizinha, a prima, a desconhecida sim.
A secundarização da verdade à conveniência social, quando levada ao extremo como acontece entre nós, é uma causa de subdesenvolvimento. É um assunto político.
Sei que estou fora da linguagem dominante e que por isso em desvantagem. Mas política não é só privatizar ou nacionalizar. Há sociedades ricas com os dois modelos.
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É que isto de liberalizar até é muito bonito e eu concordo em muito. Para começar concordo logo com a liberalização da economia. É para isso que existe.
Agora manter encostos de ricos e cortar de onde menos há, é cinismo. E, tirando os posts do Gabriel, a generalidade dos neotontos parece que tem um gostinho particular por estas cenas miseráveis.
E depois vêm sempre com a caridade. Que se devia poupar nos impostos- até para a guerra e para o bónus aos bancos- que têm desconto como têm os deficientes, mas que quem tem vida feita e próspera, só se for parvo é que contribuiu por impostos.
Até conseguem sacar de gurus e justificar que se chama a isto – a pagar impostos- roubo da propriedade privada. E que a propriedade privada é sagrada, como está provado por um apriorista pencudo, já que em Deus não acreditam.
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Com as nossas leis a autoeuropa prospera cá dentro.
Com a nossa cultura inúmeros portugueses têm sucesso no estrangeiro.
Política, como administração da coisa pública, não é apenas liberalizar ou estatizar, regular ou desregular.
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Eu sei o que é política porque ainda vivi modelos políticos. E também sei o que é ideologia porque vivi o espatifar dos modelos políticos e económicos por ideologia.
Mas isto, no presente, não é nada. E nem creio que haja alguém que tenha uma única ideia política para Portugal.
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Exacto! isso é uma ideia do que é má política- baixar as calças aos alemães e abrir as postas aos chineses. Isso é má política. Como é má política e é aqui defendida pelos Blasfemos, achar-se que o horizonte de competição de Portugal no mundo está na UE. E eles acreditam nisso. Há até outros mais malucos e um deles é candidato, que achava que bastava o Puerto para comerem os alemães todos.
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Para mim, o candidato ideal era o que desse garantias de mandar os agentes da Divisão de Trânsito da PSP aqui à minha rua multar os carros estacionados em 2ª fila e em cima do passeio. Com isso, resolveria o problema do défice de uma vez por todas – com a vantagem de que cobraria dinheiro apenas a quem se mostra disposto a pagá-lo…
Mandar para a reforma antecipada os polícias e fiscais que se fazem de ceguinhos também proporcionaria boas economias ao Estado (especialmente se acompanhados de toda a hierarquia) .
Privatizar a EMEL também parece boa ideia. Mas só à primeira vista. Na realidade, quem é que pode querer uma empresa como essa?!
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Mas, a primeira característica de um neotonto é a recusa da política. Eles recusam o político porque vivem da fezada do mercado abstracto.
Para eles, ninguém governava, entregava-se tudo a máfias e a lei do mais forte fazia o resto. Com a fé na mãozinha invisível e nas famosas leis da economia que levam ao paraíso como a electricidade levava os sovietes ao Fim da História.
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Por acaso essa dos carros digo eu para a Câmara. No dia em que aparecer candidato que tenha essa coragem, eu voto.
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Quanto aos portugueses que triunfam no estrangeiro até sei o que é e conheço alguns. Mas, é bom não esquecer que esses portugueses já nada têm a ver com “estes” portugueses.
Isto traduz-se do mesmo modo que os antigos emigrantes, já nada têm a ver com este povo poltrão e sem honra. Ou como esses portugueses já não eram capazes de voltar a viver cá.
Se triunfaram é porque tiveram educação diferente. E exigências que nunca tiveram outros. E porque foram obrigados a viver num mundo sem cunhas. Creio que esse é um dos aspectos principais. Cá dá status ostentar as cunhas.
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Ora os blasfemos nisso é raro falarem. Só falam se for coisa de tribalismo virtual abrantino. Enquanto mal nacional, é raro.
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Os defensores do liberalismo radical, os libertários de direita, acreditam na magia da decisão das pessoas ser perfeita se tomada sobre a sua vida e imperfeita se tomada sobre a vida dos outros. No fundo acaba aí. O Estado central é apenas um passo.
Se uma criança come mal, come se vê em Portugal cada vez mais, põe-se em causa o seu desenvolvimento cognitivo. No futuro será pior electricista do que poderia ser, pior jornalista, pior actor. Se uma criança vê diagnosticada uma encefalite tardiamente idem idem aspas aspas.
Quando se olha para o processo de decisão e nos elementos que lhe estão a montante e a juzante encontram-se percebe-se que isso do estado ou da privada na economia é um elemento importante, mas não um dos 10 mais importantes.
Quem viveu no estrangeiro desenvolvido quer na Europa socializada quer nos Estados Unidos percebe bem que por detrás do verniz das grandes diferenças ideológicas há muito de comum ao sucesso de ambos os modelos.
And here I rest my case
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Desculpem o “português” do post anterior. Estou sem tempo .
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Na realidade, quem é que pode querer uma empresa como essa?!
Eu, e era para ganhar muito e bom dinheiro.
Bastava contratar para fiscais dez reformadas da PSP – Divisão de Trânsito.
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Como dizia Pessoa “O Povo não tem ideais, tem interesses”, portanto ninguém se admire que a luta de cada um se traduz “no puxar da brasa para a sua sardinha” e apoiar as corporações que lhe vão vendendo ilusões, o resto é conversa da treta…
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Bem observado, sim senhor!
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Oh, ainda ontem falei no assunto com quem vive fora e trabalha na finança e a resposta foi esta: “isso são baboseiras; esse Milton Friedman só escreveu baboseiras. O Soros que sabe do que fala, sempre defendeu a regulamentação.
E quem vive vida verdadeiramente liberal, ri-se dos funcionários públicos que vendem neotontice.
Liberalismo nem existe. Existem liberalizações de sectores e menos de outros. Ou existe lobby internacional de saque. Mais nada. O Alan Greenspan também tinha certezas até dar o dito por não dito.
E nenhuma dessa maltosa alguma vez governou um país. Eles nem querem países, para começar. A vida deles e a teoria deles é contra países e nacionalidades. E estiolar isso tudo. Portanto, sempre que um neotonto fala em medidas para Portugal, é para fechar ouvidos. As medidas ou são torcida por Israel e América- gostam muito dos gastos na guerras santas, ou coisa contra a própria preservação da Nação.
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Ainda que seja verdade que o tempo é deles. Não temos Nação…
“:O+
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Estes neotontos continuam a dar armas ao Sócrates.
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Ainda não perceberam que a falência do estado português é devida à incompetência, compadrio, irresponsabilidade e ignorância, e não ao fraco Estado Social.
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Os restantes países europeus têm melhores e maiores Estado Sociais e não estão na falência.
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Quando é que os neotontos vão entender como funciona uma economia monetária ?
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1. Há Mirandas, que ainda não perceberam que a miséria dos outros lhes pode cair em cima.
2. Há Mirandas que não compreendem que teroricamente – e digo teoricamente – é mais fácil bater nos que já estão por baixo.
3. Há Mirandas, que não sabem que um pai desempregado a que lhe sejam negados educação e saúde aos seu filhos transformar-se-á num marginal.
4. Há Mirandas, metidos no seu pequeno mundo, que ainda não perceberam que se as medidas dos yuppies do “Mais Portugal” forem para a frente, as manifs na Grécia serão coisas de meninos.
5. Ele há Mirandas assim, no seu confortozinho, alienados, sem compreenderem a tragédia social e as convulsões sociais prestes a abater-se sobre este pobre país.
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Zazie às 16:09
Modéstia à parte, tal como eu disse há já algum tempo:
“Não há nada de novo debaixo do Sol e o cenário que se aproxima não nos surpreende. O velho sonho da unificação europeia, continua a ser um mito. O rigor prussiano do 1º chanceler alemão, Bismarck, está a vir ao de cima.
A chanceler alemã já tinha avisado: “ponham os olhos na Grécia”.
Mas nós, tal como na fábula da cigarra e da formiga, que já andamos a cantar há muito tempo, continuámos a cantar. O próximo degrau será sair do euro, com a recomendação alemã: “pois, dancem agora”.
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E qual era a Bismerka das outras 2 vezes que o FMI veio cá?
É que essa cena de se desculpar com a crise internacional e com os apetites imperiais bismerkados, não pega, para o nosso caso. Esta treta é fruto de saque e de desmando absoluto de irresponsáveis.
Esconderam, gastaram ainda mais com promessas para ganharem eleições e levaram esta treta à bancarrota. Mais nada.
Eu também sei pensar a globalização e a Imperatriz que é por um triz que não lhe chamaram meretriz, mas não para o caso.
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Olha, tens um post no Cocanha que eu fui buscar aos arquivos e que tira o retrato. É absolutamente verdadeiro. Aconteceu em 2007.
E essa conversa foi com um tipo com tacho em ministério. E não foi a única. Para meu espanto, que nada tinha nem tenho a ver com isso, dei com mais betos, daqueles que tresandam a betice, todos a defenderem o PS e a boa da “esquerda”. Foi uma surpresa porque nunca imaginaria.
E era assim. Estavam felizes com a prosperidade de Portugal. Reconfortava tanto que agora estão 3 vezes mais ricos e com mais tachos que há 4 anos. Por comparação com África, tiveram mesmo uma prosperidade de sobas.
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Estava para comentar qualquer coisinha, mas como isto hoje está por conta da Zazie, fica para amanhã…
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quer me parecer que um dia destes
7. A malta nova e a que vai nascer ainda vai pôr este governo em tribunal;
8. E sem ligar-lhes nenhuma, estou que a rainha ainda vai dizer-lhes, ó maltosa, vão lá mas é trabalhal.
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gostei mesmo do ponto 4. aqueles para quem somos solidários financeiramente pois podiam fazer o favor de retribuir em solidariedade comportamental ( que não custa um tostão , a pilula e camisa dão grátis no sns , por exemplo ) e largar o vinho , a heroa , o terem meia dúzia de filhos de cada pai e tal e tal.
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nao entendo esta compulsao terceiro-mundista, este fetiche por uma sociedade de pobrezinhos e miseraveis, vivi a maior parte da minha vida no centro da europa e ler isto e inacreditavel, tipico duma piolheira favelada
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A Zazie tem estado afastada aqui destas boas blasfalmas, mas vejo que continua em grande forma.
Disparou, com só ela o sabe fazer uma boa rajada de verdades que atiraram por terra outras tantas “neotontices”. Até me admiro como o carapau, defensor da virgem banca, está a deixar passar isto.
Deve estar para fora, a ajudar na contabilidade de algum banco.
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recomenda-se a leitura das páginas 8-9 do suplemento de economia do expresso. REESTRUCTURAR A DÍVIDA, uma opção que melhor serve o interesse nacional.
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Esse “REESTRUCTURAR” é brasileirês do Expresso, ou é só asneira?
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O que se acha espantoso é haver alguém capaz de conceber na sua caixita craniana uma “direita socialista”!… Esta é de cabo de esquadra! eheheheheh
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De facto, a situação é clara, tal como Nosso Senhor pôs ao Mundo:
Quem for da Direita Social vota no PS e no Sr. Engº Sócrates;
Quem for da Direita Popular e Anti-Europeia, vota no CDS-PP e no PM preferido pela direita rural e a direita do trabalho e das empresas;
Quem for da Esquerda Conservadora, Operária e Anti-Europeia, vota na CDU ;
Quem for da Extrema-Esquerda Chique, Urbana e Bué de Fixe, vota no BE e nos seus pastores;
Quem quiser jogar às cartas, de preferência «à sueca», vota numa agremiação multicultural e recreativa chamada PSD…..
Nunca o universo e as escolhas eleitorais foram tão transparentes e simples para o paciente e esforçado eleitor português.
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E o programa do PSD é: ………………….
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É um post provocatório do João,
que nos bons tempos do Blasfémias
renderia uns trezentos comentários.
Como “estamos” em crise,
passa pouco da meia centena.
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As escolhas que fizermos nas próximas eleições irão se repercutir nos nossos bolsos para os próximos anos, pena é que os partidos políticos percam tempo a discutir coisas sem interesse quando deveriam estar a discutir as medidas a tomar para tirar o país do pântano em que se encontra.
http://brigadascinzacoelho.blogspot.com/2011/04/governador-do-banco-de-portugal-pede.html
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Com um direita destas como é que querem que os portugueses não votem no xuxa….??
http://zebedeudor.blogspot.com/2011/04/leiteirices-de-merdadiogo-leite-campos.html
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JÁ COMEÇOU…
http://zebedeudor.blogspot.com/2011/04/comecou-corrida-aos-tachos.html
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Uns ‘farrapos’ da coisa (falta de tempo, desculpem não traduzir mas o ‘google’ pode ajudar)
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Readers back in April of 2010
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At any moment a large Greek bank could go under. Portugal has lent heavily to Greece, and they themselves had their credit ratings dropped two notches yesterday. Spain’s banks are heavily extended in Greece and even more extended in Portugal. They are next on the credit cut list.
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The threat of contagion is real. If one domino falls, others could follow… The usual flight to quality has driven the dollar higher.
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So why would China bid up the euro?
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Because Europe is China’s biggest trading partner! And they don’t want that huge buying arena to break up. And remember, a rising euro makes Chinese goods and services even cheaper to buy with an appreciating euro. But LOOK OUT…
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THAT GAME IS COMING TO AN ABRUPT END! Right now, German industrial production is slowing down as a result of the euro’s rise. They don’t like their export juggernaut to be messed with. And a rising euro is making their exports more expensive.
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The euro is going to fall. And when it falls, you want to be there to make a ton of money – and on China too!
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Bi-partisan pressure on The Fed to unplug the money-printing presses…
China, Brazil, and Australia upping interest rates to keep inflation fears in check – with others soon to follow…
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But there are many other “capital wave” drivers out there, too. In fact, I’ll show you three more HUGE ones in a moment.
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There are dozens, even hundreds more of these on the horizon – in all sizes, durations, and shades of intensity.
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And every one of them is a golden opportunity.
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Like real waves on the ocean, “capital waves” never stop.
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As long as there are people, governments, currencies, commodities, industry, and economies… waves of money will flow into and out of assets of all types…
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Robert Kurz
A ECONOMIA EMPRESARIAL COMO JOGO DE RISCO
Para a clientela habitual o pior vilão não é o informador, mas o especulador. O “casino” do capitalismo financeiro há muito tempo que é responsabilizado por todas as crises económicas e sociais surgidas. Assim, o banqueiro tornou-se o protótipo do jogador irresponsável e é considerado o inimigo número um de todos os burgueses respeitáveis. A mesma consciência consegue, no entanto, encontrar um monte de coisas boas no capitalista industrial, que não anda metido na aérea superstrutura financeira, mas manda produzir objectos materiais, precisando para isso de postos de trabalho. Não se critica o capitalismo em geral, mas gostaria de se distinguir entre o jogo financeiro duvidoso e a economia real com os pés assentes na terra.
Mas estará o capital da economia real, com a sua base material, realmente tão longe do pensamento especulativo? Também o lucro industrial não está garantido à partida, mas tem de ser primeiro conquistado na concorrência. Uma vez que não há qualquer planeamento conjunto da produção social, nenhuma empresa sabe se pode vender os seus produtos. Assim, também a produção material é um jogo de risco no campo da concorrência universal e o gestor da economia real é também um jogador tal como o banqueiro de investimento. Apenas a aplicação é diferente: em vez de títulos financeiros, temos máquinas, matérias-primas e mão-de-obra.
Durante muito tempo a ciência económica pretendeu separar a concorrência de risco da noção de jogo de azar. As tentativas de aplicar a teoria matemática dos jogos ao comportamento económico vieram apenas de fora. Somente em 1994 é que John F. Nash (Princeton), John C. Harsanyi (Berkeley) e Reinhard Selten (Bona) receberam o Prémio Nobel como representantes da teoria económica dos jogos. Esta mudança na percepção tem algo a ver com a mentalidade pós-moderna, que gostaria de transformar toda e qualquer coisa num “jogo”, mas não só. Nem tão pouco se trata apenas de um reflexo ideológico da economia das bolhas financeiras desde a década de 1980. Pelo contrário, foi a própria aplicação de risco na economia real industrial que mudou drasticamente.
O trunfo no jogo da concorrência, como se sabe, é a redução dos custos empresariais. Na economia real trata-se também, no caso, de assumir riscos, em sentido altamente material. Isto aplica-se, não em último lugar, às normas de segurança para lidar com substâncias e processos perigosos. A pressão da concorrência, agravada pela crise do capitalismo, há muito que atingiu esta área sensível. A outra face do mesmo desenvolvimento é a utilização de unidades de produção cada vez maiores e de técnicas cada vez menos maduras e menos controladas. Assim, o grande derramamento de petróleo no Golfo do México, em 2010, foi causado, segundo o relatório da investigação oficial, por uma estratégia empresarial rígida de redução de tempo e de custos do conglomerado de empresas participantes. A mesma política veio à luz do dia no caso do desastre nuclear no Japão; independentemente do facto de a energia nuclear já trazer em si uma carga de riscos incontroláveis.
Os especuladores financeiros, pelo menos, jogam apenas com papéis, mas os jogadores das grandes empresas industriais jogam com a natureza, com a vida e com a saúde das pessoas. Quem é mais irresponsável? A cadeia de catástrofes industriais causadas pela economia empresarial tornou-se nos últimos 30 anos tão cerrada como a cadeia de craches financeiros. E o próximo não tarda aí. The game must go on.
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Robert Kurz
O PECADO ORIGINAL DA POLÍTICA MONETÁRIA
Como qualquer doutrina da salvação, a teologia económica neoliberal também não pode deixar de produzir os seus dogmáticos ortodoxos. O lema é: os princípios contra os factos. O presidente do Bundesbank, Axel Weber, é mais um caso actual de apóstolo da respeitabilidade conservadora a lançar a toalha ao chão. Weber, ainda há pouco apontado como o candidato preferido da chanceler Angela Merkel para substituir Trichet na presidência do BCE, afastou-se da sua patrocinadora em discordância sobre a política monetária. Sendo membro da mesma Igreja económica, Merkel tende a preferir o pragmatismo aos dogmas. Weber é tido por guardião estritamente fiel do dinheiro, contra a política de flexibilização do BCE e contra uma “união de transferências” que pretende tapar os buracos do endividamento sem fim. A sua firmeza tem apenas o defeito estético de confundir causa e efeito. Não foi uma política monetária laxista que provocou a crise, pelo contrário, foi a crise que obrigou a uma política monetária laxista. O pecado original do neo-liberalismo ocorreu já com o ex-presidente da Reserva Federal americana, Alan Greenspan, em resposta à crise das Dotcom de 2001. Desde 2008, também o BCE passou à emissão monetária excessiva, contra a sabedoria de sua própria bíblia. O adiamento da crise assim conseguido ameaça transformar-se numa inflação incontrolável, como é dos livros. Mas, se tivesse sido aplicada a verdade da bíblia de Weber, então o euro já teria ido ao ar há muito tempo. Merkel gostaria de controlar a crise da dívida por meio de negociatas políticas. O fundo de resgate do euro vai ser expandido drasticamente, contrariamente às anteriores declarações de intenções. Em contrapartida planeia-se um vago “Pacto para a Competitividade”. Subjacente a isto esconde-se o problema de que os deficits que atingiram o limite mais não são do que o reverso dos excedentes de exportação alemães. Uma redução regular da dívida iria quebrar essas exportações unilaterais, colocando simultaneamente em dificuldades os grandes bancos alemães e franceses, que estão assentes em montanhas de títulos classificados como lixo dos países deficitários. Assim, a política de inflação parece ser um mal menor. Os dogmáticos da teologia económica têm razão contra os pragmáticos e vice-versa. É por isso que também vão cair juntos.
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“It was obvious that the Chinese were buying euros and squeezing shorts all the way up.”
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o FUTURO…
Robert Kurz
A BOMBA INFLACIONÁRIA
A crise continua a ser considerada superada e garante-se um crescimento exuberante da economia mundial, que em breve até há-de ultrapassar o nível pré-crise. No entanto manifesta-se, não propriamente com pezinhos de lã, um aumento sensível da inflação, que parece tomar o lugar do surto deflacionário da grande quebra. Entre os grandes suportes de esperança da conjuntura económica mundial, Índia e China, a taxa de inflação ultrapassou nos últimos meses a marca dos 5 por cento e os preços dos alimentos subiram 15 por cento (Índia) e 12 por cento (China). Em qualquer dos casos, têm tido pouco efeito os sucessivos aumentos das taxas de juro, que agora estão 5 por cento ou mais acima das europeias e norte-americanas. Uma subida semelhante da taxa de inflação se pode observar em muitas regiões periféricas do mundo. Também na zona euro a subida dos preços atingiu 2,4 por cento em Janeiro, saindo fora do objectivo oficial. A mesma tendência nos EUA provoca lá, ao que parece, apenas indiferença.
O que não há muito tempo seria considerado alarmante, pelo menos na União Europeia, é agora também aqui minimizado. Tanto o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, como o CEO do Deutsche Bank, Ackermann, consideraram a subida de preços a nível mundial como um fenómeno “normal” nesta conjuntura de alta e que a baixa de preços ocorrerá por si só com o ciclo económico. Eles caem aqui num erro elementar. Um aumento geral de preços apenas cíclico, a partir de um surto de procura regular, devido a maiores lucros e salários com base na valorização real do capital, é um fenómeno de mercado puro e não tem nada a ver com o valor do dinheiro. O caso é completamente diferente quando o consumo público e o dinheiro do banco central aquecem artificialmente a economia. Há uma enorme diferença entre a procura crescer, porque a economia recupera por si só, ou a economia recuperar, porque se cria por decreto governamental procura irregular do ponto de vista capitalista. Neste último caso, o aumento geral de preços resulta da desvalorização do próprio dinheiro. Esta é a inflação verdadeira, e é com ela que estamos confrontados agora.
Na verdade, os Estados e os seus bancos emissores criaram dinheiro de crédito numa escala sem precedentes históricos, para suster a crise económica mundial. Só nos EUA, no prazo de dois anos e por diversas vias, foram infiltrados mais de quatro biliões de dólares na economia. Por toda a parte o dinheiro da política de juros baixos ou nulos jorra como duma fonte sobre o sistema bancário comercial, que é autorizado a apresentar como “garantia” activos tóxicos. Além disso, a Reserva Federal dos EUA, Fed, há bastante tempo que vem comprando em massa títulos do tesouro americano, porque os asiáticos estão a desprezar cada vez mais esses papéis tornados duvidosos. O BCE ensaia o mesmo jogo com títulos da dívida pública dos países com deficit na zona euro, a fim de salvar a moeda única. Ao contrário do anunciado, não se tem conseguido voltar a absorver essa liquidez através de sociedades de refinanciamento. Enquanto o fluxo de dinheiro apenas refinancia dívidas ou faz subir as cotações das bolsas, a inflação é limitada. Mas, na medida em que se atinge o objectivo do exercício, ou seja, criar procura a partir do nada, segue-se inevitavelmente a desvalorização acelerada do dinheiro. É sinal de ignorância negar este contexto e inventar histórias sobre um crescimento auto-sustentável. A bomba inflacionária vai dissolver no ar o crescimento aparente, tal como antes a bomba deflacionária
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FMI alerta para inflação e superaquecimento na Ásia
Ao mesmo tempo, o Banco Mundial elevou de 8,4% para 9,3% a previsão do crescimento econômico da China para este ano – Cingapura
Focos de superaquecimento apareceram na Ásia nos meses recentes, fazendo com que um aperto macroeconômico na região seja ainda mais urgente, disse ontem o diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn. Ao mesmo tempo, o Banco Mundial (Bird) elevava a perspectiva de crescimento da economia da China de 8,7% para 9,3%.
Em seu relatório “Perspectiva Econômica Regional”, o FMI afirma que o elevado preço das commodities parece estar contaminando o núcleo da inflação e influenciando as expectativas do público em relação ao aumento dos preços.
O FMI observou que as taxas de juro estão em níveis inferiores aos consistentes com um crescimento estável e baixa inflação e pediu que uma maior flexibilização do câmbio seja utilizada como principal linha de defesa contra o superaquecimento. “Embora esperemos que a inflação em muitas economias asiáticas suba ainda mais em 2011, antes de uma desaceleração modesta em 2012, os riscos de inflação na Ásia seguem na direção de alta”, afirmou o diretor do Departamento para a Ásia e o Pacífico do FMI, Anoop Singh.
O FMI estima que o PIB na região da Ásia/Pacífico como um todo irá crescer 6,8% em 2011 e acelerar para 6,9% em 2012, ficando, entretanto, abaixo da expansão de 8,3% registrada em 2010. A expansão neste ano e no ano que vem poderá ser impulsionada pelo crescimento chinês (de 9,6% previsto em 2011 e de 9,5% em 2012) e indiano (+8,2% em 2011 e +7,8% em 2012).
Seguindo na mesma linha que o FMI, o Banco Mundial elevou ontem suas estimativas para o crescimento econômico e a inflação da China em 2011 e 2012. Segundo a instituição, também é muito cedo para que os formadores de política da segunda maior economia do mundo deem uma pausa no aperto macroeconômico. Em seu relatório trimestral, o Banco Mundial elevou a projeção para expansão do Produto Interno Bruto (PIB) da China de 8,7% para 9,3% neste ano e de 8,4% para 8,7% em 2012.
A revisão tem como base o desempenho melhor que o esperado no primeiro trimestre deste ano e no quarto trimestre do ano passado.
As previsões para inflação também foram elevadas. Agora o Banco Mundial prevê alta de 5,0% nos preços ao consumidor chinês neste ano e de 3,4% em 2012, em comparação com a estimativa anterior de aumento de 3,3% nos dois anos.
EUA desacelera
Dados divulgados ontem pelo Departamento de Comércio dos Estados Unidos revelam uma desaceleração da economia americana no primeiro trimestre deste ano. O PIB (Produto Interno Bruto) avançou 0,4%, o equivalente a uma taxa anualizada de 1,8%, nos primeiros três meses do ano.
No último trimestre do ano passado, a economia norte-americana havia crescido a uma taxa anualizada de 3,1%.
Diferentemente do que acontece no Brasil, nos Estados Unidos a evolução do PIB é medida pela taxa anualizada, que projeta qual seria a expansão em quatro trimestres consecutivos caso o mesmo ritmo de crescimento seja mantido.
Segundo o Departamento do Comércio, a desaceleração se deve principalmente aos altos preços dos combustíveis, que tiveram impacto sobre o consumo das famílias, principal componente do PIB americano.
O consumo das famílias registrou crescimento de 2,7%, bem abaixo dos 4% registrados no trimestre anterior.
Problemas climáticos também afetaram o crescimento, ao atrasar projetos do setor de construção civil. Além disso, o PIB sofreu o impacto de grandes cortes nos gastos do governo em defesa.
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D,
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O programa do PS é um monte de patranhas e de lugares comuns.
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Zazie,
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Não teria vergonha de me chamar liberal, caso o fosse, as apenas vou concordar consigo numa coisa: o exemplo de poupança tem de começar em cima. Infelizmente, tem de acabar em baixo. Há pessoas que se acomodaram ao subsídio de desemprego e que querem «descansar» (a expressão é de uma indigente e sanguessuga e foi-me relatada pelo seu interlocutor) «porque tenho direitos e já trabalhei muito». Essa senhora, digo energúmena, trabalha os seus argumentos a partir do meu esforço, já que pago impostos por ela, e sei que faz tudo o que pode para não procurar trabalho, incluindo pedir a comerciantes vários que ponham as suas estampilhas na folhinha de procura de emprego para tapar os olhos.
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Nunca me verá aborrecido de pagar impostos. Nunca me verá aborrecido de ver o Estado apoiar crianças, idosos, doentes, deficientes e pessoas que transitoriamente necessitam de ajuda para retomar a auto-suficiência. Não me verá clamar contra ajudar os que procuram recuperar-se, mas contra aqueles que liberam fortunas do Estado, procurando viver à custa da sociedade, do outro. Aliás, se soubesse quanto dinheiro vai para essa causa por consciência cristã minha e da minha família, ficaria talvez sem dúvidas quanto à minha dedicação a minorar as dificuldades dos outros.
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Infelizmente, cara Zazie, o Estado e o elefante têm uma coisa em comum, e não é andarem sempre de trombas: onde poem as patas, fica tudo fodido (permita-me usar esta expressão). O corpulento Estado transvestiu a caridade cristã (um dever de um indivíduo, maior do que ele próprio) na solidariedade (o direito de um indolente, após três gerações de maganos, de chular a sociedade). A caridade parte de dentro para fora, é a gesta de um indivíduo que sobe uma montanha. Exige esforço e qualidades individuais. Tanto o dador como o receptor são melhorados pelo acto de sacrifício e de partilha. É o verdadeiro exercício de altruísmo e, por isso, é sublime.
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A solidariedade é imposta de cima e, é por isso descer uma montanha. É fácil descer uma montanha, mas tem de se moderar o ritmo de descida. Quando chega ao sopé do monte, a solidariedade está de tal forma escavacada que vem irreconhecível e coberta de patranhas para se autojustificar. Esforça a sociedade (que não se sente senão pior em dar) e não beneficia o receptor, pois rouba-lhe a personalidade e a capacidade de se bastar. Promove portanto o egoísmo, a mentira, a patranha, a desculpa.
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Agora pode chamar-me neotonto, se quiser, mas pode crer que comete uma injustiça. Uma injustiça clamante para mim, e para grande parte dos comentadores, muitos dos quais insuspeitadamente pensa como eu.
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(cont)
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ou seja, quanto mais pobres e menos poder de compra dos Cidadãos,
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mais falências de cidadãos e empresas, mais desemprego, mais DESTRUIÇÃO DO APARELHO PRODUTIVO,
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MAIS PRODUTOS BARATOS XINESES A EUROPA COMPRA E IMPORTA PARA TENTAR EVITAR A DESASTABILIZAÇÂO SOCIAL E AS REVOLTAS.
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MMB (*) dixit!
Eu que detesto carimbos dificilmente consigo encontrar no baú de carimbos cheios de teias de aranha que tenho na arrumação, um que se aplique a esta “mirandada”. Qualquer comuna não muito cafeínado assestar-lhe-ia sem hesitação com: “inveterado ultra-neo-liberal”.
Eu, que não estou “comprometido” com nenhum carimbo, depois de puxar um pouco pela imaginação saiu-me esta: MORALISTA BEATO!.
(*) MMB –> Miranda Moralista Beato
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(cont)
fazendo a reversão para o nosso ‘pequeno’ com metade dos habitantes de SPaulo, Toquio, Cidade do Mexico , Beijing etc por entre os ‘estatistas’, ‘anarqusitas’, ‘empresariado-comissários economicos’, ‘compromissos’, ‘unidades nacionais’ etc. Uma caldeirada transfuga da mina de ouro colonial que acabou, tudo parido dum ‘caldo verde sem torinha’ que não resolve nada apenas acredita na miragem que se vão aguentar que isto é uma questão de tempo,
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vamos lá a saber como é que esta engrenagem se aguenta.
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Não há safa venham os academicos, experts, analistas de cá ou lá de fora, a não ser rearrumar o jogo. Dispor as peças do ‘lego’ para Portugal regressar a formula ‘descobrimentos’ quando uma AREA ECONOMICO ESPECIAL o ‘offshore’ quinhentista do Mundo e UM CRUZADO PORTUGUÊS o dollar da altura. E como ? Lá vai que os ‘zarolhos’ ainda não viram,
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a tal cassete já com 3 ANOS contra os surdos e sonhadores,
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9 REFORMAS ‘POMBALINAS pacificamente revolucionárias’ MAIS 3 ADICIONAIS para instaurar o LIBERALISMO AVANÇADO com sustentação dos DIREITOS CIVILIZACIONAIS IRREVERSIVEIS DOS PORTUGUESES (universalidade da Educação, Saúde, Pensões, Idade de Reforma razoável e Solidariedade com os Desempregados).
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Isto é um Programa do CAPITALISMO, embora pareça Marxista na acanhada Democracia Portuguesa confusa e desorientada.
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Portugal e a vida dos Portugueses melhorarão imediatamente com um pacote simples ‘all-in-one’ que reacende logo o País que se está a apagar. Sem necessidade de Austeridades que apenas canibalizam definitivamente a Economia, o Tecido Económico, o Emprego, o Poder de Compra dos Lucros do Trabalho e do Capital e a Criação de Riqueza por Portugal:
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-APROVAÇÃO PELA AR e EVENTUAL INCLUSÂO POSTERIOR NA CONSTITUIÇÃO (embora não necessária):
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1) RACIO máximo PIB/Carga Fiscal.
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2) RACIO máximo PIB/Despesas do Estado (*)
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(*) Provocadora da Reforma séria da estrutura de Governança, da Burocracia Publica e do Orçamento Geral do Estado. A ultrapassagem destes racios só viabilizada por 2/3 ou 3/ 4 de votos da AR.
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-BANCA EM PORTUGAL e GARANTIA DOS DINHEIRO DOS DEPOSITANTES:
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3) SEPARAÇÂO ABSOLUTA da Banca Comercial de quaisquer actividades especulativas, Sociedades de Investimentos Financeiros ou Hedge Funds, para protecção absoluta das Poupanças e Dinheiro dos Depositantes para regresso da confiança nos Bancos.
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4) CONTRIBUIÇÃO DE GARANTIA BANCÁRIA calculada sobre todos os negócios e receitas da Banca habilitando financeiramente o Fundo de Garantias Bancárias para devolver a qualquer momento os Depósitos dos Cidadãos, Empresas e Entidades Publicas que confiaram no Banco que ficou inviabilizado, faliu ou fechou.
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-IMPOSTOS E FISCALIDADE:
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5) ABOLIÇÃO de todos os Impostos substituindo-os pelo INU – Imposto Nacional Único colectado sobre tudo o comprado e facturado dentro de Portugal (**)
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(**) Pagamento dos Ordenados Brutos aos Empregados pelas Entidades Patronais.
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6) AMNISTIA Fiscal para estancar o estado de falência do Tecido Económico Nacional e a insolvência dos Cidadãos, já praticado antes e depois do 25 de Abril.
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-SEGURANÇA SOCIAL:
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7) ABOLIÇÃO dos Descontos mensais de Empregadores e Empregados substituindo-os pelo ISU – Imposto Social Único colectado sobre tudo o comprado e facturado dentro de Portugal (***)
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(***) Pagamento dos Ordenado Brutos a todos os Empregados pelas Entidades Patronais.
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8) Instauração da PENSAO NACIONAL UNICA, igual a 2 ou 3 vezes o SMN-Salario Mínimo Nacional, universal e igual para todos os Reformados Portugueses.
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9) Criação do Fundo Nacional de REFORÇO DA PENSÃO NACIONAL UNICA, gerido pelo Estado, para quem queira depositar mensalmente um valor incerto a qualquer momento para assegurar um reforço publico do valor mensal da Pensão Nacional Única atingida a idade de reforma até ao falecimento (****)
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(****) Na transição do velho para o novo Sistema, passariam para o Fundo de Reforço da Pensão Única, os valores já descontados por Empregados e Empregadores correspondentes à diferença entre o valor da Pensão Única e a Pensão em vigor no momento da Inscrição na Segurança Social
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-MEDIDAS ADICIONAIS PARA REFORÇO DA SUSTENTAÇÂO DOS DIREITOS CIVILIZACIONAIS IRREVERSIVEIS DOS PORTUGUESES na Civilização Europeia avançada no Mundo:
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a) Idade de reforma cerca dos 55 anos para desempastelar POSTOS DE TRABALHO PARA OS JOVENS e DESEMPREGADOS: admissão obrigatória de jovens ou desempregados até ao limite do ordenado que o reformado auferia.
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b) Libertar os Encarregados de EDUCAÇÃO: cheque-educação cada um endossa o Cheque-Educação à Escola que LIVREMENTE escolhe, publica ou privada ou cooperativa que escolhe para os seus filhos.
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c) SAÚDE, reactivação de todos os Postos de Saúde e Equipamentos abandonados, recrutamento médicos estrangeiros com novo contrato de trabalho diferente dos actuais, receituário obrigatório por principio activo, acabar com modelos de ‘capitalismo selvagem’ que ocasionalmente existam na carreira profissional publica da saúde ou compras hospitalares.
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Em alternativa o quê e para quê ? Eu respondo: não têm nem à Esquerda nem à Direita. Esta é do LIBERALISMO AVANÇADO COM UNIVERSALIDADE DOS DIREITOS CIVILIZACIONAIS INTOCAVEIS.
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Sere ao Capitalismo e ao Empresariado Português ? Serve às Finanças Publicas (Impostos e Fiscalidade) ? Serve às Finanças Privadas (Banca e Cambiais) ?
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É precisa muito micro-minoria portuguesa que sabe a qualquer momento que interruptores acender para resolver e reacender o País. O resto é gente das ‘contas de mercearia’ ao nivel de chefes de secção que não ata nem desata, tenta desenrascar-se pessoalmente. E essa muito micro-minoria são quanto muito uns 4 ou 5 nem sequer dentro das hostes transitórias do Poder. Nem têm como objectivo de vida o Poder. Não precisam para eles pessoalmente. Os outros continuem a teimar que estão bem aviados. Terreno livre para isso, é só continuarem ‘para a frente’. Apenas.
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Quando é que a malta neotonta e a malta xuxialista entende o seguinte :
a) mesmo com um deficit de 10% do PIB o desemprego aumentou, logo não há criação de empregos !
b) 300 mil desempregados não têm qualquer subsidio !
c) é preciso arranjar forma de criar empregos, exportando mais e importando menos !
d) é fácil cortar 3 mil milhões de desperdicio e manter o fraco Estado Social
e) é necessário perceber que ter 12% da população activa no desemprego é a razão principal para um PIB anémico.
f) Manter o caminho trilhado desde 1991, de destruição da capacidade produtiva do país é um suicidio colectivo.
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Segundo este senhor em Portugal existem mais de 6 milhões de pobres…é por estas e por outras que o grande xuxa tem os votos que tem..com pessoas assim até com o rato Mickey surdo mudo pediam…
INACREDITÁVEL O QUE AQUI É DITO….
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Fredo Posted 1 Maio, 2011 at 01:36
quanto ao portunhol eu sigo o semanário do regime!
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Esse Diogo dava um bom Ministro das Finanças da Neverland….
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“e) é necessário perceber que ter 12% da população activa no desemprego é a razão principal para um PIB anémico.”
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Não é bem assim. Graças aos asiáticos que vem aqui trabalhar, pois os portugueses não querem, os agricultores ainda conseguem ter mão de obra e contribuir para o PIB. Os únicos portugueses que trabalham na agricultura são ex-trabalhadores em nome individual que não têm direito ao subsídio de desemprego.
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Ó zazie, espero que esta boca não seja para mim. ” Se não directamente, sempre pode tocar na prima ou no filhinho com média de 10 e sem jeito para mais nada a não ser acessor?”
eu tinha média de 11 quase 12…
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“f) Manter o caminho trilhado desde 1991, de destruição da capacidade produtiva do país é um suicidio colectivo.”
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Quem está a destruir a capacidade produtiva é precisamente o subsídio de desemprego, que afastou as pessoas do trabalho na terra. Um empresário agrícola acabou de explicar isso tudo na SIC notícias.
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Cara Tina,
300 mil pessoas não têm subsidio de desemprego. O trabalho na terra tem de ser recompensador para o trabalhador e isso só se consegue com politicas agrícolas eficazes, tal como os outros países têm.
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A nossa agricultura precisa de um “upgrade”, que não vai ser feito pelo sector privado por si só.
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“O trabalho na terra tem de ser recompensador para o trabalhador e isso só se consegue com politicas agrícolas eficazes”
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A única forma que o trabalho na terra pode ser recompensador seria impedir a imigração, de modo aos salários aumentarem. Todos passariam a ganhar melhor, empregadas domésticas, de restaurantes, obras, etc. É simplesmente rídiculo continuar a sustentar uma situação em que se dá subsídio de desemprego àqueles que não querem trabalhar e, por outro lado, apesar de um índice de desemprego de 11% ainda se tem de trazer pessoas de fora.
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O sector privado por si só não consegue fazer o upgrade necessário à agricultura , para esta ser minimamente competitiva com os produtos importados.
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Todos os países desenvolvidos tiverem e têm “politicas agricolas” viradas para a produção e não para a não produção como Portugal.
Continuar com esta Não-Politica agricola é um suicidio colectivo.
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A agricultura que aproveita aquilo em que podemos fazer a diferença está de vento em poupa. Claro que a agricultura que quer continuar a produzir hoje o que sempre produziu, só não se reconverte por causa dos apoios e subsídios europeus.
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Por exemplo, o vinho português de qualidade está bem e recomenda-se.
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Ainda assim, já exportamos mais flores que vinho, em euros.
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Os salários elevados não são a causa da produtividade elevada, são a consequência da produtividade elevada.
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Em termos nacionais, o deficit agro-alimentar é grande, e tem de ser desenvolvido.
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Esperar que o sector privado por si só consiga rapidamente anular esse déficit é uma fantasia que custa muito caro.
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Mas nós não aprendemos ??? Temos como candidatos a 1º ministro 2 hipoteses, que são:
Vêm das Jotas, de colar cartazes e de andar pelas Distritais a semear… Tiraram ambos cursos duvidosos, em Universidades de vão de escada, e só com 30 e tal anos !!! Nunca trabalharam, vivem à custa da politica, sem nada que os recomende…(o emprego do PPC não conta, que era para o Angelo Correia, que o estava a preparar para isto mesmo !!) Quanto a dimensão politica, estrutura cultural e de pensamento estamos conversados… E só temos estes 2 ???!!! e já se perfilam mais fornadas de ignorantes… Tózé Seguro, Relvas, Marco Antonio !!! Meu Deus que te fez este País, para merecer estas pragas !!!
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Banda desenhada, humor,
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depois de, segundo as melhores Academias Mundias, as Torres Gemeas se terem deslocado contra uns aviões que iam a passar sobre Nova Iorque,
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depois de, segundo o Lobby dos Borlistas, uns gajos contrariados rebentaram com aquilo tudo porque queriam dar uma goela para viajarem à borla no metro de Londres,
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depois de, segundo uma associação de amor paternal, rebentarem com o comboio em Madrid para vingarem as filhas por terem sido apedrejadas por pedofilos,
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depois, segundo um grupo dos putos que brincam no jardim, uns gajos abancados a la garderes numas barracs pelos jardins da linha Oeiras-Cascais com pano da cozinha na cabela ameaçadores na casa dos outros,
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depois, segundo a associação gadafi-os puros contra a pobreza na Libia, ter provado que aviou uns aviões porque foram enganados quando lhe juraram que o BinLeutem estava na lista de passageiros,
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depois, segundo o compromisso portugal, o BinLeuten ter sido visto no allgarve a puxar uma ‘chaputa’ carregada de caximbadas dos atlas do norte de africa enquanto se masturbava com as tetas ao sol que via na praia,
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depois, segundo o movimento verde lá do sitio, ter atacado uma fragata americana porque estava a encher e a poluir a àgua da baía lá do sitio,
eis o BinLeuten cansado de tantas impurezas, num rebate de consciência telefonou aos ameros: matem-me que quero ser mártir como os otarios que acreditam em mi. Não tenho colhões para fazer o que os outros fazem por mi. Não sou um martir sou um cobarde. Sou só treta. E a Razao cumpriu, cumpra se.
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Cristo que combateu os cambistas (banqueiros da altura) e os cobradores de impostos (o fisco da altura) por isso o idolatram mas mataram-no na cruz, perdoa-te meu filho.
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Qualquer parecença com a realidade não é mais que isso, abençoados das fés e das salvações.
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