As eleições mais importantes desde 1975
No dia 25 de Abril de 1975 os portugueses recusaram a “revolução popular” e escolheram a democracia ocidental. Fizeram-no dando a vitória nas primeiras eleições livres ao PS e a Mário Soares. No próximo dia 5 de Junho a escolha é igualmente importante, pois tratar-se-á de saber se nos auto-condenamos à decadência ou se reabrimos uma porta de esperança. Nunca, nas muitas eleições que tivemos desde a nossa estreia “democrática”, esteve tanto em jogo, mesmo não esquecendo como muitas delas foram importantes para ir solidificando o regime e ancorando-o na Europa e no mundo desenvolvido.
A razão por que estas eleições são tão importantes – e não sou o primeiro a dizê-lo, Luis Campos e Cunha também o referiu neste jornal a semana passada – são económicas e são políticas. Portugal seguiu, nos últimos anos, sobretudo na última década e meia, um caminho insustentável. Em média consumimos todos os anos mais dez por cento do que aquilo que consumimos. Consumiu o Estado e consumiram os particulares. É essa a razão primeira porque, como sublinhou o Presidente da República, temos de mudar de vida.
A oportunidade de mudar de vida está no acordo que foi firmado com a troika – e nos 78 mil milhões de euros que virão com ele. Mas o caminho é muito estreito e as metas são extremamente difíceis de atingir. É por isso que Portugal necessita de uma liderança que esteja realmente comprometida com a vontade de mudar e queira mesmo aproveitar esta oportunidade. A campanha eleitoral, apesar de ter andado demasiado longe da discussão mais importante – como vamos juntar forças para cumprir o acordo com a troika – forneceu, mesmo assim, elementos suficientes para se perceber que o PS de José Sócrates nunca seria capaz de cumprir as metes com que o seu próprio Governo se comprometeu. O PS começou por negar, no seu programa eleitoral, o défice de 2010, os seus dirigentes passaram o tempo a atacar os outros por serem “defensores do FMI” e muitos dirigentes, do líder a Ferro Rodrigues, não perderam uma oportunidade para se distanciarem de algumas medidas do acordo. As reformas de que Portugal precisa e a troika impôs são como colheres de óleo de fígado de bacalhau para os responsáveis pelo caminho que nos trouxe até aqui, pelo que à primeira distracção dos nossos credores eles tentariam repetir a manha se sempre e dar o remédio a lamber ao cão. Não podem continuar a governar e a comprometer o nosso futuro.
Sendo claro que a oposição de esquerda se colocou de fora de qualquer solução, foi-se também tornando claro que a oposição mais à direita, sobretudo o PSD, evitou fazer promessas fáceis e comprometeu-se com as metas do acordo. Na substância – e não na espuma da campanha – fizeram o discurso mais acertado.
Não é só por estarmos a passar por estarmos a passar por uma curva muito apertada da estrada do nosso desenvolvimento que estas eleições são importantes. Elas também são importantes como demonstração da maioridade da nossa democracia. Aqui vale a pena recordar os clássicos, lembrar em especial o que Karl Popper escreveu sobre o que é uma democracia. O filósofo da sociedade aberta defendeu que o importante nos nossos regimes é que estes garantem – garantiram e garantirão – que é possível mudar de governo sem violência, razão pela qual o governo representativo não é fonte de poder absoluto, antes está limitado pela lei, pela separação de poderes e pela existência de freios e contrapesos. Estas suas reflexões são inspiradoras quando pensamos na realidade portuguesa.
Uma das primeiras consequências desta forma de olhar a democracia é que ela legitima, senão mesmo valoriza, o voto que tem como objectivo principal afastar quem está no poder, quem os eleitores conhecem bem, Mais: mesmo podendo ter dúvidas sobre os caminhos alternativos, os eleitores sabem que não querem continuar a seguir um caminho que já testaram e que desaprovam. O grito de José Régio no Cântico Negro – “Não sei para onde vou/Sei que não vou por aí!” – é absolutamente legítimo.
Outra consequência é a condenação dos métodos políticos seguidos ao longo dos últimos seis anos, em especial dos esforços feitos para limitar ou mesmo minar os sistemas de freios e contrapesos da nossa democracia. Comecei a alertar – voz na época isoladíssima – para essa realidade ainda no Verão de 2005, mas hoje poucos duvidam que o PS com José Sócrates se comportou como se fosse dono do país, como se estivesse acima da lei, como se beneficiasse de uma espécie de direito natural a exercer o poder que lhe legitimava os sonhos hegemónicos. Os discursos apocalípticos desta campanha eleitoral, nomeadamente os que reivindicavam para o PS todo o Estado social, reflectem uma cultura política que convive mal com o exercício do poder por outros e que classifica como “radicais” todos os que, à direita ou à esquerda, pensam de forma diferente.
O PS histórico não deveria rever-se nesta caricatura socrática, neste partido que se transformou numa máquina sedenta de poder e falha de princípios, mas nesta campanha eleitoral, quase só Mário Soares teve, nos palcos socialistas, discrição e contenção verbal. É por isso que o PS histórico necessita de se redimir pela derrota, idealmente uma derrota pesada, um castigo sem desculpa do socratismo, para se poder reconciliar com o país, com a sua tradição democrática e, até, com a verdade, que tão mal tem sido tratada pelos seus actuais líderes.
Era bom que, no dia 6 de Junho, o país acordasse com a sensação de que pode fechar um capítulo difícil da sua história, abrir as janelas e deixar entrar ar fresco e limpo. Mais: de que será possível um recomeço em bases novas, mais saudáveis. Isso exige outras pessoas, outros dirigentes, o que em democracia comporta sempre incertezas e riscos – mas riscos que são sempre limitados pois a essência da democracia é a limitação do poder dos governantes. Sem um novo recomeço também não é possível voltar a procurar consensos ou encontrar as energias necessárias, energias que manifestamente faltam ao actual grupo dirigente.
Portugal vai passar por tempos difíceis, mas perder alguma qualidade de vida e deixar alguns (maus) hábitos de consumo não implica, não pode implicar, abdicar da nossa dignidade. Ora, como em tempos disse Cícero, o tribuno da República de Roma, “como pode haver dignidade, onde não há honestidade?”
Os portugueses não podem abster-se num momento tão decisivo.
Público, 3 de Junho de 2011

Será que vamos ter o PS irresponsável na oposição?
Ou teremos o bom PS, livre da arrogância que causo os problemas actuais no País?
http://notaslivres.blogspot.com/2011/06/maioria-social-de-antonio-costa.html
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Curioso em 1975 dizia-se o mesmo…a história está cheia de repetições muda apenas o cenário e os actores ….o argumento é sempre o mesmo…
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As urnas acabaram de abrir e o José Manuel Fernandes desrespeita grosseiramente a lei.
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DE GÉNIO….
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Será que ainda vai a tempo…?
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o futuro pós 5 de Junho….Excelente texto do Unamuno…
http://zebedeudor.blogspot.com/2011/06/mudanca-so-se-da-na-continuidade-5-de.html
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A MÚSICA PARA O DIA DE HOJE..BOM DOMINGO…A TODOS..
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Que força será dada à MUDANÇA?
Reformista ou populista?
Que castigo terá a gestão socialista dos últimos anos?
http://notaslivres.blogspot.com/2011/06/hoje-qual-forca-da-mudanca.html
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VOTE… SINTA UMA SENSAÇÃO ÚNICA DE PRAZER…EXPERIMENTE NUMA URNA PERTO DE SI….
http://www.youtube.com/watch?v=fyyJJjLtuZc&feature=player_embedded
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A nossa vida, como repertório de possibilidades, é magnífica, exuberante, superior a todas as históricamente conhecidas. Mas assim como o seu formato é maior, transbordou todos os caminhos, princípios, normas e ideais legados pela tradição. É mais vida que todas as vidas, e por isso mesmo mais problemática. Não pode orientar-se no pretérito. Tem de inventar o seu próprio destino.
Mas agora é preciso completar o diagnóstico. A vida, que é, antes de tudo, o que podemos ser, vida possível, é também, e por isso mesmo, decidir entre as possibilidades o que em efeito vamos ser. Circunstâncias e decisão são os dois elementos radicais de que se compõe a vida. A circunstância – as possibilidades – é o que da nossa vida nos é dado e imposto. Isso constitui o que chamamos o mundo. A vida não elege o seu mundo, mas viver é encontrar-se, imediatamente, em um mundo determinado e insubstituível: neste de agora. O nosso mundo é a dimensão de fatalidade que integra a nossa vida.
Mas esta fatalidade vital não se parece à mecânica. Não somos arremessados para a existência como a bala de um fuzil, cuja trajectória está absolutamente pré-determinada. A fatalidade em que caímos ao cair neste mundo – o mundo é sempre este, este de agora – consiste em todo o contrário. Em vez de impor-nos uma trajetória, impõe-nos várias e, consequentemente, força-nos… a eleger. Surpreendente condição a da nossa vida! Viver é sentir-se fatalmente forçado a exercitar a liberdade, a decidir o que vamos ser neste mundo. Nem mum só instante se deixa descansar a nossa actividade de decisão. Inclusivé quando desesperados nos abandonamos ao que queira vir, decidimos não decidir.
É, pois, falso dizer que na vida «decidem as circunstâncias». Pelo contrário: as circunstâncias são o dilema, sempre novo, ante o qual temos de nos decidir. Mas quem decide é o nosso carácter.
Ortega y Gasset, in ‘A Rebelião das Massas’
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Precisamente por isso mesmo, não votarei nos partidos do pentágono. Em nenhum deles. O PC destruiu a economia e a coesão do país, o PS tornou-se num Luna Parque de loucuras, o PSD é um pasto onde passeiam alcateias de lobos cavaquistas – o que fizeram a PPC até ao último dia! -, o CDS não me parece nada consistente. Do BE, enfim, “pobres meninos ricos”. Não.
Vou votar MPT e estou-me “nas tintas” para utilitarismos.
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Ganhou-se o dia 5.
Vamos tentar ganhar o dia 6.
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Ganhar o dia 6 tem um prazo curto. Em Novembro já se percebeu.
http://supraciliar.blogspot.com/2011/06/nao-amais-importante-palavra-da-lingua.html
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O paternalismo de jmf1957,
a sua descarada propaganda para orientação de voto
num momento em que as leis não o permitem,
demonstram a baixa estatura cívica do personagem.
Bastava isto para não votar nos dele.
Já votei
e em quem votei é irrelevante.
Não tenho contrato nem dependência
de qualquer partido,
mas a liberdade consegue-se com os partidos
sem os quais não havia democracia.
Por isso voto num,
nem sempre no mesmo.
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Vê-se pelo esforço que este Bulimunda deve ter muito a perder…
É o exemplo típico da falta de honestidade…
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Mudar de vida?
O nosso amado PR, deixando de receber como reformado, assumir a sua condição de activo,
passar a receber com PR;
O nosso estimado Campos e Cunha, deixando de receber a reforma extraordinária do Banco Portugal;
Acabando com os Rui Pedro Soares e Armando Varas do bloco central.
Continuar com a redução da minha pensão da CGAp. Que remédio.
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NELA NADA DISSO SÓ NÃO GOSTO DE SER ACÉFALO…POR ISSO LHE DEIXO UM TEXTO DE UM SENHOR ESCRITOR BRASILEIRO..VOTE BEM VOTE EM CONSCIÊNCIA…
A Ambição Superada Certo dia uma rica senhora viu, num antiquário, uma cadeira que era uma beleza. Negra, feita de mogno e cedro, custava uma fortuna. Era, porém, tão bela, que a mulher não titubeou – entrou, pagou, levou para casa.
A cadeira era tão bonita que os outros móveis, antes tão lindos, começaram a parecer insuportáveis à simpática senhora. (Era simpática).
Ela então resolveu vender todos os móveis e comprar outros que pudessem se equiparar à maravilhosa cadeira. E vendeu-os e comprou outros.
Mas, então a casa que antes parecia tão bonita, ficou tão bem mobilada que se estabeleceu uma desarmonia flagrante entre casa e móveis. E a senhora começou a achar a casa horrível.
E vendeu a casa e comprou uma outra maravilhosa.
Mas dentro daquela casa magnífica, mobilada de maneira esplendorosa, a mulher começou, pouco a pouco, a achar seu marido mesquinho. E trocou de marido.
Mas mesmo assim não conseguia ser feliz. Pois naquela casa magnífica, com aqueles móveis admiráveis e aquele marido fabuloso, todo mundo começou a achá-la extremamente vulgar.
Millôr Fernandes,
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Porque o Melhor, Enfim
Porque o melhor, enfim,
É não ouvir nem ver…
Passarem sobre mim
E nada me doer!
_ Sorrindo interiormente,
Co’as pálpebras cerradas,
Às águas da torrente
Já tão longe passadas. _
Rixas, tumultos, lutas,
Não me fazerem dano…
Alheio às vãs labutas,
Às estações do ano.
Passar o estio, o outono,
A poda, a cava, e a redra,
E eu dormindo um sono
Debaixo duma pedra.
Melhor até se o acaso
O leito me reserva
No prado extenso e raso
Apenas sob a erva
Que Abril copioso ensope…
E, esvelto, a intervalos
Fustigue-me o galope
De bandos de cavalos.
Ou no serrano mato,
A brigas tão propício,
Onde o viver ingrato
Dispõe ao sacrifício
Das vidas, mortes duras
Ruam pelas quebradas,
Com choques de armaduras
E tinidos de espadas…
Ou sob o piso, até,
Infame e vil da rua,
Onde a torva ralé
Irrompe, tumultua,
Se estorce, vocifera,
Selvagem nos conflitos,
Com ímpetos de fera
Nos olhos, saltos, gritos…
Roubos, assassinatos!
Horas jamais tranqüilas,
Em brutos pugilatos
Fraturam-se as maxilas…
E eu sob a terra firme,
Compacta, recalcada,
Muito quietinho. A rir-me
De não me doer nada.
Camilo Pessanha
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Questão de higiene mental, de recuperação de um módico de respeito próprio, de dinidade pessoal e colectiva.
Idealmente, criar as condições necessárias e suficientes para que os inúmeros e escandalosos ” casos de política” da quadrilha que vai ser corrida passem a ser casos de polícia – e tratados como tal.
Magistrados “complacentes” incluídos – a começar pela caricatura do Bordalo…
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“Comecei a alertar – voz na época isoladíssima – para essa realidade ainda no Verão de 2005, mas hoje poucos duvidam que o PS com José Sócrates se comportou como se fosse dono do país, como se estivesse acima da lei, como se beneficiasse de uma espécie de direito natural a exercer o poder que lhe legitimava os sonhos hegemónicos. ”
Muito bem jmf. E agora o Desvairado já estava preparado para se comportar como se fosse dono da UE, assinando documentos de intenção sem a mínima intenção de os cumprir. Imagine-se a vergonha que seria para a imagem dos portugueses, se não tivessem corrido com um governante tão reles como este.
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PSD — 36%
PS — 22%
PP — 14%
CDU — 9%
BE — 7%
——————
A Lei permite que nos blogs se escreva o que quiser acerca das eleições, tanto no “dia de reflexão” como no dia do acto eleitoral.
JMFernandes “violou” tanto a Lei, com este post, como noutros blogs de afectos e untuosos dependentes do tacho “socialista”, se encontrou ontem e hoje opiniões incitando ao voto no P”S”, por jornalistas, quase-ex-deputados, políticos, etc.
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Quando, no dia das eleições surgem directos nas rádios e nas televisões com os líderes partidários a votarem, quem é que “viola” a Lei, quem é que faz “descarada propaganda”, quem é que “demonstra a baixa estatura cívica do personagem” ?
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http://www.youtube.com/watch?v=V7JXlmE60r0
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Nunca, por nunca esteve mais em jogo votares em quem te põe a corda à garganta, qual PS, PSD e CDS, essa troika de ladrões, corruptos, serventuários dos grandes negócios e banqueiros, que te fazem pagá-lo todo, sem te darem em troca um chavo, e ou pagas ou cantas.
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Nuno Godinho Matos, porta-voz da Comissão Nacional de Eleições (CNE), em declarações ao i, clarifica que a entidade que regula o acto eleitoral “não é uma comissão de censura”, pelo que se aplica às redes sociais o mesmo princípio que a outras manifestações políticas, “precisará de uma queixa para verificar se se trata de algo lícito ou ilícito”, refere quando questionado face à possibilidade de comentários de apelo ao voto.
Não havendo uma deliberação da CNE específica para as redes sociais, Nuno Godinho Matos, a título pessoal, analisa a questão à luz do que se verifica noutras formas de participação. “Ter um emblema partidário no perfil é uma questão de liberdade pessoal, da mesma forma que uma pessoa pode ir votar com o autocolante do seu partido. O que não se pode fazer é chegar às mesas das eleições e fazer propaganda, apelando ao voto no partido X ou no partido Y”, explica.
Quanto aos comentários que se possam fazer no dia de reflexão e a 5 de Junho, num âmbito mais alargado que não apenas o do perfil pessoal – por exemplo, nas páginas de facebook de órgãos de comunicação social – Nuno Godinho Matos defende que “é legítimo”. Os comentários nas redes “são iguais às nossas mesas de café. Tal como acontece no período de reflexão, as pessoas podem discutir. O que não podem é subir a uma cadeira e fazer um mini-comício”, sustenta….
ler mais… http://www.ionline.pt/conteudo/128032-comentarios-nas-redes-em-dia-eleicoes-devem-seguir-regras-outras-manifestacoes-publicas
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Regina,
Oportuno comentário/esclarecimento.
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“Em média consumimos todos os anos mais dez por cento do que aquilo que consumimos”: do que aquilo que produzimos.
Acto falhado?
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É proibido fazer propaganda eleitoral por qualquer meio na véspera e no
dia da eleição até ao fecho das urnas, incluindo a exibição de símbolos, siglas,
sinais, distintivos ou autocolantes de quaisquer listas.››
Click to access apoio_ar2011_esclarecimento_campanha.pdf
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Os líderes dos principais partidos são “símbolos”, são “sinais”. Representam os seus partidos.
Quando no “dia de reflexão” ou no dia das eleições surgem em directos das tv’s e das rádios, antes do encerramento do acto eleitoral, não andam com o rosto tapado nem com a voz distorcida.
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Nunca pensei ficar tão revoltada com a presença de um lider partidário no meu ecran de televisão. Fartei. Porque me roía toda por dentro. Desligava a tv. A máquina estranha em que se transformou este PS de Sócrates, um indivíduo que tem um qualquer problema estrutural e compulsivo com a verdade e “reinou” de forma insensível e fez uma política degradante. Tem sede de poder, não sabe lidar com a confrontação, com a honestidade e com a ética. Só com o “quero, posso e mando”, com o servilismo e com o clientelismo. Nunca houve um político assim. Espero que desapareça da circulação política. É intragável: vaidoso, arrogante, prepotente e muito, muito incompetente. Devemos-lhe tudo pelo que vamos passar.
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Faltam 8 ou 9 horas para ficar claro que o asqueroso e incapaz palhaço só cretino foi corrido deste cantinho, eventualmente para um super-tacho na ONU ou noutra merdice qualquer… Que o panelão lhe faça muito bom proveito e que não volte a dar as caras, nem de visita!
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No agudizado conflito dos Líbios (Kadhafi) que bombardeiam refugiados já na Tunísia, não tenho visto ao vivo, no local, o Alto Comissário da ONU para os Refugiados nas pantalhas da TV.
Dr. António Guterres ESTÁ DE BAIXA, ou debaixo da mesa da cozinha lá de casa em retiro *espiritual*?
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Pois foi, exactamente, em 25 de Abril de 1974 que o Pov0 Português abriu o caminho para a sua desgraça que confirmou um ano depois demonstrando que estava contagiado pela “democracia”, que não sabia o que fazer dada sa sua ignorância o que vem confirmando até ao presente.
Porém, à sua imensa ignorância, agora juntou um atrevimento raro e deixou-se concencer pelos papagaios de serviço que, para viver, não é preciso trabalhar, que não é preciso dinheiro porque os bancos têm e, melhor, até é de plástico. E Portugal? Para quê se a Europa é maior e mais rica , dizem eles, e até se reconstruiram da II GG num instantinho. Nessa altura, as Americanos eram bons, agora é que não – isto é, agora melhoraram até porque puseram um preto como presidente.
Bem. Convenci-me agora a ir votar. Só não sei se no PSD se no CDS…
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Piscoiso
Posted 5 Junho, 2011 at 11:34 | Permalink
__________________Já votei
e em quem votei é irrelevante.
Não tenho contrato nem dependência
de qualquer partido,
_________________________
É PRECISO TER MUIIIIIIITA LATA!!!!!!!
(Aprendeu com o Inenarrável: mentir sempre, o mais convictamente
que puder ser, perante as audiências… ).
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A democracia é uma Fraude
Mas deixem-me sublinhar o que de melhor se diz,
“Falem é do verdadeiro Socrates,o grego.
Que já naquela altura percebeu que a democracia era uma merda de sistema pois nen exigia grande caracter aos lideres,era um sistema que era o gado a decidir e como este não tem conhecimento de coisa nenhuma obviamente que a sua decisão vale tanto como um poio.
Socrates, o grego, foi assassinado pelos “democratas”.
Passados estes anos todos, o povo estupido como merda ainda não percebeu que a democracia é a DITADURA DOS BURROS e é por isso que a oligarquia tá sempre a berrar pela democracia.
É com os votos dos burros que ela consegue assaltar os cofres do estado.
E como os burros são a maioria,
Criou se a “democracia” e cada um vale um voto.
Logo os burros são sempre a maior parte dos votos.
A democracia É UMA FRAUDE.
04 Junho, 2011 11:21
Coment in http://citadino.blogspot.com/2011/06/preferia-um-milhao-de-vezes-ver-o-ze-o_03.html
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Pronto, já fui dar o meu contributo para correr com o só cretino. Já se sabe, para ter a certeza que contaria para correr com o incapaz, que é um princípio para virar a página, como escreve o JMF, votei no PSD e no Passos. O Portas fez uma excelente oposição a este bandalho que está prestes a passar à história, mas a pose dele em campanha irrita à brava.
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Sim, é mesmo isso- andas ao tacho mas ficas para as dicas.
.
E não, pascácio, não vamos ser todos teutónicos por se saldar Portugal. Escusas de ter ideias que de parvo na oposição, o mais que te pode acontecer, é ficar parvo na situação.
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E diz um leme, vaidoso, compreendi-o ao ir votar não sei se PSD ou CDS (e lá fosse no PS), na oligarquia corrupta dos negócios de roubar os pobres, os lemes coitados, vaidosos de votar nos mesmos que de sempre é que nos roubam.
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penso que o dito “engenheiro” além de ser corrido com 10% , não merecia mais, deve ser investigado e julgado ,caso haja crimes . Deixa-nos no caminho da miséria , e não é salutar mandá-lo para um alto comissariado qualquer . Chega de sucateiros. Ressalvo e reitero que o P.S. foi e é um partido indespensável à democracia.
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Do Leme, como do Eleutério, a quem deram nome de ‘verdade’ e ele estropia, a votar nos corruptos, me perdone, de analfabeto e pobre coitado.
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NEWS:
Afinal… o P”S” não chega aos 22%
(21,6%)
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MJRB – o onanista dos números
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Lá para trás, um pateta que dá pelo nome de Nuno Castelo-Branco anuncia que vai votar (ou já votou, sei lá) numa inutilidade qualquer.
Como se vê, há milhentas formas de contribuir para que o país não saia da cepa torta.
O PS e o trafulha do falso engenheiro decerto agradecem.
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“Certo”, essa da corrupção dá que pensar. De certo modo, “corruptos” somos todos nós: quando não respondemos “à letra” ao vizinho ou ao amigo para ele não se chatear, qundo nas empresas andamos “de orelhas caídas” para a promoçãozita ou só para não termos chatices, quando calamos aquilo que nos apetece dizer só para não sermos chamados loucos… Isto é corrupção ou não? Já me senti corrompido com cenas destas!
Deixe lá isso da corrupção. É preciso correr com o sokas, mais por incompetência, mas também porque já não há ku para aguentar a pose irritante e as super-patranhas do animal. Sim, ele é muio mais corrupto que o que eu disse, mas vamis experimentar outros… É a vida!
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Ninguém vota por convicção apenas contra…é como escolher entre Staline e Hitler…
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«Depois da água transformada em sangue, das rãs, dos piolhos, das moscas, dos animais doentes, da sarna, da chuva de fogo, dos gafanhotos, das trevas e da morte dos primogénitos, parece que vem aí a undécima praga, «o liberalismo».
pedro mexia
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Entre Staline e o Hitler,
como ainda ontem no bush
e há poucachinho no obama.
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ACERTEI?
A primeira projecção dos resultados eleitorais
http://supraciliar.blogspot.com/2011/06/sondagem-unipessoal-para-05-06-2011.html
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Não se vota em ninguém para ir lá para cima, pois nem os que vão a voto são escolhidos por nós.
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Na melhor das hipóteses, vota-se para os puxar cá para baixo.
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Eu até votava num cepo com dois olhos……apenas para correr com o miserável vigarista pato bravo das beiras chamado sócrates
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Num cepo monócolo sempre era mais giro.
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Eles deviam era inventar eleições de voto contra. Seriava-se todos os que queríamos correr e afastar do poleiro.
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A democracia é uma treta, já sabe, porém, se até um voto vale para correr um traste, vota.
E se o votar é um direito, um dever, que o seja um prazer
Também porque a abstenção, maltosa, favorece os partidos mais fortes
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=MCjLRD21Qbg
Por isso vota, se te revolta o compadrio, o abuso e roubo, a corrupção dos mais fortes, vota, mais não seja num partido cheio de ideias nobres. Se não, pelo prazer de votares contra.
E até porque, antes de ir à missa, já o disse o presidente, vota.
http://www.youtube.com/watch?v=WVIsrOfv660&feature=related
E não há como a democracia, disse-o certo ministro inglês, já antes do presidente.
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O único prazer num voto contra pode ser fulanizando-o. tipo, anular o voto de um soctretino que se conheça e que anda a fazer propaganda.
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Isso dá gozo- e ainda mostar-lhe que se anula o voto dele com mais uns 4 ou 5 familiares.
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No abortício votei assim- para anular uma intenção de voto de quem vive no estrangeiro e andava com peneiras a dizer que quem vive cá e ia votar contra é que era português de segunda.
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Foi tiro e queda.
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Mas isto não é mais nada. Apenas desratizar tudo. Correr com a rataria que se infiltrou em toda a parte.
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Até aqui na blogo dá gozo pensar-se nos abrantes e nas côncias a marcharem à frente da vassourada.
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A política vem a seguir e nada tem a ver com estas esperancinhas prenhes de tretas, do post.
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Leme,
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«Nessa altura, as Americanos eram bons, agora é que não – isto é, agora melhoraram até porque puseram um preto como presidente.»
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Racista! 😉
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O triste fim do Aldrabão-Mor
Já falta pouco. É hoje que o Grande Aldrabão vai derrubado e desterrado para a Ilha do Diabo Que o Carregue, cercado de tubarões de dentes afiados e pejado de lacraus, ratazanas, carraças, pulgas, percevejos, piolhos e lêndeas que se encarregarão de o tratar como ele merece. Desejo boa sorte a estes prestimosos bichinhos.
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Senhor Da-Se
Chama-me pateta. O que direi eu então, de todos aqueles que vão votar em vendedores de carros a estrear em 3ª mão (PS), dos outros que votar num partido estraçalhado pelos torpedeadores mandados pelo 23% Cavaco Silva (os Mendes, os Capuchos, os Pachecos e outros como estes) , no CDS que está “para todas e mais algumas”? No PC e BE nem falo, vivem noutra galáxia. Voto em quem bem me apetece e tem um programa mais consentâneo com aquilo que sempre pensei Os três mencionados são a raiz da tal cepa torta que aponta. pense nisso, não entro em chantagens.
Se o MPT tiver 2 ou 3 votos, paciência. Fiquem contentes, os Freeports, BPN e Sobreiros Portucale chegarão lá para Setembro ou Outubro. Bom proveito.
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Nuno: qual é a diferença entre o MPT e o PPM?
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A sério. Deixei de saber distinguir. Para cenas de freguesia até votava neles (quem quer que fossem, porque o único que admiro é o Ribeiro Telles). Mas agora já nem sei quem são e como se distinguem.
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Cara Zazie, boa pergunta: os programas são iguais, defendem o mesmo. O que eu sei, é que com esses 40.000 votos, o PSD perde uns tantos deputados (uns dizem 3, outros dizem 4) pelo método de Hondt. Há uns meses, quando se aventou a ideia de uma frente estilo AD, eles que na Lapa andavam com o “rei na barriga”, não quiseram e logo à noite, espero bem que não se arrependam. Pois que mal lhes faria substituir dois ou 3 da grunhada que por lá anda em S. Bento a partir da 2ª fila, pelo Quartin Graça ou o 1º da lista do PPM? São de longe muito superiores aos desconhecidos “bate-palmas”, não lhe parece? Sinceramente, não há paciência para mais marceladas e babosos do costume. A Zazie tem razão: não há grande diferença, mas nas Regiões Autónomas, nem o MPT ou o PPM precisam de muletas. Elegem sozinhos, gostem os ppd’s – uma cáfila já desde 1974 – ou não.
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Ok. São os únicos partidos simpáticos. Costumo votar neles. São ecologistas, anti-jacobinos e gostam de Portugal- uma verdadeira raridade.
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Um luxo, a bem dizer.
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Eh, pá !
O PPM apresentou nestas legislativas uma moça giríssima….
(Não sei o seu nome, não votei nem me levaria a votar nos monárquicos, mas registei a “brasa”).
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Quero dizer- voto neles na única coisa em que costumo votar que é em micro escala.
.
Mas têm o meu apoio. Isto é um país demasiado rasca para que as únicas causas nobres tenham adesão.
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Eu dava-me com eles no tempo do Ribeiro Telles e do Luís Coimbra. Uns bacanos. Ainda andei na cena de retirar a maioria ao Abekassis. E também ainda guardo, de recordação, o boneco “alfacinha”.
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O João Camossa também era uma pessoa e monárquico *****
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Não estou a ver qual a diferença em haver dois monárquicos na bancada do PSD.
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“O menino de ouro do PS” andou por aí na campanha a afirmar que a oposição teria hoje à noite uma “grande surpresa”…
…afinal, a surpresa será dele e dos seus apparatchiks: menos de 22%…
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…afinal, o P”S” não chegará aos 22%…
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prontos já votei
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POrtra: menos de 22% “não dá” para amamentar mais a “coisa” e o “coiso”…
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adenda:
“Porra”, e não POrtra”
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Colaço, Posted 5 Junho, 2011 at 16:18 | Permalink,
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Racista? Não!… Tanto aperto a mão a um branco, lavado, como o pescoço a um preto!… 🙂
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Quem parece estar a festejar já com antecipação são os PSD do Benfica.
Depois da frustração de uma época em que o Porto ganhou tudo,
sempre ganham agora qualquer coisinha.
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pois, fiat na virgo e ñ corras
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O curioso é que há muitos vilarejos e povoados, no conjunto a contar milhares de votos, como, por exemplo, em Santar, que não votam e dizem que no Rei não se vota.
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“…afinal, o P”S” não chegará aos 22%…”
É que era bom, esta gente sonha com tsunamis, mare-motos, como se fosse coisas de se padir ao garçon…
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E que seja, 22%, mudado o homem do leme, a barca segue o rumo semelhante, se quem não o comeu vai pagá-lo todo, na mesma, e o Passos ainda passa a troika no gosto manifesto de malhar, de dar para doer.
Pois sim, mas não para o dar aos boys do partido, aos que mais podem, pelo prazer do grande líder, cego a tudo e à vaidade de como o eucalipto secar tudo à sua volta.
Veremos, pois é o que se vai ver.
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O Piscoiso agora anda armado em polícia de giro:
“É proibido fazer propaganda eleitoral por qualquer meio na véspera e no
dia da eleição…” – diz o gajo.
Tá bem, “sô” guarda!…
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Esse texto é daqui
Click to access apoio_ar2011_esclarecimento_campanha.pdf
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As eleições mais importantes desde 1975 ? Só se for para o xuxa fanático e autor deste post ! Já deves ter alguma teta debaixo de olho , não é Zézito ? O rapaz começou a salivar cedinho e a azia dos ultimos tempos parece estar a melhorar , vejam logo à noite o homem vai entrar em êxtase e respirar histerismo por todos os poros . Está no papo Zézito.
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Não Há Ciência de Governar Neste País
http://ricardocampus.com/2011/06/05/eca-e-portugal-nao-ha-ciencia-de-governar-neste-pais
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Renato,
Quanto a isso, não se iluda. Nessa bancada há muitos mais, a começar na 1ª fila e no 1º eleito . Esse mesmo.
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kit sobrevivência ao governo PSD/CDS
http://ricardocampus.com/2011/06/06/kit-sobrevivencia-ao-governo-psdcds/
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