Mau começo
O ministro da economia começou a sua intervenção pública defendendo que Portugal deve ser a Florida da Europa e dando sugestões de marketing aos empresários. O ministro da economia ainda não fez nada do que lhe compete. Não fechou nenhuma empresa pública, não vendeu nenhuma, não promoveu nenhuma fusão, não conseguiu reestruturar nenhum sector, não recuperou um tostão das PPP, não liberalizou nenhuma profissão nem melhorou o mercado de trabalho. Em suma, ainda não mostrou que sabe gerir o Estado. Mas isso não o impediu de se pronunciar sobre como é que a sociedade deve gerir os seus negócios privados. Não cabe ao ministro decidir em que sectores devem apostar os empresários nem como estes devem fazer o marketing dos seus produtos. Os empresários saberão melhor.
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O ministro pode desejar a Florida da Europa, pode desejar um país que presta serviços a reformados ricos do Norte da Europa. Mas até ver, o Zezé Camarinha trouxe para cá mais reformadas suecas que o ministro. Se quer a Florida da Europa, faça por isso e fale depois. Comece por melhorar a segurança jurídica e os direitos de propriedade, facilite a aquisição de imóveis por estrangeiros não os penalizando fiscalmente, garanta-lhes que os bancos são seguros, liberalize a formação de profissionais e a instalação de unidades de saúde. Faça com que os hospitais públicos funcionem de forma eficaz.

Álvaro Santos Pereira formulou essa ideia no seu livro, ainda antes de ser Ministro da Economia. Não a apresentou após ser Ministro. Não se percebe bem então qual a lógica do post do João Miranda. Um Ministro da Economia COMEÇA mal por ter sugerido uma ideia num livro que escreveu e publicou… antes de ser Ministro???
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Bom post.
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Apesar de termos valores diferentes…este é pessoalmente, sem dúvida, um oportuno e acutilante post (nos dois parágrafos, coisa extraórdinaria).
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Quem disse isso não foi o srministro, foi o Álvaro. Talvez haja uma vaga de secretário de estado para Zeze…
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Voce leu mal a noticia, e apressou-se a escrever um artigo para comprovar a teoria do Pedro Arroja ( descrita aqui: http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2011/06/nao-e-ministro-nao-e-nada.html )
Ora releia o segundo paragrafo da noticia: “Álvaro Santos Pereira, o novo ministro da Economia, revelou um desejo no livro “Portugal na Hora da Verdade”, editado este ano. O titular da pasta da Economia escreveu que “gostaria que Portugal se transformasse numa verdadeira Florida da Europa.””
Consegue descobrir a diferenca entre o que ai esta escrito e o que voce escreveu? “O ministro da economia começou a sua intervenção pública defendendo que Portugal deve ser a Florida da Europa e dando sugestões de marketing aos empresários.”
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… livro publicado um ano antes, numa altura que também dizia que não lhe passava pela cabeça ser político.
E mesmo que tivesse dito isso, o João Miranda contradiz-se. Primeiro diz que não é possível influenciar os empresários, depois lança uma lista de reformas destinadas a promover o objectivo criticado. Afinal é só uma questão de quando é que se fala. Onde voltamos ao espalhanço inicial. Foi há um ano. Esta passou tão ao lado.
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«liberalize a formação de profissionais e a instalação de unidades de saúde.»
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A regra dos «3 ordenados mínimos»
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Os gajos de Cuba podem ter montes de defeitos… no entanto, possuem o know-how necessário para formar a quantidade de profissionais de saúde necessária às populações!
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Tal como dizem os chineses – «não dês um peixe, ensina a pescar» – ou seja: a solução não é importar médicos cubanos, mas sim, pedir ajuda ao governo cubano… para que se consiga formar a quantidade de profissionais de saúde necessária!
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NOTAS:
1- Por exemplo, é escandaloso existir falta de médicos em ‘n’ serviços públicos de saúde… de facto, oferecendo um salário de TRÊS ordenados mínimos… um serviço de saúde público não deveria ter problemas em contratar um médico.
{Uma nota: Deveria-se recorrer ao know-how cubano… para avaliar qual o número de profissionais de saúde que será necessário formar para cumprir esta «regra dos três dos ordenados mínimos»… leia-se: AVALIAR O NECESSÁRIO AUMENTO DA OFERTA… para a procura existente… }.
{Mais uma nota: não se pode ceder a determinados corporativismos… se os corporativistas se recusarem a formar pessoas… então, há que recorrer a formadores aonde eles existam: no (ou vindos do) estrangeiro (Cuba, República Checa, Republica Dominicana, etc)… leia-se: aonde existam formadores disponíveis para dar formação a estudantes: «não dês um peixe, ensina a pescar»}.
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P.S.
Como é óbvio, a regra dos «3 ordenados mínimos» deve ser aplicada a outras profissões aonde existe oferta de serviço público.
A «Regra dos 3 ordenados mínimos» não será um tecto salarial… mas sim, um indicador objectivo: se existe procura de profissionais (propondo um salário de 3 ordenados mínimos)… e não existe oferta de profissionais interessados nesses postos de trabalho… ENTÃO: há que aumentar a oferta de profissionais nessa actividade profissional – leia-se, aumentar o número de pessoas com a formação necessária para desempenhar esses trabalhos [escusado será dizer que é um escândalo estar a desviar recursos para ‘cursos de formação de desempregados’].
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Se fosse verdade a afirmação depois da posse, o post até teria sentido.
No entanto, o comentário, como já foi dito, surge num livro editado um ano antes por um Prof. de Economia, pelo que a idéia defendida tem valor e já deveria ter sido apanhada por alguém.
Espera-se, portanto, que o AGORA ministro retome e encoraje a ideia, apesar dos críticos que já se põem em bicos dos pés para arrear em tudo o que mexa.
É tão triste este modus vivendi tão português!
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É possível influenciar os empresários, sim Senhores e camaradas.
Haja paz nas ruas, segurança dos contratos, pouca intervenção estatal que eles na sua fuçanga de ganhar o seu logo dão ao pedal. Mas atirem-lhes às canelas com a ASAE e o seu cortejo de prestadores de serviços, e logo eles se encolhem porque não lhes apetece trabalhar para o Estado. Nem a mim.
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Desculpem lá esta sem vergonhice de comentário off the post e venham lá ao meu blog por please :), http://lmmgarcia.wordpress.com/10abafuz/
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Até porque há ideias muito melhores:
http://lishbuna.blogspot.com/2011/06/esfera-armilar-mercado-da-saudade.html
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E já arranjou uma chefe de gabinete que é directora da Portugal Telecom, empresa para onde regressará quando este governo for dissolvifdo.
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Se foi o que disse há um ano antes de ser ministro, então está desculpado. Um ano passado, e depois de ter ido a Belém beber da Árvore da Sabedoria , este Álvaro já deve estar muito menos tótó.
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Mau começo!…
Vejam lá que não foi ninguém do pasquim “Sol” para o governo do passismo ou lá perto. É uma afronta ao jornal mais PSD do que o próprio Passos Coelho. Inacreditável. Mas não há problema porque o pasquim não vai trazer à baila nada que incomode os homens da laranjada, mas sim arranjar notícias, mesmo que tiradas do fundo do baú, que impliquem pessoas ligadas ao PS.
E a procissão desses homens recrutados aqui e ali ainda vai no adro…
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Em que planeta vive voçê João Miranda?
Que tal é a vida aí?
Adriano
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Post infeliz, João Miranda.
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Pois …o melhor mesmo é ver se a Flórida chega ao fim deste ano…
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Conselho da troika aos portugueses…
http://zebedeudor.blogspot.com/2011/06/conselho-da-troika-do-fmicada-portugues.html
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O Dr.João Miranda tem toda a razão.
O Sr. Ministro ainda não fez nada do que lhe compete e já começa a dar palpites aos empresários.
Há pouco vi na televisão o Presidente da Confederação do Turismo muito satisfeito com as «ordens» do Sr. Ministro.
Também os patrões estão no mesmo registo. Certamente estão à espera de mais carcanhol público.
Entretanto no Algarve – a tal Florida europeia – não há segurança nem assistência hospital capaz.
Quem é o reformado britânico, irlandês, sueco ou alemão, que queira ir para uma zona insegura a todos os nível e com uma fiscalidade brutal?
Paroles, paroles…
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O Dr Miranda tem toda a razão. O Álvaro veio da lua.
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Amo-te joão,
R.
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No fundo somos todos uns viciados em dopamina…mai nada…
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ainda nem começaram e já estão zangados com o ministro Alvaro?
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Ficamos a saber que o que compete ao ministro da economia é destruir empresas públicas, fechá-las ou vendê-las.
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E por falar em economia… estive atento à “Opinião Pública” da SIC Notícias desta manhã, cujo convidado era Tiago Guerreiro, pessoa que admiro e respeito pela sua frontalidade profissional e política e, apraz-me dizer que, quer ele quer os telespectadores que tiveram a sorte de se poderem fazer ouvir, todos falaram verdade e sobre aquilo que é, de todos nós, por demais conhecido – o País tem estado a saque, é evidente a delapidação do nosso património, em desonestos e esquemas diversos que, de tão descarados, não dão para compreender como é, ainda possível, ter tanto ladrão à solta e, pior, continuadamente em lugares de (des)comando e (des)controlo do nosso erário público.
Assim, a minha mensagem é simples: – Quando ainda se disputa aonde, quando e como, fazer investimento/obra pública, eu diria que, nada de TGV´s e aeroportos, túneis, pontes ou estradas, mas… cadeias, muitas, muitas cadeias, porque são muitos os candidatos às mesmas.
Todavia, sugiro que sejam muito espartanas, tal como a situação em que nos deixaram… nem TV´s, nem Joguinhos e recreio, nem Salas de (encontros íntimos) sexo, nem grandes espaços para “desentorpecer as pernas”, nem saídas por “mau comportamento”, nem nada de supérfluo. Esta “gentalha”, já usufruiu e em demasia, de tudo quanto é bom… e á nossa custa. Isso é que dói!
Comidinha… seria pouca e à base de pão (sem sal), água e alguma sopa (se possível, bem “gasificante” (para seu e único entretenimento).
Alguma roupita… simples, talvez e só uma túnica, que desse para cobrir a sua nudez e evitar eventuais tentações carnais… violações (ainda que merecidas, tais como estamos nós a sê-lo, neste momento e sem culpa formada).
Certamente que, com estas “opções de gestão”, sanaríamos várias situações :-
1) Milhares (dezenas de milhares) de ladrões, embusteiros e vigaristas que poríamos fora de circulação e por largos tempos (até apodrecerem, mas e só depois do completo reembolso da riqueza subtraída ).
2) Tantos quantos estes, existiriam lugares vagos e a preencher por gente nova, agora, devidamente elucidada e “formatada” numa nova (velha) filosofia de que, afinal, o crime não compensa!
3) O equilíbrio das contas públicas… entre muitas outras, a começar pelo rejuvenescido enriquecimento da Segurança Social (imaginem, a gente que deixaria de receber pensões e quejandos indevidos e outros, que iriam sobrar para a nova, honesta e dedicada gente…)
4) A moralização de todo o sistema em si e do seu povo, com toda a gente a contribuir porque acreditaria que, assim, valeria a pena.
5) E, finalmente, o gozo que nos daria ver toda esta “sacanagem” a apodrecer no cárcere (em vez de os saber algures em quentes e caros países – off-shores, em super e cómodas estâncias turísticas, bem regados e melhor fumados com “Cohibas”…. e mais, e mais, e mais… )
Tal como no Euro Milhões, é simples, é barato e traria milhões… (ainda que os teríamos de alimentar por largo tempo !?…). E não me considero, de modo algum, radical.
Radical, seria eu, se sugerisse o patíbulo para toda esta “gajada”… ou acham que o imenso, premeditado e continuado crime cometido (de lesa-majestade), é de pouca monta, ou não macula esta (já foi) Nação?!…
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A *descompensação* dos Socráticos não tem cura. . .
E O RECRUTAMENTO RECTUDESCEU________Ó MEU!!!!
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_______RECRUDESCEU_______(e bem)
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Dando de barato que esta “boca” do ministro tem de facto assim tanta importância, e se o investimento no Algarve vai mesmo para o travestir em Florida dos reformados euro-nórdicos, pergunto: se assim for para onde irão os pobres e esfarrapados reformados tugas? Para a praia da Cruz-Quebrada? Jogar à sueca no Jardim da Estrela? Ou para algum resort na Cova do Vapor?
Esta malta há muito que não se encherga, tanto o ministro da boca como os que levam isto a sério.
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Eu compreendo parte das críticas do JM ao novo ministro. Mas atenção que o ministro não está tão errado como isso.
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Uma história para vos fazer meditar:
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Um determinado empresário português esteve numa feira comercial nos USA. Uns compradores americanos apreciaram os produtos da empresa, gostaram deles e começaram a negociar com o nosso tuga. Após negociarem preços e quantidades, veio a questão da logística. Os americanos começaram a discutir a roda para a entrega do produto. Queriam que fosse usada determinada rota italiana. O empresário tuga diz-lhes; não é preciso. Nós temos rotas directas Portugal-USA e mais rápidas.
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Sabem qual foi a reacção dos compradores americanos? Simplesmente anularam o negócio porque pensavam que o produtor tuga era… Italiano!!!
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Isto aconteceu recentemente numa feira americana.
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Como mudar a péssima imagem do produto português nos mercados internacionais?
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Agora não me digam que não acreditam na imagem colectiva par criar valor e riqueza.
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PM Curiosamente, o Japão começa a conquistar os mercados internacionais por aprender a trabalhar a sua imagem colectiva na mente e psique dos seus… Clientes. E esta, hein?
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Mas o ministro está a orientar Portugal na direcção certa que é o turismo. O turismo é uma fonte de riqueza que deveria bastar a Portugal. Não há muito tempo, a Espanha tinha mais receitas do turismo que a África do Sul fazia do ouro. O que interessa agora é seguir firmemente nessa direcção, tomar acção através de um plano com pés e cabeça. Há muito que fazer, a começar com as belíssimas praias da Costa da Caparica que são servidas pelo urbanismo mais hediondo que se possa imaginar e mau transporte.
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Em TODA A EUROPA não há praias melhores do que a costa atlântica de Portugal, a começar no Sul de Lisboa, indo até ao Algarve. No Algarve as praias já não prestam tanto, mas só porque houve investimento, passou a haver turismo.
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Nada que o saudoso Manuel Piño não tenha tentado ou preconizado.
(Manuel Pinho foi o melhor Ministro da Economia depois do Fontes Pereira de Melo)
Agora este ministro pensa que descobriu a pólvora.
E o mais engraçado é que os comentadores situacionistas vão todos acefalamente em procissão…
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Já não se pode fazer propaganda a um livro seu!
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Uma sugestão de leitora sobre este assunto:
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Uma palestra de um dos autores do livro:
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Click to access Israel%20Nebenzahl%20-%20Palestra%20-%20National%20Image%20and%20Competitive%20Advantage.pdf
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Um paper sobre o assunto:
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Click to access 13.-Siva.pdf
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Este aspecto do marketing e do branding” dos países, produtos ou até dos cidadãos é constantemente negligenciado pela maioria dos opinion makers. Mas deviam meditar mais no problema que meras ideias pré-concebidas.
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Portugal tem um “défice” de imagem assustador. Portugal, suas instituições e seus cidadãos têm uma má imagem no mundo. Por exemplo, os cidadãos portugueses no exterior são muito respeitados, mas por causa da sociedade que os acolhem ou qualidade intrinsecas?
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Por exemplo, se Portugal sair da situação de bancarrota em que se encontra, que reflexos terá na sua imagem no exterior? Na avaliação de riscos, por exemplo. Nos custos de financiamento das empresas portuguesas. Ou até mesmo nas vendas ao exterior.
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A coisa é tão problemática, que em Portugal até existe mesmo um complexo de inferioridade colectivo assustador, que depois se reflecte na forma como somos competitivos. Por exemplo, imagine-se um trabalhador tuga, com uma dterminada influência nalgumas instituições no exterior (por exemplo, no departamento de compras de alguma empresa no exterior ou até investimentos), mas com uma péssima imagem do seu país. Que fará esse português? Tentará ajudar o seu país mas correndo um risco de ser futuramente mal visto na organização e respectiva consequência na sua carreira?
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Em Portugal menosprezamos bastante o papel da imagem colectiva sobre a nossa imcapacidade em melhorar a competitividade nacional. Por isso é que, depois, Portugal perde imensas oportunidades e dinheiro. E empregos, por exemplo.
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Um caso mais anedótico, conheci-o eu nos USA. Os Açores são das regiões da Europa que mais potencial tem em termos turísticos para o golfe. Desporto esse que é muito praticado na Califórnia, zona dos USA onde estão a maioria dos emigrantes açorianos. No entanto, a imagem dos Açores era tão má, tanto dentro da comunidade emigratória (quase sempre tèm vergonha das suas origens) que parte do turismo americano cujo motivo é a prática do golfe poderia vir para os Açores e vai para a irlanda e Escócia. Quando os Açores estão muito mais perto e com uma sustentabilidade ambiental maior, que pesa bastante neste tipo de turistas.
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Sempre me perguntei. Porquê que os filhos e nettos portugueses emigrados não conseguem sequer ter orgulho das suas origens e preferem viajar para Escócia em vez dos Açores? Preferem realçar as suas origens escocesas ou irlandesas em vez das portuguesas? (O caso mais mediático, o próprio Tom Hanks.)
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A resposta a esta e muitas outras questões reside na atitude típica dos portugueses. Têm uma baixa auto-estima em termos colectivos que a compensam com uma enorme arrogância individual. Ora, se os portugueses não têm orgulho em si mesmo, no que fazem, produzem e até vendem, como serão capazes sequer de saberem vender no exterior? Seja ele software, marroquinaria ou até mesmo a sua profissão.
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´´E um Ministério que existe para interferir na economia. Ou seja é um Ministério que nem deveria existir.
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“Nada que o saudoso Manuel Piño não tenha tentado ou preconizado.
(Manuel Pinho foi o melhor Ministro da Economia depois do Fontes Pereira de Melo)”
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Manuel Pinho gastou o dinheiro todo em subsídios nas renováveis e nada fez pelo turismo.
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“O ministro da economia ainda não fez nada do que lhe compete. Não fechou nenhuma empresa pública, não vendeu nenhuma, não promoveu nenhuma fusão, não conseguiu reestruturar nenhum sector, não recuperou um tostão das PPP, não liberalizou nenhuma profissão nem melhorou o mercado de trabalho.”
Isso está escrito onda como funções de um Ministro da Economia?
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É mentira essa do Zezé Camarinha e das reformadas suecas… São dinamarquesas e norueguesas e têm 30 a 40 anos. De qualquer modo, podem vir mais destas!
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««Isso está escrito onda como funções de um Ministro da Economia?»»
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Isso é a descrição do programa da troika nas pastas que o ministro gere.
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Lembram-se do tempo em que a RTP (e RDP) eram autênticos lacaios da “máfia socialista com experiência na maçonaria”?
verdadeiras empresas de marketing e propaganda do socratinismo socialista?
pois agora, leiam isto:
http://www0.rtp.pt/noticias/?t=Das-boas-intencoes-a-dura-realidade.rtp&article=455442&visual=3&layout=10&tm=9
a oposição existe e está concentrada nos meios de comunicação que sustentaram sókas: RTP;RDP;TSF;DN;JN; RR..
o novo governo tem que tomar medidas já em prol da verdade, ou terá campanhas de intoxicação no estilo mais paranóico e subversivo típico da esquerdalhada ressabiada do fim das mordomias…
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Tina: «Há muito que fazer, a começar com as belíssimas praias da Costa da Caparica que são servidas pelo urbanismo mais hediondo que se possa imaginar e mau transporte.»
Pela primeira vez concordo com a Tina. Mas o “turismo” não é só a Costa da Caparica… há que renovar o Intendente, já temos má fama, já ninguém quer daquilo! Nem os subsarianos que chegam de visitas… o Intendente é conhecido além-mar. Dá vergonha!
R.
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Os empresários saberão melhor…
Enfim, recordo o velho Teixeira Ribeiro e a sua «Economia Política» com o caso das fechaduras em Águeda: um serralheiro logrou produzir uma fechadura excelente e teve muito êxito. Não tardou e a vizinhança desatou a fazer fechaduras. Faliu tudo.
Neste pequeno universo lusitano da inveja à solta, o Estado deve servir, ao menos, para regular tontices como aquela e tantas outras que observamos por toda a parte, com cafés e padarias uns ao lado dos outros.
Liberais são os portugueses. E de que maneira…
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Essa Florida da Europa ja foi levada pela Andaluzia. Reformados, golfe e complexos residenciais gigantes.
Nos devemos apostar na California da Europa. High Tech, Surf e Erva medicinal.
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A california falida, com cada vez menos população e empresas a desaparecer, porque os Soci@listas Californianos querem controlar tudo?
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««Águeda: um serralheiro logrou produzir uma fechadura excelente e teve muito êxito. Não tardou e a vizinhança desatou a fazer fechaduras. Faliu tudo.»»
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Isso só prova que o mercado funciona. De certeza que alguém ficou a fazer fechaduras e os outros passaram para outra. Se fosse no Estado era necerssário aumentar o orçamento para pagar a tantos fazedores de fechaduras.
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Ao menos na Escócia_______os *buracos* (do golfe) não tremem . . .
O que é uma verdadeira ________desgraça . . .
VIVAM _____as zonas SÍSMICAMENTE ACTIVAS!!! ______
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O mercado funciona, claro. Quem não funciona são os portugueses. É isso o que ilustra o caso de Águeda.
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O mercado funciona, claro. Quem não funciona são os portugueses. É isso o que ilustra o caso de Águeda.”
Os Portugueses funcionaram muito bem. Aliás tomara que funcionassem sempre assim.
Se o que diz é verdade, então o “caso de Águeda” só ilustra uma coisa: As fechaduras não eram nada de especial pois e ficaram obsoletas em pouco tempo.
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Os belgas, os franceses, os ingleses, os alemães, os dinamarqueses, os espanhóis, os luxemburgueses, os húngaros, os eslovacos, os holandeses e demais família não abrem fábricas de fechadura umas ao lado das outras por inveja.
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E o mercado que vá para a grande pata que o pôs.
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Há uma coisa que se chama______REGISTO DE PATENTE !!!
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> Faça com que os hospitais públicos funcionem de forma eficaz.
Além do problema da justiça/propriedade/segurança de grau mais africano do que europeu, essa da saúde é particularmente bicuda. Muitos reformados retiram para as origens por razões de saúde. Mas confiam em sistemas estatais semi-decentes nos países de origem. Se pagassem a privados em Portugal, seriam mais uma fonte de receita, passe a ganância crassa. Se usassem o público …
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Os belgas, os franceses, os ingleses, os alemães, os dinamarqueses, os espanhóis, os luxemburgueses, os húngaros, os eslovacos, os holandeses e demais família não abrem fábricas de fechadura umas ao lado das outras por inveja.”
hahaha! Visite Flandres…
Não tem mesmo a noção da falta de senso do que está a dizer.
Como explica a súbita falta de necessidade dessas “excelentes” fechaduras?
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senso, senso, é a afirmação de que a California é gerida por soci@listas, não é Luck?
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“Enfim, recordo o velho Teixeira Ribeiro e a sua «Economia Política» com o caso das fechaduras em Águeda: um serralheiro logrou produzir uma fechadura excelente e teve muito êxito. Não tardou e a vizinhança desatou a fazer fechaduras. Faliu tudo.”
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É cada peta, que não me admira nada como este país tem tantos imbecis a opinar. Daqui a nada dizem que esse professor inventou a teoria económica que sustentou o corporativismo. Safa!
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Pior ainda. É engraçado que as regiões mais produtivas do mundo tendem a especializar-se precisamente tendo muitos fabricantes de um dado produto, perto um dos outros. Aquilo que hoje em dia é tido como clusters industriais.
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Há tanta gente burrinha…
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Basta ver onde estão agora os maiores produtores mundiais de componentes eletronicos e até computadores. Juntos. lolololololol
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Não. A sério. O analbrutismo económico em Portugal é mesmo alto. Há até doutores de economia que o são, orgulhosamente. lolololololol
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Desataram todos a copiar o vizinho, por inveja. A falta de senso é isso. Tiros no pé, sabe? Querer ser e parecer sempre maior e melhor que o parceiro do lado? E, para tanto, armar-se ao cagarelho sempre que possível, ostentar ao máximo, viver à larga mas com recursos alheios, sabe? É Portugal no seu melhor. Nem mais, nem menos. A Flandres não dá tiros nos pés, tem os frutos da massa cinzenta e dos capitais que daqui foram, em muito má hora, escorraçados.
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«Basta ver onde estão agora os maiores produtores mundiais de componentes eletronicos e até computadores. Juntos»
Como as pernas da puta, depois de morta.
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“Desataram todos a copiar o vizinho, por inveja. A falta de senso é isso. ”
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Se a fechadura era muito boa, conquistavam o mercado nacional todo e se calhar o mercado internacional.
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É o problema das petas, sabe?
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Olhe, veja os produtotores de peles portuguesas, das melhores (senãomesmo as melhores) do mundo. Sabe onde estão concentradas cerca de 80% das empresas? No Concelho de Alcanena.
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Sabe, uma coisa é o que achamos que funciona, outra a realidade. Se reparar, as melhores empresas do mundo num dado sector costuma estar perto umas das outras. Se calhar não sabe porquê, mas devia. Pois é isso que faz subir imenso a produtividade e pagar melhores salários.
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Mas enfim. Anafabrutos em economia com doutoramentos há muitos por aí.
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“Não fechou nenhuma empresa pública, não vendeu nenhuma, não promoveu nenhuma fusão, não conseguiu reestruturar nenhum sector, não recuperou um tostão das PPP, não liberalizou nenhuma profissão nem melhorou o mercado de trabalho.”
O mau começo é por ainda não ter tomado estas medidas todas? E que profissões falta liberalizar, além da de governante? No último mês, sem ser em eleições estive junto deste nóvel ministro e de um secretário de Estado, em sessões e momentos diferentes. Achei os dois muito simpáticos. Já não é mau! Temos de ter calma.
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Podem fazer a melhor fechadura do mundo,
mas se não descobrirem os melhores canais de a pôr no mercado,
ou estes preferirem um produto inferior mais rentável,
não passará de artesanato.
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Fincapé, essa tirou-me uma gargalhada, de os dois serem simpáticos.
Isso quer dizer que sabem receber.
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Fincapé,
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Essas são as medidas que estão no programa da troika
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“Desataram todos a copiar o vizinho, por inveja. A falta de senso é isso. ”
Você não aprende mesmo. Nada do que diz faz sentido.
Vá ler um livro sobre a revolução industrial.
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O país não vai longe com invejosos compulsivos. Nem com presunçosos a dar com um pau, com doses maciças de armados ao cagarelho, com mentecaptos metidos a sábios, com paletes de infestados de orgulho, com pedantes a rodos, com catedráticos da pesporrência, com imbecis encartados, com convencidos de caca. A merda que aí vai pelo país é obra dessa choldra. Que mandou e manda, ensina e ordena, chefia e comanda. Dá ordens, ofende, são intratáveis há séculos. Chulos de recursos alheios. São as elites lusitanas e os seus valets de chambre. De simpatizantes do III Reich a adoradores da Dama de Ferro, que diferença faz? É a mesma e trágica tropa fandanga que conduziu o país ao abismo dos nossos dias. Estatistas ou liberalóides, é tudo farinha do mesmo saco. Não é com tal gente que Portugal evitará um desastre ainda maior.
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Fogo! Eles ainda nem tiveram tempo de se sentar! Penso que passar sem comentários é o que eles têm a fazer. Mal abrem a boca, tudo serve para crítica fácil!
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!º o Governo ainda não pode tomar medidas:só depois de o seu programam ser aprovado por maioria na AR entrará em funções.2º privatizações pertinentes foram anunciadas.3º é importantissimo aproveitarmos o turismo de 3ª idade, que tanto podia desenvolver em especial o sul do país onde tanto desemprego há.
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Caro João Miranda, conhecendo-o apenas daquilo que me vão dizendo de si e da sua personalidade, sempre lhe digo que em relação à sua fobia anti-Estado é necessário dar um pouco de espaço ao novo ministro da Economia. Como creio que deve ter lido todo o seu livro PORTUGAL Na Hora Da Verdade, está lá. É uma boa bíblia e tudo isso que reclama que aconteça, acontecerá certamente no seu devido tempo. Tem que controlar um pouco mais essa sua ansiedade e costela liberal. O país pode não aguentar…
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