Coisas verdadeiramente fascinantes
6 Outubro, 2011
Se clicarem aqui chegarão ao Beco do Mexias, em Lisboa. Pese o ar relativamente modesto das habitações a recuperação pela CML de dois edifícios demorou sete anos e ficou na módica quantia de 114 mil euros por fogo. Sendo que nesses 114 mil euros por fogo não devem estar contabilizado os custos de funcionamento da CML propriamente ditos e que também seria interessante afectar ao valor da obra.
16 comentários
leave one →

assim, sim, bem já me diziam, em lisboa é que é qualidade de vida, não na madeira e por aqui
GostarGostar
Eu sabia que haveria razões para não querer viver mais em Lisboa, ou em Cascais. A minha casa, a 7 kms de Sintra, dois pisos, 2 WC, 3 assoalhadas cá em cima, grande sala e cozinha em baixo custou-me 38 mil contos, pagos a pronto. Não devo (felizmente) nada a ninguém. Só espero que as pessoas que vão viver para lá possam pagar essa exorbitância.
GostarGostar
É assim que funciona a ditadura estatal: completamente ineficiente e corrupta e no fim não há culpados nem responsáveis.
GostarGostar
Antigas práticas de políticas de caserna, e TODOS a vÊ-los passar.
GostarGostar
Quem percebia dessa coisa de «casas da câmara» eram os antigos boys&girls do Santana e Carmona.
Eram especialistas.
Agora deve estar no Governo a tirarem o «mestrado»….
GostarGostar
Com o Antonio Costa Presidente da Camara de Lisboa estas coisas nao teriam sucedido.
GostarGostar
“Quem percebia dessa coisa de «casas da câmara» eram os antigos boys&girls do Santana e Carmona.”
.
Engana-se , «Casa da Câmara» é com o PS e Baptista-Bastos
GostarGostar
Ó Ar Lindo, o Santana e o Carmona a que te referes já não são do tempo dos CONTOS da situação que o sr. António Sobral Cid apresemta..És mesmo calhordas…
GostarGostar
Para quem conheceu o Largo de Chafariz e vê-o agora, é obra – em tempos, o prédio á direita existia um alfaiate, que foi o meu – 114 mil euros? não se gastou tanto em assessoras como no tempo do Pedrocas de Chelas e do Carmona
GostarGostar
A crise aprofundou-se no exterior, mas parece que Portugal está a resistir bem à envolvente externa. Para os pessimistas crónicos, leiam o CCZ:
.
.
http://balancedscorecard.blogspot.com/2011/10/recordar-lawrence-nada-esta-escrito_06.html
.
.
Portugal conseguirá remar contra a maré e crescer mesmo anti-clicamente contra o exterior? Seria fantástico. Apesar de eu achar que não deverá chegar para tirar Portugal da recessão, tudo indica que Portugal não deverá ter uma recessão tão profunda como se pensa. ALELUIA!
GostarGostar
Como dizia há anos o doutoral e snob Braga de Macedo, «Portugal é um oásis»….
GostarGostar
Isso é…. criatividade. Em Portugal joga-se dinheiro fora com muita criatividade.
GostarGostar
38 mil contos, reconvertendo dá 140 mil eur
GostarGostar
E o que ainda é mais fascinante é que teria ficado mais barato se tivessem deitado tudo abaixo e construído de novo.
GostarGostar
Este *mânfio* ao criar-se o CLUBE DOS DOENTES por J. Sócrates (Ou dos filósofos mortos)
tem o direito que lhe seja conferido o cargo de Chefe da Propaganda.
GostarGostar
ALGUÉM ME EXPLICA COMO PODE ISTO SER VERDADE EM PLENO SECULO XXI????
http://ruadajudiaria.com/:
Marinho Pinto exige reabilitação de militar judeu
O bastonário da Ordem dos Advogados exigiu em Trancoso a reabilitação de Barros Basto, um oficial que em 1937 foi “separado” do exército português por ser judeu. Sem salário e sem direito a assistência social, o militar vítima do antissemitismo da instituição militar, acabaria por morrer na miséria em 1961.
“Esta sentença é uma ignomínia a que a Assembleia da Republica deve pôr cobro. Todos nos devemos sentir sefarditas, judeus, até que seja feita justiça ao capitão Barros Bastos”, afirmou Marinho Pinto a propósito da decisão de 1937 do exército português, até hoje nunca revogada, de o afastar da instituição militar, “sem direito algum, nem sequer a um processo justo”. Estas declarações do bastonário da Ordem dos Advogados foram feitas durante a sua intervenção, como convidado, no Convento dos Frades, em Trancoso, no âmbito do II Festival Internacional da Memória Sefardita que decorreu entre 18 e 21 de Setembro em Belmonte, Guarda e Trancoso. Marinho Pinto, que fez questão de frisar ser agnóstico mas defensor acérrimo da liberdade de culto, “explicou” o facto de “74 anos depois da infame decisão”, o capitão Barros Bastos ainda não ter sido reabilitado: “porque a Inquisição subsiste ainda em Portugal”.
O bastonário, conterrâneo do capitão que o Exercito considerou “imoral” – ambos nasceram em Amarante -, manifestou a sua “inteira disponibilidade, como bastonário dos advogados e como cidadão” para “lutar que justiça lhe seja feita”. Este caso “é uma vergonha para Portugal”, um país que, onde, “ainda hoje”, disse Marinho Pinto, “nem todas as religiões têm os mesmos direitos e as mesmas garantias”.
GostarGostar