Há lodo no cais
Vale a pena ler no PÚBLICO de ontem a reportagem de Paulo Moura “Nos estaleiros de Perama, há quem aceite empobrecer“. Seria mais correcto o título ficar-se pelo “Nos estaleiros de Perama” pois o empobrecimento não se aceita, acontece. Ou para sermos mais verdadeiros nos estaleiros de Perama há quem imponha o empobrecimento impedindo as empresas de trabalhar. Mas leia-se e depois percebe-se melhor: Por vezes, nos estaleiros da empresa M & M, SA, há trabalho. Surge uma encomenda para construção de algum iate, ou ferry-boat, e nunca faltam candidatos que aceitem as condições. Mas só até entrarem nas instalações, sem convite, os homens do sindicato. Chegam, em grande algazarra, e mandam parar tudo.
Ninguém pode trabalhar tantas horas, por tão pouco dinheiro, dizem eles. É injusto, é uma exploração, e abriria um precedente que tornaria irreversível a perda de direitos. E mandam todos para casa. O proprietário da empresa, Dimitris Metaxas, 53 anos, relógio de ouro e camisa de seda azul, lá perde outro cliente.
Em frente ao seu escritório, na zona dos estaleiros navais gerida pela Autoridade Portuária de Perama, Pireu, está o esqueleto de aço de um iate de luxo. Começou a ser construído e ficou assim. “É uma pessoa particular, que quis aquele barco”, diz Dimitris. “Eu fiz-lhe um orçamento, e um prazo, e ele aceitou. Mal começámos, os sindicatos mandaram parar. “É preciso fazer duas horas de pausa”, disseram. Apresentaram-nos uma lista de condições. Salários elevadíssimos, e um máximo de 6 horas por dia de trabalho. Dessa maneira, a obra levaria o triplo do tempo, e ficaria muito mais cara. O cliente disse que não tinha dinheiro, e cancelou o contrato.”
A M & M, SA já teve 300 trabalhadores, hoje tem quatro. Construiu ferries para todas as rotas das ilhas gregas, incluindo um de 104 metros cuja fotografia aparece numa revista turística. “É o maior a operar de toda a Grécia”, diz Dimitris. Mas isso era nos bons tempos. Hoje, embarcações como aquela são fabricadas nos estaleiros da Turquia, que oferecem preços muito mais convidativos. “Apesar de a qualidade ser inferior.” Aqui, só pequenas reparações.
No perímetro da Zona de Construção Naval há mais de 500 empresas como a de Dimitri. Mas “só 30, ou menos, estão a dar trabalho”, diz Pavlo Pountidas, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores do Aço da Construção Naval. “E é sempre para pequenas tarefas, de um ou dois dias por mês. Pedem operários para trabalhar de dia e de noite, sem interrupção, por salários miseráveis.”
Os sindicatos estão instalados logo a seguir aos enormes portões dos estaleiros. Estão divididos em quatro secções: Aço, Gruas, Electricidade e Madeiras, e todos pertencem ao PAME, a grande central sindical ligada ao Partido Comunista da Grécia.
À porta, há sempre vários homens que vêm à procura de trabalho. O que vai surgindo é distribuído pelo sindicato. Mas é pouco. Quando chega um grande navio, para reparação, vêm centenas de pessoas tentar a sorte. É raro. “Um por mês, se tanto”, diz Pavlo.
Perama é o grande centro de construção naval da Grécia, concentrando mais de 90% da actividade. É uma tradição antiga, que floresceu desde que o Pireu foi transformado no mais importante porto do país. Em meados do século XIX, já a construção artesanal de barcos em madeira era uma actividade florescente em Perama, a povoação costeira a uns 20 quilómetros do Pireu, no interior do golfo de Salamina. A partir de 1947, depois da guerra civil, a indústria desenvolveu-se, e milhares de pessoas imigraram para a região. A beleza natural da costa ficou destruída, bem como o seu equilíbrio ambiental. O potencial turístico desapareceu. Toda a gente trabalhava nos estaleiros, e, nos anos 60 e 70, Perama era uma região rica.
Nos anos 90 começou a crise, que se foi agravando. Mas agora, com a recessão, foi o desastre. Segundo os sindicatos, o desemprego na indústria naval atinge os 95%. No casario que se estende pelo monte em frente ao mar, ninguém tem emprego nos barcos, nem possibilidade de trabalhar noutra actividade, que simplesmente não existe, na zona.
“São 6 mil famílias que vivem disto”, diz Akis Antoniou, líder sindical da secção de Gruas. “Ninguém tem emprego. Há situações dramáticas. Pessoas a passar fome. A única ajuda que têm é a solidariedade entre os colegas. Quando alguém arranja um trabalho, oferece comida e roupas às famílias dos colegas. Somos nós, no sindicato, que organizamos essa entreajuda.” E pouco mais podem fazer. Além, é claro, de “organizar greves, manifestações, protestos coordenados com outras organizações”, explica Akis.
Nas imediações do sindicato, por entre as gruas e os contentores, pedaços de navios, mastros, carcaças de barcos queimados e montes de lixo frequentados por gatos vadios, vagueiam homens à espera de trabalho.
“Não faço nada há um ano e sete meses”, diz um deles, Giorgos, 53 anos. “Tenho mulher e duas filhas, venho para aqui todos os dias. E nada. Trabalhei em navios na Espanha e na Alemanha. Mas agora já não é possível emigrar.”
Mas se a situação é tão dramática, por que não aceitam trabalhar em condições menos favoráveis? “Eles querem pessoas para trabalhar 24 horas seguidas, ganhando apenas o salário de um dia”, explica Pavlo. “A nossa função aqui é proteger os trabalhadores desse abuso.”
Dimitris, o construtor da M & M, diz, por seu lado: “Os clientes preferem ir para a Turquia, Roménia ou China, porque lá lhes sai muito mais barato. Nós, se queremos competir, temos de reduzir os custos de produção. Na Turquia, pagam 40 euros por 10 horas de trabalho. Aqui, querem 90 euros por 6 horas, mais taxas e subsídios, o que nos fica por 194 euros por dia.”
Explica Akis, do sindicato: “Os navios vão para a China, porque o Governo fez acordo com a UE de não proteger a indústria nacional. O que querem é acabar com a construção naval na Grécia.”
Dimitris garante: “Se trabalhássemos por menos dinheiro, e algumas horas a mais, convenceríamos os clientes a voltar. Porque não é o sector que está em crise. Nunca está, porque os barcos têm de fazer manutenção todos os anos. Poderíamos dar trabalho a 15 mil pessoas.”
Akis: “Como poderíamos trabalhar com os salários de um chinês ou um turco, se aqui o custo de vida é mais alto do que na Alemanha?”
Para o empresário Dimitri, os sindicatos não estão a defender os interesses dos trabalhadores, mas apenas objectivos políticos. “O problema da Grécia, neste momento, são os sindicatos”, diz ele. “Estão ligados a partidos, têm as suas guerras contra o Governo e o sistema, e não querem saber dos trabalhadores em concreto.”
Neste sector, como noutros, os trabalhadores gregos estão condenados a empobrecer. Mais tarde ou mais cedo terão de aceitar esse facto, se quiserem sobreviver. É isto que pensa Dimitris Metaxas, cujo pai ganhava a vida a apanhar no porto restos de aço que vendia a peso para reciclagem. “A maioria dos trabalhadores quer aceitar estas novas regras. Mas os sindicatos, cujo propósito é o de afundar a Grécia, não deixam. E as pessoas têm medo dos sindicatos.”

Agora só falta explicares que foi isso que aconteceu à Lisnave e que está a acontecer o mesmo nos estaleiros de Viana.
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Foi o que aconteceu.
Preços altos para qualidade e contratos em empresas que com o 25 de Abril se tornaram mais políticas de modo a formatar a sociedade do que outra coisa.
Nunca lhes interessou o mercado.
É como o Ministério da Educação. A última preocupação do Ministério é que as crianças saibam alguma coisa.
Veja-se como os bons alunos são sacrificados.
Está lá para formatar a sociedade aos desejos políticos da Esquerda.
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Na notícia, sem duvida essa sobre os estaleiros turcos. Cada vez mais presentes no mercado http://www.superyachttimes.com/editorial/14/article/id/6344/
Por exemplo os estaleiros portugueses nunca avançaram para os iates porque seria trabalhar com os malvados capitalistas e para mais os ENVC teve sempre clientes da então Europa de Leste…
Ou seja tudo se moveu a contratos políticos.
Agora chegam tarde quando a concorrência é feroz e até turcos já levam um grande avanço.
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Iates de luxo podem dar novo fôlego aos estaleiros:
http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx?content_id=1940242&especial=Revistas%20de%20Imprensa&seccao=TV%20e%20MEDIA
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O curioso do artigo da Helena é que revela a causa do problema, sem querer: o problema está ou no não cumprimento da lei, ou na falta dela, ou numa total incompetência de gestão. Se um contrato é celebrado com base em determinados pressupostos de funcionamento da empresa, suportados pela legislação em vigor, a alteração desses pressupostos não devem por em causa o contrato, a menos que seja acordada cláusula a prevê-lo. Se o proprietário (administrador) da empresa, negoceia o contrato, sabendo que os custos do trabalho vão aumentar e não leva isso em conta, é incompetente.
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Retrato de uma parte importante do sindicalismo de matriz latina: É o Sindicalismo Asperger.
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Mas alguém ainda tem dúvidas que os Sindicatos lá como cá, estão a ser manipulados pela extrema esquerda?
Veja-se quem está à frente dos mesmos e já há longos anos, a saber: Carvalho da Silva, Nogueira, Avoila etc. já que não me ocorre os nomes dos menos colunáveis.
Se dentro destes organismos dos trabalhadores é questionável a sua democraticidade, como é que poderá haver negociações com as entidades patronais dentro de moldes flexíveis para todas as partes?
Com a inflexibilidade destes dirigentes, a breve prazo teremos os mesmos problemas que afligem os gregos.
Faço desde já uma declaração: nunca fui empresário, sempre fui um trabalhador por conta de outrém.
SRG
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É o sinal da época em que vivemos: as elites supostamente representativas só se representam a elas próprias.
Esta história (dramática) não é só nos sindicatos que se vê, é na política, é nas confederações patronais, nas organizações estudantis, nas ONG… há uma espécie de classe à parte que é suposta ser representante da maioria da população, ou pelo menos defender os seus interesses, que na prática defende somente os seus ideais. Ora em sociedades como as nossas, onde há uma infinidade de interesses e onde cada indívido pode assumir diversas identidades (e por isso interesses variados, a notar sem contradições), é inevitável que o “poder” não possa responder às necessidades da população, ou mesmo do grupo que o “poder” é suposto defender, visto que os próprios líderes terão irremediavelemente interesses diferentes dos seus “súbitos”, como lhes será impossível agir no interesse deles todos visto que cada um tem os seus próprios interesses.
Por isso não é possível existir concentração de poder a nenhum nível, porque as acções dos detentores do poder tenderão sempre (álias sempre foi assim) a favorecer certos grupos, ora hoje em dia “grupo” significa meia dúzia de pessoas (mais uma vez porque os interesses são mais individualizados, como potencialemente mais antagónicos). O minímo que pode haver é uma forte limitação de cada poder, para que não seja possível esmagar outros interesses, e além disso que nenhum interesse exterior ao cículo do poder possa tomar conta dele.
A conclusão a que poderiamos chegar é que o poder político (porque é este o instrumento principal que permite há alguns interesses privados de serem protegidos e, por consequente, de prejudicar a maioria dos outros interesses) deve ser fragmentado e condenado à inação. Só que evidentemente não é por o poder político estar preso que resolveremos o problema das supreposições dos interesses. Ireis me dizer que num regime assim quem está acima dos outros é porque mereceu o seu lugar ; porque soube melhor interpretar as regras, soube aplicar a melhor estratégia… O problema é que mesmo aí existem interesses com uma capacidade de influência superior que as devem não por razões “meritocráticas” mas por razões culturais (a “tradição religiosa” por exemplo). Ora essa predominência “privada” é tão condenável que a predominência “pública”, e a lógica seria então de delegar um poder coercitivo ao poder político para restaurar a igualdade na liberdade. Mas mais uma vez corremos o risco de chegarmos ao problema de em cima.
O que fazer então? Limitar o poder de todos, fragmentando-o ainda mais, establecer regras gerais cujo respeito seria assegurado por uma autoridade suficentemente forte para agir (somente) em causa de necessidade e dar possibildades de recurso e de consultação suficientemente importantes e influentes ao comum indivído para ele poder defender os seus interesses.
Isto ao fundo não passa do retrato da generalidade das democracias liberais direis-me.
Sim na prática.
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Não é nada que uma Mrs. Thatcher à grega ou à portuguesa não resolva em devido tempo : Dia 30 há greve da função pública (e não só) no RU ,mas decidido em escrutinio por voto secreto entre os trabalhadores sindicalizados e devidamente controlado judicialmente .
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“(os sindicatos) Chegam (…) e mandam parar tudo.”
“Apresentaram-nos (os sindicatos à empresa) uma lista de condições.”
“O (trabalho) que vai surgindo é distribuído pelo sindicato.”
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Perguntas de quem não é, nunca foi e não pensa vir a ser sindicalizado:
1. Os sindicatos podem mandar uma empresa não trabalhar?
2. Os sindicatos podem fazer exigências em nome dos trabalhadores sem estes os mandatarem explicitamente para tal?
3. As empresas não podem contratar trabalhadores directamente, sem a intervenção dos sindicatos?
4. A força dos sindicatos vem dos seus associados(?). Se os sindicatos impedem os trabalhadores de fazerem um trabalho que eles querem fazer nas condições que lhes são oferecidas, por que razão continuam os trabalhadores a apoiar os sindicatos?
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Trinta e três
“Se o proprietário (administrador) da empresa, negoceia o contrato, sabendo que os custos do trabalho vão aumentar e não leva isso em conta, é incompetente.”
Vivemos numa sociedade sociopata, este tipo de lógica espelha bem a ideia do cidadão comum em relação à realidade … como é possível termos chegado a este nível de alienação , a humanidade é qualquer coisa de espantosa !
P.S.: estamos fodidos
P.S.: agradecido ao Paulo Moura por este excelente artigo
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Joaquim Amado Lopes, vá ver o filme “Há lodo no cais” .
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Ao fim e ao cabo isto é uma acesa crítica aos estaleiros de Gandsk do Lech Walesa.
Também os trabalhadores de Gandsk eram malandros, mafiosos e esquerdistas?
Lembro que os estaleiros de Gandsk empregavam mais do que a população de qualquer cidade média de Portugal e durante muitos anos – já depois da queda do Muro de Berlim – foi mantido artificialmente como símbolo da luta contra o comunismo.
Mas nesta questão de estaleiros, há uns que são mais iguais do que outros!
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Devíamos trazer a Margaret Thatcher para Portugal. Ela entendia-se bem com os sindicatos.
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Pedro Esteves,
Vi o filme “Há lodo no cais” já há muitos anos e não me lembro muito bem do enredo. O que me julgo recordar justifica a pergunta: está-me a dizer que o poder dos sindicatos sobre as empresas deriva da ameaça de acções violentas e ilegais?
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talvez deixe de ler o blasfémias. habituei-me a lê-lo, mesmo quando não concordava com o que era defendido. aprecio o ponto de vista económico do blasfémias, mesmo quando não concordo. o saber não ocupa espaço e pensando-se hoje de uma forma pode-se pensar amanhã de outra forma. mas com a chegada da HM e também de JMF a coisa foi-se mudando para o campo da política, de uma política de grau zero. não sei se é um puro ressabianço de extrema-esquerda mas é de uma pobreza intelectual atroz.
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O Presidente do Tesouro Chinês, homólogo da reserva federal americana, em entrevista e instado a pronunciar-se sobre se a China estaria disposta a ajudar os europeus afirmou.
” os europeus são ricos, ficaram preguiçosos e só falam em direitos e enquanto isso durar não estamos dispostos a deitar dinheiro fora”.
Dito isto por um dos mais altos dignitários do Partido Comunista Chinês pouco mais há a acrescentar sobre o mundo em que vivemos.
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É pena o Partido Comunista Português não governar Portugal.
Punha esta cambada de malandros e preguiçosos a trabalhar!
Como na República Popular da China!
Tanta terra para trabalhar e tanta fruta para apanhar e ainda vem gente da Bulgária e da Tailândia trabalhar para aqui!
Ó Jerónimo, toma conta disto e manda estes PPD’s para as minas e pedreiras do Alentejo!
Trabalho não falta! Falta é vontade de trabalhar!
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Arlindo da Costa,
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Lembre-se dessas suas palavras. Prometo-lhe que se estiver eu alguma vez no poder não me olvidarei de o colocar numa pedreira do Alentejo a fazer trabalho braçal de sol a sol, considerando-o desde já voluntário embevecido.
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Francisco Colaço
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“A M & M, SA já teve 300 trabalhadores, hoje tem quatro.Construiu ferries para todas as rotas das ilhas gregas, incluindo um de 104 metros cuja fotografia aparece numa revista turística. “É o maior a operar de toda a Grécia”, diz Dimitris. Mas isso era nos bons tempos. Hoje, embarcações como aquela são fabricadas nos estaleiros da Turquia, que oferecem preços muito mais convidativos”.
Estes cabroes de turcos e acima querem entrar assim como assim na UE e até no eurito, depois de fazer tanto desperfeito e dessaguissado nos gregos-pigs.
Pelo menos os put** chineses nada dizem nem ouvi falar pelo momento de queirer entrar na UE e no eurito. Mas “coisas veredes amigo Sancho”.
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Quanto aos estaleiros de Viana verifiquem bem o que se passou com o famigerado ferry que o governo dos Açores recusou, e que agora ( há mais de dois anos) andam a tentar impingi-lo a algum cego, mas pelos vistos está difícil, nem o Chavez o quis, porque será?
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Aí por meados dos anos 40, logo após a libertação de Paris, vieram para nossa casa, durante um ano duas crianças (como eu, na altura) : o Maurice (que mais tarde morreria na guerra da Argélia) e a irmã, uns anos mais nova, a Jeanine. Bastantes famílias Portuguesas o fizeram, abrigando inclusive, crianças alemãs.
E vem a talhe de foice a piramidal aldrabice veiculada pelo P.S., de que, uns anos antes, os judeus alemães fugidos a Hitler demandaram Portugal NÂO OBSTANTE AS ORDENS de Salazar!!!
Mas que *peta* infame; ela só pegará para os mais novos que não viveram esses tempos. COMO FOSSE POSSÍVEL uma tal aventura na óptica/ética desse período da nossa História !!!
COMO SE VÊ A *ALDRABICE* CONTUMAZ NÃO TEM ORIGEM SÓ EM SÓCRATES: ESTÁ NO DNA DO PARTIDO A QUE PERTENCE . . .
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“…o poder dos sindicatos sobre as empresas deriva da ameaça de acções violentas e ilegais?”
Se for legal e não violento, não deixa de ser lodo pois não?
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Arlindo da Costa
Posted 21 Novembro, 2011 at 12:13 | Permalink
É pena o Partido Comunista Português não governar Portugal.
Punha esta cambada de malandros e preguiçosos a trabalhar!~
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Os PRIMEIROS seriam os membros do COMiTÉ CENTRAL.
Operários como o GERONIMO (o Chefe dos Pele-Vermelhas)
que não pega numa ferramenta há dezenas de anos . . .
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