O Desfibrilador
Ago 2012 – Foi hoje publicada uma lei que obriga à existência de desfibriladores em locais de acesso público, tais como aeroportos, portos comerciais, estações ferroviárias, de metro e de camionagem com fluxo médio diário superior a 10 000 passageiros, recintos desportivos, de lazer e de recreio com lotação superior a 5000 pessoas, estabelecimentos de comércio a retalho, isoladamente considerados ou inseridos em conjuntos comerciais, que tenham uma área de venda igual ou superior a 2000 m2 e em conjuntos comerciais que tenham uma área bruta locável igual ou superior a 8000 m2.
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Mar 2013 – Na sequência da morte de um homem de 89 anos num supermercado em Matosinhos, a Assembleia da República aprovou uma proposta do PSD que amplia os locais de existência obrigatória de desfibriladores. A partir de agora, a colocação passa a ser obrigatória em qualquer estabelecimento comercial com área superior a 250 m2. Na sua intervenção, o líder do PS, Carlos Zorrinho, lamentou que se tivesse perdido uma vida por incúria do governo, que já devia ter aprovado estas alterações há bastante tempo. A proposta foi aprovada por unanimidade.
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Set 2014 – A falta de formação na utilização de um desfibrilador poderá ter sido a causa de um óbito no Estádio do Sambrazense, durante uma partida de futebol entre o clube local e o Moncarapachense. O presidente do clube afirmou que comprou o desfibrilador porque a ASAE ameaçou fechar o Estádio, mas nunca soube para que é que servia. Na sequência deste incidente, a Ministra da Saúde informou que está já em preparação legislação que tornará obrigatória a presença de um enfermeiro devidamente credenciado junto a cada desfibrilador durante os horários de actividade dos locais públicos onde a existência deste aparelho que pode salvar vidas é obrigatório. Afirmou a Ministra: “Sim, sabemos que há escassez de recursos mas a vida humana não tem preço”.
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Out 2015 – A Ordem dos Médicos pronunciou-se mais uma vez contrária à prática de actos médicos por profissionais não qualificados, numa alusão aos casos de inadequada utilização de desfibriladores por enfermeiros. Segundo a Ordem, a manipulação de aparelhos de elevada tecnologia em doentes de risco é considerada um acto médico pelo DL 345/15, recentemente publicado. A Ordem dos Enfermeiros considera abusiva esta interpretação da Ordem dos Médicos e marcou uma concentração para o próximo Sábado, em frente ao Ministério da Saúde. Estima-se que a manipulação de desfibriladores dê emprego a cerca de 30.000 enfermeiros, metade dos quais estrangeiros.
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Dez 2015 – Na sequência de várias rondas negociais, foi decidido que as equipas de desfibriladores passam a ser constituídas por médico e enfermeiro, em permanência. A lei que regulamentará o uso de desfibriladores por equipas dotadas de valências complementares será publicada brevemente. Questionado sobre o custo para o erário público de tal medida, o Secretário de Estado respondeu que não haveria qualquer custo, uma vez que são as entidades donas dos desfibriladores que são responsáveis por pagar o serviço.
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Jul 2016 –A greve dos enfermeiros afectou vários serviços públicos, entre eles as principais estações ferroviárias, escolas, supermercados, cafetarias e o Aeroporto de Lisboa. A ausência dos enfermeiros junto aos 45 desfibriladores do Aeroporto obrigou ao encerramento dos terminais, devido aos elevados riscos para a saúde pública que a ausência de profissionais de saúde especializados pode causar. De acordo com a lei, apenas enfermeiros inscritos na Ordem podem retirar os desfibriladores dos suportes para entregar aos médicos, em caso de necessidade.
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Mar 2017 – ASAE encerrou 65 estabelecimentos, por falta de selo de certificação dos desfibriladores. De acordo com a Portaria 265/16, a inexistência de selo de certificação em equipamentos electrónicos de utilização pública é punida com coima de 100.000 a 800.000 Novos Escudos, mas no caso de um equipamento tão importante como os desfibriladores, a sanção pode ser agravada, levando ao encerramento dos estabelecimentos prevaricadores. O presidente da ASAE agradeceu aos fiscais do seu organismo o esforço que fizeram e continuarão a fazer em prol de defesa da saúde pública.
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Abr 2017 – Cerca de duas dezenas de comerciantes protestaram hoje em frente ao Ministério do Planeamento Económico contra os encerramentos dos seus estabelecimentos por falta de selo de certificação dos desfibriladores. Segundo um representante dos manifestantes, ainda não foi regulamentado o selo de certificação nem foram ainda aprovadas as empresas candidatas a proceder à certificação dos aparelhos. A ASAE mostra-se insensível a estes protestos. “Nós só vemos se há selo ou não. Se não há, fecha”. O Aeroporto de Lisboa está já encerrado há 3 semanas por falta de selos nos seus 60 desfibriladores.
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Mai 2018 – A intenção do governo de rever a lei dos desfibriladores está a causar um enorme mal-estar no país. Para lá dos riscos evidentes para a saúde pública, a indústria dos desfibriladores dá emprego a mais de 150.000 pessoas qualificadas, entre médicos, enfermeiros, técnicos de manutenção, formadores e empresas de certificação. “A ir avante, esta intenção do Ministro seria uma tragédia para os portugueses, um retorno à Idade Média” – afirmou o Bastonário da Ordem dos Médicos à saída de uma audiência com o Ministro da Saúde. Também a bastonária da Ordem dos Enfermeiras se manifestou totalmente contra a nova lei, afirmando que se preparam formas de luta activas contra a medida. O Presidente da Associação de Empresas Certificadoras de Desfibrilhadores fez saber em comunicado enviado ao DN-DIgital que um estudo encomendado pela sua associação, prova que “a presença de desfibriladores em locais públicos, apenas por efeito de redução de stress por presença de proximidade, salva a vida a mais de 100.000 pessoas por ano”.
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A indústria dos desfibriladores representa já cerca de 1,5% do PIB nacional e o dono da Desfilloby, principal distribuidora nacional de desfibriladores é já o homem mais rico do país.
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Ouvida por jornalistas à saída de uma reunião do partido, a líder da oposição Catarina Martins afirmou que o governo está a brincar com a saúde dos portugueses e que o Convergência de Esquerda está absolutamente contra esta medida cega de teor exclusivamente economicista.
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nessa cronologia o que foi feito do ppd/psd&cds? emigraram?
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Portugal junta-se à Jihad contra Assad…
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(…)
Assad, ao perseverar na violação grave dos mais elementares deveres de um Estado, ao recorrer ao uso massivo de força militar contra o seu próprio povo e ao conduzir o seu país a uma guerra civil, está cada vez mais isolado internacional e internamente.
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A comunidade internacional, designadamente o Conselho de Segurança das Nações Unidas, não pode continuar a assistir passivamente ao sacrifício diário de centenas de vidas inocentes. Deve agir unida e a uma só voz, respondendo ao apelo da recente resolução da Assembleia-Geral das Nações Unidas, aprovada por esmagadora maioria, de modo a que a liderança síria entenda que só tem uma saída: a cessação das hostilidades, a saída do Presidente Assad e o início de uma transição política.
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http://www.portugal.gov.pt/pt/os-ministerios/ministerio-dos-negocios-estrangeiros/mantenha-se-atualizado/20120807-mne-siria-(1).aspx
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http://www.youtube.com/watch?v=dgU4q9kj6iE
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Catarina Martins é um bonito nome B-):*)
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A patetice é uma doença infecciosa?
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Em 2050 já não é preciso,
pois todos os telemóveis têm um desfibrilador.
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Sim, esta propaganda ao desfibrilador é asquerosa. Mas não era necessário escrever tanto. O post deveria ser mais curto e mais objectivo.
Por outro lado, quantos desses desfribriladores estarão prontos para serem utilizados? É que as pilhas acabam e as baterias têm que ser recarregadas com frequência e nós estamos em Portugal…
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Um belo exemplo da lógica legislativa do País
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se vocês necessitarem de alguma coisa é só dizerem…agora que Portugal está sob dominio judaico…materiais para explodir os Cristãos, como fizeram ao Ministro da Defesa Sírio, basta dar um telefonema….esses terroristas! Saudações da Judearia Portugal
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http://www.youtube.com/watch?v=NhTpqIj-U8A
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Epá, tric… a sério…
GIVE US A BREAK ! ! ! !
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o Comunicado do Governo de Portugal…fazem explodir o Ministro Cristão da Defesa Sirio, com uma mensagem bem clara para os Cristãos no país…e depois, o Governo ( Judearia ) de Portugal faz um comunicado desta natureza…a podridão de Portugal é evidente…ao pedir a capitulação do regime Alaoita-Cristão!
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“A recente deserção do Primeiro Ministro da Síria, na sequência do anterior abandono de responsáveis políticos e militares sírios, vem demonstrar, inequivocamente, que o futuro político do regime sírio está traçado.
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Assad, ao perseverar na violação grave dos mais elementares deveres de um Estado, ao recorrer ao uso massivo de força militar contra o seu próprio povo e ao conduzir o seu país a uma guerra civil, está cada vez mais isolado internacional e internamente.
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A comunidade internacional, designadamente o Conselho de Segurança das Nações Unidas, não pode continuar a assistir passivamente ao sacrifício diário de centenas de vidas inocentes. Deve agir unida e a uma só voz, respondendo ao apelo da recente resolução da Assembleia-Geral das Nações Unidas, aprovada por esmagadora maioria, de modo a que a liderança síria entenda que só tem uma saída: a cessação das hostilidades, a saída do Presidente Assad e o início de uma transição política.
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Cada dia que passa tem custos intoleráveis em vidas humanas e tornará mais difícil a estabilização da Síria. O Governo Português reitera o empenho em trabalhar com os seus parceiros no Conselho de Segurança, tendo em vista a restauração da paz na Síria e a estabilidade do Médio-Oriente. Nesse sentido, apela uma vez mais à colaboração daqueles que têm sido reticentes a uma ação efetiva das Nações Unidas.”
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Não haverá hipótese deste país ser governado por outsourcing?
Não haverá pessoas competentes no estrangeiro que ponham fim a esta bandalheira?
Aposto que se portugal fosse um clube de futebol ninguém se importava de ir buscar lá fora um treinador com provas dadas.
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Acudam ao Tric! Dêem-lhe um calmante, um bagaço, façam qualquer coisa!
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Por que será que os socialistas não promulgaram uma lei no sentido da utilização de desfibriladores em locais de acesso público com frequência que os justifique — já que não poderão estar espalhados por toda a parte?
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http://en.wikipedia.org/wiki/Automated_external_defibrillator
An automated external defibrillator or AED is a portable electronic device that automatically diagnoses the potentially life threatening cardiac arrhythmias of ventricular fibrillation and ventricular tachycardia in a patient,[1] and is able to treat them through defibrillation, the application of electrical therapy which stops the arrhythmia, allowing the heart to reestablish an effective rhythm.
With simple audio and visual commands, AEDs are designed to be simple to use for the layman, and the use of AEDs is taught in many first aid, first responder, and basic life support (BLS) level CPR classes.[2]
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Para quem não sabe os desfibrilhadores referidos são 100% automáticos, nãosão nem podem ser controlado pelo operador; Têm o nome tecnico de desfibilhadores automáticos externos, e o operador só tem que colar 2 “autocolantes” relativamente grande no peito do doente conforme a figura desenhada no aparelho e no próprios autocolantes.
É o aparelho que detecta o ritmo cardiaco e SÓ SE ESTE FOR DESFIBRILHÁVEL, actua segundo um algoritmo universal. Antes de realizar o choque uma voz aviza para quem estiver próximo se afaste e faz uma contagem decrescente.
É um aparelho que pode salvar vidas e NÃO NECESSITA de pessoas com formação para o operar.
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“Acudam ao Tric! Dêem-lhe um calmante, um bagaço, façam qualquer coisa!.”
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é o rabi viegas na cultura de portugal….é o rabi portas na diplomacia…é o passos, o Judeu … é lisboa…
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Maio 2018 ? Tá quieto, os últimos tipos que pagavam impostos deram o fora em 2015 …
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je je é tal e qual isso o que se tem vindo a passar. era mais simples actualizarem os curriculos e programas escolares para as coisas que temos de “saber” hoje em dia. aulas de 1ºs socorros , de segurança disto e daquilo , de nutrição e etc em vez de história e tal. o contribuinte agradece.
e em dezembro de 2012 haverá uma data de hospitais e tal públicos sem desfibrilhadores operacionais , e até sem simples compressas , por causa dos cortes na saúde..
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Fantástico post.
Os nossos políticos não têm nada melhor para fazer???
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Excelente. Por certo um post de homenagem ao espírito intervencionista que abunda em todos os partidos, jmm
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Espero que tg estejam presentes
nos desfiles de *indignação*
(ou na Polícia de *Choque*) . . .
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___________________A comunidade internacional, designadamente o Conselho de Segurança das Nações Unidas, não pode continuar a assistir passivamente ao sacrifício diário de centenas de vidas inocentes. Deve agir unida e a uma só voz, respondendo ao apelo da recente resolução da Assembleia-Geral das Nações Unidas, aprovada por esmagadora maioria, de modo a que a liderança síria entenda que só tem uma saída: a cessação das hostilidades, a saída do Presidente Assad e o início de uma transição política._____________________
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caros jose manuel moreira(e jcd ja agora),na realidade , ointervencionismo sempre acontece, nós todos somos intervencionistas, como irei já fundamentar. O que é o vosso liberalismo aplicado a este caso? Que os desfibrilhadores estejam ao critério dos donos do establecimento? O problema é que os senhores não pensarem no outro lado da questão: que se por um lado , ficar ao critério dos proprietários signifca que os proprietários podem ou não querer ter um desfibrilhador, já para as paragens cardiacas não há critério nenhum possivel naturalmente, podendo estas acontecer a qualquer um, em qualquer lugar, a qualquer hora, sem possibilidade de controle.
Isto quer dizer que muito provavelmente, se eu por exemplo, estiver num café sem desfibrilhador, e tiver uma paragem cardio-respiratoria , como ja aconteceu a um tio de um colega meu, essa situação inevitavelmente revelár-se á fatal, para a minha vida, porque não se dispõe de um instrumento para salvar o doente.Posto isto, a ausência de um disfibrilhador constitui uma forma de intervencionismo também,e quando os senhores defendem a liberdade de cada um decidir se tem ou não um desfibrilhador, também estão a intervir nalgumas vidas. Esta lei é portanto um passo na direcção correcta
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AhAhAhAh……..Estado precisa-se mas para a PUTA QUE O PARIU, mas aonde é que eu já vi coisas muito parecidas a ESTA?
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O post já era suficientemente triste. De facto, o jcd limita-se a um exercício de caricatura barata, sobre um assunto que devia merecer outro tratamento.
Mas é mais fácil, de uma assentada, cuspir preconceitos contra uma série de classes profissionais.
Depois vem o(s) comentário(s) do “hotboot” e … passem o dito cujo desfibrilador que há ali um tipo que não está bem.
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muito bem gozado.
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Aguardo, já impaciente e mesmo ansioso, as próximas alterações ao Decreto-Lei n.º 188/2009 através das quais se decretará:
1) a obrigatoriedade da constituição de brigadas, devidamente credenciadas pelas autoridades competentes e multidisciplinares, cujos encargos ficarão a cargo das entidades detentoras da exploração dos espaços ora identificados na oportuníssima (ainda que escassa) 1ª alteração ao DL referido supra;
2) a obrigatoriedade da instalação de (pelo menos) um equipamento de DEA junto a cada caixa multibanco com a finalidade de conseguir a constituição de uma malha bem apertada da “cadeia de sobrevivência” por forma a conseguir que ninguém poderá estar, no espaço urbano, em cada momento, a menos de 500 metros de um equipamento de DEA;
3) o mesmo que 1) aplicado a 2);
4) generalizar ao meio não urbano os meios já empregues nos espaços urbanos em moldes devidamente ajustados;
5) a aprovação do respectivo regime sancionatório, detalhado, com adequada modulação das coimas para as diferentes situações de incumprimento não excluindo a hipótese de criminalização de práticas ou omissões especialmente gravosas.
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Este texto – O desfribilador, é a prova provada que portugal tem salvação . É um magnifico retrato do país provinciano que somos ou que queremos ser . Parabens, para quem escreveu este post
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Sabendo-se que o desfibrilador actua por descarga eléctrica, proponho um tratamento para o rr, mesmo sem ele precisar, ou, então, que a família o obrigue a andar sempre com um às costas. Tudo para ver se ele não morre, especialmente na cama, que é um lugar muito perigoso, onde normalmente não existem desfibriladores.
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Muito bom post.
Só faltou averiguar si entre a empresa suministradora de desfibriladores e quem fiz a lei há algúm grao de parentesco ou quando menos primos carnais. Também vale de haver um pouquito de feeling por alguma saida de dia e sem nocturnidade mas para falar de negociatas de por meio…
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Um post que retrata magistralmente o funcionamento do país!
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Muito bom!! Bem representativo do que acontece no nosso país…
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Va la…menos mal que ao menos a Desfilloby constroi desfribiladores…outros recebem umas massas valentes e montam uns barracoes!
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RECOMENDAÇÃO AO AUTOR: com a mesma perspicácia e criatividade que criou a “fábula”, poderia também dedicar prosa semelhante aos extintores de incêndios e toda a parafernália de “inutilidades” da civilização moderna. Entretanto para se distrair do ambiente pesado cá da “parvalheira” poderia viajar um pouco pelo mundo… Tente não se encostar aos AEDs (“Automated external defibrillators”) que vai encontrar nos locais públicos para evitar que as autoridades o incomodem.
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Brilhante analise ainda que contenha um erro grosseiro: em março 2017 a coima não será de 800.000Novos Escudos, mas sim de 800 milhões de Novos Escudos.
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Leis a pedido do lobby “enfermeirense”
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Não sei se esta dos desfibriladores foi feita para que os marmanjos habituais enriqueçam à custa do pagode ou se algum estudo mostrou esta necessidade.
Também não sei se a ideia é que quando algum indivíduo morrer (por o desfribilador ser mal utilizado ou nem sequer chegar a ser utilizado) seja outro indivíduo preso, por ser considerado culpado da morte.
Mas de uma coisa parece-me haver a certeza: faltam vibradores nalguns espaços privados e públicos.
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Um esclarecimento necessário a alguns comentadores: este post não é sobre desfibriladores.
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A ignorância é a mãe de todas as certezas…
O Hotboot já explicou que estes desfibrilhadores (DEA – desfifrilhadors externos Automáticos) são totalmente automáticos e podem ser utilizados por qualquer pessoa que saiber ler ou ouvir as instruções (em português) que vão debitando…é assim que acontece em países atrasados como EU, Suécia, Alemanha, Dinamarca, Noruega…
Custam (imagino que ainda menos se comprados em grande escala) uma média de 800€ cada.
Eu sou médico e estava no pavilhão quando o basquetebolista Kevin Widemond morreu no intervalo do jogo Ovarense Académica em 2009. Se houvesse um desfibrilhador as coisas poderiam ter sido diferentes…Mas não havia. O que já havia eram os velhos do Restelo do costume e os maledicentes todo o terreno que infestam tudo…Pode ser que nunca precisem de um DEA
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