Já estão a perceber o que é uma falência do estado?
3 Outubro, 2012
Escrito em 25 de Janeiro de 2010. Estamos na opção 4.
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Como vamos sair deste ciclo défice-endividamento, principal símbolo da governação socialista, perante a incapacidade e a falta de coragem de PP e PSD na proposta de alternativas? Não há muitas soluções. Uma destas virá:
- Golpe de estado – Para o descalabro da primeira república, a solução foi um golpe de estado. As medidas difíceis que os políticos da democracia não souberam ou não tiveram coragem de tomar foram decididas em ditadura, inesperadamente com grande apoio popular. Poderemos ter uma ditadura benigna, daquelas que põem ordem na casa e vão-se embora ou uma ditadura violenta por muitos anos. Provavelmente, implicaria a saída da UE.
- Novo Escudo – Saída do euro, criação de uma nova moeda a um câmbio que significaria uma forte desvalorização imediata. Na prática, seria o mesmo que criar um enorme imposto sobre as poupanças dos portugueses, empobrecendo-os a todos de uma só vez. A subida a pique das taxas de juro significaria a “falência” de muitos dos que vivem endividados. Os produtos importados aumentariam de preço e Portugal voltaria a ser competitivo em algumas indústrias baseadas em mão-de-obra barata. Portugal, no seu devido lugar.
- Socialismo Radical –Todos iguais, todos miseráveis. Baixamos os braços e entregamos isto aos Louçãs, Alegres, Soares, Bernardinos e outros chavistas da nossa praça. Aqueles que têm valor e dignidade saem e voltaremos a contabilizar todos os anos as crescentes remessas dos emigrantes – que seria a principal fonte de rendimento à nossa disposição.
- FMI – O FMI já não é o que era e sem a saída do Euro não terá a ferramenta da desvalorização a seu lado. No euro, só nos resta a redução significativa de salários da função pública (√) a par de despedimentos no estado (√), aumentos de impostos às empresas (√) e particulares (√), cortes violentos nas prestações sociais (√) e redução das transferências para as autarquias (√), saúde (√) , educação (√) e cultura (√). Teríamos que passar por alterações da constituição (Χ) e viver em clima de entropia social (√). No fim, estaríamos todos mais pobres (√), mas honrados (Χ) .
Haverá outra saída?
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Esperavam algo diferente?

“Prestações sociais, Educação e Segurança” serão os principais alvos, ”
alvos dos cortes futuros, ou seja: agora, pq só vai haver aumentos de impostos, Fundações Ip’s, Eps’s, EM’s, etc, são para manter e nos próximos anos vai-se cortar nas áreas que competem ao Estado mantendo intactas fundações, ip’s etc. isto parece uma anedota negra.
E ninguém fará nada entretanto?
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Isto só pode ser uma piada de mau gosto.
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Estás em grande forma.
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“The drugs don’t work”: http://lishbuna.blogspot.pt/2012/10/blog-post_4295.html
seguido de “Mas há cirurgias radicais que podiam resultar”: http://lishbuna.blogspot.pt/2012/10/cavaco-socrates-teixeira-dos-santos.html
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“Provavelmente, implicaria a saída da UE.”
até parece que se houver um golpe de Estado em Portugal, ao qual se seguirá provavelmente na Grécia e Espanha, a UE vai continuar a existir (depois da sua gritante incompetência – ou até pior – em orientar e governar estes países…)
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jcd,
vou ler com atenção o que escreveu porque leio sempre o que escreve com muita atenção (com desculpas pela redundância).
Mas quero desde já dizer que se Pedro Lomba disse que estava em forma, estou desde já tentado a pensar o contrário.
Sei que não ligará ao que eu disse, mas sempre desabafo.
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até parece que se houver golpes de Estado nestes países a Europa vai continuar a ser um “oásis” de paz… Até parece que a tradição europeia não são guerras ferozes e contínuas… tendo sido estes anos de paz uma verdadeira excepção.
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Os factos são como o algodão :
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Todos os casos na OCDE ou de paises em desenvolvimento de desvalorisações controladas entre 15% e 25% resultaram numa melhoria da BTC significativa, redução do desemprego e crescimento do PIB .
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Entre 1980 e 2010 temos os casos de Portugal, Itália, Polónia, R.U. , México, Coreia do Sul, Suécia etc.
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Um post de leitura obrigatória publicado pelo blog Contas Caseiras:
Agora escolha: Soberania ou Assistencialismo?
Despesas soberanas:
Instituições políticas: 3,3 mil milhões
Justiça e prisões: mil milhões
Defesa: 2 mil milhões
Polícias: 1,9 mil milhões
Autarquias e regiões: 2,5 mil milhões
Juros: 8 mil milhões
Total: 18, 7 mil milhões
Despesas não soberanas:
Saúde: 7,6 mil milhões
Educação: 6,8 mil milhões
PPP: mil milhões
Agricultura e economia: 0,6 mil milhões
Transferências para a SS: 7 mil milhões
Total: 23 mil milhões
Se descontarmos receitas extraordinárias, como fundos de pensões e privatizações, as receitas ordinárias dificilmente excedem os 35 mil milhões de euros.
Mas face ao excesso de tributação a que os portugueses estão sujeitos, conjugado com as contribuições da SS, dificilmente este valor poderá manter-se.
Dos 35 mil milhões de receitas fiscais atuais, teremos que ir para 30 mil milhões, ou até mesmo 25 mil milhões, ou seja, baixar impostos pelo menos 25 a 30%
Neste exercício estamos a excluir as contas da SS (30 mil milhões de receita e 37 mil milhões de despesa). Como se consideram contribuições, presume-se que é dinheiro que entregamos ao Estado e que depois nos será devolvido (infelizmente sabemos não é assim, mas fica como premissa de base)
Nestas circunstâncias, fica a pergunta.
Com o dinheiro que há, e não com aquele que gostaríamos que houvesse, teremos que escolher que tipo de Estado queremos no futuro.
Ou o soberano, ou o assistencialista?
Mantermos os dois parece-me algo difícil.
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” No fim, estaríamos todos mais pobres (check), mas honrados (uncheck) .”
Honrados? Mas que honra tem em vermos que os responsáveis dos últimos anos de desvario estão bem e recomendam-se? De que adianta fazermos todos um “esforço colectivo” se no fundo estamos a dizer: “ei, quando isto melhorar e vos apetecer, façam merda outra vez porque a classe média paga?”
Não vejo honra nenhuma nisso. Só apoio esse caminho se as responsabilidades forem assumidas. Senão, é convidar o ladrão para jantar em casa e quando ele fugir com as pratas, mandar convite para um almoço.
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Também do blog Contas Caseiras:
Um enorme aumento de impostos…
… disse Vitor Gaspar ao anunciar o aumento em aproximadamente 30% no IRS.
Sendo Vitor Gaspar um homem muito cuidadoso a fugir às perguntas inconvenientes, aliás, foge tanto que muitas das vezes não se percebe o que quer dizer, vir dizer sem pruridos nenhuns que tais medidas representam um enorme aumento de impostos é de ficar a pensar.
1ª Conclusão
Vitor Gaspar não concorda com este aumento, e como não concorda, não o defende com subterfúgios e alçapões semânticos, vai direto ao assunto, e quanto pior, melhor.
2ª Conclusão
Vitor Gaspar não acredita que tais medidas conseguirão arrecadar a receita esperada, acima dos 2 mil milhões de euros, valor referido pelo próprio Vitor Gaspar, e portanto o cumprimento do défice para 2013 está já à partida comprometido já que se baseia em pressupostos totalmente irrealistas do lado da receita. A diferença face ao OE 2012 é que na altura o governo acreditava que era possível, agora já nem sequer acredita e só não o diz para não perder a face.
3º conclusão
Como todos sabemos, foi a decisão do TC que provocou todo este volte-face do governo. Se a despesa ainda era um assunto que dominava as mentes do Ministério das finanças até Julho, tal desígnio caiu a partir desse momento. Com este garrote de movimentos, parece-me que o governo já não tem nada a perder nem nada a defender. Ai não nos deixam trabalhar? Então faremos como querem.
O défice tem que ser reduzido custe o que custar, e como só se pode mexer na receita, sempre que as contas falham, propõe-se novos impostos à troika, e havendo luz verde, fica tudo caucionado.
4º conclusão
Fruto deste enorme aumento de impostos, a derrapagem em 2012 do défice e a futura derrapagem em 2013 serão factos consumados, já que a economia dará mais um enorme trambolhão. Com o aumento do desemprego, os custos geais do Estado continuarão a subir do lado da SS, e mesmo que tente reduzir do lado da despesa corrente, o aumento dos juros e da SS eclipsarão esses esforços. Aliás, isto já se está a passar em 2012, pelo que não é preciso ser nenhum cientista para se perceber o que se está a passar.
O meu sonho pesadelo dos impostos descolarem para valores a roçar os 90% do PIB, e com isso haver 90% de fuga fiscal, é cada vez mais uma realidade. Preferia que tal não acontecesse, mas se for este o único caminho para que o Estado reduza a despesa através do total e completo colapso do lado da receita, então que seja.
Se a coleta fiscal em 2013 se mantiver igual à de 2012 ou até à de 2011 já não será nada mau.
Sem limites máximos definidos na Constituição para o aumento de impostos que o Estado nos pode cobrar, passámos da contribuição fiscal para a extorsão fiscal.
Quando a consciência é leve, vale tudo.
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sem dúvida que isto já deveria ser uniforme na UE – o que demonstra até nisto o tremendo fracasso da UE (por oposição dos ingleses hipócritas, é certo, mas tb é certo que poderia ter sido adoptado pela eurozona):
http://economico.sapo.pt/noticias/gaspar-vai-pedir-a-ue-mais-esforcos-para-taxar-operacoes-financeiras_153132.html
quanto ás fundações, ip’s, em’s, ep’s e por aí fora, onde estão os boys e as girls enquitados/as, estamos conversados. Até que alguém “c eles no lugar” decida fazer qq coisa.
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Parabéns ao autor por ter conseguido uma boa leitura dos fatos antecipadamente.
Só se engana quem quer.
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É curioso (e significativo) que todos os cenários previstos neste blogue, nunca colocam a hipótese de algo mudar na orientação da União Europeia.
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Trinta e três
“É curioso (e significativo) que todos os cenários previstos neste blogue, nunca colocam a hipótese de algo mudar na orientação da União Europeia.”
A UE até pode mudar muitas coisas e ajudar, mas o nosso problema estrutural, temos sempre que ser nós a resolvê-lo.
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Há vários métodos para ler o futuro:
• Folhas de chá
• Bola de Cristal
• Leitura de Mentes
• Quiromancia
• Cartas
• Grafologia
• Caetanodia
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“Instituições políticas: 3,3 mil milhões”
num país pobre e pequeno como Portugal é aceitável este montante só para as instituições políticas?
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“Defesa: 2 mil milhões”
para negociatas obscuras (ainda não investigadas) como os submarinos, os helis e os veículos para zonas de combate?
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Sobre isso, não há a mais pequena dúvida. Mas, problemas estruturais são, antes de mais, a paralização quase completa dos setores produtivos (agricultura, indústria), uma mostruosa construção clientelar a que chamamos aparelho de estado, uma justiça ineficaz. Qualquer construção de alternativas será tanto mais rapidamente feita, quanto maior for o controlo da UE. Já agora, também ajudava não permitir fuga de capitais dentro da própria União.
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quanto aos 8MM de juros da dívida era coisa para ser seriamente discutida num contexto de uma união fiscal e política. Porque se Portugal resvalar gravemente a UE não vai ficar incólume.
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No fim estaríamos todos mais pobres e honrados. Mas qual fim? No fim de quê? Onde está o fim? Esta solução não tem fim porque não resolve o problema principal, precisamente a lógica deficit-endividamento.
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“Teríamos que passar por alterações da constituição (Χ)”
Não consigo ver um país canhoto a alterar a sua constituição também canhota… mais rapidamente o Português preferia ir até à banca rota (e dar uma volta pelas ruas da amargura “povo sofredor o nosso”) do que ter que mudar a constituição (pode nem sequer conhece-la, mas lutar por ela é de bem e fica bem na foto…)…
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mil milhões para as PPP para quê se estamos a chegar ao ponto em que só os donos das próprias PPP (e os boys dos ip’s, fundações, ep’s em’s etc, claro) terão dinheiro para andar nessas auto-estradas? Estamos todos a pagar o uso de alguns!
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ESSES GAJOS (leia-se políticos) TÊM DE SER CONTROLADOS!
-> Na minha opinião, a filosofia a seguir deve ser: analisar a ‘coisa’… e não… ficar à espera que os políticos sejam uns paizinhos!!!
-> Nacionalização de negócios ‘maddofianos’, privatização de empresas estratégicas (e que dão lucro!) para a soberania, PPP’s, etc… SALTA À VISTA que os políticos têm de passar a ser muito controlados por quem paga (vulgo contribuinte)!
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Uma sugestão: blog «fim-da-cidadania-infantil» (Direito ao veto de quem paga, vulgo contribuinte).
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Uma outra sugestão: Islândia: a revolução censurada pelos Media, mas vitoriosa! -> nota: dever-se-ia consultar o know-how islandês.
Resumo (tudo pacificamente):
– Renegociação da dívida;
– Referendo, de modo a que o povo se pronuncie sobre as decisões económicas fundamentais;
– Prisão de responsáveis pela crise;
– Reescrita da Constituição pelos cidadãos (e os partidos políticos têm de se aguentar a um muito maior controlo por parte dos cidadãos).
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“- Prisão de responsáveis pela crise;”
se isto não acontecer é pq a democracia não presta e está pervertida, logo
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Elementar caro jcd. bem visto
No ponto 4 cinicamente sõ não se verifica:
– as alterações da constituição
– e honrados .
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“FMI – O FMI já não é o que era e sem a saída do Euro não terá a ferramenta da desvalorização a seu lado. No euro, só nos resta a redução significativa de salários da função pública (√) a par de despedimentos no estado (√), aumentos de impostos às empresas (√) e particulares (√), cortes violentos nas prestações sociais (√) e redução das transferências para as autarquias (√), saúde (√) , educação (√) e cultura (√). Teríamos que passar por alterações da constituição (Χ) e viver em clima de entropia social (√). No fim, estaríamos todos mais pobres (√), mas honrados (Χ) .”
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e com uma economia toda queimada…FMI…
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e as PPP´s…que negócios…
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Bem esgalhado na fé de governação escolhida desde 2008: austeridade e pseudo-equidade resolvidas na arrecadação de mais RECEITA publica. Aumentos de impostos etc. O deficit fica arrumado lá para depois de 2020. Governação de marxistas e não marxistas, mas ambos ESTATISTAS que equivale à presente DESTRUIÇÃO EM CURSO. Quiçá o tal ‘centrão’.
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Mas se for a outra face da moeda, auteridade e equidade na DESPESA PUBLICA o cenário que expõe perde qualquer sentido. Corte transversal de cerca de 4% em todas as rubricas e despesas do Estado e o deficit em 2013 fica definitavmente arrumado. Até os ‘estatistas’ (incluindo os necessários que ganham a Vida do Estado no funcionalismo publico civil, miltar e militarizado) não empobreceriam tando e a partir de 2013 a ‘volta estava dada’ a esta coisa da Austeridade. Porque não querem ???
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Regresso ao Escudo ?
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Surge, segundo importantes analistas internacionais não marxistas, como uma fuga da Governação de marxistas e não marxistas, mas ambos ESTATISTAS à disciplina do Euro que os proibe de governarem como lhes apeteceria. Sobre a fuga em curso de fazerem a austeridade e a equidade real nas Despesas Publicas escolhendo o empobrecimento continuo pelos aumentos de impostos dos Empregados, Empregadores, Desempregados, Familias, Funcionalismo Publico civil, militar e militarizado medio-baixo. Cada um conclua em beneficio de quem.
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“Os produtos importados aumentariam de preço e Portugal voltaria a ser competitivo em algumas indústrias baseadas em mão-de-obra barata. Portugal, no seu devido lugar.”
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e as exportações tornar-se-iam muito mais competitivas…para alem, que fazia circular em q.b mais moeda, porque neste momento, a asfixia é completa…não existe nenhuma economia que resista ! Gaspar, demissão !!!
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Na “mouche” JCD. Como sabemos em Portugal é proibido ( e muitas vezes ridicularizado) ter razão antes do tempo. É muito mais facil olhar apenas para a cenoura pendurada na ponta do pau!
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eu acho engraçado quando alguem diz que a saida do Euro vai provocar o empobrecimento…mas o Euro trouxe algum enriquecimento a Portugal !!! é só dividas…foi a destruição da industria..agricultura…pescas…no Euro, estamos a bater recordes inimaginaveis de taxas de desemprego…a saida do Euro vai trazer mais empobrecimento…eu não sei é o que é que o Euro vai trazer de enriquecimento a Portugal…
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acabei de assistir a uma COMÉDIA: o deputado do CDS a levantar-se – FUGINDO ÀS PERGUNTAS – da mesa onde estava sentado, a “explicar” a posição do partido sobre o aumento de impostos. Não se desse o caso de estarmos perante um TRAGÉDIA fiscal, seria caso para rir.
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Tric:
A que exportações se refere, se uma redução ainda maior dos salários a única consequência que tem é uma fuga cada vez mais preocupante da nossa mão de obra mais qualificada? Em que atividades está a pensar? Voltamos aos têxteis das tarefeiras e da mão de obra infantil? Mesmo aí, não teríamos qualquer hipótese com a China.
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Club/Seita Bilderber em acção – constam muitos senhores poderosos portugueses na lista…deveria ser divulgado, provavelmente entenderiamos melhor o que nos está a acontecer. A Portugal à Europa ao Mundo.
Assustador!!!!
Por onde andas Social-Democracia???
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«No fim, estaríamos todos mais pobres (√), mas honrados (Χ) »
JCD, Parabens, sem entusiasmo, dada a desgraça não evitada.
Mas quanto aos “honrados”, irão incluir os antigos, actuais e futuros juízes do TC?
É que a senhora que preside agora ao Circo de S. Bento,
saíu do TC com dez anos de casa, quarenta de idade, super reformada vitalícia.
Hoje, com 7.255 euros mês (pensão) + 2.135 euros AR.
E que tal 13 BMW luxe no TC, o do Juís Presidente de 130 mil euros?
Até quando?
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Perante o cartão vermelho dos Portugueses contra a DESTRUIÇÃO em curso, começa a surgir uma espécie de jogo de azar como roleta de casino sem alternativa mostrada pelo espetro partidário:
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ou para o Governo continuar se sacrifica a Democracia
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ou para continuar a Democracia se sacrifica o Governo
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(por exemplo os juros pagos em Euros são monumentalmente mais baratos que pagos em Escudos, equação que perde efeito se a ideia for ‘pregar o calote’ a quem emprestou dinheiro, e aí são outros falares)
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rectifico : Club Bilderberg.
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“No fim, estaríamos todos mais pobres”. Foi o que deu ter Cavaco Siva no governo. Abandono da agricultura e das pescas, construção do CCB, etc.
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“A longo prazo, estaremos todos mortos”. É o argumento de quem não faz conta de pagar.
O grande economista está bem nas duas premissas.
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Nada disto fará sentido, como o Rui Silva disse e bem, se no futuro não alterar-mos as nossas leis e métodos de gestão.(Ex. Islândia) Porque eu ainda não vi este governo a tomar algumas medidas nesse sentido. E dificilmente irei vêr…os vicios são os mesmos dos colegas do lado.
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Ainda o mesmo tema…?
R.
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Ontem o Benfas levou 2 na bilha. Foi um mimo…
R.
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Está falido? E foi hoje? Agradeçam ao que está a gastar o “dinheiro da mamãe” em Paris…e que se engasgue a comer uma “brochette”.
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Há alternativas.
Os problemas são novos e a situação inédita.
Os “remédios” usuais não funcionam.
É preciso “coisa” diferente. Que parecerá estranha. Mas neste momento, tudo é estranho. A solução também o será. Mas tudo o que é novo estranha-se e depois entranha-se.
http://notaslivres.blogspot.pt/2012/07/o-foco-errado-na-divida-soberana.html
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E os soviéticos faziam a mesma coisa. Em vez de campos de concentração chamavam-lhe gulags. A tal coisa dos marxistas e dos não marxistas, ambos ESTATISTAS:
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