Assim se fala em bom português
14 Janeiro, 2013
PS quer “acabar com a ADSE para acabar com a injustiça – Isto é que é um título. Se a proposta viesse do PSD o título seria: “Governo quer destruir ADSE” ou “Constituição permite acabar com ADSE?”. Ou ainda “Depois dos subsídios, funcionários públicos perdem ADSE ” Numa versão mais politizada haveria também “ADSE provoca nova crise no Governo. Porta discorda de Passos” ou “Cavaco contra fim da ADSE”. Quiçá recuperado da sua gripe Mário Soares escreveria “Nem Salazar se atreveu a tocar na ADSE”. Como o PS diz aquelas coisas que os jornalistas adoram a extinção da ADSE torna-se num combate à injustiça.
65 comentários
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É verdade. Os jornalistas tinham coisas bastante mais intyeressantes com que se ocupar: http://lishbuna.blogspot.pt/2013/01/blog-post_5994.html
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É verdade. Os jornalistas tinham coisas bem mais interessantes com que se ocupar: http://lishbuna.blogspot.pt/2013/01/blog-post_5994.html
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O P.S. sabe bem o estado ruinoso em que estamos e aos poucos vai cedendo e enganando o seu eleitorado ,mas o povo gosta de ser enganado e continua em estado de negação. O governo enquanto não deixar a frota obscena de carros , cortar nos vencimentos dos “especialistas” e declarar que ficámos indigentes ,a população continua a adorar vendedores de banha da cobra.
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Continua a perseguição aos jornalistas.
Já tínhamos os sindicalistas , os juízes , agora temos os jornalistas.
A pouco e pouco os neoliberais vão mostrando o seu projecto de sociedade.
Começa a tornar-se uma coisa sinistra.
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“perseguição … agora temos os jornalistas”
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Agora? desde que há Blasfémias 🙂
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Eu defendo o fim da ADSE… Mas em compensação devia ser implementado o serviço de estomatologia em todos os centros de saúde!
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Além do que… se se acabar com a ADSE… e, no futuro, alguem se der ao trabalho de acabar com as taxas moderadoras (ou se os cidadãos passarem a recusar o seu pagamento) os virtuosos empresários da saúde privada, vão ter de se dedicar a produzir coisas úteis, como por exemplo batatas!
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A república das putas:
http://www.publico.pt/portugal/noticia/a-republica-das-putas-1580330
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Dra Helena:corriga o texto ,porque o sr Zorrinho desautorizou o porta voz para a saúde e disse”o P.S. não defende o fim da ADSE ” Grécia à vista e lá mais á frente está a argentina.
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Ó Pedro,
neste aspecto o PS é mais ou menos como a Dra. Helena, não sabe muito bem o que defende…
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Piada. Acabar com a ADSE? Acabar com a ADSE é acabar com a transferência directa de 1,5% do rendimento dos funcionários públicos (ou pelo menos de boa parte disso) para os prestadores privados. A ADSE custa bem mais do que qualquer seguro de saúde equivalente. Infelizmente para os funcionários públicos e restantes contribuintes a ADSE nunca irá acabar.
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Não só já foi desmentido, como parece que o senhor foi destituído do pelouro que tinha. Já agora, se repararem no currículo do senhor poderão ver que foi da JSD. Ou seja, temos mais um transfuga e trafulha de serviço. Ainda o Tó Zé quer ser credível com estes boys…
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Conclusão vem aiííííí o aumento da prestação dos “não FP” em mais 1,5% para ficarem iguais e arrecadar mais uns cobres (é justo? – responda que souber debitar análise consistente, não “númaaaros” como se vem fazendo, tá bem?).
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Esperemos que o PS e o governo acabem com a ADSE. Apesar de eu ser de esquerda sempre achei a ADSE uma injustiça. Acredito no SNS para todos os que queiram, não acredito na ADSE. O país é uno e igual. Infelizmente isto é só o PS a conquistar votos e como sempre vai deixar tudo em águas de bacalhau.
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É claro que o PSD o que gostaria era de “destruir o SNS e todo o Estado Social”. É essa a sua grande agenda, que nem sequer é escondida!
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Não sou “beneficiário” da ADSE, mas sou beneficiário de outro subsistema, e sobre este assunto penso o seguinte: A ADSE (assim como o meu subsistema) não é um bom sistema de saúde: já preveni a minha mulher e os meus filhos para, se adoecer gravemente, não me encaminhem prioritariamente para as clínicas ou hospitais privados, mas, isso sim, para um hospital público, se possível central.
No meu entender, quem não quer acabar com a ADSE, como acontece com alguns dirigentes do PS, são os donos dessas clínicas e desses hospitais privados, assim como muitos profissionais do SNS que têm nesses subsistemas uma mina de ouro – para bom entendedor meia palavra basta…
Neste particular acompanho, sem hesitar, a posição do Dr. Correia de Campos, pessoa que ainda não se desvinculou do PS…
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Eu tenho ADSE
Pago 1,5% mensal por isso
Acho justo que todos tenham um sistema igual, e já agora que me devolvam o tal 1,5% para compensar os outros 25% (ou seja mais 18% que os outros portugueses que pagam para o SNS) que me subtraíram de forma discriminatoria.
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“Acho justo que todos tenham um sistema igual, e já agora que me devolvam o tal 1,5% para compensar os outros 25% (ou seja mais 18% que os outros portugueses que pagam para o SNS) que me subtraíram de forma discriminatoria”. O erro deve ser meu. mas não entendo o que o Paulo quer dizer.
A propósito, devo esclarecer que também desconto 1,5% para o “meu” subsistema.
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O português do título está jornalisticamente bom, pena que a interpretação não o acompanhe.
PS quer “acabar com a ADSE para acabar com a injustiça”. A frase está entre aspas, logo atribuída ao PS. É o PS que considera uma injustiça, isso está bem demarcado logo no título, ninguém vai lá ao engano.
Se a proposta viesse do PSD, o título teria de ser mais forte porque, bom, o PSD é o governo e o governo, em coligação, tem a maioria. Logo, o que o PSD quer e o que o PS quer são duas coisas com valor muito diferente, e que merece títulos diferentes.
Aliás, as publicações do Oliveira não são exactamente conhecidas por fazerem frente ao regime vigente – qualquer que ele seja.
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Está na génese e depois no hábito do do esquerdista agora neoesquerdista perseguir toda a gente que não seja esquerdino como ele. A própria história se encarrega de o demonstrar de forma eloquente e dramática. Só as “classificações” é que vão mudando de reaccionários e “fassistas” passaram a neoliberais.Em África eram “bandidos armados”. Na própria pátria de que são orfãos perseguiam-se a fuzilavam-se a si próprios.
Há habitos que nunca se perdem.
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ó portela das 11.03, olhe que na Grécia os jornalistas começam a ter problemas, aqui ainda não tiveram, só avalizar políticas desmioladas ditas de esquerda e branquear os lampiões a toda a hora.
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de “fassistas” passaram a neoliberais.
…
Tiradentes , seja mais original, homem de Deus. Esse copyrigt ja obra nos direitos “propios” de um tal Rui A.
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É o que se pode esperar do jornalismo português. Esquerdista.
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A “piada” é que vão ser eles jornalistas na maioria bem jovens a pagar a conta e sofrer as consequências do que defendem.
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Passos Coelho afirmou ontem estar mandatado para pôr em prática as recomendações do famoso relatório do FMI – que como ficou implícito defende e apoia entusiasticamente. “Então se o governo não tem mandato para reformar as políticas públicas, tem mandato para quê?”, perguntou ontem o primeiro-ministro, enfaticamente, a partir dos Açores, no seu primeiro discurso depois do lançamento da bomba e recolha de respectivos estilhaços. Infelizmente para Passos Coelho, é falso que o governo “esteja mais do que mandatado”. É verdade que Passos Coelho, muito antes de Teixeira dos Santos chamar o FMI, tentou estar mandatado para isto. Esforçou- -se, trabalhou para isso, fez os possíveis para arranjar um mandato que lhe permitisse no futuro fazer implodir o Estado social. No Verão de 2010, pouco tempo depois de ter vencido as eleições internas no PSD, Passos Coelho encarregou uma comissão de fazer uma proposta de revisão constitucional para conduzir o país a um Estado mínimo. A proposta foi feita. Existiu um papel, que foi desancado dentro e fora do PSD.
O que fez o primeiro- -ministro depois de ter o papel na mão – e de ter percebido a sua impopularidade? Escondeu-o. Aquele que era o seu verdadeiro programa eleitoral desapareceu na iminência das eleições. O discurso foi matizado, suavizado e perfumado. Na campanha eleitoral, Passos Coelho travestiu-se num defensor do Estado social e abjurou toda a doutrina expressa no projecto de revisão constitucional e na sua pequenina bíblia produzida antes de se ter tornado presidente do PSD: o livrinho “Mudar”.
Mas depois tudo mudou. Tanto no programa eleitoral como em toda a campanha, Passos Coelho retirou da discussão pública tudo o que pudesse fazer o cidadão sonhar que o futuro primeiro-ministro iria colocar em risco o Estado social. Além de ter prometido não aumentar os impostos, atacou várias vezes a política de austeridade e os “ataques aos alicerces básicos do Estado social” promovidos pelo governo socialista; reclamou que “Portugal não precisa de mais austeridade”; anunciou que não contassem com ele “para mais ataques à classe média” e jurou que não olharia para alguém com rendimento pouco acima dos 1000 euros como se fosse rica. E quanto à ideia, propagada pelo PS, de que o PSD queria liberalizar os despedimentos, Passos desmentiu com vigor. Não, o PSD não está mandatado para nada. Os portugueses votaram num homem que dizia coisas radicalmente diferentes.
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A Helena reparou que o grande defensor do SNS, o pai de não sei quê e não sei quantos, escolheu um hospital privado para ser tratado?
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/politica/mario-soares-internado
Muito fala esta gente de que não se pode tocar no SNS, mas na hora das aflições não confiam nele e optam pelo privado.
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A ADSE é uma brutal injustiça para os funcionários públicos. É um sistema em que eles pagam para pagar.
Quer dizer, pagam para a ADSE e depois quando vão a um especialista dos 80 ou 100 euros de consulta recebem 20.
Quer dizer, pagam 60 ou 80 euros do seu bolso por uma consulta que num hospital custaria 7.
Ou seja, pagam três vezes: nos descontos iguais aos outros, nos descontos para a ADSE e aos médicos e exames auxiliares de diagnóstico uma terceira vez. Parece-me demais e realmente injusto.
E se pagassem o que pagam para a ADSE a um seguro de saúde privado estariam bem melhores.
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Tiro ao alvo
Não percebeu, eu explico.
Os privados e os funcionários públicos mais recentes descontam 11% para a SS, os funcionários públicos mais antigos (400.000 de um total de 600.000, nas contas do Ministro) descontam 11% para o CGA mais 1,5% para a ADSE.
Uns pagam 11% e os outros 12,5%.
Percebeu?
Já agora saiba que se eu estiver doente as despesas comparticipadas são pagas pelo orçamento do meu serviço, e não pela conta geral do Estado ou pela ADSE (que apenas paga aos pensionistas). Se um privado estiver doente quem paga é a SS.
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Os 25 resultam da redução que o governo Sócrates fez aos salários mais os dois subsídios que o Governo Passos adicionou. Entretanto veio o Tribunal Constitucional e o governo devolveu um dos subsídios (os 7% da diferença 25-18), após o que o Governo impôs aumento de IRS para todos.
Ou seja, relativamente a 2010 em 2012 recebi menos 25% e os privados receberam o mesmo (os impostos de que se queixam eu também tive, logo não há diferença!), este ano pelo OE a diferença está em 18%.
Percebeu?
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Não se acanhe se tiver dúvidas.
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Click to access 14-01-2013_20_20_47tabela_retenção_fonte_2013.pdf
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Este PS, enrabado era pouco
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Paulo: percebi o que quis dizer. Acredite que não era má vontade – não sou funcionário público.
Saiba que decidi comentar o post por que estou convencido que a ADSE (assim como o subsistema onde estou integrado) é, enquanto sistema de saúde, um mau sistema. Para melhor explicar o meu posicionamento, faço minhas as palavras do Dr. Correia de Campos. Não as palavras que mais frequentemente são citadas pela comunicação social, mas as que ele referiu hoje e que cito de cor: a ADSE não é um sistema “integrado”, por que se um “beneficiário”, em tendo um cancro detectado, consultar um médico cirurgião, este tenderá, natural e compreensivelmente, a procurar resolver o problema fazendo uma cirurgia; mas se essa mesma pessoa consultar um médico oncologista, este procurará resolver o problema dentro da sua área de competência, ou seja, fazendo quimioterapia.
É por isso que eu, como escrevi acima, já disse à minha família, que, se adoecer gravemente não quero ser tratado fora do SNS. Julgo que me fiz entender.
Quanto aos”beneficiários” da ADSE serem mais bem tratados em “campos” que eu considero menores – tipo dentes, óculos, etc – parece-me que isso poderia ser conseguido de outra forma. Sobre este aspecto, aconselho-o, novamente, a ouvir o Dr. Correia de Campos, pessoa que, a meu ver, foi um bom ministro da saúde e a não ligar ao que diz o Zorrinho, o Ferro Rodrigues e outros que tais.
Passe bem!
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Paulo, sem polémica, mas nessa coisa toda afinal qual é o total que paga o Empregado/Funcionário mais a Entidade Enpregadora, ressalvando a tanga total e a mentira legal, que considera o desconto do Empregado/Funcionario mais o da Entidade Empregadora, NÃO serem um desconto unico sobre o CUSTO BRUTO do Posto de Trabalho ?
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Ressalvo ainda que não sei se o Estado,
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figura vocabularial INVENTADA para confundir Estado (País) com Governação que é outra coisa totalmente diferente e que significa aparelho de governança para alguns de governação que no seu todo está muito longe sequer de o ser o sequer o ser,
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e se essaventidade Empregadora com entidade empregadora PAGA mensalmente os descontos a que está obrigada ou pelo menos como qualquer outra entidade empregadora
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nesse reino de fadas, sonhos, corte de bel prazer e coroa absolutista já não digo nada, sequer sendo mesmo Republicano e defensor na fusão dos 10 Mandamentos com a carta dos Direitos Humanos a constituição além das Constituições.
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Mas isto sáo ‘suponhamos’ ….
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Noutra perspeti a ADSE e outros subsistemas (Banca etc) quiçá estão falidos um Excel de primata resolve,
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manda-se com tudo para cima da Segurança Social (novo caixote do lixo) para onde também para ‘fazerem bonitos’ politicos de governação já tinham mandado a politica dos Governos de subsidios de desemprego que naturalmente deviam sair da Recieta Geral do estado e nunca do Fundo constituido pelos descontos individuais de Empregados e Empregadores que se chamou Caixade Previdencia e depois foi rotulado de Segurança Social.
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Ganda noia da rapaziada a governar. Mas como é para queimar tudo, corre bem
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“No pasa nada” : o honestíssimo lello já veio por os pontos nos ii…
O zurrinho do zurrinho limitou-se a simples cosmética.
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Pois eles pagam 1.5% e recebem muito pouco de volta e por isso é que do orçamento saem mais 400 milhões para suportar o dito subsistema. Se qualquer seguro de saúde é melhor então acaba-se definitivamente com ele e passem a pagar um seguro voluntariamente .
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JCA
Sendo tudo Estado, há os Serviços centrais que fornecem serviços (ou não) aos cidadãos e são pagos pelos impostos via OE, e outros que geram receita própria, pagam impostos, fazem investimentos como as outras empresas e ainda dão saldo positivo (e esta hem!).
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Das contas todas não se mace muito, pense apenas que a SS é paga pelos impostos e durante a vida ativa paga tudo o que o patrão não paga (doença, maternidade, abonos, baixas fraudulentas, férias nas termas, etc.). A TSU é precisamente para isso.
Nas empresas públicas (que em alguns casos vivem em concorrência direta com as privadas), as despesas com os funcionários antigos são sempre pagas sem recurso à SS, diretamente do deve e haver.
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Daqui até à conclusão do excel do orangotango vai um grande salto. Se eu pago 1,5% mensal para a ADSE e não recebo nada (rigorosamente nada) até chegar à reforma, que talvez nunca aconteça, como é que o primata dá saldo negativo? só se anda a distribuir o meu dinheiro pela macacada.
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Tiradentes
Venha de lá isso, fecha a ADSE e eu faço um seguro.
Mas se não se importam devolvam-me tudo o que já tiram em dezenas de anos e deveria estar a capitalizar algures.
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E esses tais 400 milhões não serão para pagar a saúde a milhares de retornados que nunca pagaram e têm os mesmos benefícios? ou para o pessoal que esteve a enriquecer em Macau e vem agora para cá dar despesa? ou para políticos que se reformam aos 40 anos?. Se é entregue a fatura ao socialista que está no hospital a da Luz com a conta paga pela ADSE e aos apaniguados.
E se todos saíssem para a SS quanto iria custar aí? ou a sua ideia era mesmo eliminar os pensionistas que estão na ADSE?
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Se assim for, embora com dados dou o beneficio da duvida, então a solução é aumentar idades de reforma para proibir abertura dos consequentes postos de trabalho para os ‘nossos filhos e netos’ tão na boca de certos Politicos&Analistas=BotaDiscurso,
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ou reduzir o valor das reformas sem efeitos retroativos de ajustes ao que se reformar por acaso uns pouquitos anitos antes e se safam de levar pela mesma medida ?????
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Trapalhadas, tretas e tangas é mato,
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tudo com a demagogia de boca cheia em defesa dos ‘pobres’, das ‘justiça social’, da ‘igualdade de direito e oportunidade de todos os Portugueses’ etc etc etc.
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O absurdo: para quê e porquê ? É que toda a gente percebe e entende seja dito ou não através dos megafones da Comunicação Social dos Politicos&Analistas=BotaDiscurso,
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piraram da tola de vez, é a conclusão que ouço por praças, ruas, becos. bares, esplanadas, cafés e roças,
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a força politica anti-totalitária como no tempo do Salazar. Estranho é que os que lá andavam, hoje não percebam ou se façam desentendidos tudo ‘a bem’ da Democracia, dos Partidos e da Liberdade.
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Ora bem. Os odores são fortissimos a fim de Sistema para ser meigo não agitando o temerário fim de Regime
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Bom mas eles, certas elites, lá sabem onde se andam a meter por sua livre e espontânea vontade.
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Por mi, be happy, o dinheiro é a mola real da vida, vive e deixa viver.
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E a Constituição acima de todos as Constituições, os 10 Mandamentos fundisos com os Direits Universais do Homem. O resto são Leis, Decretos de Lei, Regulamentos etc que valem o que valem para quem os escreve e para quem os depois lê. Sempre provisórios e conflituosos.
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Paulo bem embrulhado para embaralhar e dar de novo. A Segurança Social é tudo Estado ? Começamos a entender-nos, as contribuições para a S Social etc são de facto mais UM IMPOSTO e como tal é preciso acabar com a virtualidade e chamar IMPOSTO ao que candidamente se persiste identificar como Contribuição.
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E vamos lá então às contas, se os Impostos confirmados pelos proprios organismos oficiais, são 48% do rendimento bruto de cada Português,
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e se acabarmos com ‘filosofias’ e chamarmos o boi pelo nome, a contribuição para a Segurança Social (suponho 34% do ordenado bruto) é um IMPOSTO como tb confirma no seu texto,
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então temos 48% + 34% = 84% do redimento do trabalho de cada trabalhador é confiscado pela Governança, até o Estaline, o Lenine. o Marx dão voltas na tumba e o Fidel, o da Coreia do Norte, o PC Chinês etc arrepanhem os cabelos por serem tão burros ao convencerem-se que lutam ou fundaram o Comunismo e o Totalitarismo quando se se travestissem de ‘Democracia e Liberdade’ não tinham inimigos ao seu Comunismo.
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Note além do mais que Estado é outra, é o País, é um Povo. Confundir Estado com Governança é a pedra fundamental de qualquer Governança Totalitária, de Partido unico ou Pluripartidária.
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Mas no fundo a coisa nem está bem aqui. É preciso é ter a coragem dos Governantes explicarem afinal em que Regime ou Sistema montaram para o País, o Povo, viver. Apenas para não haver iludidos, enganados ou aldrabões. E coragem para isso, ZERO. É o primeiro erro na DESTRUIÇÃO em que estamos, a fratura definitiva entre Eleitores e Eleitos.
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Sabe-se, a historia desde a mais recente até à mais antiga, provam o resultado final inultrapassavel apenas porque quem poderia ter ultrapassado teve medo do proprio monstro que conscientemente criou, por esse medo defendeu-se como duro, violento, implacavel e fanático contribuindo para mais rapidamente implodir
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É tudo questão de bom senso e superioridade de inteligência com dominio absoluto da emoção. Eis a explicação dos rarissimos Homens em Portugal que tiveram a sorte e o País teve a sorte de os ter no Poder, pondo Portugal a par, senão mesmo acima, das várias globalizações na História que eram apoiadas internamente pelas elites inferiores mendigas e mendigantes submissas e incopmpetentes. Não é questão de Ditaduras ou Democarcias, Capitalismos ou Comunismos. É de matéria prima humana, de superioridade de cerebro acima de elites corriqueiras ‘hollywood style”
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Por mi, be happy, o dinheiro é a mola real da vida, vive e deixa viver.
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Lembrar é preciso:
Glória Araújo, deputada do Partido Socialista (PS), foi detida na passada sexta-feira em Lisboa, por conduzir com excesso de álcool no sangue (2,41 gramas por litro), bem acima do limite a partir do qual esta infracção é qualificada como crime (1,2 g/l). Contactada pelo PÚBLICO, a deputada socialista recusou fazer qualquer comentário.
“Agradeço o seu contacto, mas não vou fazer qualquer comentário”, respondeu Glória Araújo, deputada desde 2005, eleita pelo círculo do Porto. Também o porta-voz do grupo parlamentar socialista, Luís Rego, recusou fazer qualquer comentário sobre o assunto.
Ela agradeceu o contacto e já estava sóbria.
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Paulo, e quanto aos Seguros de Saude, (de que fui subscritor para mi, familia e empregados imediatamente quando surgiram)
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uma boa contruição para a discussão seria fazer uma comparativo dos aumentos de franquias que foram sendo introduzidas unilateralmente nas apolices paulatinamente e na peugada da introdução e aumentos das taxas moderadoras no Serviço Nacional de Saude por razões daqui ou pretextos dacolá ou deixa-abandalharde dalgures.
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A duvida: inicialmente os Seguros de Saude davam prejuizo ? Se eram inviaveis porque surgiram ?
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Acresce que em matéria de Serviço Nacional de Saude e respetivos exageros e abusos conscientemente ou inconscientemente não proibidos na altura própria, os primeiros GRANDES PREJUDICADOS PROFISSIONALMENTE irão ser os Medicos, Enfermeiros e Pessoal Auxiliar que ABSURDAMENTE defendem com unhas e dentes tais exageros e abusos que são a razão da IMPLOSÃO DO SERVIÇO NACIONAL DE SAUDE,
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e no depois, DESEMPREGO e PARA O EMPREGO QUE ESTAR ajoelharem ao preço que as regras simples da Economia e da livre concorrencia imporão. E não ameacem com a Emigração porque há muitos Médicos, Enfermeiros e demais Pessoal Auxiliar, estrangeiro ou nacional, pronto para ocupar os Postos de Trabalho.
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É tudo uma questão de bom senso e realismo antes que seja tarde, já impossivel. Parece complicado mas é melhor um passaro não mão que dois a voar. Portugal empobreceu por não sustentar exageros e abusos de tantas mini-troikas que existiam e existem a consumir a riqueza nacional produzida.
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É a tal coisa a que outros, quiçã por outras razoes e fins, chamam MEDIDAS INTELIGENTES.
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E é apenas por isso que desde 2008 apresentei as segunites medidas de parametrização de macro Governação e de Estadismo,
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continuo sem quaisquer duvidas que são as unicas medidas POLITICAS que reavendem e resolvem Portugal, seja para Empregados, Empregadores, Familias, Desempregados ou Funcionalismo Publica, todas as opções remendadas desde 2008 se estenderam ao comprido, falharam e continuam a falhar mesmo apresentadas como ‘novas’, tem sido só perder tempo, dinheiro, empobrecer, falir e conversa fiada
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“a solução são as 9 REFORMAS pacificamente revolucionárias’ MAIS 3 ADICIONAIS para instaurar o LIBERALISMO AVANÇADO com sustentação dos DIREITOS CIVILIZACIONAIS IRREVERSÍVEIS DOS PORTUGUESES (universalidade da Educação, Saúde, Pensões, Idade de Reforma razoável e Solidariedade com os Desempregados) e RESOLVER PORTUGAL:
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Isto é um Programa do CAPITALISMO, embora pareça Marxista na acanhada Democracia Portuguesa confusa e desorientada.
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-APROVAÇÃO PELA AR e EVENTUAL INCLUSÃO POSTERIOR NA CONSTITUIÇÃO (embora não necessária):
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1) RACIO máximo PIB/Carga Fiscal.
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2) RACIO máximo PIB/Despesas do Estado (*)
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(*) Provocadora da Reforma séria da estrutura de Governança, da Burocracia Publica e do Orçamento Geral do Estado. A ultrapassagem destes racios só viabilizada por 2/3 ou 3/ 4 de votos da AR.
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-BANCA EM PORTUGAL e GARANTIA DOS DINHEIRO DOS DEPOSITANTES:
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3) SEPARAÇÂO ABSOLUTA da Banca Comercial de quaisquer actividades especulativas nomeadamente Sociedades de Investimentos Financeiros ou Hedge Funds, para protecção absoluta das Poupanças e Dinheiro dos Depositantes para regresso da confiança nos Bancos.
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4) TAXA PARA GARANTIAS BANCÁRIAS calculada sobre todos os negócios e receitas da Banca robustecendo financeiramente o Fundo de Garantias Bancárias para devolver a qualquer momento os Depósitos dos Cidadãos, Empresas e Entidades Publicas que confiaram no Banco que ficou inviabilizado, faliu ou fechou.
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-IMPOSTOS E FISCALIDADE:
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5) ABOLIÇÃO de todos os Impostos substituindo-os por um único: INU – Imposto Nacional Único colectado sobre tudo o comprado e facturado dentro de Portugal (**)
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(**) Pagamento dos Ordenados Brutos aos Empregados pelas Entidades Patronais.
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6) AMNISTIA Fiscal para estancar o estado de falência do Tecido Económico Nacional e a insolvência dos Cidadãos, já praticado antes e depois do 25 de Abril.
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-SEGURANÇA SOCIAL:
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7) ABOLIÇÃO dos Descontos mensais de Empregadores e Empregados substituindo-os pelo IUSS – Imposto Único de Segurança Social colectado sobre tudo o comprado e facturado dentro de Portugal (***)
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(***) Pagamento dos Ordenado Brutos a todos os Empregados pelas Entidades Patronais.
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8) Instauração da PENSAO NACIONAL UNICA, igual a 2 ou 3 vezes o SMN-Salario Mínimo Nacional, universal e igual para todos os Reformados Portugueses (****)
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9) Criação do Fundo Nacional de REFORÇO DA PENSÃO NACIONAL UNICA, gerido pelo Estado, para quem queira depositar mensalmente um valor incerto a qualquer momento para assegurar um reforço publico do valor mensal da Pensão Nacional Única atingida a idade de reforma até ao falecimento (****)
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(****) Na transição do velho para o novo Sistema, passariam para o Fundo de Reforço da Pensão Única, os valores já descontados por Empregados e Empregadores correspondentes à diferença entre o valor da Pensão Única e a Pensão em vigor no momento da Inscrição na Segurança Social
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-MEDIDAS ADICIONAIS PARA REFORÇO DA SUSTENTAÇÂO DOS DIREITOS CIVILIZACIONAIS IRREVERSIVEIS DOS PORTUGUESES na Civilização Europeia avançada no Mundo:
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a) Idade de reforma cerca dos 55 anos para desempastelar POSTOS DE TRABALHO PARA OS JOVENS, NOVOS LICENCEADOSe DESEMPREGADOS: admissão obrigatória de jovens ou desempregados até ao limite do ordenado que o reformado auferia.
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b) Libertar os Encarregados de EDUCAÇÃO -cheque-educação: cada um endossa o Cheque-Educação à Escola que LIVREMENTE escolhe para os filhos seja publica ou privada ou cooperativa.
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c) SAÚDE, reactivação de todos os Postos de Saúde e Equipamentos abandonados, recrutamento médicos estrangeiros com novo contrato de trabalho diferente dos actuais, receituário obrigatório por principio activo, e se necessário eventual reactivação dos Laboratórios Farmacêuticos do Estado (exº antigos Laboratorios Militares), acabar com modelos de ‘capitalismo selvagem’ que ocasionalmente existam na carreira profissional publica da saúde ou compras hospitalares.
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Ó diabo, e se acaba por funcionar! (murmúrio de um estalinista engravatado no regresso à sede, seguido de ranger de dentes cariados, perfumado com um hálito por demais suspeito).
http://www.bbc.co.uk/news/world-europe-21008394
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Eina ca post inteligente!!! Ao nível da Pépa!
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Mas já sabe, pah, benfiquista, ou rui maçon mafioso, ò matic ò orelhas ò presidente da câmara de cintra ò lisboa, com’ ò joão ferreira que servia, benfiquista, pá, é desonesto. Menos esse auxiliar, de mãozinha dada, vocês viram?, ao ai jasus do benfica .
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General Carter Ham, um nome a fixar.
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Repórter do IP tomou Pequeno-Almoço, Almoçou, Lanchou, Jantou, e apanhou uma bebedeira por apenas 13,30 €
no Bar/Restaurante da… Quando as refeições escolares no Básico atingem os 3,80 euros, o IP, comparou os preços do bar da Assembleia da República, frequentado por deputados e ministros, e ficou abismado.
Eram 8 da manhã o repórter pediu um café e um bolo de arroz, afim de tomar o pequeno-almoço, tendo pago 15 cêntimos, 5 do café e 10 do bolo! Vendo ali mama da grossa, o repórter bebeu 10 (Dez), repito 10 minis, tendo pago apenas 1 euro, (pois cada mini custa apenas 10 Cêntimos)!
A meio da manhã, o repórter mamou um gin Bombay Sapphire (1,65 euros), e já perto do Almoço um vodka Eristoff (1,50 euros), para abrir o apetite. Ao almoço, o repórter comeu gambas, camarão tigre, lavagante, sapateira, queijo da Serra, presunto de Barrancos, garoupa e bife do lombo, regado com Palácio da Bacalhoa, por 3 euros! Depois e para rematar um whisky Famous Grouse, que custou (2 euros).
Já de tarde solicitou uma garrafa de champanhe Krug (3 euros a garrafa) e caviar beluga (1 euro, 500 gramas), o repórter passou a tarde no bar da AR, rodeado das deputadas Rita Rato (PCP), Francisca Almeida (PSD), Ana Drago e Marisa Matias do (BE).
Assim por tudo isto o repórter do IP gastou qualquer coisa como 13,30 €uros, num pequeno-almoço, almoço de marisco, com entradas de queijo da serra, presunto e caviar, com vinho do Palácio da Bacalhoa, e pelo meio alternadamente bebeu whisky, vodka e gin, rematando com champanhe Krug, obviamente saiu com uma piela de caixão à cova, mas que foi barato à isso foi…
Isto sim é qualidade de vida, mas só no Bar da Assembleia da Republica
Parecia que estava no Restaurante Lux! AM, no Jornal Público – Inimigo Público
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Deve haver um equívoco qualquer Paulo. Em primeiro lugar e para esclarecer qualquer conflito de interesse que possa existir, declaro que não sou benificiário da ADSE nem retornado. Trabalho no privado, 8, 10, 12, 14 horas (e muitas vezes mais , mas provavelmente é como Tomé, só vendo é que acreditaria), Sábados, Domingos, Feriados, Férias e tudo o que for preciso para fazer com que o objecto do meu trabalho possa ser terminado com sucesso.
Mas já que estamos em onda de vociferações, e garanto-lhe que li com atenção as suas a propósito de retornados (que para que conste descontaram para a caixa respectiva de cada colónia), e gente que enriquece em Macau (como se fosse pecado enriquecer seja lá onde for, mas isso sou eu que devo ser mais um Ultra ou Neoliberal , deixo à sua escolha qual) peço-lhe que leia também a minha. Declaro aqui e agora a minha opinião sobre o funcionário público Português. O Funcionário Público Português é um perfeito incompetente. E não me entenda mal, não é que o FP (não confundir com o FP de Rui Rio) seja incompetente por querer, o FP é incompetente porque ninguém o obriga a ser outra coisa qualquer, o funcionário público não compete com ninguém nem a sua entidade empregadora o faz, o FP não tem métricas realistas na sua avaliação ( e quando se tentam colocar algumas caiem ministros), nem a sua progressão na carreira depende do atingimento de objectivos seus, e muitas vezes financeiros da empresa onde está inserido. Existem apenas duas coisas para o funcionário público: mobilidade especial (no privado seria extinção do posto de trabalho) e progressão automática na carreira (no privado seria faz-te à vida ou não sais da cepa torta). Assim sendo, até compreendo o FP, o FP é incompetente porque o FP pode ser incompetente.
Permita-me agora esclarecer que os trabalhadores do privado não são sujeitos a imposto especial, mas muitos (sou conhecedor de bastantes) tiveram durante o ano passado reduções significativas no seu ordenado, ou aumento significativo do horário de trabalho sem o correspondente aumento de ordenado. Porquê pergunta o Paulo. A resposta é óbvia, porque não havia dinheiro para pagar mais. E confrontado com a mesma situação felizmente foi também essa a resposta do empregador “Estado Português”… não havendo dinheiro corta-se salários. Quem não está satisfeito, ou acha que o mercado pode pagar mais tem bom remédio, troca de empregador (que o mercado agora até está bom para isso).
Desfeitos que estão estes equivocos de tom mais geral faço agora o meu comentário ao objecto da discussão original: a ADSE. Cito de memória alguns números, não confirmados por mim confesso mas que acredito não estarem longe da realidade. O universo da subsidiação da ADSE pelos 1,5% que os FP’s pagam é de 220M€, para um custo total que rondará os 850M€. Significa isto, grosso modo, que a totalidade dos contribuintes financiam em 75% um subsistema de saúde do qual não usufruem. É justiça?! Não me parece, e por acaso até gostava de ouvir o TC a pronunciar-se sobre esta matéria (a propósito das igualdades…). Tenho dito!
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Que ideia peregrina essa de serem os jornalistas a decidir com que título saem as noticias…
Entretanto o tesoureiro da agremiação já mandou calar o atrevido que arriscou hostilizar os financiadores de campanhas próximas sugerindo que se poupasse algum dinheiro na maior PPP do sector.
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Média da despesa social na OCDE em % PIB = 8% na Saúde + 7% na Educação + 14% na S.Social = 29% do PIB
Em Portugal = 6% na Saúde + 5% na Educação + 15% na S.Social. = 26% do PIB
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Se em vez das trapalhadas sobre a ADSE um assunto que não terá sido discutido no interior do PS (segundo depreendi) se olhasse para a cacofonia dos membros do Governo sobre o ‘Rethinking the State’ e o publicassem em ‘bom português’ poderia ser óptimo para a informação, embora desse azo a muitas chicanas…
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“Pois eles pagam 1.5% e recebem muito pouco de volta e por isso é que do orçamento saem mais 400 milhões para suportar o dito subsistema. Se qualquer seguro de saúde é melhor então acaba-se definitivamente com ele e passem a pagar um seguro voluntariamente .”
Esta tirada é do Tiradentes, que costuma mandar as bocas e desaparecer. 😉
Supondo que o seu número é verdadeiro, então, vamos lá ver, Tiradentes. O Estado tem um orçamento para a Saúde de mais de 8 mil milhões de euros. Como dos mais de 10 milhões de portugueses 1 milhão e trezentos mil beneficiam da ADSE, temos que cerca de 9 milhões de portugueses recorrem ao SNS. Ou seja, o Estado paga por cada um desses portugueses cerca de 900 euros por ano.
Ora, se o Estado gasta na ADSE 400 milhões com o tal milhão e trezentos mil resulta 307 euros por beneficiário. Quer dizer, o Estado gasta cerca de um terço com a Saúde dos “beneficiários” da ADSE. Porquê? Porque os “beneficiários” gastam a outra parte. Quer dizer, andam a ser tramados e ainda sujeitos aos ditos jocosos dos “tiradentes” cá do sítio. 😉
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E,quando esse milhão e trezentos mil fossem ‘llançados’ no SNS como ficariamos de listas de espera e ratio de cobertura de médico/doentes nos cuidados de saúde primários?
Seria mais uma medida qye não estaria em conformidade com o ‘modelo’, como sucedeu com a austeridade e o desemprego?
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A propósito de Segurança Social e outros subsistemas, a grande REFORMA em curso na Inglaterra, o cuidado e a maturidade na implementação, nomeadamente em comparação com bota-abaixismo hiperativo que o ‘tuguismo’ sugere:
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=> £155 pension boost for stay-at-home mothers: Biggest shake-up for a century is ‘incredibly pro-family’ says minister
· Biggest reform of the state pension since it was created
· People will have to make 35 years of National Insurance contributions to qualify for the more generous retirement payments
Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2261880/155-pension-boost-stay-home-mothers-incredibly-pro-family-says-Iain-Duncan-Smith.html#ixzz2I1PAFxfM
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“bota-abaixismo hiperativo que o ‘tuguismo’ sugere”, deve ler-se “os bota abaixismos REPENTISTAS que o ‘tuguismo’ sempre surge”
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A reforma de pensões inglesa é para a novas gerações.
O problema continua a ser o mesmo. Quando essa geração chegar à idade de reforma faz-se nova reforma ou ‘refunda-se’ a Segurança Social?
Uma pescadinha de o rabo na boca?
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Bom. tenho lido demonstrações que a ADSE e os outros subsistemas na Saude são mais baratos que pela Segurança Social, então a solução é simples para poupar dinheiro ao Estado, quase outro ‘ovo de colombo’:
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Fundem-se na Segurança Social a ADSE e os outros subsistemas e na Segurança Social criam-se dois subsistemas, um identico ao da ADSE e outro como o atual na Segurança Social. Cada inscrito na Segurança Social escolhe livremente qual destes subsistemas quere usar. E desconta tudo os 11% referentes à parte dos Empregados e os cerca de 22% referentes à parte dos Empregadores incluindo o patrão Estado. Não serve assim ? Não poupava milhões ao Estado ? É ou não é ?
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E no particular do Imposto Segurança Social, os ditos descontos mensais, sou adepto que os Empregados paguem diretamente os cerca de 34% totais à Segurança Social. O ordenado bruto é sua propriedade na totalidade. E tem de se acabar com o mito ou o medo que os Empregados são idiotas e imbecis por isso não são responsaveis no pagamento dos seus Impostos, tendo de ser tutelados pelos Empregadores. E também o Estado não paga aos Empregadores as despesas que os obrigam a fazer com o tratamento burocratico dos IRS’s e Imposto Seg Social. Nem os Empregadores são cobradores de impostos do estado. Sequer o Estado paga as respetivas responsabilidades que agora até dão prisão… Mais uma vergonha no entender de muitas-
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Caso diferente são as Forças Armadas que por natureza têm de ter Serviços Hospitalares e de Saúde Militares. Ninguém está a ver em caso de conflito militar repentino o Serviço Nacional de Saúde mandar Enfermeiros para a frente de batalha ou receber uma enxurrada de mortos e feridos do teatro de guerra. Ou não é assim ?
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JCA e outros,
A comparação entre o SNS, a ADSE e a SS, tal como estão a fazer, não é legítima: o SNS é um serviço de saúde, integrado, desde a prevenção aos tratamentos, cirúrgicos ou não, pago pelo dinheiro dos nossos impostos; a ADSE é um sistema de protecção na doença, deficitário, pago pelos beneficiários e pelo Estado, que ora utiliza os agentes privados que operam na saúde – médicos, meios auxiliares de diagnóstico e outros – ora se serve do SNS; quanto à SS, trata-se de um sistema de protecção na doença e na velhice, que não suporta as despesas com a saúde, essas a cargo do SNS, universal e tendencialmente gratuito, pagando, isso sim, subsídios de doença, pensões de reforma, abonos de família, subsídios de fundo de desemprego, etc., etc..
Quanto aos descontos para a SS serem considerados todos como sendo feitos pelo trabalhador, inteiramente de acordo consigo JCA. Penso que, se assim fosse feito, a malta (os trabalhadores) preocupar-se-ia muito mais com a gestão dos dinheiros confiados a essa entidade, dinheiros que, a meu ver, seriam muito melhor geridos, sobretudo quanto à gestão dos necessários fundos de reserva, em grande parte malbaratados na compra de dívida pública portuguesa e em muitos fretes feitos ao poder político do momento. Em todos os momentos.
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Sinistra, muito sinistra esta mulher! E á jornalista?
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Os funcionário públicos pagam três vezes a sua Saúde: pagam nos impostos, como os outros, pagam 1,5% para a ADSE e pagam 60 euros dos 80 que custa uma consulta. Por isso, feitas as contas à transferência de 400 milhões do orçamento do Estado para a ADSE, cada um dos 1,3 milhões de FP custa ao Estado 307 euros pela Saúde. O SNS fica quase em 900 euros por cada um dos outros 9 milhões de utentes. Volto a explicar porquê: por causa de 1,5% de descontos, mais a grande parcela de co-pagamento pelos serviços.
Das duas uma, ou os portugas são mal intencionados, ou não percebem nada de contas, sendo que esta segunda é quase sempre verdadeira. As que fiz são elementares, talvez não sejam exatas, mas mostram bem a mentira em que alguns gostam de chafurdar.
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“Os funcionário públicos pagam três vezes a sua Saúde: pagam nos impostos, como os outros, pagam 1,5% para a ADSE e pagam 60 euros dos 80 que custa uma consulta”,
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surge semelhante a:
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“Os pais dos filhos que estudam no Ensino Privado pagam 2 vezes a escola dos filhos: pagam nos Impostos,e pagam no Ensino Privado”. Porque não são reembolsados do custo que não consomem na Escola Publica ?
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Pois, aí está JCA. Os liberais ultra querem por um lado acabar com a ADSE (que tem uma vantagem grande para os que não gostam de faltar ao serviço) e por outro lado querem o cheque-ensino. Porquê? Pela sua irracionalidade, fanatismo e uma inveja que neste caso nem teria razão de existir.
Por isso, toda e qualquer discussão sobre todo e qualquer assunto são aldrabados e viciados à partida. Interessante o texto de Amoz Oz (2003) sobre o fanatismo.
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Fanatismo é querer obrigar quem não quer participar. Esses são os fanáticos.
Extremismo por exemplo é um Regime Soci@lista levar à bancarrota um País.
Bancarrota é algo extremo não é?
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Paulo (21.50H9 bem lembrado.
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Não obstante todos os Cidadãos que paguem o Imposto Social obrigatório à S Social estão proibidos de aceder ao modelo de Saúde da ADSE.
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Ora a tal espécie de ‘ovo de colombo’,
se alguns afirmam que o modelo de Saude da ADSE é mais barato que o Serviço Nacional então basta criarem 2 opções entre os quais TODO E QALQUER PORTUGUÊS ESCOLHE LIVREMENTE sem haver priveligiados, Cidadãos de 1º e de 2ª:
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um como atual Serviço Nacional de Saúde
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outro como o atual Serviço Nacional de Saúde
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E cada um escolhe o que prefere.
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Sem aquelas coisas que caraterizam os totalitarismos Nacional Socialista e Comunista, uma Informação Unica, um Partido Unico, uma Escola Unica, uma Saude unica etc. Mas se na nossa Democracia e Liberdade a opção for esta então acabe-se com ilusões ou fica o modelo ADSE ou o modelo Serviço Nacional de Saude. Em Democracia e Liberdade não pode não haver filhos e enteados, isto é Eleitores de 1ª e Eleitores de 2ª, o mesmo que Cidadãos de 1ª e Cidadãos de 2ª.
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Correto ?
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deve ler-se
“Em Democracia e Liberdade não pode é haver filhos e enteados, isto é Eleitores de 1ª e Eleitores de 2ª, o mesmo que Cidadãos de 1ª e Cidadãos de 2ª.”
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