A intervenção policial foi realizada por algumas dezenas de efetivos, dividindo-se em cerca de 20 à porta das instalações da empresa e outros tantos, do outro lado da estrada, a confinar os manifestantes.
Ó Bolota, o que é que o “cú” dos que querem impor a sua vontade – se é boa ou má, não está em questão – a todos os outros, tem a ver com as “calças”, que uma oposição que devia ser responsável, está a talhar, mas que não lhe vai servir quando delas precisar, para tapar as suas vergonhas?
Vais ser comido pelo porco preto, ai vais, vais ….
Por caridade christã metam este cólon num auto da fé.
cólon é a prova provada que:
…por jmf1957 está errado e …:
“Os problemas do vosso PS são muito distintos dos problemas dos outros partidos socialistas e sociais-democratas….POIS O PS TAL COMO O PCP E OS OUTROS ANTROS PARTIDÁRIOS EXCEPTO TALVEZ O CDS….
ESTÃO MUITO MAIS ENVELHECIDOS QUE A SOCIEDADE PORTUGUESA
E ISSO TEM REFLEXOS TREMENDOS NA LIDERANÇA DE UM RELES GAROTO COMO António José Seguro
POIS SOCRATES O GREGO ERA UM MOÇO ATLÉTICO E QUE RESPEITAVA OS SEUS MELHORES E ERA muito menos culpadO DO TAL cinzentismo do que é c ostume acusá-lo POIS ERA UM MOÇO DETERMINADO E COM APTIDÃO PARA AS FUGAS
INCLUSIVE AS FUGAS À REALIDADE
Também Hollande é, de certa forma, menos culpado do que se imagina pela desilusão que gerou – boa parte da culpa está nas ilusões que se alimentaram acerca do que poderia representar uma maioria socialista em França….PAÍS PROFUNDAMENTE NACIONALISTA E XENÓFOBO E PRENHE DE GLÓRIAS PASSADAS LOGO CAMPO MUITO MELHOR PARA O NACIONAL-SOCIALISMO DO QUE PARA SOCIALISMOS SOLIDÁRIOS E REVOLUCIONÁRIOS QUE MUDARÃO A FACE NEGRA DO CAPITALISMO SELVAGEM
OU A FACE AMARELA….UMA DESSAS FACES CAPITALISTAS E CLEPTOCRATAS
A principal dessas ilusões é a de que a austeridade OU O QUE PASSA POR AUSTERIDADE SEM RUMO E SEM FINS corresponde apenas a uma escolha política, que deriva de uma valorização moral OU DUMA DESVALORIZAÇÃO MORAL QUE DESCARTA AS PESSOAS E LHES RETIRA DIGNIDADE QUE AS ALIENA DA SOCIEDADE e SE existe para ser “punitiva”. OU PARA RECOMPENSAR AS MEMÓRIAS FUTURAS DOS QUE NADA PERDEM COM AS CRISES ISSO POUCO IMPORTA AOS MILHÕES QUE SE ISOLAM E PERDEM A ESPERANÇA OU O INTERESSE NO FUTURO OU MESMO NA NOÇÃO DE FUTURO…
Essa ilusão DUMA AUSTERIDADE BENFAZEJA OU DE UMA AUSTERIDADE ASSASSINA permite encher todas as “aulas magnas” que se quiser E NÃO será fatal para as expectativas do país , POIS O PAÍS ESMAGADO POR ONDAS DE PROPAGANDA E DE CONTRA PROPAGANDA DEIXOU DE TER GRANDES EXPECTATIVAS
E no momento em que houver uma mudança de ciclo político, algo que ocorrerá mais cedo ou mais tarde. (…) HAVERÁ 200 OU 400 MIL A MENOS NO PAÍS PARA CONSUMIR
UNS PORQUE EMIGRARAM E OS OUTROS PORQUE BATERAM AS BOTAS
E OS 80 OU 160 MIL QUE VIEREM AO MUNDO NESSE MESMO LAPSO TEMPORAL
DIFICILMENTE CONSUMIRÃO O MESMO EM FRALDAS DO QUE O QUE OS VELHADAS PAGAVAM EM IVA…..E IRS…..
Vi que este artigo de jmf1957 foi significativamente aplaudido no espaço para comentários do jornal Público.
Não tenho a mais pequena dúvida de que JMF é um jornalista competente, que escreve bem e que fundamenta de forma consistente aquilo que escreve. O problema está aqui: a consistência tem a ver com a defesa daquilo que pretende provar.
Já li o suficiente de JMF para saber que, se fosse das suas relações pessoais e lhe pedisse para escrever um texto a defender uma democracia social qualquer (nem que se chamasse social-democracia), o “amigo” seria capaz de convencer o mais zeloso dos liberais das vantagens de uma sociedade equilibrada.
Neste texto, basta ter em conta que em momento algum JMF fala na transferência brutal de riqueza para os ricos, que resulta do poder indiscriminado de administrações de empresas, desregulamentação na área da banca e da movimentação de capitais, redução brutal de impostos aos mais ricos, entrega a baixo preço de empresas estatais ao capital, e mais um se fim de ajudas aos mais ricos que se verificaram, principalmente desde os anos 90.
Uma empresa tem sempre uma determinada inserção social e é nele e de acordo com ele que deverá existir. Quando for possível uma única indústria (ou duas, para não haver monopólio, enquanto se mantiver esse princípio), instalada no Bangladesh, produzir roupa para os sete mil milhões de habitantes do planeta, à custa de uma total automatização, e apenas com meia dúzia de habitantes locais baratinhos para fazer limpeza onde os robots não conseguirem chegar (mais tarde também lá chegarão), sem pagar impostos, qual o interesse de tal coisa? Isto é, o “empresário” passará a ser o homem mais rico do planeta… mas destruiu dezenas de milhões de empregos, sem contribuir nada para a humanidade. Quem poderá admitir isto? Loucuras destas fizeram-se com as imensas fusões resultantes da desregulamentação destruidora. Em relação ao capital foi uma desgraça a permissão da prática da banca de depósitos com a de investimentos, favor que Clinton fez aos muito ricos e que foi a responsável maior pela última crise.
Todos os anos se lançam no “mercado” toneladas de papel-moeda, fora as moedinhas que tilintam. A recolha de moeda vai-se cingindo às deterioradas. Porque raio o cidadão comum tem cada vez menos dinheiro e os multimilionários aumentam de forma pornográfica a sua riqueza? Existe um brutal socialismo entre os multimilionários. Estes beneficiam dos Estados, que correm em seu auxílio sempre que necessário, não havendo críticas da generalidade dos liberais. Porquê, por causa da “construção” económica de que são tão grandes que não podem falir. Então, não as deixem ser tão grandes para poderem falir, pondo-se em igualdade com as outras que podem falir sem qualquer problema.
Quanto aos mais pobres, que apenas recebem migalhas, são humilhados, como se fosse um privilégio a sua pobreza. E a classe média vai sendo destruída porque, esses, então, são altamente privilegiados. Uns nababos!
Caro JMF, reconheço-lhe grandes capacidades. Mas por favor não as use para adensar o véu ocular que vejo em quem concorda cegamente consigo.
Cumprimentos.
“…..Em países como o nosso, onde a riqueza nunca foi muita, onde o Estado social chegou tarde e o crescimento acabou cedo, a manutenção do modelo redistributivo coloca problemas ainda mais complexos à esquerda socialista (o resto da esquerda verdadeiramente só protesta, não corre o risco de governar). Por um lado, identifica-se com a política redistributiva e tem como base eleitoral uma classe média que passou a depender dessa mesma política; por outro lado, deixou de conseguir aumentar as receitas dos impostos e, assim, deixou de conseguir pagar essas políticas. Basta pensar que em Portugal as prestações sociais representavam apenas 13% do PIB em 2000, o que significa que o seu peso na riqueza nacional quase duplicou em pouco mais de uma década. Foi neste quadro que as políticas redistributivas deixaram de se basear no aumento da carga fiscal (a economia estava exaurida), para passarem a depender de uma dívida crescente (tornada mais acessível com a adesão ao euro).
O sonho de todos os socialistas é que o crescimento regresse e se libertem deste pesadelo. O seu dilema é que não conseguem imaginar uma forma diferente de crescer senão pela via de estímulos públicos, sendo que, enquanto houve dinheiro para esses estímulos – e houve em abundância até 2008/2009 –, isso não se traduziu em mais crescimento, apenas em mais dívida. É por isso que suspiram por um Plano Marshall sem entenderem que ficaríamos para sempre dependentes de subsídios externos. É também por isso que têm dificuldade em entender os sinais que começam a aparecer de alguma reversão do ciclo económico, pois este acontece sem reversão da austeridade, o que não encaixa na sua forma de pensar estadocêntrica.”
Qual é e, onde fica, a dita sociedade/sistema, onde nada do que acima critica – de forma enviesada, reconheça…- se aplica e, onde todos vivem saudáveis e felizes para sempre? 🙂
Dispense-nos das diarreias utópicas, que só dão merda, como as ex-URSS, China de Mao, Cuba fidelíssima, Coreia dos Kim e Albanias da treta, cujo fim já conhecemos. 😦
Não se alongue na resposta e, foque-se só mesmo, em anunciar ao Mundo, onde está, onde está, o modelo, do que querem – PR e TC à cabeça… – Transformar Portugal. 😉
O MUNDO DE QUE JECA TATU FALA TEM 7 MIL MILHÕES E PICOS DE DESGRAÇADOS QUE LABUTAM EM FAVOR DE UMAS ESCASSAS CENTENAS DE PESSOAS QUE DETÊM VÁRIOS MILHÕES DE MILHÕES DE DÓLARES?
E UM MILHÃO DE MULTI MILIONÁRIOS OU SIMPLESMENTE MILIONÁRIOS
E NESSA SOCIEDADE HÁ UNS ESCASSOS MILHÕES DE DÚZIAS DE PESSOAS QUE SÃO NÚMEROS QUE TERÃO A GRAÇA DE PODER TER LIBERDADE ECONÓMICA?
7000 MILHÕES QUE MORREM E VIVEM PARA QUE NO MÁXIMO MENOS DE 40 MILHÕES TENHAM UMA VIDA DE LUXOS VÁRIOS?
Caro Expatriado,
Não digo em lado nenhum que não tem de haver ajustamentos e que os países têm de viver de acordo com a riqueza que produzem. Antes, devem ser cortadas as asinhas àqueles que vocês, liberais, consideram anjinhos do bem, mas que fazem gato sapato das economias e das Finanças.
————
Caro José,
Diga-me uma só frase minha desde que deixo comentários por aqui que o leve a concluir que eu defenda regimes desses ou mesmo que os tolere.
O modelo económico que defendo existe razoavelmente nas sociedades nórdicas. E os suíços até querem limitar o salário máximo de acordo com o mínimo. Isto por referendo. SE calhar, acha-os pobres ou socialistas, não?
Diga-me agora você que tipo de sociedade liberal é que defende onde não haja miséria absoluta e tipos ricos apenas porque beneficiam das abébias dos governos. (Aliás, “eles” são os governos!)
E, se leu o comentário, o que agradeço, diga-me as frases de que discorda ou que são mentira. 😉
Fincapé, areja as tuas ideias. O Mundo não pára e tu paraste um bocado no tempo.
Tu não sabes que mais de metade da riqueza produzida em Portugal vai para o Estado? Quem são, hoje, em Portugal, os privilegiados? Tu não sabes que na Europa se vive uma vida muitíssimo acima da vida dos povos dos outros continentes?
Falas dos pecados do capitalismo, mas não apontas melhor caminho.
Mau tiro, Tiro!
Continuas a pensar que o Estado é o… Estado. Mas o Estado somos nós. A riqueza vai para operações cirúrgicas, para a educação, para a tua canalização da água, para as tuas ruas, avenidas, praças, infantários. E para a nossa segurança, para termos tribunais como os países civilizados e para sustentarmos monumentos e outro património riquíssimo que, felizmente, outros “governos” construíram ao longo da nossa história.
Agora percebeste ou continuas a recuar no tempo? Olha que eu não duro sempre. 😉
Fincapé, enganaste-te mais uma vez – a água que corre nas torneiras da minha casa, sai de um poço que mandei fazer, sendo que essa água não é própria para beber, nem para cozinhar. A água para beber tenho de a comprar ao garrafão.
A zona onde vivo, não tem rede de abastecimento de água, nem rede pública de esgotos, normalmente definido como saneamento básico. É assim, uns são filhos, outros são enteados.
Eu sei que o Estado somos todos nós, mas, também sei e como disse, que o Estado não nos trata a todos por igual.
Se é verdade que a “riqueza” arrecadada pelo Estado vai para operações cirúrgicas, educação, etc., também é verdade que, numa boa parte, essa riqueza vai para os bolsos dos funcionários públicos e pensionistas, muitos deles arrecadando ganhos muito acima da média, ou seja, acima do justo, relativamente aos outros portugueses que mourejam no sector privado. Isto, sem falar nos desempregados, alguns desses praticamente abandonados pelo Estado.
Concluindo, deixa-te de saudosismos…
Continuas a ter graça, Tiro.
Achas, então, que ao fazeres um furo para teres água não estás a afetar o ecossistema que abrange os outros cidadãos? Ah, é verdade, tal como a Thatcher, para ti, há cáfilas, mas não há sociedade! 😉
Numa coisa tens razão: parte do dinheiro do Estado vai para quem executa o serviço. Por exemplo, o cirurgião que faz um transplante recebe uma parte, o equipamento e material custa outra parte e os serviços de apoio ainda outra parte. O que prova que já aprendeste alguma coisa. 😉
Há realmente ainda uma outra parte das despesas do Estado que vai para quem já cumpriu o seu tempo de serviço de acordo com as leis vigentes.
Aqui poderá haver uma discordância entre nós. Tu acharás que um juiz aposentado recebe muito se receber 2500 euros líquidos, porque recebe mais do que um trolha (conheço e sou amigo de muitos trolhas, que trato com todo o respeito); mas eu poderei considerar que estas não são as maiores injustiças da humanidade.
Compra a Visão desta semana e lê-a bem. Não te esqueças, principalmente, de ler a partir da página 98 e, pelo menos, até à página 108. (Só li hoje, de forma que o meu comentário de ontem não teve nada a ver com essa leitura).
PS: Olha que tudo o que escrevi acima foi com imensa simpatia. Não fiques a pensar que estou aqui com qualquer intenção maledicente. E também respeito bastante a forma como dizes viver. Mas eu sempre considerei que as câmaras municipais deveriam ser rigorosas quanto aos planos de urbanização, por várias razões, sendo uma delas a destruição de boas áreas agrícolas. Foi assim desde os romanos, resultando em belíssimas cidades à beira de rios e mar, mas foi também um nunca mais acabar de dispersão, com consequentes despesas em esgotos, água, eletricidade e comunicações, e também de destruição de bons terrenos.
Ah! E não sou nada saudosista. 😉
Obrigado Fincapé, pelo tempo que perdeste a “responder” ao meu comentário/desabafo.
Parece-me que não vale a pena continuarmos com esta “conversa”, que será sempre pouco produtiva – pelo que se vê não mudas facilmente de ideias e eu também não vou mudar.
Depois, estava eu a queixar-me de não beneficiar de uma rede de abastecimento de água (eu e as centenas de meus vizinhos) e vens tu “acusar-me” de afectar o ecossistema, por fazer um poço que, ao contrário do que acontecia há umas dezenas de anos atrás, até dá água contaminada…
Isto, para além de eu sofrer de outro grande inconveniente, que é o de não poder utilizar, (nem eu nem os meus vizinhos) uma rede pública de esgotos, rede que se denomina saneamento básico. Repara: básico! É que nem eu, nem os meus vizinhos, podemos beber aquela coisa… Percebeste?
Por outro lado, não me consta que os juízes apenas “levem para casa” 2.500 euros de pensão. Ao que dizem, recebem tanto como os colegas em serviço, inclusive um subsídio para “renda de casa”, mesmo que morem em casa própria. E se for um casal de juízes, que os há, recebem dois subsídios… Um luxo, para não dizer outra coisa. Ainda por cima, um luxo um bocado maior do que beneficiam os funcionários públicos reformados. E muito maior (para não dizer escandalosamente maior) do que beneficiam os reformados da segurança social.
Enfim, partilhando de algumas das tuas preocupações, julgo que o nosso Estado está gordo demais, que se deveria concentrar na justiça, na segurança e na regulação, pagando aos seus servidores de acordo com a riqueza que produzimos e nunca acima disso, como aconteceu nos últimos 20 anos, para nossa desgraça e para desgraça dos nossos filhos e netos.
E podes chamar-me liberal, que eu, não sabendo bem o que queres dizer, não fico zangado. E bom fim-de-semana.
Sim, tens razão nessa de não usufruíres do saneamento de água e de água canalizada. Foi uma omissão não intencional.
Quanto à captação de água, foi a mesma coisa que dizer que eu passo o tempo a respirar oxigénio que é de todos, reforçando o meu sentido de vivência em sociedade. Todos implicamos com todos, contrariamente ao dizer liberal e ao individualismo apregoado. Foi apenas o que quis dizer. Longe de mim qualquer ideia de criticar situações que nem conheço bem e, no caso, pessoas que ainda por cima são prejudicadas. Mas a internet é assim e as palavras vão com o frio da falta das expressões que ajudam aos diálogos.
Realmente, devo pedir desculpa, apesar de não haver qualquer intencionalidade. É que se calhar nem és assim tão liberal como eu poderia pensar. Daqueles que, comicamente, negam a existência da sociedade. E embora eu não tenha nada com o pensamento de cada um. Tenho apenas de defender o meu.
Bom fim-de-semana
Eu gosto muito de ir à Aula Magna do disparate. Vou com a minha garina que também é muito de esquerda, eu pergunte-lhe, ó filha porque és de esquerda? Ela responde-em tom muito filosófico: Porque sou canhota! Ela sabe muito de filosofia mesmo, ela até diz que para cada sócrates há um alcibíades, eu não sei o que ela quer dizer com isso mas estou sempre a aprender, inda agora estive ao lado do arménio, foi empurrado, sim senhor que eu vi, ficou com uma nalga inchada e isso é muito feio, neo liberal e o caraças, isto não vai ficar assim, ou seja vai inchar ainda mais, eu quero o ministro aqui mesmo, prontos. Amanhã há mais, sempre em frente nem que seja preciso acordar o camarada suslov, aquele que nos fez uma grande partida em 1976, deixou-nos nos braços do imperialismo e essas porras tamanhas
Agora a a sério, o meu post anterior foi para cabeçudos.
Com o Fincapé, concordo inteiramente. Existe uma voragem, uma ganância sem limites a que é preciso pôr limites.
Nem sempre os que se opõem pela palavra deixam de colaborar consciente ou inconscientemente com os abutres.
Plutocratas: The Rise of the New Global Super-Rich and the fall of Everyone Else
por Chrystia Freeland
Nas formas de o conseguir podemos ter ideias diferentes, no essencial estamos em concordância.
O espírito democrático é isso, admitir que se pode errar e estar disposto a emendar.
Acho que jmf também está desse lado.
NON O QUE FALTA A este poste além de um bom pelotão de fuzilamento é um vídeo
e um título melhorzinho que esse tá com nada não
NO ESTADO A QUE CHEGÁMOS COM OS ESTADOS TOMADOS POR CORPORAÇÕES VÁRIAS E POR VÁRIAS CORPORAÇÕES AVARIADAS O MUNDO ESTÁ PRENHE DE ESPERANÇA -THE MERCHANT WARS ARE ON….E AS MOSCAS QUE POUSAM NOS PAPÉIS REESCREVEM A HISTÓRIA EM SUAVES CAGADELAS POR VEZES CAGAM NA VERDADE OUTRAS VEZES CAGAM DE VERDADE
E ASSIM CANTANDO E RINDO SALTAMOS DA DEMOCRACIA PARA A DEMOGRAFIA DA FOME OU PELO MENOS PARA A DEM
LÁ VAMOS QUE O SONHO É LINDO…..MESMO QUANDO O SONHO É MORTAL E O MARASMO DA FOME DÁ SONHOS SEM IGUAL
Um comunicado da LAM – Linhas Aéreas de Moçambique informa que “o voo TM 470 que partiu do Aeroporto Internacional de Maputo às 11h26, com destino a Luanda, tinha a sua aterragem prevista para as 14h10 locais (13h10 em Lisboa). Seguem a bordo 28 passageiros e 6 tripulantes”.
.
Maputo…Luanda,,,”Lisboa”…Rio de Janeiro…
.
Quando eu era criança, o que me atraia mais no “Primeiro de Janeiro”, jornal que o meu pai comprava, era uma banda no fim da página que se chamava “Publicitário”.
Depois cresci e percebi que aquilo era para enganar crianças.
Portugal é um caso perdido de irrealismo, um paraíso para sonhadores e utopistas. Não é por acaso que a fantasiosa solução socialista protagonizada pelo tandem Caldeira Cabral /Manuel Pinho da fuga para a frente é tão aplaudida. Corresponde aos anseios secretos da maioria da população que joga o Euromilhões e amanhã logo se verá. Até pode ser que a Senhora de Fátima apareça entretanto outra vez.
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Felizmente que temos o sol e o peixe assado.
jmf,
Fosse eu jornalista e timha bvergonha de não ter noticiado isto.
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http://blog.5dias.net/
A intervenção policial foi realizada por algumas dezenas de efetivos, dividindo-se em cerca de 20 à porta das instalações da empresa e outros tantos, do outro lado da estrada, a confinar os manifestantes.
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Ó Bolota, o que é que o “cú” dos que querem impor a sua vontade – se é boa ou má, não está em questão – a todos os outros, tem a ver com as “calças”, que uma oposição que devia ser responsável, está a talhar, mas que não lhe vai servir quando delas precisar, para tapar as suas vergonhas?
Vais ser comido pelo porco preto, ai vais, vais ….
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Caga osgas,
“Subir salário mínimo é estragar a vida aos pobres”
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3537405
Sabes como se diz em baleizão??? Vai-ta foder
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Para o Bolota, caga osgas,
O pictograma define-te bem. Está triste, porque prestes a ser comido por um dos muitos porcos pretos, que fuçam aí por Baleizão…
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Caro Bolota
Por caridade cristã peço-te que ponhas isto na tola duma vez…
(Senão dou-te a comer aos ditos” pretos alentejanos):
Não há… nunca houve uma país comunista livre e democrático.
Converte-te … não insistas. Senão vais para o inferno da siberia.
Que Deus te proteja !
Amen
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Por caridade christã metam este cólon num auto da fé.
cólon é a prova provada que:
…por jmf1957 está errado e …:
“Os problemas do vosso PS são muito distintos dos problemas dos outros partidos socialistas e sociais-democratas….POIS O PS TAL COMO O PCP E OS OUTROS ANTROS PARTIDÁRIOS EXCEPTO TALVEZ O CDS….
ESTÃO MUITO MAIS ENVELHECIDOS QUE A SOCIEDADE PORTUGUESA
E ISSO TEM REFLEXOS TREMENDOS NA LIDERANÇA DE UM RELES GAROTO COMO António José Seguro
POIS SOCRATES O GREGO ERA UM MOÇO ATLÉTICO E QUE RESPEITAVA OS SEUS MELHORES E ERA muito menos culpadO DO TAL cinzentismo do que é c ostume acusá-lo POIS ERA UM MOÇO DETERMINADO E COM APTIDÃO PARA AS FUGAS
INCLUSIVE AS FUGAS À REALIDADE
Também Hollande é, de certa forma, menos culpado do que se imagina pela desilusão que gerou – boa parte da culpa está nas ilusões que se alimentaram acerca do que poderia representar uma maioria socialista em França….PAÍS PROFUNDAMENTE NACIONALISTA E XENÓFOBO E PRENHE DE GLÓRIAS PASSADAS LOGO CAMPO MUITO MELHOR PARA O NACIONAL-SOCIALISMO DO QUE PARA SOCIALISMOS SOLIDÁRIOS E REVOLUCIONÁRIOS QUE MUDARÃO A FACE NEGRA DO CAPITALISMO SELVAGEM
OU A FACE AMARELA….UMA DESSAS FACES CAPITALISTAS E CLEPTOCRATAS
A principal dessas ilusões é a de que a austeridade OU O QUE PASSA POR AUSTERIDADE SEM RUMO E SEM FINS corresponde apenas a uma escolha política, que deriva de uma valorização moral OU DUMA DESVALORIZAÇÃO MORAL QUE DESCARTA AS PESSOAS E LHES RETIRA DIGNIDADE QUE AS ALIENA DA SOCIEDADE e SE existe para ser “punitiva”. OU PARA RECOMPENSAR AS MEMÓRIAS FUTURAS DOS QUE NADA PERDEM COM AS CRISES ISSO POUCO IMPORTA AOS MILHÕES QUE SE ISOLAM E PERDEM A ESPERANÇA OU O INTERESSE NO FUTURO OU MESMO NA NOÇÃO DE FUTURO…
Essa ilusão DUMA AUSTERIDADE BENFAZEJA OU DE UMA AUSTERIDADE ASSASSINA permite encher todas as “aulas magnas” que se quiser E NÃO será fatal para as expectativas do país , POIS O PAÍS ESMAGADO POR ONDAS DE PROPAGANDA E DE CONTRA PROPAGANDA DEIXOU DE TER GRANDES EXPECTATIVAS
E no momento em que houver uma mudança de ciclo político, algo que ocorrerá mais cedo ou mais tarde. (…) HAVERÁ 200 OU 400 MIL A MENOS NO PAÍS PARA CONSUMIR
UNS PORQUE EMIGRARAM E OS OUTROS PORQUE BATERAM AS BOTAS
E OS 80 OU 160 MIL QUE VIEREM AO MUNDO NESSE MESMO LAPSO TEMPORAL
DIFICILMENTE CONSUMIRÃO O MESMO EM FRALDAS DO QUE O QUE OS VELHADAS PAGAVAM EM IVA…..E IRS…..
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Und, filho, estavas a ir tão bem quando escrevias como as pessoas. A malta percebia e até escrevias uma coisas com algum tino.
Não vais voltar ao modo “sucateiro da morávia”, pois não?
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Ó FILHA O TEXTO É DO JMFSPUTNIKGENERATION
ACASO ESTÁS A SUGERIR CU GAJO TAMBÉM ANDA NAS GUERRAS HUSSITAS DA SUCATA?
VALHA-NOS SÃO JOHAN HUSS….
e inda por cima insulta o digno jornaleiro dizendo que ele escreve como um macaco….
estes miúdos…
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Mais uma diarreia deste inventor de escutas expulso pelo patrão Belmiro
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Vi que este artigo de jmf1957 foi significativamente aplaudido no espaço para comentários do jornal Público.
Não tenho a mais pequena dúvida de que JMF é um jornalista competente, que escreve bem e que fundamenta de forma consistente aquilo que escreve. O problema está aqui: a consistência tem a ver com a defesa daquilo que pretende provar.
Já li o suficiente de JMF para saber que, se fosse das suas relações pessoais e lhe pedisse para escrever um texto a defender uma democracia social qualquer (nem que se chamasse social-democracia), o “amigo” seria capaz de convencer o mais zeloso dos liberais das vantagens de uma sociedade equilibrada.
Neste texto, basta ter em conta que em momento algum JMF fala na transferência brutal de riqueza para os ricos, que resulta do poder indiscriminado de administrações de empresas, desregulamentação na área da banca e da movimentação de capitais, redução brutal de impostos aos mais ricos, entrega a baixo preço de empresas estatais ao capital, e mais um se fim de ajudas aos mais ricos que se verificaram, principalmente desde os anos 90.
Uma empresa tem sempre uma determinada inserção social e é nele e de acordo com ele que deverá existir. Quando for possível uma única indústria (ou duas, para não haver monopólio, enquanto se mantiver esse princípio), instalada no Bangladesh, produzir roupa para os sete mil milhões de habitantes do planeta, à custa de uma total automatização, e apenas com meia dúzia de habitantes locais baratinhos para fazer limpeza onde os robots não conseguirem chegar (mais tarde também lá chegarão), sem pagar impostos, qual o interesse de tal coisa? Isto é, o “empresário” passará a ser o homem mais rico do planeta… mas destruiu dezenas de milhões de empregos, sem contribuir nada para a humanidade. Quem poderá admitir isto? Loucuras destas fizeram-se com as imensas fusões resultantes da desregulamentação destruidora. Em relação ao capital foi uma desgraça a permissão da prática da banca de depósitos com a de investimentos, favor que Clinton fez aos muito ricos e que foi a responsável maior pela última crise.
Todos os anos se lançam no “mercado” toneladas de papel-moeda, fora as moedinhas que tilintam. A recolha de moeda vai-se cingindo às deterioradas. Porque raio o cidadão comum tem cada vez menos dinheiro e os multimilionários aumentam de forma pornográfica a sua riqueza? Existe um brutal socialismo entre os multimilionários. Estes beneficiam dos Estados, que correm em seu auxílio sempre que necessário, não havendo críticas da generalidade dos liberais. Porquê, por causa da “construção” económica de que são tão grandes que não podem falir. Então, não as deixem ser tão grandes para poderem falir, pondo-se em igualdade com as outras que podem falir sem qualquer problema.
Quanto aos mais pobres, que apenas recebem migalhas, são humilhados, como se fosse um privilégio a sua pobreza. E a classe média vai sendo destruída porque, esses, então, são altamente privilegiados. Uns nababos!
Caro JMF, reconheço-lhe grandes capacidades. Mas por favor não as use para adensar o véu ocular que vejo em quem concorda cegamente consigo.
Cumprimentos.
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Aprecio esta parte do texto do artigo no Publico
“…..Em países como o nosso, onde a riqueza nunca foi muita, onde o Estado social chegou tarde e o crescimento acabou cedo, a manutenção do modelo redistributivo coloca problemas ainda mais complexos à esquerda socialista (o resto da esquerda verdadeiramente só protesta, não corre o risco de governar). Por um lado, identifica-se com a política redistributiva e tem como base eleitoral uma classe média que passou a depender dessa mesma política; por outro lado, deixou de conseguir aumentar as receitas dos impostos e, assim, deixou de conseguir pagar essas políticas. Basta pensar que em Portugal as prestações sociais representavam apenas 13% do PIB em 2000, o que significa que o seu peso na riqueza nacional quase duplicou em pouco mais de uma década. Foi neste quadro que as políticas redistributivas deixaram de se basear no aumento da carga fiscal (a economia estava exaurida), para passarem a depender de uma dívida crescente (tornada mais acessível com a adesão ao euro).
O sonho de todos os socialistas é que o crescimento regresse e se libertem deste pesadelo. O seu dilema é que não conseguem imaginar uma forma diferente de crescer senão pela via de estímulos públicos, sendo que, enquanto houve dinheiro para esses estímulos – e houve em abundância até 2008/2009 –, isso não se traduziu em mais crescimento, apenas em mais dívida. É por isso que suspiram por um Plano Marshall sem entenderem que ficaríamos para sempre dependentes de subsídios externos. É também por isso que têm dificuldade em entender os sinais que começam a aparecer de alguma reversão do ciclo económico, pois este acontece sem reversão da austeridade, o que não encaixa na sua forma de pensar estadocêntrica.”
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Eu aprecio mais… este….
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/os-velhos-nao-e-possivel-exterminalos-1614453
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Em resumo, diga-nos lá então ó Fincapé:
Qual é e, onde fica, a dita sociedade/sistema, onde nada do que acima critica – de forma enviesada, reconheça…- se aplica e, onde todos vivem saudáveis e felizes para sempre? 🙂
Dispense-nos das diarreias utópicas, que só dão merda, como as ex-URSS, China de Mao, Cuba fidelíssima, Coreia dos Kim e Albanias da treta, cujo fim já conhecemos. 😦
Não se alongue na resposta e, foque-se só mesmo, em anunciar ao Mundo, onde está, onde está, o modelo, do que querem – PR e TC à cabeça… – Transformar Portugal. 😉
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No comentário de baixo esqueci-me de dizer que lhe ofereço um rebuçado se encontrar as tais contradições propostas. É um estímulo liberal. 😉
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O MUNDO DE QUE JECA TATU FALA TEM 7 MIL MILHÕES E PICOS DE DESGRAÇADOS QUE LABUTAM EM FAVOR DE UMAS ESCASSAS CENTENAS DE PESSOAS QUE DETÊM VÁRIOS MILHÕES DE MILHÕES DE DÓLARES?
E UM MILHÃO DE MULTI MILIONÁRIOS OU SIMPLESMENTE MILIONÁRIOS
E NESSA SOCIEDADE HÁ UNS ESCASSOS MILHÕES DE DÚZIAS DE PESSOAS QUE SÃO NÚMEROS QUE TERÃO A GRAÇA DE PODER TER LIBERDADE ECONÓMICA?
7000 MILHÕES QUE MORREM E VIVEM PARA QUE NO MÁXIMO MENOS DE 40 MILHÕES TENHAM UMA VIDA DE LUXOS VÁRIOS?
AH DE FACTO GOSTO MUITO DO MODELO
SÓ TENHO É DE GANHAR O EURO-MILHÕES
DÁ JEITO PRA VIVER NESTE MODELO…
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Caro Expatriado,
Não digo em lado nenhum que não tem de haver ajustamentos e que os países têm de viver de acordo com a riqueza que produzem. Antes, devem ser cortadas as asinhas àqueles que vocês, liberais, consideram anjinhos do bem, mas que fazem gato sapato das economias e das Finanças.
————
Caro José,
Diga-me uma só frase minha desde que deixo comentários por aqui que o leve a concluir que eu defenda regimes desses ou mesmo que os tolere.
O modelo económico que defendo existe razoavelmente nas sociedades nórdicas. E os suíços até querem limitar o salário máximo de acordo com o mínimo. Isto por referendo. SE calhar, acha-os pobres ou socialistas, não?
Diga-me agora você que tipo de sociedade liberal é que defende onde não haja miséria absoluta e tipos ricos apenas porque beneficiam das abébias dos governos. (Aliás, “eles” são os governos!)
E, se leu o comentário, o que agradeço, diga-me as frases de que discorda ou que são mentira. 😉
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“E os suíços até querem limitar o salário máximo de acordo com o mínimo.”
“…queriam…”, embora chumbasse no referendo. Mas foi um aviso bom. 😉
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Fincapé, areja as tuas ideias. O Mundo não pára e tu paraste um bocado no tempo.
Tu não sabes que mais de metade da riqueza produzida em Portugal vai para o Estado? Quem são, hoje, em Portugal, os privilegiados? Tu não sabes que na Europa se vive uma vida muitíssimo acima da vida dos povos dos outros continentes?
Falas dos pecados do capitalismo, mas não apontas melhor caminho.
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Mau tiro, Tiro!
Continuas a pensar que o Estado é o… Estado. Mas o Estado somos nós. A riqueza vai para operações cirúrgicas, para a educação, para a tua canalização da água, para as tuas ruas, avenidas, praças, infantários. E para a nossa segurança, para termos tribunais como os países civilizados e para sustentarmos monumentos e outro património riquíssimo que, felizmente, outros “governos” construíram ao longo da nossa história.
Agora percebeste ou continuas a recuar no tempo? Olha que eu não duro sempre. 😉
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Fincapé, enganaste-te mais uma vez – a água que corre nas torneiras da minha casa, sai de um poço que mandei fazer, sendo que essa água não é própria para beber, nem para cozinhar. A água para beber tenho de a comprar ao garrafão.
A zona onde vivo, não tem rede de abastecimento de água, nem rede pública de esgotos, normalmente definido como saneamento básico. É assim, uns são filhos, outros são enteados.
Eu sei que o Estado somos todos nós, mas, também sei e como disse, que o Estado não nos trata a todos por igual.
Se é verdade que a “riqueza” arrecadada pelo Estado vai para operações cirúrgicas, educação, etc., também é verdade que, numa boa parte, essa riqueza vai para os bolsos dos funcionários públicos e pensionistas, muitos deles arrecadando ganhos muito acima da média, ou seja, acima do justo, relativamente aos outros portugueses que mourejam no sector privado. Isto, sem falar nos desempregados, alguns desses praticamente abandonados pelo Estado.
Concluindo, deixa-te de saudosismos…
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Continuas a ter graça, Tiro.
Achas, então, que ao fazeres um furo para teres água não estás a afetar o ecossistema que abrange os outros cidadãos? Ah, é verdade, tal como a Thatcher, para ti, há cáfilas, mas não há sociedade! 😉
Numa coisa tens razão: parte do dinheiro do Estado vai para quem executa o serviço. Por exemplo, o cirurgião que faz um transplante recebe uma parte, o equipamento e material custa outra parte e os serviços de apoio ainda outra parte. O que prova que já aprendeste alguma coisa. 😉
Há realmente ainda uma outra parte das despesas do Estado que vai para quem já cumpriu o seu tempo de serviço de acordo com as leis vigentes.
Aqui poderá haver uma discordância entre nós. Tu acharás que um juiz aposentado recebe muito se receber 2500 euros líquidos, porque recebe mais do que um trolha (conheço e sou amigo de muitos trolhas, que trato com todo o respeito); mas eu poderei considerar que estas não são as maiores injustiças da humanidade.
Compra a Visão desta semana e lê-a bem. Não te esqueças, principalmente, de ler a partir da página 98 e, pelo menos, até à página 108. (Só li hoje, de forma que o meu comentário de ontem não teve nada a ver com essa leitura).
PS: Olha que tudo o que escrevi acima foi com imensa simpatia. Não fiques a pensar que estou aqui com qualquer intenção maledicente. E também respeito bastante a forma como dizes viver. Mas eu sempre considerei que as câmaras municipais deveriam ser rigorosas quanto aos planos de urbanização, por várias razões, sendo uma delas a destruição de boas áreas agrícolas. Foi assim desde os romanos, resultando em belíssimas cidades à beira de rios e mar, mas foi também um nunca mais acabar de dispersão, com consequentes despesas em esgotos, água, eletricidade e comunicações, e também de destruição de bons terrenos.
Ah! E não sou nada saudosista. 😉
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Obrigado Fincapé, pelo tempo que perdeste a “responder” ao meu comentário/desabafo.
Parece-me que não vale a pena continuarmos com esta “conversa”, que será sempre pouco produtiva – pelo que se vê não mudas facilmente de ideias e eu também não vou mudar.
Depois, estava eu a queixar-me de não beneficiar de uma rede de abastecimento de água (eu e as centenas de meus vizinhos) e vens tu “acusar-me” de afectar o ecossistema, por fazer um poço que, ao contrário do que acontecia há umas dezenas de anos atrás, até dá água contaminada…
Isto, para além de eu sofrer de outro grande inconveniente, que é o de não poder utilizar, (nem eu nem os meus vizinhos) uma rede pública de esgotos, rede que se denomina saneamento básico. Repara: básico! É que nem eu, nem os meus vizinhos, podemos beber aquela coisa… Percebeste?
Por outro lado, não me consta que os juízes apenas “levem para casa” 2.500 euros de pensão. Ao que dizem, recebem tanto como os colegas em serviço, inclusive um subsídio para “renda de casa”, mesmo que morem em casa própria. E se for um casal de juízes, que os há, recebem dois subsídios… Um luxo, para não dizer outra coisa. Ainda por cima, um luxo um bocado maior do que beneficiam os funcionários públicos reformados. E muito maior (para não dizer escandalosamente maior) do que beneficiam os reformados da segurança social.
Enfim, partilhando de algumas das tuas preocupações, julgo que o nosso Estado está gordo demais, que se deveria concentrar na justiça, na segurança e na regulação, pagando aos seus servidores de acordo com a riqueza que produzimos e nunca acima disso, como aconteceu nos últimos 20 anos, para nossa desgraça e para desgraça dos nossos filhos e netos.
E podes chamar-me liberal, que eu, não sabendo bem o que queres dizer, não fico zangado. E bom fim-de-semana.
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Sim, tens razão nessa de não usufruíres do saneamento de água e de água canalizada. Foi uma omissão não intencional.
Quanto à captação de água, foi a mesma coisa que dizer que eu passo o tempo a respirar oxigénio que é de todos, reforçando o meu sentido de vivência em sociedade. Todos implicamos com todos, contrariamente ao dizer liberal e ao individualismo apregoado. Foi apenas o que quis dizer. Longe de mim qualquer ideia de criticar situações que nem conheço bem e, no caso, pessoas que ainda por cima são prejudicadas. Mas a internet é assim e as palavras vão com o frio da falta das expressões que ajudam aos diálogos.
Realmente, devo pedir desculpa, apesar de não haver qualquer intencionalidade. É que se calhar nem és assim tão liberal como eu poderia pensar. Daqueles que, comicamente, negam a existência da sociedade. E embora eu não tenha nada com o pensamento de cada um. Tenho apenas de defender o meu.
Bom fim-de-semana
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Fincapé, machado enterrado!
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Claro, Tiro. 🙂
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Eu gosto muito de ir à Aula Magna do disparate. Vou com a minha garina que também é muito de esquerda, eu pergunte-lhe, ó filha porque és de esquerda? Ela responde-em tom muito filosófico: Porque sou canhota! Ela sabe muito de filosofia mesmo, ela até diz que para cada sócrates há um alcibíades, eu não sei o que ela quer dizer com isso mas estou sempre a aprender, inda agora estive ao lado do arménio, foi empurrado, sim senhor que eu vi, ficou com uma nalga inchada e isso é muito feio, neo liberal e o caraças, isto não vai ficar assim, ou seja vai inchar ainda mais, eu quero o ministro aqui mesmo, prontos. Amanhã há mais, sempre em frente nem que seja preciso acordar o camarada suslov, aquele que nos fez uma grande partida em 1976, deixou-nos nos braços do imperialismo e essas porras tamanhas
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🙂
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men tira disse o arménio o cu gajo queria era um abraço comaquela gaja fez ó poliça mas o poliça nã foi com o material do arménio
tem polícia gay esquisito né
a bófia adevia saber que tamos em crise e melhor arménio carlos qui carlos em cruz
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Agora a a sério, o meu post anterior foi para cabeçudos.
Com o Fincapé, concordo inteiramente. Existe uma voragem, uma ganância sem limites a que é preciso pôr limites.
Nem sempre os que se opõem pela palavra deixam de colaborar consciente ou inconscientemente com os abutres.
Plutocratas: The Rise of the New Global Super-Rich and the fall of Everyone Else
por Chrystia Freeland
Nas formas de o conseguir podemos ter ideias diferentes, no essencial estamos em concordância.
O espírito democrático é isso, admitir que se pode errar e estar disposto a emendar.
Acho que jmf também está desse lado.
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NON O QUE FALTA A este poste além de um bom pelotão de fuzilamento é um vídeo
e um título melhorzinho que esse tá com nada não
NO ESTADO A QUE CHEGÁMOS COM OS ESTADOS TOMADOS POR CORPORAÇÕES VÁRIAS E POR VÁRIAS CORPORAÇÕES AVARIADAS O MUNDO ESTÁ PRENHE DE ESPERANÇA -THE MERCHANT WARS ARE ON….E AS MOSCAS QUE POUSAM NOS PAPÉIS REESCREVEM A HISTÓRIA EM SUAVES CAGADELAS POR VEZES CAGAM NA VERDADE OUTRAS VEZES CAGAM DE VERDADE
E ASSIM CANTANDO E RINDO SALTAMOS DA DEMOCRACIA PARA A DEMOGRAFIA DA FOME OU PELO MENOS PARA A DEM
LÁ VAMOS QUE O SONHO É LINDO…..MESMO QUANDO O SONHO É MORTAL E O MARASMO DA FOME DÁ SONHOS SEM IGUAL
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VIVA A EDP RENOVÁVEIS
ARRIBA BANIF 27% EM ESPECULAÇÃO DE FALÊNCIA CONTROLADA
ESTÁ TUDO BEM QUE A FACTURA DA AUSTERIDADE TEM OFERTA PÚBLICA DE VENDA TODOS OS DIAS
MAS NÃO É PARA TODOS
SÓ PARA A MAIORIA SILENCIOSA NÉ NÃO É MAÇON QUIEN QWER
NUM PAÍS ENVELHECIDO EM QUE SÓ OS JOVENS E OS TURISTAS SAEM À NOITE
AS MOSCAS JORNALÍSTICAS DISCUTEM A NATUREZA DO REGIME
OU A NATUREZA DA DIETA
ALGUMAS DISCUTEM QUANDO A DIETA PASSA A SER CONSIDERADA FOME
OUTROS DISCUTEM QUANDO A FOME PASSA A SER CONSIDERADA UMA DIETA ANORÉCTICA
E ASSIM VAMOS CANTANDO E RINDO
LEVADOS LEVADOS SIM…..
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Um comunicado da LAM – Linhas Aéreas de Moçambique informa que “o voo TM 470 que partiu do Aeroporto Internacional de Maputo às 11h26, com destino a Luanda, tinha a sua aterragem prevista para as 14h10 locais (13h10 em Lisboa). Seguem a bordo 28 passageiros e 6 tripulantes”.
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Maputo…Luanda,,,”Lisboa”…Rio de Janeiro…
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sim pá vamos já prá cruzada…..deixa-nos arranjar aí uns cilícios e uns montantes de folha larga e jerusalém será nossa outra vez
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Quando eu era criança, o que me atraia mais no “Primeiro de Janeiro”, jornal que o meu pai comprava, era uma banda no fim da página que se chamava “Publicitário”.
Depois cresci e percebi que aquilo era para enganar crianças.
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Portugal é um caso perdido de irrealismo, um paraíso para sonhadores e utopistas. Não é por acaso que a fantasiosa solução socialista protagonizada pelo tandem Caldeira Cabral /Manuel Pinho da fuga para a frente é tão aplaudida. Corresponde aos anseios secretos da maioria da população que joga o Euromilhões e amanhã logo se verá. Até pode ser que a Senhora de Fátima apareça entretanto outra vez.
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Felizmente que temos o sol e o peixe assado.
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