A maluqueira da praxe
De vez em quando convém pegar na pitoresca ideia de ex-presidentes da república portuguesa escreverem artigos de opinião, como se não tivessem sido obreiros na construção do país que agora criticam. O caso de Soares é particularmente divertido pelo esforço feito para desmontar a sua própria história. Vamos ver:
Pelo contrário, a classe média está cada vez mais pobre. E os pobres vivem no desespero da miséria, quando não emigram.
A reter: os pobres emigram e há muitos pobres. Isto estraga a noção de ser “a geração de licenciados mais qualificada de sempre” a emigrar ou, em alternativa, que os pobres são licenciados, destruindo a noção de falta de mão de obra qualificada.
Os pensionistas a quem o Governo tirou parte das pensões são forçados a emigrar.
Porque não estão dispostos a trabalhar em Portugal, só no estrangeiro. Talvez exista um país que pague pensões especiais, mais elevadas, a pessoas que trabalharam em Portugal e nunca descontaram para o sistema de reformas desse país. Isso, deve ser isso.
Os suicídios aumentam e a criminalidade também.
Tem dados sobre o suicídio? Já chegamos à taxa dos suecos? O INE agradece.
Em criminalidade tenho que concordar, principalmente incluindo as caixas de comentários em jornais e blogues.
Quanto gastaram nas últimas viagens que fizeram e quanto custaram as respetivas comitivas? Ninguém sabe!
Mas, mas… Mas, ó doutor Soares…

A desigualdade entre os portugueses é cada vez maior, escandalosamente maior. Mesmo no tempo de Salazar, porque Salazar não roubava, embora deixasse alguns fazê-lo. Nunca foi tão longe, mesmo durante a guerra, na destruição do País.
Então aquela cena da luta contra o fascismo foi um logro. Andou o doutor Soares ali a apregoar o sofrimento todo do Estado Novo e, afinal, agora é que é luta a sério, no jornal e nas uniões da esquerda. Deve ser duro chegar a este patamar da vida reflectindo sobre a inutilidade de tantos anos desperdiçados.
É certo que as crianças na província andavam de pé descalço, mas não tinham fome.
Comiam os sapatos.
Estamos a caminho de uma nova ditadura (embora sempre a falar de democracia) e há infelizmente tantos com medo que lhe tirem ainda mais do pouco que tem, que estão cada vez mais desesperados.
Eu sei. Vejo-os todos os dias nos jornais e nas televisões. Força aí, doutor Soares.
Quanto é que até hoje pagou à troika e quanto vai pagar ainda?
Tinha que ir ler. É chato.
Quanto tem o Governo recebido da Europa, nestes dois anos e meio, e para onde foi o dinheiro?
Uma parte foi para a Fundação Soares.
Tanto quanto julgo saber, o que os trabalhadores perderam, em média, de salários (privados e públicos) desde a posse deste Governo é de 10%. Será assim? Para onde foi esse dinheiro?
Uma parte foi para a Fundação Soares.
Depois o texto continua mas “uma parte foi para a Fundação Soares” serve de resposta sempre.

Este tipo é o exemplo máximo de quem viveu a vida inteira como um Dux da Carbonária, refugiado em Paris e pago por quem nunca se soube.
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Filho de cura de missas conspirativas na Sé e grande amigo do Carlucci a quem fornecia os “petiscos” secretos que mais apreciava.
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O mais fascinante é continuar a chamar a atenção para si próprio, fazendo com que essas coisas voltem a ser faladas. É uma boa definição do que é o país abrilista.
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Uma vizinha aqui do meu bairro diz-me que ” quem desdenha quer comprar”…
O charivari que um velhote de oitenta e tal anos, provoca nestes doutos Homo Sapiens “gajos e gajas”…
Parecem aquelas louras malucas histéricazinhas, de braços no ar …oh não! NÂO!!!
he! he! he! o gozo que isto me dá Santo Deus…
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Ainda falta contabilizar as verbas para a Fundação da senhora Maria Barroso – a tal prodignitate e as viaturas, motoristas, multas e outros etc…
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As praxes e os trajes de que a carneirada liberal gosta
“Um dos mais difíceis temas de Verão é o da influência da temperatura no código de vestuário. O assunto terá perdido alguma premência com a nova moda masculina de prescindir da gravata – uma tendência entusiasticamente promovida pelo actual Presidente do Irão, cujo nome me escapa. Mas a gravidade do tema está ainda presente nalguns sectores.
É o caso do Oxford & Cambridge Club, em Londres. Todos os anos, a “newsletter” de Julho inclui uma nota sobre o calor e o traje. Recorda ela, basicamente, que as altas temperaturas não anulam o “dress code” do Clube, embora algumas atenuantes sejam concedidas. Estas incluem a não obrigatoriedade de gravata até às 11h da manhã, aos dias de semana, e até às 18h, nos fins-de-semana. Mas o casaco continua a ser obrigatório a todas as horas, a menos que um dístico à entrada, nos dias mais quentes, assim o anuncie.
A nota prossegue recordando que, nestas excepcionais ocasiões, os cavalheiros sem casaco devem usar camisas de manga comprida abotoadas no punho. E adverte, em tom decidido, que “T-shirts e outras camisas sem colarinho, mesmo quando usadas com casaco, nunca são permitidas no Clube”.
Tendo lido esta nota numa manhã de lazer, decidi promover um inquérito sobre o tema. No balcão do bar, interroguei o velho empregado, um imigrante grego há décadas instalado nesta área do Clube. O bom homem pareceu surpreendido com a minha pergunta sobre a razão de ser do “dress code”. O assunto parecia-lhe óbvio: “Este é um “gentlemen’s club”, sir”.
Resolvi insistir com a dúvida cartesiana: “por que razão devem os “gentlemen’s clubs” dar tanta importância ao código de vestuário?”. A resposta foi pronta, após ligeira hesitação: “Porque, caso contrário, deixariam de ser “gentlemen’s clubs””.
Interroguei em seguida a jovem beldade que se encontrava na recepção do clube, logo à entrada de 71 Pall Mall. Chegara há uns meses da Bulgária, e gostava imenso de Londres, assim como de trabalhar no clube. Código de vestuário? É claro, disse-me ela, trata-se de um “gentlemen’s club”. E eu concluí, já instruído pelo grego do bar: se não tivesse código de vestuário, deixaria de ser um “gentlemen’s club”? Ela envolveu-me num amplo sorriso: “Esse é exactamente o ponto, sir. É como dar gorjeta: não se pode dar gorjeta aos empregados, nem estes podem aceitá-la, num “gentlemen’s club””.
Finalmente, com um novo sorriso envolvente, rematou: “Eu realmente adoro este vosso clube. Devíamos ter clubes destes, na Bulgária. Mesmo assim, eu preferiria Londres”.
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Como é que alguém presta atenção ao que este velho senil diz?
E ainda falam mal dos jovens, os velhos são todos uns imbecis.
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Você já é um imbecil e ainda não chegou a velho!
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Em vez de idade de reforma deviam era estipular um prazo para estar pendurado no bolso dos outros.
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Todos não faço a mínima ideia, mas, pelos vistos, os que te criaram são.
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MSoares é um privilegiado do regime.
além das reformas q tem
dos polícias a guarder as casas.
tem UMA REFORMA MUITO MAIOR QUE OS OUTROS POLÍTICOS ( a começar por Cavaco)
chama-se
FUNDAÇÃO MARIO SOARES
que recebem centenas de milhar de €uros da Câmara de lisboa e do governo
para ele viver no LUXO
a sorte dele é que as redações dos media aplicam censura mais grave do q no Estado Novo
e pura e simplesmente
esquecem
omitem
escondem
branqueiam
tudo o que possa chamar a atenção do POVO para
a pouca vergonha dos ídolos esquerdóides
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Este post é verdadeiro serviço público, escuso de ir ler as baboseiras do Rei Mário.
Aqui vai a minha contribuição, de 2010 (quem precisa de citações de 1983? estas são fresquinhas e explicam o que devia ser feito, mas só se o governo for PS, claro):
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=340580&tm=9&layout=122&visual=61
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há quem chame a atenção da proveta idade do personagem para não lhe ligar
o problema não é esse
o problema é que sempre q o personagem vomita atoardas tem logo as TVs, jornais e radios a retransmitir o q ele diz………..como se fosse verdade!!!!
se houvesse coluna vertebral nas redações dos media
atiravam-lhe á cara o que ele proclamava em 1983-85 como 1º ministro
mas não
coluna vertebral não existe por essas bandas
só paquetes de fretes maçónicos/xuxas/jacobinos/esquerdóides
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“os velhos são todos uns imbecis” – Carlos dixit
Aí está uma frase que sintetiza e aprofunda o post.
O Vitor está de parabéns ao conseguir apoiantes deste jaez.
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Subscrevo totalmente o seu comentário. É gente miserável.
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abre latas
escrevi antes do seu post
mas faz bem recorder o q o gajo disse em 83
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O link que coloquei é de 2010 e vale bem a pena ver…
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sim, reparei
nessa altura, aconselhava o seu querido sókas
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Faz lembrar uma cena do “NG Wild” em que uma hiena está de volta de um leão velho, aparecendo logo mais hienas.
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Foi esta cena?
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Quem é o leão velho e as hienas?
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O leão velho não é o Piscoiso?
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As hienas são os que não estão de bikini
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Os seus pressupostos estão errados e as suas provocações passam-me ao lado, pois não figuro na foto, nem tenho pretensões a cargos políticos..
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Não pode dizer que não tem pretensões a cargos políticos. Já viu o que seria se eu dissesse isso? Tem que se manter a mesma lógica para todas as pessoas sob risco de chumbarem o PEC 4.
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Quero lá saber das suas pretensões ou do que pensa das outras pessoas.
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🙂
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Mas quando é que a família põe a mão na consciência, lhe tira a caneta da mão e o microfone da boca e o leva para a cama descansar? É que isto já é bater em mortos…
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com o decorrer da idade, as pessoas têm tendência para viver os factos mais antigos
e esquecer os mais recentes
é um dado científico-genético
pois bem
não esquecer q MSoares andou pelo MUD juvenil
ou qqer coisa parecida
q fazia parte dos comunas
e o q são os comunas?
stalinistas empedernidos
bárbaros
algozes
tiranos
muito berram pelos trabalhadores
mas as revoluções ANTI-COMUNAS FORAM FEITAS POR TRABALHADORES
até porque os burgueses já tinham sido eliminados.
vejamos o que fazem estes AMIGOS DO PCP (amigos de juventude do marocas….)
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=3653853&seccao=%C1sia&page=-1
ESTAMOS A FALAR DE PESSOAS DA MESMA FAMÍLIA!!
os delegados do PCP aos congressos dos amigos coreanos que se cuidem
se alargarem o conceito de família-parentesco a família – ideológico
tão feitos ao bife…
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…e os terrenos do Colégio Moderno? Com que dinheiro se fez a Fundação?
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Descansem os Soaristas… Ele já tem um lugar assegurado no Roubalhão: primo do Panteão!
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Peço encarecidamente! Não batam mais no velhinho!
Felizmente para nós que há uma linha que separa aqueles a quem o País muito deve, daqueles que devem tudo ao País.
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Pede para não bater no velhinho no primeiro parágrafo e no segundo bate no velhinho. Agora estou confuso.
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O que Soares fez ou deixou de fazer, a História o dirá com a distância necessária.
Outra coisa é o respeito ou desrespeito pelos idosos.
No Japão, por exemplo, celebra-se o Dia do Respeito ao Idoso (Keiro no hi) todos os anos na terceira segunda-feira de Setembro. Trata-se de um feriado dedicado aos idosos, com orações pela longevidade dos mais velhos e agradecimento pelas contribuições feitas à sociedade ao longo de suas vidas.
Na tradição japonesa, ao completar 60 anos, é permitido ao homem o uso de blazer vermelho, pois somente com seis décadas de vida há a liberdade de usar a cor dos deuses.
Os japoneses consultam sempre seus anciãos antes de qualquer grande decisão, por considerarem seus conselhos sábios e experientes.
E quem diz japoneses diz outras antigas civilizações orientais, que justamente por serem antigas, tão respeitam os mais antigos.
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Acho extremamente curioso que considere que faltei ao respeito ao doutor Soares. Por muito menos que isso mataram o rei D. Carlos.
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Mas aí já a Carbonária e a Maçonaria Académica não era “facista”- era republicana e laica e foi tudo feito em nome de nobres ideiais- como a Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
O Vítor tem de aprender que a mesma coisa se torna o seu oposto, bastando para tal mudar-lhe a etiqueta.
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Anda aí a circular a ideia tola das praxes serem fascistas. Agora até o Mariano Gago vem com essa coisa. A praxe é a praxe, podemos analisar e chegar à mesma conclusão que a Zazie que praxe e maçonaria são irmãs. É a interpretação correcta. Agora, fascistas são as pessoas, ansiosas por adoptar uma treta qualquer que as faça sentir parte da manada – esse sempre foi o meu ponto.
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“A praxe é um mero ritual de iniciação na tribo fascista: hierarquia, poder, humilhação e ostracização dos enjeitados como a cola de uma sociedade que não compreende o conceito de liberdade individual.” Vitor Cunha em Eusébio, Amália e Capas Negras em 25/01/2014
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Pois são irmãs porque a partir do momento em que a Maçonaria Académica lhes deitou a unha. E isso é um facto histórico indesmentível, sendo que a Carbonária e a morte do Rei foi feita assim.
Agora, no presente, não sei. Sei apenas que há coisas demasiado parecidas e cretinos que vivem em seitas a bejarem lá os cus, darem agora em virem para a praça pública chamar fascista ao que é igual a eles.
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O que há lá agora é caciquismo para associações de estudantes, o útero dos partidos.
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Foi por isso que o José do Portaloja se antecipou a desmontar a manha porque já os conhece.
E eu insisti na semelhança de seita e nos ritos iguais aos maçónicos porque é verdade. Se é apenas foclore ressuscitado, não sei.
Sei é que não são estes imbecis que vivem em seitas que têm autoridade para criticar e, ainda, de forma mais estúpida, querer colar a etiqueta do Estado Novo a uma coisa que o Estado Novo soube controlar civilizadamente e sem secretismos como os que agora são lei.
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O Estado Novo só entra na equação no sentido de no pós 25/4 ninguém querer ser associado a estas coisas e, uns anos depois, se ir buscar a coisa.
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De onde é que v. imagina que nasceram os partidos?
È que conhecer-se História é uma coisa muito útil.
O mundo começou há mais tempo. O que agora parece novidade e diferente, teve génese comum e nada dela tem a ver com Estado Novo.
O Estado Novo centralizava e valorizava apenas o que lá podia enobrecer e dignificar a Pátria.
Os partidos tendem a ser seitas e começaram como seitas. Se noutros países se tornaram mais saudáveis é precisamente porque a cidadania se impôs como educação colectiva e não como capricho individual de interesses.
E, é por isso que há democracias e imitações rasca. E nenhuma é pura, sendo que o Estado Novo ao pé de tudo isto, é um facto que só teve a dar lições ao mundo.
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A Zazie está a dar-me razão com a referência ao Estado Novo: o regresso das capas negras, seja qual o for o motivo, é pegar em algo que aparentava dignificar a pátria, o regresso dos “doutores”. É bastante ardiloso.
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Ele que vá para casa pelo próprio pé…..enquanto pode. O meu respeito pelo “idoso” é igual àquele que o dito tem pelos outros. Cada um idoso ou não tem o respeito que merece.
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Olha, não era este que tratava a outra pela “velha”?
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Pode parecer mas eles são demasiado labregos para o fazerem por esse motivo. é por outra coisa- pelo status do doutor- é a massificação do ensino e de tudo ter de ir a doutor que deu nisto
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Eles limitaram-se a copiar as praxes de Coimbra.
Mas, neste caso da Lusórona há mais que isso, e é em relação a esse “mais” de seita de comissão e ritos secretos que eu referi outros “revivalismos”.
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De acordo.
Giro, giro, seria desenrolar o novelo e ver quem andou nessas coisas e nas associações de estudantes há 10 ou 15 anos.
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era sim….tb chamei a atenção para o facto e veio-me com a desculpa que tinha sido um dixote brincalhão
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Outra tradição dos japoneses é o haraquiri, que no caso deste velho nos tinha poupado muita miséria nas ultimas 4 décadas.
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Bate na fundação mas recorre a ela para obter informações. É da praxe.
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Bate no capitalismo e comenta em blogues.
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Repíto-me. O Vitor é quem escreve e quer “vender” ideias.
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Ter uma fundação que dá informação implica aceitar sem crítica carros de luxo e múltiplos motoristas?
Está bonito
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Cá dever-se-ia instaurar o Dia do Respeito ao Parasita.
, dia de São Piscoiso, atenção Papa Francisco: este santo seria o
substituto do Padroeiro de Portugal.
Em honestidade, destemor , independência este *carácter* vai ao ponto
de desdizer-se a 180 graus conforme o seu mentor se declarar:
tem que estar sempre em consonância (é o *status* que periga quando.
mesmo inadvertidamente, falha essa harmonia).
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Fica tudo entre os Bons Primos da barraca
http://www.cocanha.com/bom-seria-que-fechassem-a-barraca/
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ainda não percebi a sua estratégia de desacreditar algumas pessoas.
mas você tem duvidas que o pais está bastante mais pobre.
+20% de desempregados reais, não os 17% que continuam a ir ao centro de emprego
reformados e funcionários públicos percas de rendimento na ordem dos 15% nos últimos 5 anos.
-os impostos diretos via IRS aumentaram muito e ao não desagravarem anualmente agravam-se automaticamente
-os preços de transportes e energia aumentaram 90%
-os idosos perderam complemento solidários para idosos.
-cortaram rendimentos mínimos à brava
-cortaram vantagem nos hospitais nos passes nos subsídios da escola a quem ganha mais de 600 e um está desempregado
-cortaram subsídios nos colégio a quem ganha mais de 600 euros
-aumentaram sisa de forma direta e indireta através das avaliações.
-o Iva aumentou em quase tudo energia e restauração o que é bom porque anda tudo de lancheira e os restaurantes faliram.
-as portagens aumentaram mais de 20% a 100% o que é bom porque aumentou o risco de acidente e baixou a receita dos operadores.
diga só e verdade ou não tudo isto
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Pois está. E v. tem dúvidas que o anterior governo é o responsável?
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O anterior governo, seja lá ele qual for, é sempre o responsável.
É a norma dos irresponsáveis.
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Com todos os anteriores governos e toda a merda que fizeram nenhum deles duplicou a dívida e nenhum deles meteu tanto dinheiro no cu dos empreiteiros e da banca.
Também isto é verdade.
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É natural.
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não respondeu
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Se v. gastar mais que o que pode e um dia lhe vierem cobrar a dívida, ao pagá-la o que acontece? ainda fica com mais do que já não tinha por viver de empréstimos?
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A v. lógica da batata diz que o ideal é exterminar capitalistas, nacionalizar tudo e depois, no mundo capitalista, o dinheiro cai do céu.
É literalmente esta imbecilidade que vendem. Porque são estúpidos e porque lá andaram contentinhos da silva a lucrar com isso. Por mais pequeno que fosse o lucro, a mentalidade formou-se nesta poltranice de “pede ao Estado, que o Estado dá”.
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Tony
Se comparar com os anos 60 do outro século, mesmo com a guerra, ainda vi concluir que o melhor é procurar outro Salazar.
É isso?
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Tony, estás a exagerar e, por isso mesmo, deixas de ter razão.
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O Soares faz-me lembrar aqueles Capelães que investiam somas avultadas em “peças” nos navios negreiros. E depois ainda davam o sermão ao mestre do barco para não partir sem primeiro «batizar» os pretos.
Tal & Qual.
R.
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Porque nenhum pergunta a Mário Soares porque é que esteve preso em Toulouse França?
Porque não perguntam a Mário Soares porque é que andou dezenas de anos fugitivo da justiça francesa?
Porque não perguntam a Mário Soares se era o dono da Emaudio?
Porque não perguntam a Pinto Balsemão o que sabe de Camarate?
Porque não perguntam quem eram os donos do BPN e para que servia, além de lavar o dinheiro sujo da Camorra e dos amigos da Guiné-Bissau. Porque é que o Governo Socialista o nacionalizou?
Porque não perguntam ao Otelo Saraiva de Carvalho aonde esteve entre os dias 23/04/74 e 26/04/74?
Porque não perguntam a Almeida Santos quantos quilates de diamantes falsos recebeu do Samora Marchel?
Porque não perguntam a Manuel Alegre que informações transmitia na Rádio Alger?
Porque não perguntam a Mário Soares se ainda guarda na sua Fundação a fortuna do François Miterrand?
Porque não perguntam a Barroso porque é que a U.E. ainda não aplicou as sanções económicas a Cabo Verde e Guiné-Bissau pelo tráfico de droga?
Porque não perguntam a Mário Soares, Otelo Saraiva de Carvalho, etc. o que são os Amigos da Guiné-Bissau?
Porque não perguntam a Mário Soares se ele ainda é o homem mais rico de Andorra?
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Paradigmático!
Soares, em hipocrisia, tem muitos poucos que o igualem . . .
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vitorcunha já começou a delirar?! Mário Soares, mesmo andando de tartaruga, é muito melhor que o pantomineiro de Belém a subir aos coqueiros ou apanhar cagarras!
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Entre 2002 e 2006 (!) o Banco de Portugal vendeu, sem perguntar aos portugueses, qualquer coisa como 225 toneladas de ouro (15 em 2002, 30+45 em 2003, 35+20 em 2004, 35+10 em 2005 e 15+20 em 2006). E só não vendeu mais, nomeadamente durante o consulado pirata de Sócrates, porque a UE proibiu a venda de ouro para tapar os buracos orçamentais — que todos os partidos com assento parlamentar cavam alegremente, em nome da presa eleitoral, e adiando invariavelmente o pagamento da fatura. Para a corja partidária populista que nos levou à bancarrota o governo que vier, os filhos, e os netos, que paguem a crise!
Perguntem ao Durão, à Ferreira Leite ao Bagão, é por isso que eu gosto muito dos Vitors que formam na Universidade de Verão dos JSD’s
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JC…
225 toneladas de ouro!!??? Pobre dos mineiros alentejanos… tanto trabalho, suor, sangue e lágrimas!
….
Pergunte à TAP quantas toneladas trouxe de Moçambique , depois da abrilada!
O avô Soares deve saber!
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Não respondo a escravocratas…(ignorantes).
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Então gosta mal porque, se procurar um bocado, encontra facilmente o que penso das três pessoas citadas.
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Soares vai em frente tens aqui a tua gente, eram estes os que te apoiavam na fonte luminosa.
Agora pagam-te como mereces, valem tanto como tu, ou seja nada, ladram mas não mordem.
Em suma são o mesmo produto que tu.
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Uma cloaca “confessa-se”…
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Só tu Salvador?
Então as outras cloacas, ficam caladas.
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O que é extraordinário é Soares não ter amigos nem familiares. E sim a praxe é fascista apesar de ser muitos milhares de anos anterior. A saudação, a farda, os fasces são anteriores mais de dois mil anos mas são fascistas. A praxe, qualquer praxe, é fascista. O fascismo é uma praxe. Mussolini era ‘o’ dux, caso não saibais. Não sabeis porra nenhuma.
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Exacto. Muito bem explicado, caríssimo Doutor Hajapachorra.
Mussolini era o Duce; as praxes têm Dux, como se pode depreender por mero étimo linguístico só podem vir do fascismo.
Já agora, caríssimo- parece que noutras academias, em vez de lhe chamarem Dux como um Mossulini, lhe chamam Papa.
São academias criadas pela Inquisição, não é assim?
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Claro que não. Papa só há um, o senhor Jorge Nuno Pinto da Costa que não está para praxes. Papas só há um, excepto em roma que há dois, mais o papa Januário quando lá vai.
Por outro lado claro que sim, os praxistas são os novos familiares do santo ofício que anseiam por no potro o caloiro, o vitor, que obviamente está abaixo de judeu. E os templários fadistas eram. Porra, fascistas. Isto está tudo ligado. O vitor é que não tem culpa nenhuma, nem do fascismo, nem do relvas enriquecer quando troca de mulher, nem de andarem a arrastar a praxe pela lama.
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V. disse que eram fascistas por estas tradições e nome vir do fascismo e até o Mussolini as usar.
E isso é tamanha calinada que mais valia ficar quieto antes que tenha de ser outra a blogar com uma saca de batatas enfiada pela cabeça abaixo.
As praxes nunca foram nada parecido a Mociadade Portuguesa. Nem na Idade Média- sempre tiverem carácter autónomo, de sátira, com foro próprio, com polícia académica própria.
Quando isso acaba são laicizadas pelos liberais e pelo esrírito da Carbonária. As Repúblicas passam a ter este nome precisamente porque vêm das seitas prot que por cá começaram a aparecer desde o Marquês de Pombal.
Os termos usados vêm do latim porque sempre foram uma sátira aos senados dos romanos. Era tudo em latim por gozo com os lentes.
Salazar não entra nisto, Mussolini também não. A única coisa que entra é demasiada prosápia sua para tão fraco conhecimento histórico.
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O Pinto da Costa não está para a praxe nem fascismos? Claro que não, ele nem foi suspeito (e acusado?) de mandar partir as pernas de quem não concordava com ele. Nada do que se sabe dele mostra a utilização de intimidação, violência, chantagem… É um anjo que defende os oprimidos e acredita na liberdade de todos.
Só lhe falta as asas.
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E no latim te quero ver dize ora: beatus vir.
Bastião Pouco é isso de dizer vi ora três ratos vir.
João Mortinheira Vede lá esse saber.
Frei Paço Dize ora cantando: amém por ver se sabes cantar.
Bastião Oh que cousa pera errar. Abém.
Frei Paço Alto alto, amém.
Assovia em lugar d’amém.
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Acho que sim : toda a farda é *fassista* . . .
Quando será que os futebolistas da mesma equipa, terão a liberdade
de usarem no mesmo jogo, equipamentos/ vestuários desirmanados?
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a farda dos fascistas é fascista. Ninguém disse toda a farda, ó enfardador.
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O Soares sabe do que fala.
O seu grande amigo Bettino Craxi também sabia.
Foi pena ter havido a operação “Mãos Limpas” que estragou a vida a muitas e boas pessoas, mas enfim pelo menos o Soares ainda o foi visitar nas férias (dele).
Pelo menos aí (Itália) soube-se para onde foi (parte) do dinheiro.
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Comiam os sapatos.
LOL(ada), eu há tinha lido muito cedo a fantástica (por fantasiosa) exposição do Pai da Pátria de que dei conta noutra intervenção do blog, mas este apontamento é de ir às lágrimas.
Obrigado.
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A beca dos doutores universitários também só pode ser fascista. Porque em prepotência ganham sempre eles.
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Nem as praxes foram fascistas e muito menos estas de agora.
Porque, as praxes derivam das Repúblicas oimbrãs que eram um mundo às avessas de sátira ao poder. Vêm das troças dos goliardos.
E estas não o são porque derivam da mentalidade da moda em que as criancinhas são tratadas como pequenos budas, sem obedecerem a ninguém, muito menos aos professores e às instituições.
E são estes budinhas chaparros, que, em entrando para a faculdade, são apaparicados pela famelga, como uns doutores.
Ora estes brutinhos, sem cultura, sem verve, sem formação familiar nem hábitos de estudo ou de respeito pelo quer que seja, em podendo mandar sobre outros mandam da única maneira que conhecem- a mais labrega, a mais brutal, a mais estúpida.
E não são fascistas porque, para isso, era preciso terem um ideal maior- uma noção nacional a quem servir.
Ora eles são todos euzinhos egoístas que argumentam sempre que só faz quem quer e, neste mundo rothbardiano, até a venda de órgãos podia ser permitida.
Esta mongalhada das praxes é a mesmíssima que vota defende aborto porque sim, porque no corpo de cada um manda o dono do corpo e que defende a dopção porque é lá escolha dos outros.
São unibiguistas que só se lembram do colectivo para pedinchar financiamentos.
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E quem criou isto não foi nenhuma mentalidade do tempo de Caetano ou de Salazar.
Quem criou isto foram os isctes (como muito bem recorda o José). Porque este excesso de prepotência vem precisamente de terem mil e uma leis e estatutos escolares que os tornam intocáveis e reizinhos.
Depois, na faculdade, os profs andam aos tachos ou em seitas idênticas e isto é folclore que até atrai e sempre vai pingando.
Estão bem uns para os outros. E agora, no caso do Meco, os doutores becados, assustaram-se e vá de andarem para aí a atirar com areia para os olhos a fingir que a culpa é de todos, para não ser da Lusófona e, de caminho da deles.
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Desta vez, o Vítor deu uma resposta à altura ao Dr. Soares. Quer dizer, à mesma altura, excetuando a idade.
Será que as conclusões do Vítor, como a de baixo, foram obtidas na sequência de uma praxe no Meco?
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“Pelo contrário, a classe média está cada vez mais pobre. E os pobres vivem no desespero da miséria, quando não emigram.”
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“A reter: os pobres emigram e há muitos pobres. Isto estraga a noção de ser “a geração de licenciados mais qualificada de sempre” a emigrar ou, em alternativa, que os pobres são licenciados, destruindo a noção de falta de mão de obra qualificada.”
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Eu já me indignei:
http://solossemensaio.blogspot.pt/2014/01/as-maluqueiras-do-idiota-cunha.html
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Já agora, o hajpachorra que deve fazer parte do Colégio dos Cardeais, que conte, ou indique bibliografia onde se entenda quando foi criada essa tal figura do fascismo- o Dux Veteranorum ou o Dux Pater.
Agradecida.
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Respeitem o Benfica!
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e o Cepórtem
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Para o Hajapachorra que descobriu a explicação para as praxes virem dos facismo, dado que dux é o mesmo que Duce Mussolini:
Aqui vai e tem uma data muito engraçada- preconiza a noite fascista do Estado Novo logo em 1816
Para o Hjapachorra-
O fascita do dux que humilhava os caloiros nessas praxes salazarentas.
Macarronea latino-portugueza- 1816
https://archive.org/details/macarronealatino004imp
jamque adeo exierant praça longo ordine uops,
Et piateam buscam , Vallem quse guiac in ipsam.
Dux inter primos macho montatus , et inde
In burra Aiferus, extri calçonibus íbanc.
Prâetereunt : cresçitque Lagarti in matribus honor:
Vota novo dobram medo, grândesque romage*
Prooiittunt, Yeníant salyi si sorte mariti.
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Nem vos pareça que sereis o primeiro, ou uui-
co neste singular modo de vida , que he já tão velho
como a mesma Universidade, aonde sempre houve
Peralvilhos famosos, Tratantes refinados, Químicos
de masso , e mona , Caramboleiros de alto bordo ,
Procuradores de tolina , Requerentes do laudabile,
JMilhafres da banca, e Harpias do paca o j para os
quaes o estudo he pouco, o direito torto, e os livros
espantalhos ; perversores infames da seriedade esco-
lástica , e perturbadores da quietação estudiosa; ma-
ganos de assobio, sim aderes das bolças , c ladrões
cceultos. Estes sacaquelks, que sempre querem ser
tís bolças nas jornadas , e á custa das alheias tazem
grandezas de Alexandre, dando com não larga aos
Arrieiros, e depois vão esconjurando a ladra da Es-
talajadeira. Estes são aquelles Sacerdotes da Deosa
Gandicsa , que não tem domicilio certo, e são se-
uhgrcs dos alheios. A estes procurareis vós imitar?
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Zazie, Zazie, Zaziiiie. Já tomou a pastilha!!
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Toma-a tu no cu porque isto é para arrumar lentes que falam latim mas nem com 4 olhos entendem o que está escrito.
O Hajpachorra disse besteira da grande e este texto de 1816 arruma completamente a imbecilidade que ele escreveu.
Ele escreveu ali atrás que as Praxes são obra do fascismo do Estado Novo e que até o nome Dux é fascista porque o Mussolini também o usava.
E, como ele é lente em Coimbra e um grande sabichão, eu limtei-me a perguntar-lhe se os de outras academias que usam o nome Papa para a mesma personagem, eram então criação do Vaticano ou da Inquisição.
Pdei-lhe para me contar a partir de quando aparecem esses termos em latim e ele fechou-se em copas porque não sabe.
Porque escreveu tudo isto por mero preconceito lá dos tempos escardalhos em que andou.
E agora vem para aqui, armado em pimpão, a dizer que só se pode saber a História das praxes se se tiver estudado em Coimbra.
Imagino que ele só estudou latim em Itália.
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A zazie tem que tomar é o palito métrico.
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Com é que alguém que não estudou em Coimbra quer ensinar a antigos estudantes de Coimbra o que foi a praxe!? Foi. Hoje é uma treta. Não fossem aqueles desgraçados que foram para a terra fria estes esquentamentos até teriam piada.
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Como é que alguém que é lente em Coimbra tem o desplante de usar o arguento ad baculum quando só diz calinadas?
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Era caso para dizer que só me saem duques.
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V. escreveu imbecilidades e o facto de ser lente em Coimbra só as torna mais graves.
Porque v. nunca tem um argumento para nada. Nunca precisa de explicar nada.
Apenas dá lustro aos galões próprios ou aos galões alheios de quem considera pares.
E, neste caso, v., se dissesse publicamente que o Dux da Academia é uma criação do fascismo do Estado Novo porque é o mesmo nome que o Mussolini usava levava tamanha pateada que duvido que voltasse a falar em público.
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Já agora, mais uma pergunta para os doutores especialistas em “facismo”.
Porque é que nos anos 30, até o Dux Veteranorum passou a usar boina?
A boina também era insígnia fascista ou era outra coisa usada na mesma altura por “outros”…?
Só coisas que mapoquentam por não ter estudado em Coimbra.
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E, muito antes do Palito Metrico já o Gil Vicente usava o latim macarrónico para troçar dos doutores.
Vem dos goliardos, como eu disse, nada tem a ver com “facismo” do Estado Novo ou do Duce Mussolini.
O que tem a ver com a escardalhada é esta tara de deturpação semântica onde se inventou a palavra “fascismo” para dizer tudo e nada.
Em mais nenhum local do mundo isto acontece- até aspectos de carácter deixam de ser explicados pelos termos correspondentes, para ser tudo arrumado nesse “facismo” democrático da nossa desgraça.
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É tão crédula, é tão santa maria gorete… que até dói… olhe que não foi um lente de coimbra que alanzoou sobre o fascismo que nunca existiu, pela singela razão de não haver lentes em coimbra, tirando obviamente a fduc, como não? a escolinha do josé, esse indómito loff ‘fascista’ (é preciso pôr entre vírgulas altas, não é?). Sat prata biberunt.
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Está bem confrade Panurgo; fique lá com o seu facismo mas, tenha cuidado, não vá a República lembrar-se de lhe tirar o ducado.
“:OP
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E olhe que essa de dizer que eu ando na escola do José e sou uma crédula gorti, quando há 40 anos já gozava e mordia a carneirada que segue esta linguagem, é um tanto desbocado.
Seria como se eu dissesse que o Hajpachorra segue a manada desta dialéctica erística por ainda andar sob os encantamentos da Carmelinda Pereira
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