Tinha eu acabado ontem de escrever isto:
Em todo o mundo ocidental há uma tendência, irreversível, para aumentarem os custos do estado social ao mesmo tempo que diminui o número de contribuintes e já não há crescimento económico para ir tapando o buraco. Ao mesmo tempo, no resto do planeta, legiões de pobres estão a desafiar a velha supremacia do Ocidente, dispostos a esforçarem-se o que um trabalhador europeu hoje já não quer esforçar-se. Não havendo forma de reverter estas tendências, é a política que tem de se adaptar a estes tempos novos.
Quando tropeço nisto:
Em 2013 a Reiter Affiliated Companies (RAC), uma empresa americana de produção de fruta, lançou uma campanha internacional de recrutamento e contratou 40 portugueses. Metade desistiu depois do primeiro dia. Ao final da primeira semana já não havia nenhum português a trabalhar na quinta da RAC em Odemira. A empresa acabou por contratar 160 trabalhadores tailandeses, uma alternativa mais cara mas, aparentemente, mais segura.
Quando uma empresa americana prefere meter tailandeses num avião e trazê-los até Odemira para apanhar fruta porque os jovens lá da terra preferem empregos mais leves ou mesmo estar desempregados, o que sucede com a maioria, é porque alguma coisa está profundamente errada no nosso doce estilo de vida. Que por este caminho será, não duvidemos, cada vez menos doce.
Uma das coisas que está errada são as contas.
Outra é que é o mercado a funcionar. Uns vêm; outros vão.
Só os estúpidos preferem perder melhores oportunidades.
GostarGostar
Também não sei onde está aqui o “nosso doce estilo de vida” e em que é que é recomendável o primitivo estilo de vida dos outros.
Pensava eu que v.s é que diziam que havia choque de civilizações e apoiavam guerras para o ocidentalizar os retardados.
GostarGostar
Conclusão- na volta há sempre retardados úteis.
GostarGostar
Mas é provável que essa importação (?) de mão-de-obra tailandesa que ainda fica mais cara, tenha vantagens caritativas.
A empresa é toda ecológica e dada a caridade com o terceiro-mundo:
http://www.berry.net/philanthropy/local-giving-program/
GostarGostar
É muito facil criticar as atitudes dos outros, mas o ser jornalista e ter um estilo de vida doce, não dá o direito de querer para os outros o que não quer para si.
Enquanto não existir uma política que crie obrigações e ocupações para as várias faixas etárias e uma evolução para outras actividades consoante a sua capacidade, este País não chega a lado nenhum porque passar o dia na Internet ou com o TLM a mandar mensagens é sempre mais aliciante que vergar a mola a trabalhar.
A Vida doce é a mais apetecida e para muitos, que nunca tiveram outra, porque haverão de a querer deixar!!!!
GostarGostar
Já na Quinta da Maravilha, são só maravilhas. Parece que até têm direito a dentista e oftalmologista.
Não se entende este súbito enfado em Odemira
http://www.berry.net/company/locations/
GostarGostar
Deve ter sido para incentivar o multiculturalismo:
«Our Values
Honesty, Fairness and Respect
At the heart of the success of this multi-generational farming company, has been their fervent belief in their fundamental values and guiding principles. Honesty, Fairness and Respect are framed along the corridors of every RAC office, from the smallest ranch operation in Santa Maria to their corporate offices in Oxnard. These values have been integrated into every aspect of the company, defining a clear path for integrity to flow throughout the organization.
Apart from these fundamental values, the guiding principles (Entrepreneurial, Passionate, Fun, Innovative and Multi-Cultural) were established to create a roadmap to drive success across every division, district and business unit. From defining cultural practices to establishing financial targets, these principles encourage the freedom to try new practices, develop a strong sense of company pride and ownership and create an engaging, fun and culturally eclectic environment in which to work.»
GostarGostar
Já esta Maria da Graça conta a história de outra maneira:
<a href=http://www.nytimes.com/2014/06/29/world/europe/despite-high-unemployment-portugal-looks-far-afield-for-workers.html?_r=0 nofollow Maria Graça Mateus Ricardo, one of the farm’s Portuguese berry pickers, said she was used to working alongside foreigners but was still irked that “our state gives subsidies to foreign companies to invest in Portugal, but then these companies bring workers from abroad.”
GostarGostar
infere-se do texto que o doce estilo de vida é bom para nós e mau para os outros, e isso é mau , são os outros que é preciso agradar – o sagrado investimento estrangeiro. JMF quer mudar os costumes, ou antes indigna-se com os nossos costumes e quer mudá-los. Vai ter que apanhar muita fruta. Antes que o doce estilo se transforme para seu agrado no duro estilo.
GostarGostar
Estes tipos vêm para cá com todas as mordomias e isenções de impostos e depois, como é hábito, trazem mão-de-obra escrava de fora.
A piada é que são naturistas e multiculturalistas e com uma agenda mundial de beneficência.
O tuga fez-lhes um manguito. Uma chatice. Tiveram de inundar os jornais a fazerem queixinha.
GostarGostar
Claro que quem vive a combater o fantasma comuna do passado, adora estas cenas para fazer a agit prop de mal-arrependido.
Há coisas que nunca mudam- estalinista uma vez- estalinista para toda a vida.
GostarGostar
E são tão pouco inteligentes que acabam por darem tiro no pé da suposta nova cartilha que compraram.
Se é o marcado a funcionar e isso é válido mudialmente, qual o motivo pelo qual os portugueses não o podiam aproveitar e tinham de se sacrificar cá dentro, por nacionalismo de crescimento pela miséria?
GostarGostar
Só por curiosidade: Se em vez de pagarem 485€ aos portugueses lhes pagassem 1000€, poupavam dinheiro (frente aos tailandeses), duplicavam o valor dos salários pagos pela empresa (o que poderia beneficiar a imagem) e sinceramente duvido que os portugueses não fossem trabalhar para o campo por 1000€ (ou que haja pessoas em Odemira cujo subsídio de desemprego ronde os 1000€ por mês).
Claro que com uma solução como a que sugiro não haveria a hipótese para uma empresa transnacional apoiar o sistema vigente de construção de opinião de que os ocidentais não trabalham e ganham demasiado. Mas é melhor não se referir esse pormenor, que os meios de comunicação portugueses ainda ficavam escandalizados, uma grande empresa a tentar baixar as regalias sociais num país com um estado cada vez mais fraco. Isso seria impensável!
PS: Se os tailandeses eram assim tão bons, por que razão foram quarenta portugueses substituídos por cento e sessenta tailandeses?
PPS: Se os portugueses são assim tão maus, por que razão os portugueses são tão apreciados pelos empregadores das indústrias da Europa Central (ou mesmo em empresas como a AutoEuropa)? Sim, eu sei que não é da atividade agrícola.
GostarGostar
Esta peça jornalistica no NYT não vale um chavo. Com o devido respeito, só posso dizer que já fui à casa de banho hoje…
GostarGostar
Falhou a colectivização da gestão da empresa, sacanas dos capitalistas a querer subverter o profundo Alentejo vermelho.
GostarGostar
e sobre o Iraque, nada? Quanto ao link: nem mais um clique para a claque!
GostarGostar
Os seus comentários são como um neon em placa, acendem e apagam e dizem sempre o mesmo. Palermas como você não acrescentam nada quando comentam, apenas o registo salivar.
GostarGostar
a industrialização, soft ou dura, da agricultura, garante uma coisa: a deterioração imediata
da qualidade do produto. Não há volta a dar-lhe. Veja-se Espanha – porcaria de fruta sem sabor algum.
GostarGostar
Ou a precariedade do emprego ou a qualidade da fruta: essa argumentária defende o desemprego vitalício com subsídio, e vamos apoiar as contas externas da Tailândia.
GostarGostar
Se calhar é isso.
Mas agora expliquem-me lá? v.s estão preocupados com a questão imoral da história ou a moral não deve entrar na avaliação do interesse económico.
É que. se é pela moral, então bem podem todos limpar as mãos à parede.Os tugas que preferem o subsídio não estão a cometer nenhuma ilegalidae. Os que preferem fazer o mesmo trabalho lá fora, por mais dinheiro, estão a imitar os mesmos que têm estas empresas.
Se é moral, então cuide-se de saber as vantagens que também arrecadam estas empresas ao virem para cá e que tipo de impostos pagam eles e mais a mão-de-obra escrava que trazem.
Se é mera questão de valor económico, está por se saber a vantagem para o PIB com trabalhos pagos por valores ínfimos.
Acho que até o Lenin se apercebeu disso e lá entendeu que uma economia só cresce por valorização de trabalho especializado.
Fazer descer tudo parece ser uma coisa um tanto saudosista do terceiro-mundo.
GostarGostar
Estar desempregado significa em procura activa de emprego o que por definição é uma estado transitório.
Não sei qual o valor da remunerações mas deve ser legal.
Se e empresa ganha muito ou pouco é, na minha visão ideológica, irrelevante, remuneram-se os factores de produção de acordo com o valor criado e o diferencial entre receita e custo é a justa remuneração do mérito do capital e do risco de investimento incorrido.
Podemos sempre criar a ideologia da captura do capital em que se o processo produtivo (a premiar o trabalho como o único merecedor corpóreo) der prejuízo o investidor tem de suprir com mais capital, mas afinal essa empresa ideológica já existe em Portugal, chama-se estado.
GostarGostar
Acrescento que Lenin nunca valorizou qualquer individualização de competências, só valorizou a individualidade para ordenar a aniquilação. Já Stalin foi ainda pior, praticando a valorização para a aniquilação, desprezou de forma errática vários campos do saber e só os vinha a valorizar por resultados (não às pessoas portanto) quando ficou para trás em física nuclear ou aeroespacial e aí estimulou incrementos de conhecimento com prémios de não aniquilação.
GostarGostar
Pois, foi o Estaline que foi mais esperto que o Lenin. Não li esses teóricos e não vou agora perder tempo com pentelhices.
A ideia é essa- um país não se desenvolve se colocar toda a gente com mais capacidades e qualificações a fazer trabalho que pode ser feito por um analfa do terceiro-mundo.
Acho mesmo que era com essa ideia em mente que o JMF57 apoiou a invasão do Iraque- para o terceiro-mundo aprender connosco e não o inverso.
GostarGostar
Não sabe mas deve.
Pois. Também está dentro da lei não aceitar esse emprego e manter o subsídio de desemprego.
Ainda não percebi onde está a sua indignação. Se é moral, se é por falta de patriotismo.
A legalidade permite o uso. Todos podem usar; cada um como pode.
V. acha que isto está mal porque só os mais poderosos podiam usar a lei e tirar partido dela e levar para fora o que poderia ser lucro nosso.
Internacionalismo é isso. E estupidez também.
GostarGostar
Penso que este assunto deve ser bem investigado pelo IEFP e pela ACT. Porque recusam os nacionais estes trabalhos? São sazonais? Não se pode acumular com subsídios ? Muitas dúvidas.
GostarGostar
Ninguém investigou nada. Estas cenas agora servem para fazerem política.
E este artigo é mais cópia do mesmo que se encontra às carradas na net.
Fizeram choradinho por causa dos calões tugas e ainda tiveram o desplante de dizer que é por isto que Portugal não se desenvolve.
Portanto, imaginam Portugal uma merda ainda mais rasca que a Tailândia.
E estes bacocos a quem entregam jornais virtuais, fazem coro com isso e repetem a rábula monga à Four Yorkshiremen dos Monty Python.
GostarGostar
> estes bacocos
Ainda não aprenderam que acreditar no NYTimes é pior do que comer estricnina.
Estão convencidos que aquilo é um bastião da independência jornalística e objectividade factual.
Ahahahahah.
Totós.
GostarGostar
prefiro o sabor da fruta. Má ideia social ? Talvez. Nada substitui o sabor da boa fruta. Quanto ao sacrossanto emprego na realidade quem é que gosta de trabalhar para outros ? Para o Estado, essa abstracção hegeiana? como querem os socialistas, esses defensores do pleno emprego ou os neo cons neo calvinistas, que também sacralizaram o trabalho ? Há mais possiblidades no planeta do que essas frustes dicotomias ” ou, ou”. Portugal está cheio de senhores Ou-Ou.
GostarGostar
Só existe mercado a diferenciar qualidade quando existem vários produtores de qualidade diversa e o patamar mínimo de aquisição é dado pela curva de mercado da fruta de menor qualidade o que por si justifica e cria standard de preço que valoriza essa mesma maior qualidade, mas como explicar isto?
GostarGostar
Tinha de explicar em que é que este caso contribui para o aumento do nosso PIB ou da nossa felicidade
“:OP
(Isto é uma “não-notícia”. Faz lembrar os “casos de vida” da côncia. São rábulas sem explicação factual que servem para debitarem mal e porcamente uma suposta cartilha comprada pela Amazon)
GostarGostar
Exercício elementar que se explica pela óptica da despesa do rendimento ou do VAB: 1 é sempre maior que 0.
GostarGostar
O seu comentário é pertinente. Quantos kilos de pêssegos é preciso comprar num ano para se poder comer um só …bom
GostarGostar
A Sul nada de novo!
Legiões de Portugueses emigram e sujeitam-se a este tipo de trabalhos lá fora, mas por cá não vale a pena, custa menos e compensa mais viver de subsídios…
Enquanto não acabar a mama da classe média e da União Europeia…
GostarGostar
Sujeitam-se eles a fazerem os mesmos trabalhos por mais dinheiro, como se sujeitam os tailandeses, como se sujeitam estas empresas também fazerem lucro pelos benefícios fiscais de toda a cena.
Parece que v.s ainda não compreenderam que globalização é isto e capitalismo de mercado, idem.
Uma coisa é certa, os que preferem fazer o mesmo lá fora, ganhando mais, são mais espertos e mais úteis dos que vivem na net a condená-los.
GostarGostar
Porque não vai o JMF apanhar morangos para Odemira?
GostarGostar
Factos:
1- Porquê 160 tailandeses e apenas 40 tugas?
2- Os tailandeses vieram como imigrantes e fazem descontos?
3- A empresa que tipo de descontos faz e que tipo de contratos tem?
É emprego temporário e com que tipo de parceria portuguesa?
É tudo “estrangeiro” e sem cara e o dinheiro fica para quem o arrecadar?
Na volta há quem prescinda dos factos e se auto-intitule jornalista.
GostarGostar
Factos não, são são interrogações capciosas. Tente manter o tino e falar do que sabe em vez de pressupor o que lhe convém. Já não é a primeira vez que a alerto que esta sua deriva argumentativa pode ter pontos de estilo mas tem zero de adução argumentativa.
Já imagino o que aí vem de si mas certamente não gosta de ser tratada como inimputável.
GostarGostar
Tente v. não ser papagaio a debitar o sermão.
http://www.google.pt/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=91&cad=rja&uact=8&ved=0CCwQFjAAOFo&url=http%3A%2F%2Fkresge.org%2Fsites%2Fdefault%2Ffiles%2FFarm-report-exec-sum.docx&ei=S6CyU4u8Hcao0QWflYCgDg&usg=AFQjCNF7vAAxvD1C0-Q90MyjOcdzAwnTPQ&sig2=zNByr40-a5ckiLZskro9wA
Esta notícia não explica nada e o jmf 57, assim como v.s também não questionou nem informou nada de factual.
Ora quem gosta de ouvir sermões sempre pode ir à missa ao domingo.
GostarGostar
Não se zangue mas já aqui estivemos antes: não me inclua nos vocês porque já aqui demonstrei ser um franco-atirador concordando e discordando a meu bel-prazer, não sou alinhado até porque não sou liberal mas conservador. O seu comentário foi objectivamente desprovido de mérito lógico por muito que não lhe agrade e já sabemos que quando não lhe agrada vitupera, não me levará ao mesmo ponto.
Se existem empregos disponíveis e falta de vontade de os ocupar temos um problema para além do nível de desemprego que é o luxo requerido pelo desempregado, se acha que o jmf57 não explica nada em que é que se fundamenta para pretender que existe algo de menos legal ou claro nesta iniciativa de negócio? Ele constata um facto, explicando-o ou não, e você em oposição presume, de que lado está o rigor, pede-o mas não o exige de si próprio.
Pertenço à classe dos privilegiados que almoçam pelo que deixo aqui a discussão mas volto para lhe assestar se insistir na sua falta de razoabilidade.
GostarGostar
Inimputável seria v. e até era uma explicação mais em conta para o facto de v. não conseguir argumentar e se limitar a papaguear o que nem se entende.
No meu caso fiz pesquisa e encontrei mais do que as pseudo-notícias todas que não passam de agit prop.
V.s gostam de agit prop e por isso não diferem muito dos comunas.
Tudo serve para fazer passar a mensagem.
GostarGostar
Eu não me zanguei.
Limitei-me a responder-lhe à qualificação que me atribuiu de inimputável.
De resto, não lhe dirigi nenhum impropério e não é da minha conta o facto de v. tomar as dores dos outros.
Qualquer português básico sabe inglês e podia ler isto em jornal estrangeiro.
O Observador limitou-se a traduzir para Português o choradinho e não averiguou um único facto.
O jmf57, como é hábito, comentou o “som” que lhe parece fast-food para a venda da mensagem ideológica.
Suponho que só por monguice alguém compra isto e não queria chamar-lhe mongo.
GostarGostar
Aceite as humildes desculpas de quem prometeu regressar após almoço mas entretanto se viu abduzido por Zazianos e logrou salvar-se graças à intervenção de uma versão feminina do Tom Cruise, embora pelo caminho tenham falecido uns quantos tailandeses às mãos de seus e vários outros comentários, mas percebe-se que o veja como mal menor. Passo a sintetizar a minha resposta aos seus estertores:
– Não lhe chamei inimputável, leia com atenção o que escrevi. Sobre esse mesmo assunto não diga que o português médio consegue ler o NYT porque o português médio não sabe ler e interpretar a língua nativa e menos ainda outra qualquer, esperava-se que o soubesse da sua experiência de educadora e mãe. Por meu lado, como português abaixo da média continuo debater-me com as minhas limitações diariamente, limitações essas que me impedem de interpretar correctamente o que me dizem ou escrevem (em alguns casos e a percepção da ironia é, por aqui, o meu fraco) mas predominantemente me impedem de conseguir perceber o que alguém quer dizer quando afirma uma coisa e o seu contrário no mesmo raciocínio espaçado de alguns comentários.
– Posso chamar-lhe várias coisas de modo comprovado pelo que aqui escreve proficuamente mas assinalo uma: intolerante. Concretizo afirmando que só usa de uma bitola que é a de chamar burro, panasca, etc a quem de si discorda e mesmo a quem concorda, se não o faz de modo suficientemente inequívoco arrisca-se a comer no lombo também (talvez lhe esteja a chamar caceteira igualmente).
– Ao lê-la ocorre-me compará-la a uma imensa biblioteca, contém tanto conhecimento e informação mas demonstra falta de capacidade/auto.determinação para o seu uso. Continuo à espera que as bibliotecas evoluam nesse aspecto.
– Rogo-lhe que não entre em atributos económicos nos seus comentários porque lhes retiram eficácia no imediato.
– O seu erro desta vez foi cair numa argumentação insustentável e depois não saber reconhecê-lo: lembra.se de chamar factos a interrogações capciosas? A partir daí é sempre a criar aparato para sair do concreto, tenho pena mas terá de voltar lá se quiser ser séria e reconhecer que errou. Leva-me esta última minha afirmação a recordar-lhe que já por aqui errei (de dois equívocos me recordo, e o cansaço não mos desculpam), assim como errei o reconheci, onde é que a Zazie alguma vez o fez?
– Sobre o caso em concreto e antes que me veja envolvido numa pandilha de indefectos do jmf1957 (do meu lado recordo a minha não grande simpatia quando dirigiu o matutino que eu lia), afirmo que factos são a existência dessa empresa e a inexistência (por não serem de conhecimento público) de violação de normas laborais, acresce que existiu um concurso internacional de recrutamento do qual resultaram 40 portugueses seleccionados e não uma força de trabalho inicial de 40 portugueses entretanto substituída por centenas de, por si maltratados tailandeses: mais uma vez não lê, não interpreta e não presta atenção a vários sinais de que realmente não é você que vê o Big Picture ao contrário de todos os outros, acalme-se e comece do princípio.
– Claro está que não sendo comunista consegue ser geneticamente um argumentatus lusitanus que sistematicamente abandona argumentos partindo para novos outros e tenta lateralizar a discussão quando perde o pé, com pena minha pois dava uma bela de uma adversária de discussão se quisesse dar-se ao trabalho.
Saudações cordiais de que quer responder a mais um comentário não seu neste post e desta vez com apelo à inteligência argumentativa e não à criancice da birra e ao excesso vituperador. Saudações também dos Zazianos mas agora voltemos à realidade.
GostarGostar
Outra coisa:
A mim não me pagam para investigar nada e não fui eu quem vendeu a pseudo-notícia.
Portanto, se quer que investigue por si, pague-me.
Se se contenta com imbecilidade sem explicações, coma-a e cale-se.
GostarGostar
jorgegabinete,
gosto sempre de ler os seus comentários mas neste caso espalhou-se e bem. Essa empresa que vá cultivar frutos vermelhos para a Tailândia ou o raio que a parta. A sua teoria por muito que se esforce não funciona. Investimento para pagar mão de obra barata não interessa ao nosso país. Queixinhas no NYT a denegrir o nosso país sem explicar a missa toda não são admissíveis. Desculpe mas apesar do estilo por vezes algo truculento da zazie aqui estou claramente de acordo com a ideia dela. Quanto ao frete do NYT repito que já fui hoje à casa de banho…
GostarGostar
E tivemos o típico aristocrata esquerdista: antónio
Empresas que venham só se derem bom dinheiro para recompensarem a enorme capacidade intelectual dos portugueses.
15 min depois estará a queixar-se que as terras estão abandonadas…
GostarGostar
Caro António:
Investimento é precisamente o que precisamos e não discussões sobre a qualidade da fruta ou o nível remuneratório. Se existem leis que determinam normas de higiene e segurança no trabalho e se existe uma remuneração mínima mensal estatuída de que tem receio? Esta coisa de sermos esquisitos e andarmos a escolher bom investimento é para a Noruega, por aqui e desde que cumpra a lei é bem vindo todo e qualquer mesmo que se deslocalize daqui a 5 anos. Temos um problema de desemprego e falta de emprego e de falta de investimento, tê-mo-lo hoje e agora, tem a certeza que estamos no momento certo para idealizarmos o bom investimento?
E obrigado pelo elogio discordante 😉
GostarGostar
C’um caraças, ó Jorge. Não me admira que com lençóis desse se ficasse pelo gabinete. Nenhuma mulher ia ter pachorra para o ouvir.
Eu cá, não consegui ler mas está bem, o que quer tenha para aí dito.
Parece que acredita que levar fruta daqui com o nosso sol e o nosso sol, sem pagar impostos nem empregos a portugueses é um investimento.
Já lhe ouvi chamar outras coisas. Investimento é novidade.
GostarGostar
Tenho pena pela sua resposta, e não de preocupe com eu ter mulher, sou daqueles pirosos que tem a mesma há décadas passadas e há décadas futuras, já não é por engano nesta altura.
GostarGostar
Ah, mas li agora um niquinho e, de facto, isso pelo gabinete anda bera em português.
Eu chamei factos às questões não respondidas a que coloquei interrogação.
Entende- saber-se quem desconta o quê e quem contrata quem é um facto que é necessário ter para se comentar.
Quem comenta uma historieta por tradução de artigo onde os factos não estão explicados, é alguém para quem lhe chega o batuque a fazer passar a mensagem.
Comuna é assim- nem precisa de nada factual porque já tem a k7 alinhavada.
Jmf 57 também é assim, pelo mesmo motivo. Comuna pode deixar de ser comuna e treinar ao espelho o papel do antigo inimigo, mas não perde os tiques.
GostarGostar
argumentatus lusitanus
GostarGostar
lucklucki, aristocrata esquerdista nunca fui porquanto nunca e quando ainda votava o fiz em nenhum partido da esquerda. Deixe lá esse seu comportamento tipo centurião ao serviço de uma causa. Não catalogue ninguém precipitadamente pois desse modo deixa evidente o quão irresponsável é.
jorgegabinete, compreendo o seu ponto de vista. O que não aceito é que uma empresa estrangeira vá para o NYT denegrir a imagem do nosso país só porque não consegue mão de obra barata para a sua exploração agrícola. Isso por muito necessitados que estejamos e estamos de IDE é que não poderei nunca aceitar. Mas quanto ao sumo da discussão a zazie tem carradas de razão. Desculpe lá.
GostarGostar
Aí estamos em campos opostos: se de facto o artigo fosse sobre uma empresa sem empregados portugueses podia ficar preocupado mas a história é sobre um país onde compensa estar desempregado, sobre um país sob assistência financeira em que uma empresa com centenas de funcionários se propôs pagar o ordenado mínimo para um trabalho pesado a alguns desses funcionários portugueses (há-os lá mais, consta, mas não na apanha) e os mesmos aceitaram e desistiram. Enquanto você vê uma empresa a denegrir-nos eu vejo uma realidade que nos envergonha e que é nossa e não específica dessa empresa, do NYT ou do estilo ou rigor jornalístico.
Se o preocupa trabalho pesado e baixa remuneração 100% portuguesa vá aos call-centers que servem grandes empresas de serviços e o próprio estado municiadas por puzles de empresas de recrutamento e trabalho temporário em headpooling onde vigora a lei dos sem lei (a coberto da ACT que recebe dezenas de proto-denúncias e age sempre como se fosse o primeiro caso) e onde mandam (da base ao topo) muitos portuguesinhos de 2ª sem carácter que conluiam entre eles, com as autoridades e sindicatos oportunistas e se deitam descansados à noite depois de uma faina de engano e apropriação; vá conhecer a realidade de outros portugueses que trabalham na exploração agrícola ou na pesca (sem ordenado mínimo e percebe que dura é a vida e existe uma geração que se equivoca quanto às agruras que os esperam e julga que o chapéu welfare serve para tudo e para sempre. Certo é que a notícia antes da notícia não foi de uma empresa que incumpre e, reafirmo, pagam pela lei.
GostarGostar
ò Gabinete:
Feche um pouco a janela.
A única treta que se sabe por certo é que estas empresas, pelo simples facto de serem estrangeiras, conseguem isenção fiscal e regalias que nenhum português tem.
Depois, a outra única certeza é que já tinham 160 tailandeses para trazer para cá.
Como, com que contrapartidas, ninguém sabe.
Que no meio disto 40 tugas se tenham vindo embora por motivos de exigências de horário de trabalho que ninguém apurou é mais que pacífico.
Já o que nada tem de pacífico é por este motivo terem ido difamar os portugueses para o NYT e até feito a rábula que é por este exemplo de 40 tugas se armarem em mais finos que 160 tailandeses, que Portugal não prospera.
Que ainda haja portugueses que não se sintam com esta merda e façam coro com a vergonha é caso patológico.
As ideologias estupidificam mais que a bem-dita sorna dos lúcidos.
GostarGostar
Portanto, o que v. mais tinha de dizer é que também quer ter o direito de chegar à América, apanhar um terreno à má-fila, levar consigo 100 pretos e 60 chinocas, fazer o negócio sem pagar impostos e nem deixar lá nada e, no fim, deixar os pretos e os chineses para eles se amanharem que sempre foi “investimento” e até houve uns americanos que se armaram em finos e nem quiseram aproveitar a caridade.
GostarGostar
O único problema está nas raças que se levava. 100 pretos ao preço da uva mijona já não se arranjam.
E mesmo os chinocas preferem “fazer o investimento” de outra forma.
GostarGostar
Cara Zazie, li atentamente a sua resposta e tem razão. Desculpe-me o tempo que lhe tomei ao ler o meu comentário e escrever o seu.
GostarGostar
Olhaque bonito.
Reconheceu que estava errado e entendeu a anormalidade do jmf 57.
Pois é. Fiz bem em insistir porque as pessoas vão atrás do som e não se apercebem.
Bisou.
GostarGostar
Isso e muito mais que se deve investigar ,eventualmente ,tomar as medidas correctivas adequadas. Lembrei-me agora que nós éramos especialistas a deslocalizar mão de obra e imaginem até de Macau para o Brasil ! A oeste nada de novo.
GostarGostar
Latim macarrónico
“:OP
GostarGostar
Cara Zazie
A Sra. está coberta de razão. Também acho que devemos trabalhar e não viver de subsídios mas esta noticia para além de ver um só lado da questão deixa muitas duvidas, sendo uma como refere o porquê de 160 tailandeses para 40 tugas. De qualquer modo eu tenho trabalho e não vivo de subsidio mas se tivesse de ir para a apanha de fruta, ia para França, lá pagam 3 vezes mais sem contar com outras ajudas sociais relativas a filhos menores.
GostarGostar
e com isto se resume o pensamento dos neo cons:o problema,nas sao os bancos(o BES,por ex.),o estado com uma divida cada dia mais elevada,o “irrevogavel” portas com a sua birra que valeu 800 M de euros,as empresas “benfeitoras”,nao, o problema sao os portugueses(reformados,FP,desempregados ou com trabalho mais que precario) que continuam a prejudicar a recuperaçao “milagrosa e missionaria” do dr.passos.
GostarGostar
Não te preocupes porque para resolver o caso do BES e as outras questões que colocas já foi convocado o Conselho de Estado.Caminhamos a passos largos para termos um governador estrangeiro residente ,que luxo.
GostarGostar
porreiro troquemos todos os trabalhadores portugueses por tailandeses se ficam mais felizes e enviem os portugueses para a Tailândia ficam todos a ganhar
GostarGostar
No Oeste, a Pera Rocha até há 25 anos atrás era apanhada nas férias de verão pelos estudantes. Era uma afirmação também cultural, a dos jovens que passavam 3 semanas no campo. Ganhavam para os livros e para uma viagenzita mais aventurada de comboio com mochila.
Hoje em dia, a colheita é efectuada por romenos e por velhotes reformados que se vão buscar num contratado autocarro diário á Zona de Fátima e Mira d’Aire. Os romenos ficam para a poda, o que dá para o inverno completo. Não há portugueses que saibam podar em número suficiente. E a 50 € as 8 horas de trabalho, não é exactamente o salário mínimo.Os romenos estão encantados.
Os poucos estudantes que aparecem não interessam (enfim, há excepções), pois não têm ritmo nem hábitos de trabalho.
Qualquer trabalho que envolva esforço físico implica capacidade atlética mínima e capacidade mental adequada. Andar 9 horas por dia dobrado pela cintura com uma tesoura de vindima na mão, com os pés cheios de lama, as calças molhadas, os dedos enregelados, não é para todos. É só para quem precisa.
GostarGostar
E de facto, os reformados precisam para complementar reformas de 250€ (visto que não podem viver apenas delas) e os jovens não têm nenhum rendimento alternativo que lhes permita dedicarem-se exclusivamente a uma atividade ganhando baixos salários, precisam de mais dinheiro, daí que muitas vezes emigrem e exerçam as mesmas funções em países onde obtêm melhores remunerações. Provavelmente, se for à Roménia, aqueles que cá vêm fazer a apanha da fruta não se sujeitariam a fazer o mesmo lá pelos salários que lhes seriam pagos lá. Simplesmente, todos andam à procura de conseguir sobreviver, coisa de que as empresas transnacionais se têm vindo constantemente a aproveitar e tentam promover ao máximo.
GostarGostar
Mas isso era para portugueses. Ainda entrava dinheiro.
Isto agora é frashising de mão-de-obra escrava com multinacional que não deixa cá nada e ainda se aproveita das regalias de isenção de impostos.
Usam o nosso bom clima e o terreno nem se sabe como porque também ninguém quis averiguar nada.
GostarGostar
De acordo.
Mas enquanto o Estado Social – ou o estado a que isto chegou – proporcionar aos nossos jovens fontes de rendimento indirectas – seja pela pensão de reforma dos avós, seja pelos rendimentos dos pais – dispensando-os da necessidade pessoal de ter que “vergar a mola” para ganhar algum dinheiro, a única hipótese é contratar romenos (ou tailandeses).
GostarGostar
Mas eu não sei se são todos jovens e se isto é carreira que se deseje.
São trabalhos menores que, em qualquer país mais evoluído, já são feitos por imigrantes.
Por exemplo- em Inglaterra não encontra um inglês a trabalhar nas obras e cá ainda encontra muitos portugueses a fazê-lo.
Isto não diz da superioridade da nossa economia face à inglesa, mas o inverso.
Por outro lado, um subsídio de desemprego é apenas 60% do ordenado que se auferia e por pouco tempo (cada vez menos)
Portanto, quem não aceita 700 euros em troca dele é porque fez outras contas mais bem-feitas que o artigo que não informa nada e apenas serve para monguice ideológica
Aliás, o artigo é um insulto aos portugueses e foi com esse intuito que foi publicado em jornais americanos.
GostarGostar
“São trabalhos menores que, em qualquer país mais evoluído, já são feitos por imigrantes.”
É precisamente por esta mentalidade que tiveram que ir buscar tailandeses.
GostarGostar
O que é que Portugal lucra com uma quinta a ser explorada por uma multinacional se não entrar nada para o PIB?
Estamos a fazer caridade ao terceiro mundo porque é óptimo para os desgraçados dos tailandeses?
Olha-me este. Manguito fizeram os outros 40 que conseguem ser menos estúpidos que estes comentadores.
GostarGostar
Hoje estás burra zazie.
A empresa não consome nada cá?
Ainda pior a pérola dos ingleses. Mas os portugueses/ingleses são todos iguais? Os ricos tailandeses também não vêm para cá mas vêm os pobres, logo como há pobres em Portugal porque não trabalham? Porque há uma bloqueio cultural desenhado por um sistema político supostamente igualitário que impede e isso é o principal deste artigo.
Depois temos o elitismo bacoco do intelectual:
“trabalhos menores”
Mas quando falta comida já passa de menor a essencial
Sem esse trabalho não tens comida à mesa.
É o habitual desprezo do intelectual pelos trabalhos manuais.
Já estar metido num escritório a mexer em papéís para a cumprir a norma n67854/54v já é trabalho superior.
Para a cultura intelectual a importância do trabalho não está ligado a quanto essencial é uma coisa:
Comida, higiéne como têm produção capitalista sem influência do intelectual é desprezada, mas quando falta já passa a ser essencial….
GostarGostar
É pá. Se eu estivesse burra hoje, era uma excepção- já contigo é o teu estado permanente.
O teu problema é seres um socialista in progress.
É que eu também gostava de ter isenções fiscais por fazer turismo.
“:OP
E sim, são trabalhos menores. Como és um comuna em estádio primitivo, ainda não entendeste que valorizar trabalhos mais difíceis que requerem mais qualificações é uma forma de contribuir para a prosperidade de um país.
Se fores pago da mesma forma para apanhar fruta ou inventares uma máquina que o faça ainda melhor, está visto que a máquina nunca vai aparecer.
GostarGostar
Outra coisa- o trabalho é sempre feito. É feito por quem não consegue fazer mais e ainda lucra com isso.
Acho que é este o lema que justifica a vossa fé na globalização.
GostarGostar
Sem qualquer transumancia estou absolutamente de acordo com a zazie.
GostarGostar
Eu concordo com a não existência de subsídios.
Mas não contradizes nada do que disse.
GostarGostar
Já sinto as costas a doer!
O problema no fundo é a matemática. O tuga detesta a matemática, vai daí foge para cursos sem saída.
O tuga gosta da queima das fitas, mas quando descobre que sem especialização técnica não vai a lado nenhum, esmorece.
Ele nasceu para gestor, economista, advogado como aqueles senhores que andam nos bm e nos mercedes, para não dizer nos audis.
A má sorte bateu-lhe à porta, prontos! Está tudo dito. Os capitalistas comem tudo e não deixam nada para a gente… Malandros.
Malandros serão, só que a história não acaba aqui.
Os que estiveram cá durante a reforma agrária também comeram tudo e vociferavam contra o capitalismo.
Raois me partam se não estou confuso.
Deito-me à sombras se houver sol, agasalho-se no café se estiver frio a ver a bola com um cálice de aguardente ou umas cervejolas.
Quando vejo passar a intersindical estremeço com entusiasmo, eles vão dar-me tudo com que sempre sonhei.
Os dias passam, não faz mal, eu espero. Que não hajam dúvidas, esperar sei eu como ninguém.
E a roda continua a rodar enquanto a classe média os sustentar.
Procópio, um tuga desconsolado
GostarGostar
Alianação total! Os comunistas e a esquerda em geral convenceram as pessoas que não é preciso labutar para manducar, e depois assistimos a isto: há dois dias que andam a discutir o sexo dos anjos, como se o dinheiro caísse do céu. Não cai, e infelizmente é preciso dobrar a mola para garantir o pão nosso de cada dia.
Acreditem: o maná tá-se a acabar, e há por aí muita gente que vai descobrir isso da pior maneira.
Por outro lado menosprezar os que vêm de fora investir cá o seu dinheiro criando empregos e riqueza, também não é inteligente; se as empresas estrangeiras a operar em portugal se forem embora, ficamos reduzidos aos niveis de vida e de conforto social do Camboja do Pol Pot.
GostarGostar
pois metade da minha familia ficou desempregada,desde o inicio do mandato passos.duas dessas pessoas ficaram desempregadas precisamente pela tal deslocalizaçao de empresas,tão em voga neste mundo global.agora trabalham em empressas prestadoras de serviços,com ordenados miseraveis.onde é que os “comunas” entram,nesta estoria? ou é so a vossa paranoia de ver comunas em tudo quanto é sitio…
GostarGostar
Pois. E se não fosses estúpido já tinhas percebido à conta de que é que ficaram despedidos.
Ficaram à conta da ideologia escardalha que vende cabritos sem precisar de ter cabras.
GostarGostar
Diga lá ó camarada Lopes, o que é que o olho do cú tem a ver com a feira de Borba?
GostarGostar
Os comunas são só o principal partido favorável ao crescimento do Estado.
Como não tiveram coragem de defender a socialização desse crescimento – isto é pagar mais impostos – o estado endividou-se e construi-se uma bolha.
São também os que defendem mais desemprego e os monopólios das grandes empresas para a CGTP ter um grande papel e os gastos em obras publicas como o TGV.
GostarGostar
as “manias” e as “paranoias” tratam-se no julio de matos
GostarGostar
Se um tipo desempregado recebe 60% do ordenado por poucos meses e estes pagavam 700 euros/mês. Explica lá qual o interesse de alguém com um ordenado superior a 1120 euros, aceitar um trabalho destes que nem se sabe por quanto tempo era?
Ou v.s inventaram os desempregados que não quiseram o emprego por nem saberem fazer contas?
GostarGostar
Alexandre carvalho da Silveira, é precisamente para salvaguardar que as empresas estrangeiras a operar em portugal não se vão embora que devemos censurar o estúpido comportamento da empresa da exploração agrícola de Odemira a qual fez uma estúpida, desonesta e enganadora publicidade num jornal (NYT) de referência acerca do mercado de trabalho do nosso país. Penso que por vias informais o nosso governo deveria fazer chegar a essa empresa um sentimento de desconforto pela peça jornalistica dando-lhe a sugestão de que um desagravo nesse jornal seria bastante considerado pelas autoridades Portuguesas.
GostarGostar
Vivas à censura.
GostarGostar
o argumento do anónimo de 1 Julho, 2014 13:19 , é o mais correcto: isto não tem a ver com preguiça ou falta de vontade, nem tem a ver com mão de obra escrava. É uma questão de mão de obra qualificada, que Portugal não tem. As regiões agricolas estão a ser abandonadas pelos jovens portugueses, e os que ficam não chegam ou não sabem fazer este trabalho. Há a ideia que o trabalho agricola é andar de boné a apanhar umas laranjas, e não é nada disso. É duro, é preciso saber como o fazer e tem que se ter vontade de o fazer. Não é caridade 3º mundista, nem exploração a tailandeses desgraçados. 3º mundista é pensar que estamos a fazer-lhes algum favor. O que as empresas fazem, quando vão buscar romenos, reformados e tailandeses é que estes estão habilitados.
GostarGostar
http://www.youtube.com/watch?v=Ilnz6hyk3oU
Eu também quero…
GostarGostar
Caro João Lopes, compreendo o seu estado de espírito.
Já se perguntou como aqui chegámos?
Sim, a desindustrialização, a globalização…
Entre 2000 e 2010, não estranhou a relativa abundância, o crédito fácil, o maná…
Houve quem avisasse repetidamente. Até eu neste blog! É verdade que a cortina dos editores da TV está lá para esconder a verdade, mas afinal bastava abrir os olhos.
Ainda há desgraçados que andam a prometer mais e há desmiolados que acreditam.
Está a ver, 20% da população irresponsável é pasto para partidos irresponsáveis.
Partidos irresponsáveis geram partidos no limite da irresponsabilidade. Cá estamos.
Há países que venceram o desafio, são aqueles para onde os portugueses esforçados fogem, não terá sempre sido assim?
Há países noutros continentes que não a Europa onde se vive muito bem, até na América Latina. Não no Brasil do Lula e do PT , na Venezuela do passarinho, na Argentina falida.
As élites, atualmente os plutocratas do PSI 20 para ser mais concreto, nunca darão espaço para mais. Junto delas proliferam os ladrões, à esquerda e à direita, os demagogos , os corruptos e os mentirosos. É muita gente. É a sina.
GostarGostar
Porque contrata 160 para substituir 40????
GostarGostar
O artigo do NYT, contém um slideshow interessante: vejam-se as fotos das condições de refeição e dormida… http://www.nytimes.com/2014/06/29/world/europe/despite-high-unemployment-portugal-looks-far-afield-for-workers.html?_r=1#
GostarGostar
Abrenuncio! Era o que faltava acabar com o desemprego no Alentejo. Em quem é que a malta iria votar se isso acontecesse?
GostarGostar
Será que percebi bem. A empresa contratou 40 (QUARENTA) trabalhadores portugueses e depois foi contratar 160 (CENTO E SESSENTA) tailandeses. Será que queriam que 40 fizessem o trabalho que fazem 160 e pagavam o ordenado minimo? Expliquem-me.
GostarGostar
Ninguém sabe. Os jornalistas acharam que esse era um detalhe sem importância que nem se precisava de entender.
Também ninguém sabe em que condições trouxeram esses irlandeses e o que tencionam fazer com eles.
São coisas que dantes tinham um estigma tremendo e se chamava “contrabando de carne humana”.
Hoje chama-se “dar emprego a quem não se faz caro” e “permitir que os campos não fiquem abandonados”.
GostarGostar
irlandeses?
eu disse irlandeses?
ehehehehe
GostarGostar
São tailandeses. Como é do conhecimento comum, existe mesmo o eixo alentejano-tailandês. Não há tailandês que não sonhe com a sombra de um chaparro.
GostarGostar
Parece que não sabem ler. A Empresa contratou Tailandeses porque os Portugueses não queriam lá ficar.
GostarGostar
Então não foi. Foram ao café da terra e telefonaram para 160 tailandeses.
E ainda lhes pagaram mais que aos tugas que queriam ir buscar ao centro de emprego
ehehehehe
Há gente que faz luxo em mostrar que é parva.
GostarGostar
Alô, é do Sião? daqui é um americano no Alentejo. Venham para cá que o mexilhão da Azambujeira é baril.
GostarGostar
Mas é um facto que isto começou connosco e tudo tende a retornar. De Malaca a Odemira foram apenas precisos uns 500 anos e americanos por intermediários.
Chatice que se fossem tugas a fazer isto, vinha logo o lucklucky a chamar “porcos colonialistas” e traficantes de escravos
GostarGostar
Continuas a não entender…
Estão lá todos de livre vontade e ninguém usou violência para os obrigar.
GostarGostar
É verdade. Imagine-se só que nem precisaram de usar da violência para fazer caridade em Portugal, à custa do Estado.
ahahahahahahaha
Tu és uma anedota
“:O))))))))))))))))))))
GostarGostar
Realmente há bocas sujam que dizem que às vezes, sem querer, são obrigados a fazer caridade à bomba.
Mas estes não. Estes são limpinhos, ecológicos, com longa experiência de caridade com clandestinos mexicanos e respeitam muito as isenções estatais em terra dos outros
“:OP
GostarGostar
Voltámos ao Tratado de Tordesilhas e nem ganhamos nada com isso- passamos por marroquinos.
GostarGostar
Mas a utopia dos neotontos tinha de ser ao contrário da comuna- é o regresso à Idade Média
eheheheh
Agora acham preconceito alguém aprender a fazer mais do que trabalho pesado e manual
“:O)))))
O crescimento das nações só vai acontecer quando todos ficarem a apanhar fruta e a fazer de porteiros para a inteligentzia estrangeira.
GostarGostar
A comida que comes é apanhada, colhida, cortada, morta.
E há quem prefira trabalhar ao ar livre que encafuado num escritório a aturar uma data de idiotas sobre tretas que só existem para dificultar a vida dos outros como a maior parte da burocracia. Para não falar nas guerras e odiozinhos de escritório.
Mas tu achas que são todos iguais e têm os mesmo valores e todos devem ser doutores.
GostarGostar
Esta é bué de ecológica. Nem parece americana nem nada. Não usam pesticidas nem transgénicos e nem precisam de violência para ajudarem países em crise.
Basta telefonarem para 160 tailandeses e explicar-lhes que é sempre a direito e no fim, viram à esquerda, a seguir ao chaparro
“:O))))))))))))))))))))))
GostarGostar
É, vou ver se na América também aceitam um programinha destes muito arejado e caritativo.
Queres vir para carregar as malas e tratar do gado?
GostarGostar
Os subsídios e incentivos fiscais dados a estrageiros que não são igualmente dados a nacionais são preversos e devem ser eliminados.
GostarGostar
sou favorável a um regresso à Idade da Pedra, com alguma teconlogia. os mantras do “progresso, desenvolvimento, modernidade” hehehehe
GostarGostar
Culpa do Bush, da Merkel e dos mercados. Tailandesas vieram também? Sempre é melhor que os cubanos! Estes costumam vir à frente para depois trazer a tropa para manter tudo bem comportadinho e esfolar o país que os aceitou
GostarGostar
A informação que fica é a de que os tailandeses estão baratos.
GostarGostar
Não duvido de um futuro cada vez menos doce. E só não vê quem quiser passar por ceguinho. Só não viu antes quem fez o mesmo. Porque é tudo verdade. Sempre me admirou a forma de se aplicarem os nossos emigrantes no estrangeiro. E de serem responsáveis também. Trabalhar horas a fio, terem mais do que uma ocupação, condições de trabalho por vezes bem duras. Em Portugal, poucos são os que mantêm essa responsabilidade e aplicação. Mas é mesmo um facto.
GostarGostar
Estamos onde estamos e ainda há gente que pensa que o problemas é dos outros, tadinhos….
GostarGostar
Os outros, sempre os outros, mas eles seguem e nós continuamos atascados no mesmo sitio. Idealizem investimento e não abram os olhos…
GostarGostar
Esta é a verdadeira qualidade do emprego português que não nos põe a apanhar morangos mas também não merece grande interesse das nomenklaturas (como declaração de interesses afirmo afinidade com interessados):
– Temos em Portugal uma realidade legislativa sobre o trabalho temporário e o regime de cedência que é uma anedota e como tal a simples existência de um provedor da ética empresarial e do trabalho temporário faria suspeitar a gargalhada, mas não se fica por aqui a anedota, entrando no respectivo sítio vemos o hedonismo que reina entre os bem colocados juristas-socialistas-caldeanos – deveras importante ter no menu um botão para o CV do VC (não é o sr cunha) e mais delirante é ver reproduzido, no link abaixo, como se provém à ética e ao trabalho temporário, resta ainda o realce às parcerias onde não só o provedor é pessoa colectiva na sua associação com a sua sociedade de advogados como o expertise é assegurado pela associação de empresas do sector. Medalha de merito para a edição do dito relatório e uma nota emociinada para as cartas ao provedor reproduzidas no final. A vergonha mora aqui neste país sem que precisemos de álibis americanizados.
Não é disco pedido mas wishlist: que tal trazer para a agenda como o provedor provém aos mais providos.
6º RELATÓRIO DO PEETT: http://www.provedortt.org/news.aspx?id=264&title=6%BA%20RELAT%D3RIO%20DO%20PEETT
GostarGostar